Mapa regulamenta o uso de drones em atividades agropecuárias

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Mapa regulamenta o uso de drones em atividades agropecuárias

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (24), no Diário Oficial da União, a Portaria nº 298 que estabelece regras para operação de aeronaves remotamente pilotadas (ARP), mais conhecidas como drones, destinadas à aplicação de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes. Com drones ocupando cada vez mais espaço na agricultura e na pecuária, a regulamentação visa simplificar os procedimentos e adequar as exigências legais as especificidades desta tecnologia, já que, em diversos aspectos, se diferencia das aeronaves tripuladas. Além do registro no Mapa, que será feito de forma automatizada via Sipeagro, os operadores necessitarão possuir profissional qualificado com curso específico, designado como aplicador aeroagrícola remoto, e, em determinados casos, necessitarão também de responsável técnico, engenheiro agrônomo ou engenheiro florestal, para coordenar as atividades. Já com relação as aeronaves, estas deverão estar devidamente regularizadas junto a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).As regras visam a segurança da equipe de trabalho e de terceiros, e englobam ainda distâncias mínimas de zonas sensíveis, a serem respeitadas durante as aplicações, de modo a se evitar problemas ambientais e visando a saúde da população.

Monitoramento da importação de defensivos agrícolas

O valor acumulado das importações brasileiras de defensivos agrícolas de janeiro a agosto de 2021 foram menores em 22,3% no comparativo com o mesmo período de 2020. Com maior representatividade dentre os produtos, a classe dos herbicidas totalizou 34,2% do valor absoluto dos defensivos. Alguns fatores ainda tem influenciado o mercado de defensivo. Um dos fatores importantes que tem interferido, não apenas nos defensivos, mas também em outras commodities, é a menor disponibilidade de contêineres e o aumento do frete marítimo, informou o AgroLink. Nos últimos 12 meses, por exemplo, o valor do frete conteinerizado subiu quase 300% de acordo com o indicador WCI (World containerindex). Além disso, os principais países de origens dos ativos ainda estão sendo impactados pelos desdobramentos da variante Delta do coronavírus. Na índia, há uma nova onda de contaminação e na China, o processo de adequação das indústrias às legislações ambientais tem reduzido o volume de produção dos defensivos. O Brasil, por ser um grande importador de princípios ativos e de defensivos agrícolas, está exposto a enfrentar variações de preços e disponibilidade de produto. Do total das importações realizadas no acumulado do ano até agosto, o segmento dos herbicidas foi o único que cresceu tanto em valor quanto em volume quando comparado com o mesmo período do ano passado.

Pesquisador da Embrapa destaca vantagens do controle bioquímico

Como noticiado pelo Canal Rural, em encontro realizado pela Embrapa Soja, o pesquisador Adney Bueno destaca como principal benefício dos insumos orgânicos, a redução do uso de agroquímicos sintéticos, cuja a demanda vem crescendo no mercado consumidor, bem como reduzir o custo e aumentar a eficiência no controle de pragas e doenças. O pesquisador também comenta os aspectos ambientais, de saúde e riscos na aplicação dos produtos. “São produtos diferenciados que podem ser aplicados na agricultura orgânica e gerar melhor remuneração”, comenta Bueno. “Os gastos são menores também porque o controle biológico tem efeitos mais duradouros na lavoura e impacta menos do que o control químico, diminuindo o custo geral de produção”, conclui o especialista.

Quais as principais mudanças no agro com a NR 31?

O agronegócio é um dos pilares da economia brasileira, mas o trabalho no campo oferece grandes desafios. Em razão dos riscos de lesões em equipamentos, queimaduras, intoxicação com produtos químicos, entre outros, os trabalhadores rurais estão, de acordo com estudos, até sete vezes mais propensos a acidentes que os profissionais da construção civil, destacou o Portal do Agronegócio. Para reduzir os riscos, a Norma Regulamentadora – NR 31 indica os melhores procedimentos na promoção da segurança do trabalho no campo. A NR 31 é um complemento da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) que estipula medidas para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e passa agora a ter um programa específico para o agronegócio, chamado Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural (PGRTR), assim, indicando diretrizes para o manuseio de produtos químicos no campo, ergonomia no trabalho rural, operação de máquinas, proteção contra condições climáticas, uso de EPIs, entre outros pontos importantes. Fundada em 2010, a Azevedo Serviços e Sistemas é especializada em consultorias e gerenciamento de riscos no trabalho rural. De acordo com Professor Azevedo, líder executivo da empresa, a NR 31 e o PGRTR contribuem também para salvar vidas. Para acessar a matéria completa, clique aqui

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