José Mauro Coelho toma posse como novo presidente da Petrobras

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José Mauro Coelho toma posse como novo presidente da Petrobras

José Mauro Ferreira Coelho assumiu na tarde desta quinta-feira (14) a presidência da Petrobras, informou a Agência Brasil. Ele é bacharel em Química Industrial, mestre em Engenharia dos Materiais e doutor em Planejamento Energético.Presente à cerimônia no Rio de Janeiro, o ministro de Minas e Energia, Bento Gonçalves, ressaltou a importância da empresa no mercado mundial e ao desenvolvimento nacional. Em seu discurso de posse, Ferreira Coelho reafirmou o compromisso de alavancar o setor de petróleo e gás, com aumento da eficiência e competitividade da estatal, com benefícios para o povo brasileiro, além de investimentos sociais e ambientais no País. Além da carreira no setor elétrico, José Mauro Coelho também foi secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia. Ele assume a presidente da Petrobras para mandato de um ano.

Governo começa campanha para ampliar ações de regularização fundiária

O governo federal deu início à campanha Abril Verde e Amarelo, que pretende ampliar as ações de regularização fundiária no país, informou o Valor Econômico. Nessa quinta-feira (14), produtores de Minas Gerais receberam Títulos de Domínio, que transfere os lotes em caráter definitivo da União para eles. Ao todo, mais de 8 mil documentos foram entregues a produtores mineiros neste ano. Foram atendidos 288 assentamentos da reforma agrária em 133 municípios do Estado. A cerimônia dessa quinta-feira ocorreu em João Pinheiro (MG) e contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro (PL). ’A agricultura familiar é extremamente importante para nós brasileiros’, disse o presidente. ’Quando a gente titula uma terra, o assentado ao ter a garantia de que a propriedade é sua e que as benfeitorias que ele fez ficarão para filhos e netos, ele produz mais para todos nós’, afirmou Bolsonaro. ’Na hora que você prestigia a agricultura familiar, na hora que você prestigia o assentado, nós estamos prestigiando o verdadeiro agro brasileiro. Aquilo que nós acreditamos para o agro, só é possível se dermos dignidade a essas pessoas’, disse o ministro da Agricultura, Marcos Montes, no evento. Marcos Montes repetiu que a meta é chegar a 500 mil títulos emitidos até o fim do ano. Desde 2019, já são mais de 340 mil documentos entregues. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Indústria do biodiesel indica que pode atender mistura de 11% a partir de maio

A indústria do biodiesel sinalizou ao governo federal que tem capacidade para atender a um aumento de mistura do biocombustível ao diesel de 10% para 11% já em maio e para 12% a partir de julho, de acordo com documento obtido pelo Valor Econômico. As fabricantes informaram a projeção em resposta a uma consulta do governo federal sobre qual seria a capacidade de entrega da indústria em caso de aumento de mistura, medida que vem sendo cogitada para garantir o abastecimento de diesel para a frota nacional. Produzido pelas três entidades que representam o setor — Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove), Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) e União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) —, o documento foi enviado ao secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Rafael Bastos. Segundo as três organizações, as empresas conseguiriam atender a mistura de 11% a partir de 1° de maio e a de 12% a partir de 1° de julho. Em caso de aumento para 15%, as empresas informaram que teriam capacidade de entrega a partir de 1° de março de 2023. A indústria defendeu ainda que as elevações de mistura intermediárias, entre 12% e 15%, poderiam ser avaliadas continuamente pelos comitês de monitoramento de abastecimento do ministério.

Óleo de palma da Amazônia abastecerá aviões

No sul de Roraima, a terra custa até sete vezes menos do que em outros grandes polos de produção agropecuária do país. Ainda assim, em sobrevoo, é possível ver áreas abertas há décadas que foram abandonadas por falta de recursos. São buracos no meio do bioma Amazônia. A Brasil BioFuels (BBF) vai usar essas terras degradadas para cultivar palma e produzir óleo – que, posteriormente, se transformará em 500 mil metros cúbicos de diesel verde (HVO) e combustível sustentável de aviação (SAF) na biorrefinaria que está sendo construída na Zona Franca de Manaus, com investimentos previstos em R$ 2 bilhões, destacou matéria do Valor Econômico. A Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, terá acesso exclusivo a essa produção por cinco anos, e poderá renovar o acordo por mais cinco anos. Líder no mercado brasileiro de combustíveis em geral, a companhia pretende começar a distribuir esses biocombustíveis entre 2025 e 2026. Em um voo de uma hora e vinte minutos entre Manaus e São Luís (RR), por exemplo, o monomotor queima 320 litros de querosene para aviação (QAV) e libera carbono no ar. A aviação responde por 2% das emissões globais de CO2 – 915 milhões de toneladas, de um total de 43 bilhões. Foi de olho nessa demanda que a Brasil BioFuels elevou de R$ 1,8 bilhão para R$ 2 bilhões o aporte para a produção de biocombustíveis. Além da fabricação de HVO, iniciativa que a empresa anunciou em novembro, o recurso extra garantirá tecnologia para produzir o SAF, que emite até 90% menos poluentes do que o querosene de aviação. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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