Influenza Aviária tem impactos pelo mundo

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A Influenza Aviária é causada por um vírus que causa doença infecciosa aguda que ataca aves silvestres e domésticas. É altamente fatal nas aves e também pode ser transmitida para humanos, destacou o portal AgroLink nesta sexta-feira (4). Vários casos têm preocupado o mundo nas últimas semanas. Na Europa vários casos da cepa H5N8 foram detectados em aves de diferentes países europeus. A Espanha notificou o primeiro caso em um falcão peregrino em Cantábria, norte do país. Em julho passado, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) fez um alerta global quando casos de influenza aviária foram detectados no sul da Rússia e no Cazaquistão. Desde agosto, a migração de aves para áreas mais quentes tem causado o aparecimento de casos na Holanda, Suécia, Bélgica, Alemanha, Reino Unido, Dinamarca, Irlanda, França, Croácia, Polônia, Itália, Áustria e, mais recentemente, na Espanha. A maioria desses casos ocorreu em aves selvagens, mas de 20 de outubro a 26 de novembro ocorreram 31 surtos em granjas de diferentes países, que forçaram o abate de muitas aves. Na França o primeiro foco da doença foi identificado no dia 16 de novembro, na região de Haute-Corse, no norte da ilha da Córsega. Na última terça-feira (2) o país informou ter encontrado dois outros focos ligados ao primeiro nas regiões de Yvelines e no sul da Córsega. Com o surto a França resolveu suspender voluntariamente as exportações de frango para a China. Os reflexos da doença também são sentidos na Ásia. Hong Kong estabeleceu a suspensão das importações de todo e qualquer produto avícola de regiões específicas de três países com notificação de Influenza Aviária: Holanda, Coreia do Sul e Japão. Um surto também se espalha pelo Japão que tem a pior incidência desde 2016. O  primeiro caso foi descoberto na Província de Kagawa e já há casos
em uma granja avícola na cidade de Hyuga, no sudoeste. O Brasil, maior exportador mundial de carne de frango, se mantem longe da Influenza Aviária. Nunca foram registrados casos de influenza aviária no Brasil, quer seja em plantéis avícolas comerciais, aves migratórias ou na população humana.

China encontra coronavírus em amostra de carne suína importada do Brasil

Nesta sexta-feira (4) o Valor Econômico divulgou que autoridades da cidade de Yuhuan, na Província de Zhejiang, leste da China, informaram que uma amostra de carne suína importada do Brasil testou positivo para o novo coronavírus. A notícia foi divulgada pela agência estatal Xinhua. Segundo a Xinhua, a amostra foi tirada de um lote de carne suína congelada que entrou na China pelo porto de Yangshan, em Shanghai, em 28 de setembro, e o problema foi identificado com a ajuda de um sistema de rastreamento voltado a alimentos de cadeia fria baseado em blockchain. Na noite de quarta-feira (2), foram conhecidos os resultados positivos para a presença da covid-19 nos testes com a amostra, coletada de uma barraca de carne de porco em um mercado em Yuhuan, conforme o centro municipal de controle e prevenção de doenças de Yuhuan. As autoridades locais selaram a carne, desinfetaram o mercado e arredores e colocaram em quarentena 55 pessoas que entraram em contato direto com o produto. Os resultados dos testes de ácido nucleico de todos as pessoas que tiveram contato com o produto foram negativos. Trinta amostras de alimentos e ambiente retiradas do mercado também testaram negativo. Procurada, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa a indústria de aves e suínos do país, informou que não recebeu oficialmente informações sobre a ocorrência informada pelas autoridades de Yuhuan. A entidade reforçou, contudo, que, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e outros órgãos de saúde no Brasil e no exterior, não há evidências científicas sobre a transmissão da covid-19 por meio de alimentos.

FAO mostra que carnes continuam não participando da alta de preços dos alimentos

Comunicado desta quinta-feira (3) da FAO mostra que os alimentos mantêm as altas de preço iniciadas em junho passado. Mas essas altas continuam não contando com a participação das carnes, cujos preços permanecem em declínio quase contínuo desde janeiro de 2020. Quer dizer: não caíram em novembro, mas a variação positiva registrada no mês foi pouco significativa. De acordo com o portal Noticias Agrícolas no mês passado, o Índice FAO de Preço dos Alimentos (FFPI, na sigla em inglês) registrou média de 105 pontos (2014/2016 = 100 pontos), resultado que significou aumento de 4 pontos ou 3,92% sobre o mês anterior e de 6,48% (6,4 pontos) sobre o mesmo mês do ano passado. Esse aumento – ressalta a FAO – correspondeu não só à maior variação mensal registrada desde julho de 2012, mas também fez com que o FFPI atingisse seu mais elevado nível desde novembro de 2014. Todos os subíndices do FFPI acompanhados pela FAO registraram ganhos em novembro. O maior aumento (quase 15%) foi o dos óleos vegetais, seguido pelo açúcar (+3,33%) e pelos cereais (+2,45%). Laticínios e carnes tiveram ganhos apenas marginais, de 0,87% e 0,91%. Já na comparação com os preços de um ano atrás, quatro desses cinco subíndices obtiveram ganhos. O maior continuou com os óleos vegetais (+30,77%), vindo a seguir os cereais (+19,92%), o açúcar (+10,53%) e os laticínios (+2,74%). Ou seja: as carnes permaneceram na contramão, pois, ao contrários dos demais subíndices, seus preços em novembro último foram quase 14% menores que os do mesmo mês do ano passado.

