Maranhão e Piauí obtêm reconhecimento de equivalência para produtos de origem animal  

//Maranhão e Piauí obtêm reconhecimento de equivalência para produtos de origem animal  
Os estados do Maranhão e Piauí obtiveram o reconhecimento de equivalência dos seus serviços de inspeção estaduais (SIE) de produtos de origem animal junto ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Com a medida, instituída pelas Portarias Nº 274 e 276, publicadas no Diário Oficial desta segunda-feira (23), estes serviços serão inseridos no cadastro geral do Sisbi-POA e estabelecimentos e produtos de origem animal neles registados passarão a integrar o Sistema. Com isso, os produtos de origem animal poderão ser comercializados em todo o país. A inclusão dos estados do Nordeste no Sisbi-POA é uma das ações previstas no Plano AgroNordeste como estratégia para impulsionar o desenvolvimento econômico da região. Com a possibilidade de comercializar em todo Brasil, as agroindústrias passarão a adquirir mais matéria-prima, beneficiando direta e indiretamente os produtores e empreendedores locais. “A melhora da qualidade de vida das famílias que tiram o sustento da agroindústria promove desenvolvimento em toda a região, aquecendo a economia local e garantindo mais prosperidade ao município”, avalia a diretora do Departamento de Suporte e Normas do Ministério, Judi Maria da Nóbrega. Segundo ela, a meta é incluir todos os estados nordestinos no Sisbi-POA até junho/2020. Com as novas adesões, passam a compor o Cadastro Geral do Sisbi-POA 14 estados (BA, ES, GO, MA, MT, MS, MG, PR, PE, PI, RS, RO, SC e TO), além do Distrito Federal. Também fazem parte três consórcios (Cidema/SC, Consad/SC e Codevale/MS) e 22 municípios (Alegrete, Cascavel, Caxias do Sul, Chapecó, Engenho Velho, Erechim, Fernandópolis, Florianópolis, Glorinha, Ibiúna, Itu, Marau, Miraguaí, Rio Claro, Rosário do Sul, Salvador do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santana do Livramento, Santo Antônio da Platina, São Pedro do Butiá e Uberlândia). O número de Serviços aderidos ao Sisbi-POA em 2019 (três estados e cinco municípios) é o maior obtido desde sua regulamentação em 2006. Segundo o Secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Jose Guilherme Leal, este resultado pode ser atribuído à priorização dada pela ministra Tereza Cristina ao tema e ao trabalho conjunto desenvolvido pelo Departamento de Suporte e Normas (DSN/SDA), Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA/SDA) e dos órgãos de Defesa Sanitária Agropecuária dos estados já aderidos, na avaliação e aperfeiçoamento dos Serviços de Inspeção estaduais e municipais.

Senador vegano apresenta projeto que visa acabar com a criação de animais em escala industrial

O senador americano pelo estado de Nova Jersey e também candidato democrata à presidência, Cory Booker, apresentou o texto da Lei de Reforma do Sistema Agrícola (FSRA), um novo projeto de lei que visa acabar a criação de animal da agricultura industrial em larga escala, informou o portal Anda nesta quinta-feira (26). A FSRA proíbe a abertura de novas operações concentradas de alimentação (consumo) por animais (CAFOs) em larga escala e limita o crescimento das CAFOs existentes no setor de carnes e laticínios. O projeto também visa eliminar gradualmente as maiores CAFOs – conforme definido pela Agência de Proteção Ambiental – até 2040 e responsabilizar os grandes frigoríficos pela poluição que eles causam. Com seu projeto de lei, Booker espera proteger pequenos criadores de animais, que muitas vezes são contratualmente vinculados e explorados por grandes corporações. “As grandes fazendas industriais são prejudiciais às comunidades rurais, à saúde pública e ao meio ambiente e principalmente aos animais. Devemos começar imediatamente a transição para um sistema mais sustentável e humano”, afirmou Booker – que é vegano desde 2014. A FSRA reservaria 100 bilhões de dólares do orçamento do país ao longo de dez anos para ajudar os ex-proprietários da CAFOs a fazerem a transição para o que o projeto descreve como “melhores formas de criação de animais”, como a criação de bois e vacas livres na pastagem, o cultivo de culturas especializadas ou a produção de commodities orgânicas”. O ideal seria que os animais não fossem explorados por sua carne ou pelos produtos extraídos seus corpos, pois são vidas e não produtos para serem comercializados, mas rumo a uma sistema mais justo e humano de convívio com estes seres, passos como legislações que protegem os animais são ganhos rumo a um objetivo maior: a igualdade de condições e o respeito total à toda e qualquer forma de vida. As informações são do VegNews.

