GOVERNO LIBERA R$ 100 MILHÕES PARA O SEGURO RURAL

//GOVERNO LIBERA R$ 100 MILHÕES PARA O SEGURO RURAL

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em seu portal, anunciou na quarta-feira (02) a liberação de R$ 100 milhões para a execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) deste ano. Os recursos beneficiarão prioritariamente as culturas de verão e frutas. De acordo com o Mapa, a autorização da liberação do valor foi feita pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e divulgada no Diário Oficial da União por meio da portaria nº 250, de 1º de agosto de 2017. A medida vinha sendo negociada há dias pelo Mapa com a área econômica. “Em tempos de cortes de orçamento e de dificuldades financeiras, isso reflete a força do Mapa, liderado pelo ministro Blairo Maggi e a sensibilidade do presidente Michel Temer com relação à importância do agronegócio”, salientou o secretário de Política Agrícola, Neri Geller. Até o primeiro semestre, foram destinados R$ 90 milhões para o pagamento de apólices de seguro rural das culturas de inverno, principalmente milho 2ª safra e trigo. “O valor contemplou mais de 15 mil produtores, em uma área superior a 1 milhão de hectares. Para o próximo ano, o Mapa pediu um orçamento para o PSR de R$ 550 milhões, de acordo com o Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018, anunciado em 7 de junho deste ano, durante solenidade no Palácio do Planalto”, completa a publicação.

Ministério retoma Comissão Tripartite

O secretário de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Edson Duarte, informou na quarta-feira (02) que o Ministério do Meio Ambiente planeja realizar ainda neste mês a primeira reunião da Comissão Tripartite, que reúne governo federal, estados, Distrito Federal e municípios. O MMA informou em seu portal que aguarda a indicação e nomeação dos membros do colegiado. Mais enxuta, a comissão terá o papel de fortalecer as relações federativas e restabelecer o papel de articulação previsto pela Política Nacional de Meio Ambiente. Na avaliação do secretário, “é necessário que as políticas públicas voltadas para o meio ambiente deixem de ser federais e passem a ser nacionais”. Edson Duarte explica que a revitalização da Comissão Tripartite vinha sendo reivindicada por estados e municípios. A portaria de reformulação da comissão já foi publicada no Diário Oficial da União. O Ministério aguarda agora a indicação dos membros e o ato de nomeação, para tocar uma pauta extensa, de acordo com o secretário. “O objetivo principal é dar fôlego ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), instância que reúne os entes da Federação e da sociedade civil. Os primeiros desafios da Comissão são “contribuir para construção” de estratégias que viabilizem a Lei Complementar 140, que fixou as atribuições de estados, municípios e governo federal na área ambiental. Para isso, o Poder Executivo deverá apoiar a estruturação dos órgãos ambientais municipais e estaduais”, destaca parte do texto.

Agricultores reclamam de estragos causados por pesticida nos EUA

Larry Martin, de Illinois e Joe McLemore, do Arkansas, estão entre os agricultores dos EUA que estão sofrendo com a “propagação” de um pesticida vindo de campos vizinhos para suas plantações, deixando atrás um rastro de danos. De acordo com o site Uol, pelo menos 1 milhão de hectares foram prejudicados nesta safra até meados de julho, segundo estimativas de Kevin Bradley, professor de agronomia da Universidade do Missouri. O herbicida ofensivo, chamado dicamba, é produzido por grandes empresas de sementes e produtos químicos destinados ao plantio como Monsanto, DuPont e Basf. O dicamba é positivo para quem cultiva variedades geneticamente modificadas, mas não para quem planta outras variedades, e o produto químico se espalha de uma fazenda para a outra. A situação é tão ruim que estados como Missouri, Arkansas e Tennessee impuseram restrições ao uso de dicamba em diversos períodos durante o verão (Hemisfério Norte). “A porta-voz da Monsanto, Christi Dixon, alegou que o processo não tem embasamento e a porta-voz da Basf, Odessa Hines, disse que a empresa está revisando o pedido. A porta-voz da Dupont, Laura Svec, explicou que a empresa não viu o processo e que, portanto, não pode comentar a respeito. A Monsanto, que está sendo comprada pela alemã Bayer, afirma que seus funcionários estão nos campos conversando com os agricultores a respeito do problema. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) afirma que está analisando a situação”, ressalta o site.