EUA regulamentam transporte e decidem que apenas cães podem voar como animais de serviço

Hamsters, perus e até pôneis são animais de apoio emocional, mas, agora, o tutor não pode mais contar com a companhia deles em voos nos Estados Unidos, informou o Blog Bom pra Cachorro da Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (3). Isso porque uma norma publicada nesta semana restringe os pets que podem viajar na cabine. Ficou decidido que apenas cães podem voar como animais de serviço. Os demais são classificados como animais de estimação –aqueles de pequeno porte podem ser levados em caixas de transporte sob os assentos, a critério da empresa áerea. Animais de apoio emocional dão suporte a tutores com ansiedade ou depressão. Eles chamam a atenção nos voos, principalmente, por ficarem sempre junto do passageiro. Há ainda os animais de serviço, como cães-guia, que podem acompanhar deficientes nas cabines. Leia reportagem da agência AFP: Você está planejando voar para os Estados Unidos esperando contar com o apoio emocional que um pavão ou hamster lhe dá? Impossível. Mas você pode levar um cão de serviço, ou mesmo dois, conforme decidido recentemente pelas reguladoras das companhias aéreas dos EUA. O Departamento de Transporte dos Estados Unidos emitiu na quarta-feira (2) uma norma sobre os tipos de “animais de serviço” que as empresas devem acomodar a bordo no país. A prática de voar com um animal de estimação para suporte emocional aumentou exponencialmente nos últimos anos, com os viajantes que procuravam embarcar com todos os tipos de apoio psicológico não humanos: porcos, papagaios, macacos, patos, um pavão e até mesmo um cavalo em miniatura. Isso representou um desafio para as companhias aéreas, pressionadas por defensores da saúde mental para acomodar esses viajantes.

NA IMPRENSA

Folha de S.Paulo – Disparam encomendas de robô brasileiro que alimenta suínos enquanto toca música clássica

Folha de S.Paulo – EUA regulamentam transporte e decidem que apenas cães podem voar como animais de serviço

G1 – Incra permitirá que municípios fiscalizem terras para regularização fundiária

G1 – Oito mil filhotes de tartaruga serão soltas no Rio Araguaia em MT para o repovoamento da espécie

G1 – ONG afirma que grandes frigoríficos do Brasil compraram gado de áreas de desmatamento ilegal na Amazônia

G1 – Ibama e PF apreendem animais contrabandeados

G1 – Animais ganham ensaio fotográfico de Natal para chamar atenção sobre a adoção em Penápolis

G1 – Animais em risco de extinção estão conseguindo se reproduzir em cativeiro

G1 – Feira de adoção de animais de Bertioga, SP, volta a ser presencial

G1 – Casal com 160 gatos em casa é preso por maus-tratos a animais

G1 – Polícia Federal e PM Ambiental fazem operação de combate ao tráfico de animais silvestres

G1 – Trabalhador morre ao ser chifrado por boi enquanto cuidava de animais em fazenda de MT

Valor Econômico – Mudanças motivam temor nas cadeias de frutas e leite

Valor Econômico – China encontra coronavírus em amostra de carne suína importada do Brasil

Valor Econômico – BRF inaugura primeira loja modelo na capital paulista

Embrapa – Mercado de alimentos à base de vegetais é tema de workshop promovido pelo Mapa

CNA – Agropecuária cresce 2,4% em 2020

AgroLink – Raças sintéticas ganham destaque na Temporada de Primavera

AgroLink – Condomínio Agropecuário Pernlochner é destaque em Concurso de Carcaças do Frigorífico Verdi

AgroLink – Associação de Criadores de Devon muda de nome

AgroLink – Influenza Aviária tem impactos pelo mundo

AgroLink – Carne bovina: média diária exportada em novembro aumentou 7,8% na comparação anual

AgroLink – Recuos nos preços da arroba do boi gordo

Canal Rural – Boi, soja, milho e café em queda: veja notícias importantes desta sexta

Canal Rural – Nova utilidade para soro lácteo pode agregar valor à produção de queijo

Canal Rural – Arroba do boi gordo caiu até R$ 6 nesta quinta-feira; veja os preços

Canal Rural – Veja a tendência para os preços do boi gordo e do bezerro em 2021

Canal Rural – Suíno: preço despenca no Brasil com dólar e consumo em queda

Portal do Agronegócio – Valorização de fêmeas é confirmada no leilão Guatambu, Alvorada e Caty

SBA – Leilão Virtual Fazenda Dom Felipe comercializa vacas em médias superiores a R$ 4 mil

SBA – Preços no mercado de frango voltam a subir no início do mês

SBA – Preço pago pela tonelada de carne bovina exportada caiu 9,01% em novembro

Noticias Agrícolas – FAO mostra que carnes continuam não participando da alta de preços dos alimentos

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