MAIOR EVENTO AEROAGRÍCOLA DO BRASIL OCORRE NA PRÓXIMA SEMANA

//MAIOR EVENTO AEROAGRÍCOLA DO BRASIL OCORRE NA PRÓXIMA SEMANA
Faltando menos de uma semana para o Congresso Sindag Mercosul e Latino-Americano, os preparativos seguem intensos para o que promete ser o maior evento aeroagrícola já realizado no Brasil. Publicado pelo portal do Sindag, a programação, que vai de 8 a 10 de agosto, no Aeroporto Municipal de Canela/RS, terá, pela primeira vez, representantes de entidades aeroagrícolas da América Latina e Estados Unidos juntos em um único evento, discutindo demandas e oportunidades do setor no cenário internacional. Além da troca de experiências de cada país, este ano as discussões do Congresso Sindag terão foco principalmente na globalização, novas tecnologias e comunicação. “A programação terá palestras como a do diretor de Marketing da Rede Globo, Roberto Schmidt, falando sobre “Comunicação e Agronegócio”, e a apresentação do major Rodrigo Araújo, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, com o tema “A Aviação Agrícola no combate a Incêndio”. Também estão no programa a palestra “Gestão Financeira de Empresas Aeroagrícolas”, com o contador, administrador e professor universitário Marcone Hahan de Souza, e o workshop “Oportunidades da Pulverização Aérea com Drones”, entre vários outros temas”, destaca a publicação.

Tradição aeroagrícola ganha grande celebração

O portal do Sindag destaca ainda que, paralelo aos debates e discussões com autoridades, empresários e pesquisadores, ocorrerá a mostra de tecnologias, equipamentos e aeronaves, com 70 expositores – e com demonstrações aéreas. O que representa um crescimento de quase 35% na feira, em relação à edição do ano passado, ocorrida em Botucatu/SP. O evento será realizado em um espaço com 3,6 mil metros quadrados que está ganhando forma no Aeroporto da cidade. A edição 2017 também será toda ela em clima de comemoração pelos 70 anos da aviação agrícola brasileira. “O Brasil tem hoje a segunda maior e uma das melhores frotas aeroagrícolas do mundo, cuja tradição começou em 19 de agosto de 1947, em uma operação contra gafanhotos na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul”, enfatiza o texto.

Abrapa considera a MP do Funrural um primeiro passo, mas insuficiente

O governo federal publicou, na terça-feira (01), a Medida Provisória de número 793, que institui o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR). Para ter o seu pedido de adesão ao PRR deferido, o produtor rural terá de pagar à vista a primeira parcela do total de 4% da dívida, que devem ser pagos ainda este ano. Para o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Arlindo de Azevedo Moura, o texto não atende à demanda do setor. “Precisa urgentemente de emendas, pois, do jeito que está, prevaleceram os interesses da área econômica do Governo. Por exemplo, o percentual para a adesão de 4%, com prazo até 29 de setembro, é muito alto e traduz a necessidade de conversão rápida dessa dívida em renda para o Governo. As reduções nos juros, multas de mora e honorários advocatícios não foram significantes. Na verdade, deveriam ser de 100%. Também faltou uma definição para os produtores rurais pessoa jurídica, que aguardam julgamento dos seus processos no STF. A redução do Funrural para 1,2% contemplou apenas os produtores rurais pessoa física e não alterou a alíquota de 2,5% dos produtores rurais pessoa jurídica”, diz Moura. “Para o presidente da Abrapa, as entidades do agro devem se mobilizar rapidamente e propor correções à MP, pressionando deputados e senadores para que transformem as sugestões em emendas a serem incorporadas à lei”, ressalta a afirmação de Moura.

Suplementação de bovinos melhora produtividade durante período de seca

Durante o verão amazônico, entre junho e setembro, produtores rurais da região enfrentam dificuldades para alimentar o rebanho, devido ao baixo desempenho da pastagem. A ausência de chuvas limita a oferta de capins, interfere na qualidade da dieta bovina e reduz o desempenho produtivo do rebanho. Conforme o portal da Embrapa, fornecer alimentação suplementar é uma estratégia eficiente para manter o padrão nutricional dos animais e evitar prejuízos na atividade pecuária. Estudos comprovam que na época das chuvas pastagens bem manejadas são capazes de proporcionar boas condições de nutrição a rebanhos condicionados a uma dieta a pasto, requerendo apenas reposição mineral. Segundo o pesquisador da Embrapa Acre, Maykel Sales, a época de estiagem varia nas diferentes regiões brasileiras e na Amazônia ocorre entre junho e setembro. “A seca afeta a capacidade de crescimento e o vigor do capim, torna a pastagem mais fibrosa e a forragem menos nutritiva. Para pequenos e médios rebanhos leiteiros entre as principais estratégias de suplementação alimentar indicadas pelas pesquisas para melhorar a alimentação dos animais no período da seca, três se destacam como alternativas tecnológicas eficientes, de baixo custo e fácil adoção. As capineiras, pequenas áreas cultivadas com gramíneas de elevado potencial de produção de forragem, mantidas próximas ao curral, são a primeira opção de alimento suplementar devido à sua praticidade e importância estratégica na manutenção da qualidade alimentar do rebanho. A segunda opção de suplementação na produção de leite é a mistura de cana-de-açúcar com ureia, considerada importante fonte de energia e proteína para o gado. Outra alternativa, conforme o pesquisador, são os bancos de proteínas, locais de cultivo de espécies leguminosas destinados ao pastejo controlado dos animais, geralmente por um tempo médio de três horas diárias. Independentemente do tipo de atividade, a adoção de práticas de alimentação suplementar requer planejamento”, diz a notícia.

