Habilitação no Programa Mais Leite Saudável poderá ser feita online

//Habilitação no Programa Mais Leite Saudável poderá ser feita online
O pedido de habilitação de laticínios e cooperativas de leite no Programa “Mais Leite Saudável” (PMLS), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), poderá, a partir de desta segunda-feira (18), ser realizado de forma online. A solicitação deverá ser feita pelo Portal de Serviços do governo federal – www.gov.br. O representante do estabelecimento interessado deverá, ao acessar o portal, clicar na categoria “Agricultura e Pecuária”. Na sequência, em “Licenciamento e Habilitação” e “Mercado Interno”. Neste link estará: “Habilitar Laticínios ou Cooperativas de leite no Programa Mais Leite Saudável” por onde poderá enviar o projeto, via web, de qualquer local do país. Além de solicitar o acesso ao benefício, nesse espaço há informações gerais e específicas sobre o programa, que permite aos laticínios, inclusive cooperativas, a apuração de créditos presumidos do PIS/Pasep e da Cofins de leite in natura, utilizado como insumo. O coordenador de Boas Práticas e Bem-Estar Animal do Mapa, Rodrigo Dantas, observa que para participar do programa – com a possibilidade de utilizar os créditos gerados a partir da compra e processamento do leite – os laticínios e cooperativas devem apresentar um projeto, com foco em assistência técnica gerencial. “As ações propostas devem corresponder, no mínimo, a 5% do valor de créditos a que tem direito, beneficie diretamente os produtores rurais de leite, promovendo o desenvolvimento da atividade, aumento de rentabilidade e melhoria na qualidade e produtividade do leite”, afirma. Mundialmente, ressalta Dantas, o setor leiteiro se destaca por sua grande importância econômica, gerador de emprego e renda. O leite é o terceiro produto agropecuário em produção total e o primeiro em valor monetário, com indicativo de crescente demanda, segundo dados da Global Dairy Platform, uma comunidade que reúne laticínios, associações e órgãos científicos ligados ao tema. O Brasil está entre os cinco maiores produtores mundiais de leite e o setor tem grande relevância socioeconômica para o mercado interno. A cadeia agroindustrial do leite reúne cerca de 1,2 milhão de produtores, presentes em 98% dos municípios. “O aumento de produtividade e da produção, resultante de uma gestão profissionalizada e da utilização de ferramentas como inovação e tecnologia, aliados à melhoria na qualidade do produto, credenciará o Brasil como grande exportador de lácteos”, avalia o coordenador. Além de possibilitar o acesso a recursos, o “Programa Mais Leite Saudável” representa uma oportunidade para laticínios e cooperativas de leite melhorarem a produtividade e o rendimento de seus processos industriais e produtos finais, uma vez que passam a ter acesso a matérias-primas (leite) de melhor qualidade, com menor descontinuidade no fornecimento, estimulando a profissionalização e a competitividade na cadeia leiteira nacional. Em 2020, o PMLS completa cinco anos, com 491 empresas participantes, 699 projetos executados ou em execução, beneficiando 67.085 famílias de produtores de leite, localizadas em 2.150 municípios em todo o país. O Decreto Nº 8.533, de 30 de setembro de 2015, que institui o programa e outras legislações e informações podem ser acessados aqui.

Gatos podem transmitir Sars-CoV-2 para outros gatos

Gatos infectados experimentalmente com o Sars-CoV-2 (o vírus causador da Covid-19 em humanos) foram capazes de infectar outros gatos, com os quais conviveram na mesma gaiola, sem que nenhum deles manifestasse alterações clínicas decorrentes da infecção, destacou a colunista Sílvia Corrêa da Folha de S.Paulo na última sexta-feira (15). A afirmação é de um grupo de pesquisadores norte-americanos e japoneses e foi publicada como uma carta ao editor, na última quarta-feira (13), no New England Journal of Medicine, uma das mais respeitadas revistas médicas do mundo. Esse é o primeiro estudo que atesta a capacidade de transmissão do vírus entre gatos, ainda que infectados experimentalmente. A pesquisa, no entanto, é importante ressaltar, não tem nenhum dado sobre transmissão de gatos para humanos e não há nenhum caso documentado no mundo de algum paciente que tenha contraído a doença por causa de um gato. Antes deste estudo, o que os pesquisadores haviam conseguido comprovar, em um artigo publicado na revista Science, era a presença do material genético do vírus no organismo de gatos saudáveis colocados em contato com gatos experimentalmente infectados. Presença de material genético apenas, mas não vírus infectante —como os próprios autores do estudo diferenciam mais de uma vez. Agora, a investigação dá mais um passo. O grupo de pesquisadores das universidades de Tóquio e Wisconsin-Madison inoculou o Sars-CoV-2, isolado a partir de humanos infectados, nas narinas de três gatos e, no dia seguinte, colocou cada um deles em contato com um gato sem infecção. De três a cinco dias depois de iniciada a convivência entre os gatos, vírus infectantes foram recuperados da cavidade nasal dos gatos saudáveis (os que não tinham sido inoculados experimentalmente) e continuaram sendo detectados por cinco a seis dias no organismo de todos os felinos do estudo —tanto os inoculados como os que foram infectados pelo contactantes. Os testes das fezes dos gatos deram negativo durante toda a pesquisa. O grupo segue a narrativa com o que talvez seja o ponto mais importante da carta, segundo Yoshihiro Kawaoka, líder do estudo e professor da Escola de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin. “Embora tenha havido relatos de gatos infectados e sintomáticos em alguns países, nenhum dos gatos em nosso estudo apresentou sintomas, incluindo temperatura corporal anormal, perda de peso ou conjuntivite.” Isso significa que, apesar de o vírus ter conseguido se replicar no organismo dos gatos estudados, os animais com bom estado de saúde parecem vencer a infecção em cerca de seis dias, sem adoecer. Por outro lado, o que agora deverá estar no alvo das investigações, é em que medida a espécie felina pode ser hospedeira assintomática do Sars-CoV-2 por, ao menos, uma semana.