Viagens internacionais com animais de estimação exigem passaporte ou certificado veterinário
As viagens internacionais dos animais de estimação exigem uma série de cuidados de seus tutores, para não correr o risco de o amigão ser barrado no aeroporto por falta dos documentos necessários: atestado de saúde, comprovante de vacina e identificação eletrônica do animal com microchip implantado sob a pele (exigido apenas para viagens fora dos Estados Unidos). As exigências valem para cães e gatos. Sem o atendimento delas, o pet não embarca, destacou o portal Mapa, nesta quinta-feira (26). Atualmente, a emissão de do Certificado Veterinário Internacional (CVI) é um dos serviços mais acessados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). De janeiro a novembro deste ano, foram emitidos 7.724 CVIs. Três horas e 15 minutos é o tempo médio gasto pelo servidor do momento de entrada do pedido no sistema até a emissão do Certificado. Antes da digitalização dos documentos eram necessários vários dias. Com a automação, o governo economizou R$ 13,5 milhões /ano. A emissão do Certificado Veterinário Internacional Eletrônico (E-CVI) para os Estados Unidos é feita eletronicamente, e o próprio tutor pode solicitar pela internet, com o passo a passo contido nesse manual. O e-CVI emitido tem validade de 60 dias para retorno ao Brasil. Em caso de dúvidas sobre a emissão do CVI online, entre em contato pelo e-mail: cvi.vigiagro@agricultura.gov.br. A emissão online reduziu em 39% o custo total para a obtenção do certificado, que caiu para R$ 980. Essa redução significa uma economia de ordem de R$ 5,2 milhões por ano para a sociedade. Para outros países, o processo de solicitação e emissão do CVI ainda é manual. Programe-se para que o atendimento para solicitar o certificado nos aeroportos, nas unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), ocorra entre 10 e 2 dias antes da data da viagem. O usuário deve procurar as unidades emissoras de CVI para agendamento prévio com, no mínimo, 30 dias de antecedência. Após agendar o atendimento, prepare a documentação (original e cópia), conforme os seguintes procedimentos: Imprima e preencha o Requerimento de Fiscalização para Animais de Companhia para solicitar o Certificado Veterinário Internacional (CVI); Solicite ao Médico Veterinário particular a emissão do Atestado de Saúde, atendendo à validade e aos requisitos sanitários do país de destino. Providencie a documentação adicional (vacinas, tratamentos antiparasitários, comprovante de microchip, sorologia de raiva), conforme as exigências específicas do país de destino. Existe também o Passaporte para o pet, que pode ser usado para várias viagens durante toda a vida do animal, enquanto o CVI deve ser emitido a cada viagem que o animal for realizar. Com o Passaporte, as informações sanitárias são apenas legalizadas (validadas) por auditor fiscal federal agropecuário do Ministério, na ocasião da viagem.

