Lei autoriza visita de animais domésticos a pacientes internados em hospitais de Santa Catarina

//Lei autoriza visita de animais domésticos a pacientes internados em hospitais de Santa Catarina
Neste domingo (2), o G1 divulgou que, a lei que permite o ingresso de animais domésticos e de estimação em todos os hospitais privados e públicos em Santa Catarina foi publicada no Diário Oficial do estado, na sexta-feira (31). A medida permite que pacientes internados poderão receber a visita dos animais desde que sejam respeitados os critérios definidos em cada unidade hospitalar, além de observar as regras estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Pela lei nº 17.968/2020, para ingressar no hospital o animal de estimação deverá ter a autorização prévia da administração, estar acompanhado por um familiar do paciente e ser transportado dentro de caixas específicas conforme o tamanho do bicho, exceto de os grande porte. São considerados animais de estimação os que podem entrar em contato com os seres humanos sem causar perigo, além dos utilizados na Terapia Assistida de Animais (TAA). Veja quais animais são permitidos em ambiente hospitalar: cães; gatos; pássaros; coelhos; chinchilas; tartarugas; hamsters. Qualquer outra espécie deverá passar pela avaliação do médico do paciente para receber autorização. O animal poderá frequentar o quarto do paciente, mas não poderá acessar as áreas de isolamento, de quimioterapia, de transplante, de assistência a pacientes com vítimas de queimaduras e de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Também fica proibida a entrada nas áreas de preparo de medicamentos, de manipulação, processamento, preparação e armazenamento de alimentos e na farmácia do hospital. Regras para visitas: verificação da espécie animal a ser autorizada; autorização expressa para a visitação expedida pelo médico do paciente internado; laudo veterinário atestando as boas condições de saúde do animal, acompanhado da carteira de vacinação atualizada, com a anotação da vacinação múltipla e antirrábica, assinada por médico veterinário com registro no órgão regulador da profissão; visível aparência de boas condições de higiene do animal; no caso de caninos, equipamento de guia do animal, composto por coleira preferencialmente do tipo peiteira e, quando necessário, enforcador; determinação de um local específico dentro do ambiente hospitalar para o encontro entre o paciente internado e o animal de estimação, podendo ser no próprio quarto de internação, sala de estar específica ou, no caso de cães de grande porte, no jardim interno, se o estabelecimento dispuser deste espaço. Para o paciente ter o benefício previsto na lei, a unidade hospitalar e o governo poderão firmar convênios com profissionais habilitados, hospitais veterinários, organizações não governamentais, bem como com o poder municipal. No Rio Grande do Sul, a autorização para visita de animais está permitida desde o ano passado.

Mapa faz vistoria para retirar vacina no Rio Grande do Sul

Nos dias 4 e 5 de agosto o Rio Grande do Sul vai passar por uma auditoria do Ministério da Agricultura que vai avaliar se os itens exigidos para a retirada da vacinação contra febre aftosa no rebanho e, conseqüente evolução de status sanitário, foram cumpridas, informou o portal AgroLink nesta segunda-feira (3). São 18 medidas que levam em consideração adequação nos sistemas, fiscalização, aquisição de 72 veículos e a contratação de 150 auxiliares administrativos para atendimento nas inspetorias de defesa agropecuária do Estado. O procedimento será virtual devido ao coronavírus. “Na verdade são duas auditorias em uma. Ela será virtual, junto com o pessoal de Brasília e a superintendência regional do ministério no Estado. Já carregamos uma série de documentos num drive que eles estão acompanhando e, a partir de amanhã, vamos repassar juntos item a item”, detalha a diretora de Defesa Agropecuária da Seapdr, Rosane Collares. A expectativa é de uma avaliação positiva já que o Estado considera que teve sucesso em todos requisitos. Segundo uma pré-avaliação o Mapa considerou que o andamento está adequado. “Acredito que o relatório do ministério deve sair muito rápido, porque temos prazos nacionais e internacionais que precisamos cumprir para dar andamento no processo de evolução de status sanitário”, diz Rosane. Se tudo correr como esperado o Rio Grande do Sul pode evoluir para zona livre de febre aftosa sem vacinação em maio de 2021, junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Relatório diz que Brasil tem que combater tráfico de animais