Mercados que vendem morcegos, cobras e cães para consumo continuam operando em meio à pandemia

Nesta segunda-feira (18), o portal Anda divulgou que, mercados úmidos que comercializam animais como cães, cobras e morcegos para consumo continuam operando normalmente em todo o Sudeste Asiático em meio à pandemia de Covid-19, que já causou a morte de milhares de pessoas em todo o mundo. Fotos e vídeos aterradores mostram os animais amontoados em pequenas gaiolas em mercados em países como Camboja, Indonésia, Filipinas, Tailândia, Vietnã e China. Um vídeo de uma investigação da PETA Asia mostra um pequeno e indefeso coelho aguardando a morte. Outras imagens mostram galinhas, gansos, macacos e sapos ainda vivos esperando o momento de serem mortos e vendidos. As atividades desses mercados sofrerem pouco impacto, apesar dos alertas de cientistas renomados apontando que o consumo de animais silvestres pode ser o responsável pela pandemia. Nas Filipinas, homens são vistos caminhando apenas de chinelos em um chão ensanguentado enquanto corpos de porcos e aves com a as próprias mãos. No Vietnã, as cabeças cozidas e outras partes do corpo dos cães são empilhadas em um balcão perto de animais vivos. Sangue e vísceras cobrem o chão em todos os mercados. Civetas vivos, que foram ligados ao surto de SARS, também foram vistos. Morcegos, que se acredita terem sido o animal que transmitiu Covid-19 aos seres humanos, podem ser vistos pendurados de cabeça para baixo em gaiolas na Indonésia. A PETA e suas afiliadas internacionais estão usando o vídeo para renovar sua convocação à Organização Mundial da Saúde para exigir o fechamento dos mercados de animais vivos em todo o mundo. Até agora, a campanha foi apoiada por mais de um quarto de milhão de pessoas. “A próxima pandemia mortal é inevitável enquanto os mercados cheios de animais doentes e estressados ​​ainda estiverem abertos. A PETA está pedindo às autoridades do governo que fechem essas placas de Petri para pandemias”, disse Ingrid Newkirk, fundadora da PETA.

Nos EUA, latinos com Covid-19 são pressionados a trabalhar na indústria de carnes

Nascido no México e hoje cidadão americano, Juan nunca faltou ao trabalho por gripe nas últimas três décadas em que trabalhou em um frigorífico no estado americano de Nebraska. Mesmo assim, recebeu uma ligação de uma empresa terceirizada pela Tyson Foods de Dakota City na semana retrasada. A funcionária dizia que ele deveria voltar ao trabalho na segunda. Juan explicou que estava com coronavírus e precisava ficar em casa, informou o jornal O Globo nesta segunda-feira (18). “Ela me disse que eles achavam que eu estava fingindo. Como, se nunca fingi em mais de 30 anos?” Juan é um dos milhares de imigrantes expostos ao coronavírus na cadeia de produção de alimentos nos Estados Unidos. Ele pediu à reportagem, em uma entrevista por telefone em espanhol, seu único idioma, para não ser identificado pelo nome verdadeiro. Teme problemas com a empresa. O condado de Dakota, onde ela está localizada, já é o segundo maior foco de coronavírus em Nebraska, com 1.452 casos e sete mortes, segundo o jornal The New York Times. É também o segundo em número de casos per capita do país. Quando sentiu os primeiros sintomas, Juan pensou que a culpa fosse da sua falta de costume com a máscara. No final de abril, elas haviam sido distribuídas aos trabalhadores. Nebraska anunciara seu primeiro caso de coronavírus no início de março. “Eu estava trabalhando, começou a me faltar ar. Tentei respirar fundo, para manter o ar nos pulmões, lá dentro. Quando fui para a lanchonete comer, quase caí para a frente”, conta Juan. A principal dificuldade para provar que o teste havia dado positivo para o coronavírus foi na comunicação, afirma Juan. O problema é comum entre os latinos, explica Sindy Benavides, da LULAC, organização de defesa dos latinos nos EUA. Muitos imigrantes não têm acesso à internet ou mesmo um e-mail para agilizar a troca de documentos entre médicos e empregadores. Apenas em Nebraska, 12 frigoríficos com quase 20 mil funcionários foram afetados, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) do governo americano. Imigrantes estão entre os mais expostos ao coronavírus: são 66% dos trabalhadores em frigoríficos do estado, segundo o Immigrant Legal Center. O problema em frigoríficos, no entanto, não se restringe à Tyson Foods ou a Nebraska. Outras gigantes da produção de proteínas, como a Smithfield e a brasileira JBS, também vêm enfrentando surtos de coronavírus por todo o país. No Colorado, segundo o sindicato local dos trabalhadores da JBS, sete funcionários já morreram e 285 testes tiveram resultado positivo. A presidente Kim Cordova, que representa três mil funcionários, afirma que a empresa só testa pessoas com sintomas, mesmo que a Casa Branca tenha enviado recursos para que todos os trabalhadores fossem testados.