NA IMPRENSA
Mapa – Comissão da Olivicultura Brasileira se reúne nesta quarta-feira no Mapa 

Mapa – Embrapa e MMA publicam livro sobre espécies nativas a serem usadas como alimentos e em medicamentos

Embrapa – Suplementação de bovinos melhora produtividade durante período de seca

Sindag – Maior evento aeroagrícola do Brasil ocorre na próxima semana 

Abrapa – Abrapa considera a MP do Funrural um primeiro passo, mas insuficiente para solução do problema 

Zero Hora – Corte de verbas atinge em cheio a pesquisa brasileira 

Folha de S.Paulo – Em véspera de votação, Temer afaga ruralistas e baixo clero 

Folha de S.Paulo – Produção industrial patina e encerra semestre errático 

Folha de S.Paulo – Vaivém das Comodities – Soja, minério e petróleo impulsionam exportação de commodities 

G1 – Governo publica medida provisória que alivia dívidas previdenciárias de ruralistas 

G1 – Agronegócio cresce com ajuda da tecnologia 

G1 – Lucro da Bunge cai 33% no 2º trimestre, para US$ 81 milhões 

G1 – Exportação de carne de frango tem 1º saldo positivo desde a Carne Fraca 

Valor Econômico – Blairo Maggi admite dissidências na base na votação da denúncia 

Valor Econômico – Lucro da FMC caiu 5% no 2º trimestre, para US$ 96 milhões

Valor Econômico – Produção maior e demanda fraca pressionam cotação do leite em julho 

Valor Econômico – Mexicana Lala Foods conclui negociação para comprar a Vigor 

Valor Econômico – Cofco Agri e CMAA têm interesse em usina da Renuka

Valor Econômico – Mesmo ‘camarada’, MP do Funrural é criticada 

Valor Econômico – Commodities Agrícolas 

Valor Econômico – MP busca o apoio de ruralistas

MAIOR EVENTO AEROAGRÍCOLA DO BRASIL OCORRE NA PRÓXIMA SEMANA

Faltando menos de uma semana para o Congresso Sindag Mercosul e Latino-Americano, os preparativos seguem intensos para o que promete ser o maior evento aeroagrícola já realizado no Brasil. Publicado pelo portal do Sindag, a programação, que vai de 8 a 10 de agosto, no Aeroporto Municipal de Canela/RS, terá, pela primeira vez, representantes de entidades aeroagrícolas da América Latina e Estados Unidos juntos em um único evento, discutindo demandas e oportunidades do setor no cenário internacional. Além da troca de experiências de cada país, este ano as discussões do Congresso Sindag terão foco principalmente na globalização, novas tecnologias e comunicação. “A programação terá palestras como a do diretor de Marketing da Rede Globo, Roberto Schmidt, falando sobre “Comunicação e Agronegócio”, e a apresentação do major Rodrigo Araújo, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, com o tema “A Aviação Agrícola no combate a Incêndio”. Também estão no programa a palestra “Gestão Financeira de Empresas Aeroagrícolas”, com o contador, administrador e professor universitário Marcone Hahan de Souza, e o workshop “Oportunidades da Pulverização Aérea com Drones”, entre vários outros temas”, destaca a publicação.

Tradição aeroagrícola ganha grande celebração

O portal do Sindag destaca ainda que, paralelo aos debates e discussões com autoridades, empresários e pesquisadores, ocorrerá a mostra de tecnologias, equipamentos e aeronaves, com 70 expositores – e com demonstrações aéreas. O que representa um crescimento de quase 35% na feira, em relação à edição do ano passado, ocorrida em Botucatu/SP. O evento será realizado em um espaço com 3,6 mil metros quadrados que está ganhando forma no Aeroporto da cidade. A edição 2017 também será toda ela em clima de comemoração pelos 70 anos da aviação agrícola brasileira. “O Brasil tem hoje a segunda maior e uma das melhores frotas aeroagrícolas do mundo, cuja tradição começou em 19 de agosto de 1947, em uma operação contra gafanhotos na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul”, enfatiza o texto.