Tartarugas da Amazônia, peixes ornamentais, pássaros, carne de animais como capivara, paca, anta, veado e queixada e até a imponente onça-pintada. Todos esses animais são citados no relatório da ONG Traffic, que aponta que o Brasil precisa evoluir em medidas para combater o tráfico de animais silvestres, destacou o portal AgroLink nesta segunda-feira (3). O documento faz críticas ao sistema ambiental e econômico brasileiros no que tange ao controle das espécies nativas. “Especialistas em vida selvagem são unânimes em afirmar que a captura descontrolada de animais e plantas para o tráfico tem sérias consequências na biodiversidade do Brasil, na economia nacional, no Estado de Direito e na boa governança. No entanto, os dados existentes raramente são consolidados e, portanto, incapazes de confirmar ou contestar essa percepção”, relata o documento. A prática chamada de “circulo vicioso” diz que há falta de fiscalização, falta de compartilhamento de dados entre os estados e má gestão de dados, que traz impactos graves. O relatório aponta alguns exemplos: – No Brasil e nos países vizinhos, tartarugas e ovos de tartarugas são colhidos ilegalmente e comercializados para serem utilizados como medicina tradicional, para o comércio de animais de estimação, como itens decorativos (conchas) e para consumo como alimento; – Entre 2012–2019, mais de 30 espécies de peixes ornamentais foram traficadas para atender à demanda regional e internacional de aquários domésticos.  A Arapaima, uma das maiores espécies de peixes de água doce do mundo é alvo de 80% dos casos; – Nos estados da Amazônia, a carne selvagem ilegal é comum nos mercados regionais e é vendida nacionalmente e através das fronteiras locais, especialmente na tríplice fronteira do Brasil, Peru e Colômbia. Espécies como capivara, paca, anta, veado, queixada e outras são amplamente roubadas e vendidas; – A bacia amazônica fornece o maior bloco contíguo de habitat remanescente de onça-pintada. Nos últimos anos, a onça-pintada caçando suas partes (presas, caveiras, ossos, peles, patas, carne) vem crescendo, aparentemente impulsionada pela demanda do mercado na Ásia; – Aproximadamente 400 espécies de aves (uma em cada cinco espécies nativas) são impactadas pelo comércio ilegal de aves no Brasil. As principais são canoros e papagaios. O Brasil abriga 60% do bioma Amazônia e possui o maior tesouro de biodiversidade do planeta, com mais de 13% da vida animal e vegetal do mundo. O estudo ainda aponta sugestões que incluem o desenvolvimento de uma estratégia nacional para combater o tráfico de animais selvagens, aprimorando a coleta e o compartilhamento de dados, fortalecendo a legislação atual sobre crimes ambientais e investindo em infraestrutura e tecnologia para lidar e identificar apreensões de animais selvagens.

Prevenção é essencial no controle da leishmaniose; saiba mais sobre a doença

De acordo com publicação do Blog Bom pra Cachorro da Folha de S.Paulo deste domingo (2), uma das doenças mais negligenciadas do mundo, a leishmaniose é zoonose que depende de medidas preventivas para o controle. Transmitida pelo chamado mosquito-palha, afeta animais e humanos. “Estamos vivendo um momento muito delicado com a pandemia da Covid-19, mas não podemos esquecer que existem outras doenças que continuam circulando por aí, como é o caso da leishmaniose visceral, principalmente em regiões endêmicas como Norte e Nordeste brasileiros”, afirma Marcio Barboza, médico-veterinário e gerente técnico da MSD Saúde Animal. A propagação da doença acontece a partir da picada do mosquito-palha infectado pelo protozoário Leishmania chagasi, e tem nos cães a principal fonte de infecção. Animais infectados podem apresentar sintomas como lesões na pele, perda de pelos em focinhos, orelhas e região dos olho, perda de peso e vômitos, mas há casos assintomáticos, o que dificulta o diagnóstico. Nos humanos, há sintomas como febre de longa duração, aumento do fígado e baço, perda de peso, anemia. “O inseto infectado pica o cão e pode picar as pessoas com quem ele convive, por isso é importante manter o animal sempre protegido”, afirma. Coleira específica e vacina podem evitar a leishmaniose e são recomendadas, especialmente em áreas onde há maior risco de infecção. A prevenção inclui ainda abrigo limpo e telas finas para manter o mosquito afastado, principalmente ao entardecer. Em humanos, a doença é grave, mas tem tratamento. No caso dos animais, o medicamento resulta no desaparecimento dos sinais clínicos, melhora os sintomas e diminui as chances de transmissão, mas tem alto custo e o cachorro não ficará livre do protozoário. O acompanhamento médico deve ser permanente. Até recentemente, a eutanásia era a única alternativa para cães com diagnóstico da doença. O diagnóstico e tratamento indicado, porém, cabem ao médico-veterinário, alerta o especialista.

