Mato Grosso deve adiar retirada da vacina de febre aftosa para 2022

//Mato Grosso deve adiar retirada da vacina de febre aftosa para 2022
O Mato Grosso pode se tornar estado livre da febre aftosa em 2022. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (22), durante o segundo fórum estadual de vigilância sanitária contra a doença, realizado em Cuiabá (MT). Segundo o Canal Rural a retirada da vacina pode gerar uma economia de R$ 86 milhões por ano aos pecuaristas. Durante o evento, todas as entidades que integram o Programa Nacional de Vigilância se juntaram para esclarecer dúvidas e mostrar o caminho para tornar Mato Grosso livre de febre aftosa sem vacinação. “Debater os boatos fortalece os fatos, e mostra a realidade que acontece no meio rural e a realidade que é o protocolo da retirada da vacina, o PNEFA que é um programa de dez anos feito e analisado com muito critério pelo ministério da agricultura”, diz Francisco de Castro superintendente do Senar – MT. Na avaliação do presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, a retirada da vacina no plantel ainda gera desconfiança entre alguns produtores. “Existe muita dúvida, principalmente porque temos muita barreira seca de fronteira com a Bolívia. Mas podemos afirmar hoje que não há vírus circulante na região, por isso estamos bem tranquilos para essa retirada da vacinação. No entanto é a parte técnica que vai com pesquisa e com estudo para tranquilizar o nosso produtor”, destaca. A retirada da vacinação contra a febre aftosa segue um rigoroso cronograma técnico e foi definido pelo Ministério da Agricultura, Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) e é apoiado pela iniciativa privada. A previsão inicial era retirar a vacina em 2021, mas com a pandemia o processo precisou ser revisto. “O estado tem se capacitado em relação à vigilância das propriedades, onde monitoramos a possibilidade de doença estruturando o sistema de defesa, para que a gente possa no momento da retirada da vacina estar com todas as condições”, diz Marcos catão Dornelas Vilaça, presidente do Indea-MT. Por ano, a vacinação contra aftosa custa aos produtores do estado R$ 86 milhões. O levantamento compreende os gastos com aquisição de vacinas, perdas causadas pelas lesões na carcaça dos animais e redução da produtividade de vacas em lactação após a aplicação. De acordo com Antônio Carlos de Souza presidente do Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (Fesa), os recursos para ações de segurança após a retirada da vacina já estão garantidos. “Nós temos economizado nos últimos dez anos em torno de R$ 120 milhões que estão aplicados nas ações financeiras oficiais do Brasil para que a gente possa lançar mão desse recurso quando for necessário, como por exemplo pagar uma indenização ao produtor que seja obrigado a sacrificar seus animais por conta da doença”, explica o presidente do Fesa.

Resolução que permite transporte intermunicipal de animais é aprovada pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Acre (Ageac)