Como amenizar o sofrimento do pet durante queima de fogos? Veja as dicas

De acordo com publicação de Lívia Marra do Blog Bom pra Cachorro da Folha de S.Paulo desta terça-feira (24), animais sofrem com barulhos como fogos de artifício e trovões. Isso porque eles têm a audição mais sensível, e sons altos podem provocar medo e desorientação. “Uma explosão próxima ao pet pode causar o rompimento dos tímpanos e perda auditiva. O estresse a que o animal é submetido pode provocar tremores, taquicardia, vocalização com choros e latidos e, em casos extremos, convulsões, paradas cardiorrespiratórias e morte”, diz a médica Nathália Melo, do Centro Veterinário Seres, da Petz. Segundo Fernanda Fragata, do Hospital Veterinário Sena Madureira, os animais têm capacidade auditiva quatro vezes maior que a nossa. Por isso, o risco de acidentes é maior em festas de fim de ano, juninas ou comemorações em dias de partidas de futebol. Assustado, o animal pode tentar se esconder ou fugir. E, assim, pode pular janelas, correr para o meio da rua ou se machucar com objetos mesmo dentro de casa. O especialista em comportamento canino Ricardo Tamborini afirma que o medo não é o comportamento natural de um animal. Segundo ele, tanto medo como agressividade são comportamentos aprendidos. Por isso, a postura do tutor é fundamental para o bem-estar. Tamborini afirma que o trabalho para dessensibilizar um pet com medo de fogos de Réveillon deve começar em janeiro. Perto das comemorações, há truques para amenizar o sofrimento. Cães e gatos com problemas de saúde devem ter atenção especial, principalmente aqueles com doenças cardíacas. Caso o animal apresente alguma alteração ou se machuque, deve ser levado imediatamente ao veterinário. Segundo Tamborini, entre os principais erros do tutor estão pegar o animal medroso no colo e fazer carinho, o que reforça para o animal que está sendo recompensado por ter medo. “Por mais dó que dê, o certo seria ignorar esse comportamento para o cão ver que nesse momento de fogos, de chuva, nada de ruim acontece.” Deixar o animal em um cômodo escuro, onde o som seja mais abafado. De acordo com o especialista, ao contrário do ser humano, os pets se sentem mais confortáveis em um cantinho com pouca luz quando estão com medo. Colocar uma música tranquila, em volume baixo, pode ajudar. O ideal é agir de forma natural, brincar com o pet, entretê-lo com seu brinquedo favorito, fazer festa, como se nada estivesse acontecendo, diz a veterinária Nathália Melo. Se o pet preferir se esconder sob algum móvel, essa pode ser melhor maneira para ele. Não force situações desconfortáveis. No caso dos gatos é comum que sumam da vista dos donos. Se o ambiente for seguro, com redes nas janelas e portões fechados, evite ficar chamando para não estressá-lo mais, diz Nathália. Colocar algodão no ouvido do animal. Mas atenção: ele deve ser removido assim que diminuir o barulho. Alguns animais podem ficar ainda mais incomodados com o algodão. Fique atento ao comportamento. Manter o animal com plaquinha de identificação, com nome do animal, do tutor e telefone para contato. Isso ajuda —e muito— em caso de fuga do pet. Para a veterinária, é importante que os animais fiquem sem as guias. Na tentativa de se esconder ou fugir, cães e gatos podem ficar rodando em círculos e há risco de enforcamento. Manter janelas e portas fechadas, para o pet não escapar. Orientar familiares e visitas para que não deixem frestas que permitam a saída do animal. O tutor também deve manter fechado o acesso a piscinas. Alguns tutores optam por medicamentos ou florais para acalmar os animais. Ambos devem ser usados apenas sob orientação do veterinário.

NA IMPRENSA
Folha de S.Paulo – Mais um cão é resgatado em SP após rinha; pit bulls passam por tratamento

Folha de S.Paulo – Cães resgatados de rinha ganham nova rotina de carinho e cuidados

Folha de S.Paulo – Brasileiros gostam de comer queijo com estrume

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Folha de S.Paulo – Campanha reproduz em humanos o sofrimento causado por fogos em animais

Folha de S.Paulo – Dar pet de presente é boa ideia? Entenda os cuidados

Folha de S.Paulo – A importância do uso consciente de antibióticos

Folha de S.Paulo – Aprenda a preparar patê, almôndega e cupcake para o pet

Valor Econômico – FPA mostra o seu poder no Incra, na Funai e no Ibama

Valor Econômico – Celso Moretti será efetivado na presidência da Embrapa

Valor Econômico – JBS conclui compra da Marba

Valor Econômico – Cade aprova aquisição de 40% da área de alimento da Vibra pela Tyson Foods

Valor Econômico – Preço do leite ao produtor sobe 6,3% em dezembro, a R$ 1,3535 por litro, diz Cepea

Valor Econômico – Tyson Foods faz recall de empanadas de carne bovina nos EUA

G1 – G1 Entrevista: advogado e defensor dos animais fala sobre maus tratos e abandono

G1 – Veterinário de Juiz de Fora dá dicas de como proteger os animais dos fogos de artifício nas festas de fim de ano

G1 – Quase mil animais silvestres são resgatados em MT; 40% a mais que no ano passado

G1 – Donos de animais procuram locais para deixar Pets no feriado

G1 – Veterinária dá dicas sobre como evitar estresse nos animais por conta de fogos

Mapa – Viagens internacionais com animais de estimação exigem passaporte ou certificado veterinário

Mapa – Maranhão e Piauí obtêm reconhecimento de equivalência para produtos de origem animal

Embrapa – Feijão-mungo, galinhas caipiras e abelhas são temas de novas pesquisas da Embrapa Meio-Norte em 2020

AgroLink – Soja retoma negócios na sombra da febre suína

Anda – Filhotes de leão, orangotango e leopardo são resgatados das mãos de traficantes de animais

Anda – Senador vegano apresenta projeto que visa acabar com a criação de animais em escala industrial

Anda – Ex-pecuarista pede que pessoas deem uma chance ao veganismo

Anda – Empresário presenteia ONGs com ambulância para resgate de animais

Anda – 24% dos britânicos não estão consumindo carne neste Natal

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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