NA IMPRENSA

Folha de S.Paulo – Veja dicas para cortar o pelo do cachorro em casa na quarentena

Folha de S.Paulo – Frigoríficos devem reduzir abate para proteger trabalhador na pandemia

Folha de S.Paulo – Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos é adiada para outubro

Folha de S.Paulo – Gatos podem transmitir Sars-CoV-2 para outros gatos

Folha de S.Paulo – Parque de animais do Japão reabre como atração drive-thru

Folha de S.Paulo – Criança escreve carta a vizinhos e se oferece para ser babá do cachorro

Folha de S.Paulo – JBS vai doar R$ 39,2 milhões para o enfrentamento do coronavírus em SP

O Estado de S.Paulo – Nossos pets fazem bem à saúde

O Estado de S.Paulo – Alexandre Rossi dá dicas para deixar confinamento mais divertido para donos e pets

O Globo – Nos EUA, latinos com Covid-19 são pressionados a trabalhar na indústria de carnes

O Globo – Estudo com hamsters testa a eficácia de máscaras contra a contaminação por coronavírus

G1 – ONG faz campanha de doações para animais

G1 – Artista e criador de animais criam ação para melhorar vida dos animais durante pandemia

G1 – Campanha de ONG arrecada doações para animais resgatados de Mogi das Cruzes

CNA – Após mobilização, avicultores integrados de Cianorte conseguem reajuste dos preços recebidos

Mapa – Habilitação no Programa Mais Leite Saudável poderá ser feita online

Mapa – Governo do presidente Jair Bolsonaro completa 500 dias nesta sexta-feira (15)

Embrapa – Prosa Rural – Benefícios do cipó-alho na alimentação de alevinos de pirarucu

Embrapa – Embrapa Suínos e Aves inicia os diagnósticos da COVID-19

AgroLink – Proteína melhora biocontrole na agricultura sustentável

AgroLink – Boi casado caiu na primeira quinzena de maio

AgroLink – Técnicos treinados para expandir ILPF contam sucessos e desafios

AgroLink – Com medidas de proteção, pescadores aguardam os cardumes para a pesca da tainha

AgroLink – Baixa oferta no mercado interno eleva cotações de ovos

Anda – Campanha de inverno arrecada cobertores para animais resgatados das ruas

Anda – Clínica veterinárias são investigadas após animais serem encontrados mortos

Anda – Ganso que gosta de música é tratado como membro da família no Piauí

Anda – Vídeo de ONG mostra reabertura de mercados de animais vivos na Ásia

Anda – Golfinho morre após ser atingido por hélice de barco

Anda – Mercados que vendem morcegos, cobras e cães para consumo continuam operando em meio à pandemia

Anda – Desperdício de plástico cresce durante a pandemia

Anda – Sem turistas, veados descansam embaixo de cerejeiras floridas no Japão

Anda – Covid-19 expõe exploração humana nos matadouros

Anda – ONG relata que abandono de animais aumentou 50% em São Luís (MA)

Anda – Onça-parda é sacrificada após ser atropelada e sofrer lesão grave na coluna

Anda – Senadora defende que todos os matadouros tenham seus interiores expostos ao público

Anda – Nova legislação prevê ajuda para pecuaristas que querem mudar de ramo

Anda – Lewis Hamilton diz que é ‘hora de esvaziarmos os tanques’ e abolir a exploração de animais em aquários

Anda – Vídeo mostra dois homens torturando golfinho bebê

Anda – Bebê cervo é resgatado após ficar preso de cabeça para baixo em lixeira

Anda – Cães abandonados em sacola plástica fechada morrem sufocados

Anda – Raposa bebê é salva após ficar presa entre duas paredes

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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