Nesta quinta-feira (22) o G1 informou que, uma resolução da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Acre (Ageac), publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) dessa quarta-feira (21), aprova e determina as regras de transportes de animais domésticos e cães-guias no transporte intermunicipal.  A presidente da Ageac, Mayara Lima, disse que no estado ainda não havia regulamentação sobre o transporte dos animais. “Não existia nenhuma regulamentação. Essa é a primeira resolução que regulamenta o transporte. Antes, tanto as empresas de ônibus quanto a população não tinham regramento. Então, através do conselho superior, aprovamos essa resolução. Isso tudo buscando tanto trazer a segurança aos passageiros quanto aos animais também”, disse. São considerados animais domésticos cachorros e gatos, com limite de até 10 quilos. Para os cães-guias não há limite de peso, de acordo com a resolução. Além disso, ficam limitados o transporte de até três animais por viagem. “Tem que existir, a gente sabe que o transporte aéreo tem um regulamento que transporta os animais. Aqui no estado a gente não tinha. Vem para melhorar e fortalecer o sistema e trazer mais segurança tanto para o passageiro que quer levar seu animal quanto para a empresa de ônibus que vai transportar”, acrescentou. A publicação determina que fica sob responsabilidade da empresa transportadora no momento da venda da passagem a responsabilidade de limitar e garantir o transporte destes animais. Os animais serão transportados no salão destinado aos passageiros e devem estar obrigatoriamente em caixas transportadoras específicas alojados no assoalho, próximo do passageiro e confinados durante toda a viagem, exceto os cães-guias. Entre as regras que regulamentam o transporte está a proibição da viagem de fêmeas grávidas ou no cio, ou de animais que ofereçam risco de qualquer natureza às pessoas. Além disso, o transporte destes animais vai implicar no pagamento de 20% do valor do bilhete do passageiro e também é necessário, no momento do embarque, a apresentação do atestado de médico veterinário, emitido no período de 15 dias antes da viagem, declarando boa condição de saúde do animal, junto com a carteira de vacinação. Para a viagem realizada no período de 18h às 6h, a animal deve, obrigatoriamente, estar sedado ao embarcar e assim permanecer durante todo o percurso. Antes, sem ter uma resolução que regulamentasse a viagem de animais domésticos, passageiros enfrentavam transtornos e, de acordo com a presidente da Ageac, as empresas de ônibus também eram penalizadas e algumas chegaram a ser processadas. Em 2014, o G1 mostrou um destes casos, quando uma passageira foi impedida de levar o cachorro dela de Rio Branco para a cidade de Cruzeiro do Sul, no interior do estado. O que seria apenas uma viagem de férias para Cruzeiro do Sul se tornou uma dor de cabeça para Talita Azevedo e sua irmã. O motivo é que após a compra da passagem de ônibus e a garantia da empresa, o cachorro Frederico não pode embarcar. A dona do animal contou que fez pesquisa junto às três únicas empresas que faziam o percurso com uma semana de antecedência. Duas delas se recusaram a transportar o animal e somente uma informou que faria a viagem, desde que o cachorro estivesse medicado. Além disso, segundo a consumidora, o animal não seria transportado no compartimento de bagagens. Mas, na hora do embarque, o motorista se negou a transportar o animal.

Exame das mamas pode ajudar no diagnóstico do câncer em animais

Os animais também têm problemas de saúde como os humanos e, inclusive, muitas doenças parecidas, como é o caso de câncer de mama, informou o G1 nesta quinta-feira (22). Algumas cachorrinhas podem desenvolver a doença. Para diagnosticar a doença, os donos precisam ficar atentos, porque assim como nas pessoas, precisa ser feito o exame de toque. A dentista Bruna Herrera Saraiva descobriu um nódulo em uma das suas cachorrinhas, a Emy de 12 anos. Na época, a cachorrinha tinha 5 anos. “Fazendo carinho mesmo eu reparei que ela tinha duas bolinhas bem perto da mama mesmo. E achei estranho. Já levei no veterinário que pediu exame e viu que era um tumor de mama. E a recomendação foi retirar a cadeia mamária. Por ela ser nova a chance de malignizar era grande”, conta Bruna. Dona de cinco cachorrinhas, Bruna nem imaginava que elas também poderiam ter câncer de mama. Por isso, desde o diagnóstico ela sempre fica atenta a todas elas. “Naquela época a gente não tinha consciência da castração. Hoje eu sei o quanto é importante e quando as outras vieram, sempre que chegam bem novinhas, a gente já castra, porque sabemos que vamos evitar o câncer mamário ou de ovário, muito comuns em cães.” Quem também está sempre de olho nos dois bichinhos de estimação é a assistente técnica jurídica Raelen Cristina Ferreira Santos. Ela sempre fica atenta na Pretinha e na Milla, que foram adotadas pela família. Recentemente, ela encontrou um caroço na mama da Pretinha. O diagnóstico foi de câncer. “Se não fosse o toque não ia descobrir que ela estava com esse câncer. E ela não sentia dor e vivia com uma vida normal.” Não tem nem um mês que a Pretinha passou pela operação. Ela ainda está em tratamento, mas se recupera bem. “Já correu atrás de gato. Só o primeiro dia que é bem difícil por conta da dor. A castração foi junto, ela não era castrada. O primeiro dia foi bem complicado. Ela chorou a noite toda. Mas no dia seguinte levantou e já estava bem”, afirma Raelen. O veterinário oncologista Anderson Tanaka explica que o tumor de mama pode ser hereditário. Por isso, os tutores precisam manter uma rotina de sempre verificar as mamas dos animais. “É preciso apalpar a cadeia mamária para ver se encontra nódulos. Verificar da axila até a virilha. Se encontrar um nódulo é importante procurar um veterinário, de preferência com especialidade na parte oncológica, para poder fazer a abordagem correta. Na maioria das vezes, a abordagem sempre é cirúrgica.” O veterinário alerta que o câncer nas mamas também pode ocorrer nos machos. “Existe os tumores mamários em machos também, são menos comuns. Mas é importante verificar e examinar o macho de forma corriqueira.”