Abrapa considera a MP do Funrural um primeiro passo, mas insuficiente

O governo federal publicou, na terça-feira (01), a Medida Provisória de número 793, que institui o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR). Para ter o seu pedido de adesão ao PRR deferido, o produtor rural terá de pagar à vista a primeira parcela do total de 4% da dívida, que devem ser pagos ainda este ano. Para o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Arlindo de Azevedo Moura, o texto não atende à demanda do setor. “Precisa urgentemente de emendas, pois, do jeito que está, prevaleceram os interesses da área econômica do Governo. Por exemplo, o percentual para a adesão de 4%, com prazo até 29 de setembro, é muito alto e traduz a necessidade de conversão rápida dessa dívida em renda para o Governo. As reduções nos juros, multas de mora e honorários advocatícios não foram significantes. Na verdade, deveriam ser de 100%. Também faltou uma definição para os produtores rurais pessoa jurídica, que aguardam julgamento dos seus processos no STF. A redução do Funrural para 1,2% contemplou apenas os produtores rurais pessoa física e não alterou a alíquota de 2,5% dos produtores rurais pessoa jurídica”, diz Moura. “Para o presidente da Abrapa, as entidades do agro devem se mobilizar rapidamente e propor correções à MP, pressionando deputados e senadores para que transformem as sugestões em emendas a serem incorporadas à lei”, ressalta a afirmação de Moura.

Suplementação de bovinos melhora produtividade durante período de seca

Durante o verão amazônico, entre junho e setembro, produtores rurais da região enfrentam dificuldades para alimentar o rebanho, devido ao baixo desempenho da pastagem. A ausência de chuvas limita a oferta de capins, interfere na qualidade da dieta bovina e reduz o desempenho produtivo do rebanho. Conforme o portal da Embrapa, fornecer alimentação suplementar é uma estratégia eficiente para manter o padrão nutricional dos animais e evitar prejuízos na atividade pecuária. Estudos comprovam que na época das chuvas pastagens bem manejadas são capazes de proporcionar boas condições de nutrição a rebanhos condicionados a uma dieta a pasto, requerendo apenas reposição mineral. Segundo o pesquisador da Embrapa Acre, Maykel Sales, a época de estiagem varia nas diferentes regiões brasileiras e na Amazônia ocorre entre junho e setembro. “A seca afeta a capacidade de crescimento e o vigor do capim, torna a pastagem mais fibrosa e a forragem menos nutritiva. Para pequenos e médios rebanhos leiteiros entre as principais estratégias de suplementação alimentar indicadas pelas pesquisas para melhorar a alimentação dos animais no período da seca, três se destacam como alternativas tecnológicas eficientes, de baixo custo e fácil adoção. As capineiras, pequenas áreas cultivadas com gramíneas de elevado potencial de produção de forragem, mantidas próximas ao curral, são a primeira opção de alimento suplementar devido à sua praticidade e importância estratégica na manutenção da qualidade alimentar do rebanho. A segunda opção de suplementação na produção de leite é a mistura de cana-de-açúcar com ureia, considerada importante fonte de energia e proteína para o gado. Outra alternativa, conforme o pesquisador, são os bancos de proteínas, locais de cultivo de espécies leguminosas destinados ao pastejo controlado dos animais, geralmente por um tempo médio de três horas diárias. Independentemente do tipo de atividade, a adoção de práticas de alimentação suplementar requer planejamento”, diz a notícia.

NA IMPRENSA
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Embrapa – Suplementação de bovinos melhora produtividade durante período de seca

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Abrapa – Abrapa considera a MP do Funrural um primeiro passo, mas insuficiente para solução do problema 

Zero Hora – Corte de verbas atinge em cheio a pesquisa brasileira 

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Folha de S.Paulo – Produção industrial patina e encerra semestre errático 

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G1 – Governo publica medida provisória que alivia dívidas previdenciárias de ruralistas 

G1 – Agronegócio cresce com ajuda da tecnologia 

G1 – Lucro da Bunge cai 33% no 2º trimestre, para US$ 81 milhões 

G1 – Exportação de carne de frango tem 1º saldo positivo desde a Carne Fraca 

Valor Econômico – Blairo Maggi admite dissidências na base na votação da denúncia 

Valor Econômico – Lucro da FMC caiu 5% no 2º trimestre, para US$ 96 milhões

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Valor Econômico – Mesmo ‘camarada’, MP do Funrural é criticada 

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