Mercado aquecido estimula novas pet shops: setor faturou R$ 40,8 bilhões no ano passado no país

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Não foram poucos os lares que receberam um novo filho de quatro patas para aquecer os corações de seus donos em tempos difíceis. O que acabou por aquecer, em paralelo, o mercado de produtos para animais de estimação, destacou o jornal O Globo nesta quarta-feira (2). Segundo levantamento realizado pelo Instituto Pet Brasil, o setor faturou R$ 40,8 bilhões no ano passado no país, 15% a mais do que em 2019. E o bom momento se reflete nas ruas. Só numa mesma quadra no Catete duas pet shops abriram durante a pandemia: a American Pet e a Dogão, que agora dividem a atenção dos clientes com casas tradicionais como a Pet Food, em Laranjeiras. O diretor comercial da American Pet, Brunno França, conta que a rede, que tem 36 lojas no Rio, seis delas na Zona Sul, estima um crescimento de 30% nas vendas este ano. Ele afirma que a abertura da unidade do Catete foi uma estratégia para aumentar a capilaridade da rede e reduzir o tempo do delivery nos pedidos feitos pela internet (cutt.ly/amopet). A promessa é de entrega em até quatro horas, com gratuidade na Zona Sul. Para a dona de casa Ligia Machado, moradora do bairro e “mãe” da gatinha Brahma, a chegada da American Pet foi um alento: “É uma loja grande, completa e bem perto da minha casa. Gosto muito”. Sócio da Dogão, Diogo Amaral conta que a unidade do Catete, aberta há pouco mais de um mês, é a quinta da marca. Ele diz ter escolhido a Rua do Catete como seu primeiro ponto na Zona Sul por se tratar de um local de bastante movimento a qualquer hora do dia. A autônoma Ivete Rodrigues, moradora do Flamengo, conta que passou a comprar na Dogão tudo o que sua cachorrinha Sol precisa.

No outono, pets também precisam prevenir doenças respiratórias

No outono, o tempo fica mais seco, a temperatura cai e, como no caso dos seres humanos, é preciso ter mais cuidado com os animais domésticos, para evitar que desenvolvam doenças respiratórias — ou tenham suas alergias agravadas. Segundo o jornal O Globo em cães e gatos, os sintomas mais comuns de que algo não vai bem são tosse, coriza e prostração, que podem indicar uma traqueobronquite infecciosa canina. Ao menor sinal de um desses sintomas, alertam especialistas, o tutor deve procurar um médico veterinário. Bis, um boston terrier de 1 ano e meio que vive com seus tutores na Barra da Tijuca, já sentiu o efeito das quedas bruscas de temperatura típicas do outono. Um dia após ter tomado banho, ele passou a tossir e espirrar. A empresária Juliana Boyd conta que foi a primeira vez em que o cãozinho adoeceu. “Com certeza foi em função do clima. O Bis começou a ficar mais na dele, acamado, e logo vieram as tosses e os espirros. Esperamos passar 24 horas para levá-lo a um veterinário, e ele teve que tomar antibiótico. Para nós, foi uma surpresa, porque não sabíamos que cachorros ficavam gripados”, relata. Bis levou cerca de uma semana para se recuperar e, além do remédio, precisou de muita água e repouso. Também teve que ficar longe do ar-condicionado. Sócia da Città Vet, a veterinária Alessandra Cesária, que atendeu Bis, conta que a traqueobronquite infecciosa canina, causada pela bactéria Bordetella bronchiseptica, é uma doença altamente contagiosa, mas de tratamento quase sempre simples. Ela alerta para a vulnerabilidade de outros animais, como os gatos: “Eles têm os mesmos sintomas, mas ocasionados por uma herpes viral. Nesta época do ano, a secura do ar, somada ao uso de ar-condicionado, favorece o ressecamento das vias respiratórias dos animais e diminui sua imunidade natural”. Para Edgard Salomão, diretor do Hospital Popular de Medicina Veterinária, que tem filiais na Barra, na Praça Seca e em São Conrado, muitos casos de doenças respiratórias podem ser evitados ou amenizados com vacinação.

Microchipagem gratuita e multa para combater o abandono de animais de estimação 

Eles estão se multiplicando. Em ruas, praças, parques, abrigos… O número de animais abandonados na região é crescente — uma das consequências da pandemia. E as ONGs, cada vez mais abarrotadas, não dão conta de suprir a demanda, alertam protetores dos animais. Mas duas novidades podem atenuar o abandono. De acordo com o O Globo a multa para pessoas que forem flagradas maltratando animais, que passou a ser cobrada na terça-feira da semana passada e varia entre R$ 500 e R$ 5 mil; e o Registro Geral de Animais do Município do Rio de Janeiro (RGA), em que a prefeitura terá de inscrever, gratuitamente, animais sem tutor conhecido, devido à Lei nº 1.586/2019, de autoria do vereador Dr. Marcos Paulo (PSOL-RJ), sancionada este mês. Antes, para fazer a microchipagem, que contém os dados do responsável e do animal, pagava-se R$ 27. A Ajuda Patas, que tem um abrigo na Maré e atende outras comunidades da região, recebia cerca de cinco animais resgatados diariamente, e na pandemia chega a receber 30. Na Associação Indefesos, que atua em vários bairros da Zona Norte, os números dobraram. Na Suipa, no Jacarezinho, que só aceita animais não saudáveis, mensalmente o número de resgatados subiu de uma média de 40 para 75. Já na Entre Pegadas, que resgata animais da Ceasa e do entorno, em Irajá, o volume aumentou em pelo menos 20% nos últimos meses. Rosana Guerra, fundadora da Associação Indefesos, ressalta que o início da pandemia foi marcado por uma tendência de aumento nas adoções em virtude do distanciamento social. No entanto, com o passar do tempo, as condições econômicas, principalmente, deflagraram um processo em cadeia de abandono. Para Bruna Saraiva, as saídas para diminuir o abandono são a castração e a educação nas escolas. Ela é fundadora da ONG Ajuda Patas, que auxilia cerca de 600 animais, incluindo 150 abrigados na Maré, além de atuar em colônias em comunidades próximas e ajudar protetores independentes.

Projeto de lei torna obrigatória a prestação de socorro para animais atropelados em São Lourenço, MG

Um projeto de lei aprovado em 1ª votação torna obrigatória a prestação de socorro para animais atropelados nas vias públicas de São Lourenço, informou o G1 nesta quarta-feira (2). O texto, de autoria do vereador William Rogério de Souza (Solidariedade) foi aprovado na sessão da câmara da última segunda-feira (31). Conforme o projeto, a norma deve se aplicar a todos os motoristas residentes ou não na cidade e também aos ciclistas. O projeto de lei 3054/21 ainda prevê que testemunhas devam se dirigir à Delegacia de Polícia para fazer o Boletim de Ocorrência (BO) e que o Poder Executivo estabeleça uma multa para quem descumprir a medida. O projeto passará por uma segunda votação no plenário. Caso seja aprovad0, será encaminhada à sanção do prefeito municipal.

NA IMPRENSA

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Folha de S.Paulo – Documento da Nestlé diz que a maior parte de seus alimentos não é saudável  
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