Ritmo lento de vendas de grãos no Brasil afeta resultados de tradings

O lento ritmo de vendas de soja e milho no Brasil no primeiro semestre prejudicou a performance das multinacionais americanas que lideram a comercialização global de grãos no período. O problema já havia sido destacado por Cargill e ADM e ficou novamente claro na divulgação dos resultados da Bunge no segundo trimestre. O jornal Valor Econômico destaca que a empresa informou que encerrou o intervalo com vendas líquidas de US$ 11,6 bilhões, 10,5% maior que no segundo trimestre de 2016, mas que registrou quedas de 64% do Ebit, para US$ 73 milhões, e de 33% do lucro líquido, para US$ 81 milhões. “Margens menores e vendas mais fracas que o esperado na América do Sul levaram a um trimestre desafiador na região”, disse, em comunicado, o CEO da Bunge, Soren Schroder. No mesmo comunicado, a companhia deixou mais claro que o Brasil foi o principal responsável por pressionar os resultados de suas operações de grãos. Na última terça-feira, quando divulgou os resultados da ADM no segundo trimestre, o CEO da empresa, Juan Luciano, já havia realçado essa retração de margens. A Cargill, quando publicou o balanço de resultados do quarto trimestre de seu último exercício, também não esqueceu do Brasil, ainda que a menção ao país não tenha tido tom de queixa – de acordo com a companhia, o lento ritmo de comercialização na América do Sul abriu oportunidades para as exportações dos EUA, o que inflou as margens de suas operações americanas. Como já informou o Valor Econômico, os elevados estoques de defensivos nas mãos das distribuidoras no país também pressionaram os resultados de múltis que lideram as vendas globais de insumos agrícolas, como Syngenta, Bayer, DuPont e Basf.

NA IMPRENSA

 

Mapa – Neri Geller apresenta Plano Agrícola e Pecuário, em Guarantã do Norte (MT), nesta quinta (3)

Mapa – Governo libera R$ 100 milhões para o seguro rural

Mapa – Medidas de combate à corrupção deverão ser sugeridas por Maggi a ministros de países vizinhos

MMA – Ministério retoma Comissão Tripartite

MMA – Programa apoia metas climáticas do Brasil

Valor Econômico – Empurrador com balsas de grãos naufraga no rio Amazonas

Valor Econômico – Desempenho ruim na América do Sul reduz lucro líquido global da Bunge

Valor Econômico – Pilgrim’s, da JBS, lucrou US$ 233,6 milhões no 2º trimestre

Valor Econômico – Credores aprovam plano de recuperação do Bom Jesus

Valor Econômico – Ritmo lento de vendas de grãos no Brasil afeta resultados de tradings

Valor Econômico – Fiscalização agropecuária em reconstrução

Valor Econômico – Inspeção de frigoríficos vai ser centralizada

Valor Econômico – JBS cria cargo global para segurança alimentar e contrata ex-USDA

O Estado de S.Paulo – Sociedade Rural questiona proposta agrícola de Brasil e Europa

O Estado de S.Paulo – Mexeram no queijo mineiro. E ele está muito melhor

O Estado de S.Paulo – Presidente garantiu apoio de 2/3 da base

O Estado de S.Paulo – Guy Perelmuter – Imprimindo comida

Folha de S.Paulo – Matias Spektor – Começou o embate pela nova diplomacia do Brasil na Ásia

Uol – Agricultores reclamam de estragos causados por pesticida nos EUA

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