NA IMPRENSA
Folha de S.Paulo – Vira-lata adotado por concessionária ganha crachá e vira cãosultor

Folha de S.Paulo – Prevenção é essencial no controle da leishmaniose; saiba mais sobre a doença

Folha de S.Paulo – Nala, a gata mais famosa do Instagram

O Globo – Praça na Vila Valqueire onde 30 gatos foram mortos recebe ação para cuidar dos felinos

O Globo – No dia do mico-leão-dourado espécie ganha 1 viaduto vegetado do Brasil no interior do estado do Rio

CNA – FAERN/SENAR retoma atendimento presencial aos produtores assistidos pela Assistência Técnica

CNA – Criadores de aves aumentam produção e renda com assistência técnica do Senar

G1 – Cadastro para castração gratuita de animais pode ser feito a partir de segunda-feira em Cerquilho

G1 – Lei autoriza visita de animais domésticos a pacientes internados em hospitais de SC

G1 – Médica veterinária em Divinópolis alerta sobre cuidados com animais de estimação durante a pandemia

G1 – Animais resgatados após rompimento de barragem, em Brumadinho, podem ser adotados em feira virtual

G1 – Bombeiros fazem resgates pitorescos de animais em Goiás

Valor Econômico – Bayer conclui venda do seu negócio de saúde animal para a Elanco

Valor Econômico – Tyson Foods escolhe Dean Banks como novo CEO

Mapa – Novas normas de identidade e qualidade para queijos são publicadas

Embrapa – Prosa Rural – Como produzir a Carne Carbono Neutro (CCN)

AgroLink – RS: Mapa faz vistoria para retirar vacina

AgroLink – Tratamento de efluentes de suínos gera renda

AgroLink – Cinco terminais pesqueiros devem ser privatizados

AgroLink – Preços dos ovos caem pela 3ª vez

AgroLink – Relatório diz que Brasil tem que combater tráfico de animais

AgroLink – Austrália tem surto de Influenza Aviária

AgroLink – Uruguai leva cinco classificados à Final do Freio de Ouro

AgroLink – Inscrições abertas para a 6ª Prova de Produção de Leite a Pasto no DF

AgroLink – Enchentes na China geram preocupação de novos surtos de PSA

AgroLink – Novas normas de identidade e qualidade para queijos são publicadas

AgroLink – Mercado do boi encerra julho em alta

AgroLink – Preços subiram no atacado

Anda – Nova lei permite que animais visitem tutores internados em hospitais de SC

Anda – Segundo a Bloomberg, mundo está perdendo o gosto pela carne

Anda – Debilitada e doente, orca é sacrificada após encalhar em praia na Bahia

Anda – Novo documentário expõe relação entre pecuária e desmatamento

Anda – Em decisão inédita no Brasil, juíza de Caeté (MG) determina que prefeitura intervenha em casa e lote de acumuladora de lixo e animais

Anda – Investigação liga a gigante indústria de carne, JBS, ao desmatamento da Amazônia

Anda – MP leva Prefeitura de Caeté à Justiça por descumprir acordos para castração em massa de cães e gatos desde 2017

Anda – Indústria do óleo de palma ameaça vila de Camarões

Anda – Cãozinho encontrado com olhos infeccionados reaprende a confiar nos seres humanos

Anda – Chubut: milhares de animais lutam por suas vidas durante uma tempestade de neve

Anda – Vida selvagem de Bangladesh sofre com inundações e super ciclone

Anda – Estrela de “The Cove” coordena o primeiro centro de reabilitação de golfinhos em cativeiro do mundo

Anda – Indonésia aprova construção de estrada de carvão em meio a floresta que hospeda tigres e elefantes

Anda – Estudante acusa a Austrália de enganar investidores sobre risco climático

Anda – Policiais paralisam o trânsito para família de patinhos atravessar rua

Anda – A Viagem do Elefante

Anda – Animais comunitários: quem são e onde vivem?

Anda – O debate do animalismo e os direitos animais

Anda – Novo documentário explora relação entre pecuária e doenças zoonóticas

Anda – Ativistas se unem para celebrar o primeiro Dia de Respeito aos Peixes

Anda – Idoso tem a vida salva por cão que o encontrou após 15h preso em manilha
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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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