Líder do governo diz que reformas são essenciais para retomada econômica

O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou nesta quinta-feira (22) que a votação das reformas tributária e administrativa encaminhadas pelo presidente Jair Bolsonaro vai permitir a retomada do desenvolvimento econômico no cenário pós-pandemia. De acordo com a Agência Câmara ele disse que a aprovação das reformas também vai possibilitar o aumento da competitividade da indústria nacional e a construção de um Estado mais leve e eficiente para os contribuintes. O deputado acrescentou que, a partir de fevereiro, haverá grandes avanços na pauta de privatizações. As declarações do líder do governo aconteceram durante a live “Indústria em debate: o que fazer para o Brasil voltar a crescer”, promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a revista Exame. Na reforma administrativa, o líder do governo defendeu a possibilidade de demitir os servidores que não tiverem o desempenho adequado e de premiar os que trabalham melhor, o que não é possível hoje. Sobre a reforma tributária, Barros ressaltou que haverá simplificação dos impostos e possibilidade de desoneração da folha salarial para estimular a geração de empregos. Ele disse que um fundo de equalização fiscal para os estados e um fundo de desenvolvimento regional, bem articulados, quebrariam todas as resistências à votação da reforma tributária. O líder do governo declarou que todos os setores envolvidos na discussão das reformas terão de ceder um pouco para o Brasil poder avançar, pois o momento é de “desprendimento e grandeza”. Barros informou que, após as eleições municipais, serão apresentadas ao Congresso Nacional as propostas que tiverem o apoio dos líderes partidários. Ele falou, também, sobre a importância de equalizar a tributação dos diversos setores da economia, eliminando distorções que foram conquistadas, no passado, de forma corporativista por determinados segmentos. Barros disse que é preciso “enfrentar os lobbies e os interesses setoriais”. “As corporações precisam pensar no Brasil”, afirmou. Um ponto positivo, segundo Barros, é o fato de o presidente Bolsonaro não ter compromisso com as estruturas antigas que impediam o desenvolvimento do País: “É por isso que hoje nós estamos pagando 2% de juros da dívida. Antes, pagávamos 7%, 9% e agora estamos economizando R$ 350 bilhões que não são transferidos aos bancos.” Na área social, de acordo com Ricardo Barros, o governo trabalha com o conceito de rampa de ascensão social. “A família que tiver um jovem em qualificação profissional e aluno na escola com bom desempenho vai receber mais no Renda Brasil. O programa é um apoio para que a pessoa deixe de precisar de ajuda.” O líder do governo disse que a atual Constituição, promulgada em 1988, tornou o Brasil ingovernável, pois o contribuinte não tem como suportar todos os direitos consolidados no texto. “Não dá para fazer de conta que não há esse problema a enfrentar. É preciso coragem para pensar um Brasil diferente. Erramos a fórmula, então vamos fazer uma nova fórmula, porque esta se mostrou inviável”, concluiu.

NA IMPRENSA

Folha de S.Paulo – Após resgate e ameaça de extinção, rãs em zoo no Chile têm ‘ninhada’ de 200 filhotes

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O Globo – Animais do Cerrado podem tomar lugar de fauna florestal em Amazônia degradada

Canal Rural – Aftosa: Mato Grosso deve adiar retirada da vacina para 2022

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Valor Econômico – Grupos menores e foodtechs agitam o segmento de alternativas vegetais

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Correio Braziliense – Assim como humanos, chimpanzés idosos priorizam amizades importantes

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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