Governo Federal prioriza Pfizer e AstraZeneca para 2022 e deixa Coronavac de fora

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Governo Federal prioriza Pfizer e AstraZeneca para 2022 e deixa Coronavac de fora

O Ministério da Saúde prioriza a compra de doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca para a campanha de imunização contra a Covid-19 em 2022, informou a Folha de S. Paulo. A ideia é garantir de 100 milhões a 150 milhões de unidades de cada modelo, os únicos com registro definitivo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e já incorporados ao SUS. A Saúde ainda estima que pode precisar de R$ 6,8 bilhões a mais para adicionar novos grupos no plano de vacinação do próximo ano. Em documentos internos, a pasta cita a perspectiva de imunizar crianças a partir de 3 anos. A equipe do ministro Marcelo Queiroga, porém, ainda faz cálculos sobre quanto terá de desembolsar em 2022 com toda a campanha. A ideia é tentar reduzir custos e ainda passar parte da conta ao setor privado. Auxiliares de Queiroga afirmam que a Coronavac não está nos planos do próximo ano. Eles dizem notar desinteresse até do Instituto Butantan em comercializar a vacina, pois o laboratório paulista nem sequer pediu o aval definitivo da Anvisa. Em 2022, o orçamento para compra das vacinas contra Covid supera R$ 27 bilhões. Mas há apenas R$ 3,9 bilhões reservados no projeto de orçamento de 2022 para a compra de vacinas da Covid-19, dentro de um bolo de R$ 7,1 bilhões direcionados às ações contra a pandemia. Integrantes da pasta dizem que o valor reservado está abaixo do necessário, mas que não sabem quanto será preciso em 2022. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Com temor de novos casos, secretários da saúde pedem que cidades mantenham a obrigação do uso de máscaras

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) afirmou nesta sexta-feira (8), que a manutenção do caráter obrigatório do uso de máscaras ainda é essencial para a superação da pandemia no Brasil, informou o Globo.Em comunicado divulgado pelo órgão, o presidente do conselho, Carlos Lula, secretário de saúde do Maranhão, afirmou que os episódios recentes de cidades retirando a obrigatoriedade do uso de máscaras em determinados locais pode levar a uma nova onda de casos. O presidente do conselho lembrou o caso de países que tiveram “experiências frustrantes” ao suspender a obrigatoriedade do uso de máscaras e, hoje, sofrem com um crescimento de casos e óbitos. Um dos países que flexibilizou as regras, os Estados Unidos, voltou a testemunhar novos casos. A vacinação no país, entretanto, parou de avançar devido à falta de cultura vacinal na população americana.

MPF investiga Conselho Federal de Medicina por conduta na pandemia de Covid

O MPF (Ministério Público Federal) abriu inquérito para apurar a conduta do CFM (Conselho Federal de Medicina) diante de medicamentos sem eficácia comprovada contra o coronavírus, informou a Folha de S. Paulo. O conselho médico foi acionado porque “não se posicionou contra o tratamento precoce de Covid-19, que preconiza o uso ‘off label’ [fora da bula] de cloroquina e ivermectina”. De acordo com o MPF, há notícia de possíveis atos ilícitos em documentos juntados à apuração. Médicos e entidades da área passaram a condenar o posicionamento do CFM, que chancelou o uso consentido de cloroquina e de hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com sintomas da Covid. A posição contraria o conhecimento científico sobre o tema. A investigação foi aberta após representação feita pelo cardiologista Bruno Caramelli, do InCor (Instituto do Coração). Ele argumenta que houve omissão do órgão em relação ao assunto.Questionado, o CFM diz que não foi notificado. “Até o momento, o Conselho Federal de Medicina não recebeu qualquer comunicação oficial sobre o assunto. Caso seja acionado, oferecerá todas as informações pertinentes”, diz, em nota. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Anvisa simplifica regras para importação de produtos à base de canabidiol

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas regras para acelerar a importação de produtos à base de canabidiol – substância extraída da maconha – para tratamentos de saúde. Segundo o G1, a aprovação do cadastro passará por uma análise simplificada. Antes, a avaliação era feita por mais de uma área técnica da agência, o que causava duplicidade e tornava o processo mais lento. Agora, a análise será concentrada em uma área técnica e a aprovação poderá ser automática para medicamentos já previstos em uma lista da Anvisa. Não havia essa possibilidade antes. Com as mudanças, a expectativa da Anvisa é reduzir a espera por uma autorização de importação. Antes, ela chegava a 75 dias. No ano passado, uma resolução diminuiu a espera para 15 dias úteis. E agora, a agência afirma que, em um mês, o prazo vai diminuir para cinco dias úteis. A Anvisa diz que as mudanças são necessárias porque houve uma explosão de pedidos por produtos derivados da cannabis para tratamento de saúde. Os remédios são usados no tratamento de dezenas de doenças, como epilepsia, mal de parkinson, esclerose múltipla, artrite. E para aliviar dores crônicas ou causada por cânceres, por exemplo. Os medicamentos são fornecidos apenas com prescrição médica.

 

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