Governo estuda edição de projeto de lei para privatizar a Petrobras, diz líder no Senado

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Governo estuda edição de projeto de lei para privatizar a Petrobras, diz líder no Senado

O governo federal estuda enviar um projeto de lei ao Congresso que visa a venda de ações e a privatização da Petrobras, afirmou à Reuters nesta segunda-feira (25) o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE). O assunto foi revelado inicialmente pela CNN Brasil e mexeu com o mercado nesta tarde. Segundo destacou a Folha de S.Paulo, a intenção, citada pela emissora, era que o governo vendesse ações por projeto que passaria por maioria simples no Legislativo, o que poderia mudar a estrutura societária da estatal. Entretanto, segundo Bezerra, ainda não está certo que a proposta seguirá para o Congresso ainda neste ano. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro havia confirmado, em entrevista para uma rádio de Mato Grosso do Sul, que a privatização da Petrobras ’entrou no radar’ do governo, mas disse que não é um processo imediato.

Uso de drones para controle biológico atrai investidores

Monitoramento e pulverização por drones já não são mais novidade. A tecnologia que está atraindo fundos de venture capital e programas de fomento à inovação é o uso destes veículos na dispersão de agentes biológicos para controle de pragas e até para semeadura de reflorestamento. Segundo matéria do portal AgroLink, a Sandrones  fundada em 2018 e com apenas dois anos de atuação no campo, acaba de ser selecionada entre mais de 400 startups para fazer parte de um grupo de 11 empresas que receberão investimentos de R$ 15 milhões do programa Startup Invest Summit, por meio de uma associação com o fundo de venture capital Bossa Nova Investimentos, um dos mais ativos do mercado B2B. A empresa faturou mais de R$ 2 milhões dispersando agentes biológicos em mais de 150 mil hectares de lavouras não apenas de cana-de-açúcar, mas também de soja e em fruticultura. A startup desenvolveu ainda um equipamento para dispersão de sementes de palmito do tipo juçara que está sendo utilizado em 17 parques florestais pelo governo do Estado de São Paulo. A novidade da Sardrones não está nos agentes biológicos, mas sim nos dispositivos capazes de dispersar os agentes biológicos de forma adequada. Para se chegar à tecnologia atual, foram necessários o apoio de órgãos de fomento, como Fapesp e Embrapii, e parcerias com instituições como Senai, ITA e Esalq/USP. O mercado de fusões, aquisições e investimentos em AgTechs está aquecido. A soma dos aportes realizados em 2019 e 2020 em startups agropecuárias superam os R$ 100 milhões e representam mais que o dobro do observado nos dez anos anteriores, segundo dados do Distrito Agtech Mining Report. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Lira diz que ICMS é “patinho feio” no preço dos combustíveis

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta segunda-feira (25) que o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) é o “patinho feio” na formação de preço dos combustíveis no país. Segundo matéria do Valor Econômico, de acordo com o presidente da Câmara, os preços dos combustíveis estão sendo pressionados em decorrência dos efeitos da pandemia sobre a produção, com alta no preço internacional do petróleo e elevação do câmbio no Brasil.  Segundo Lira, quando o valor do ICMS “geometricamente sofre alteração todas as semanas ou de 15 em 15 dias, é lógico que isso influencia diretamente no bolso do consumidor brasileiro”. O presidente da Câmara disse, ainda, que o custo do ICMS nos combustíveis seria bancado pelo etanol. Recentemente a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que fixa valor de cobrança para o ICMS, sob o argumento de que a medida auxiliaria a conter a alta dos combustíveis. A matéria ainda depende de aprovação pelo Senado.

Registro de defensivos será mais caótico, diz especialista

O cenário de registros de defensivos agrícolas do Brasil tende a ser cada vez mais caótico, segundo afirmou Fábio Kagi, engenheiro agrônomo pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) com MBA em gestão estratégica e econômica de projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e gerente de assuntos regulatórios do Sindiveg, em um artigo realizado para o globalcropprotection.com, informou o portal AgroLink. O engenheiro comenta que é  notável que ao longo dos últimos anos, os órgãos têm adotado medidas que aumentam a celeridade na análise de pleitos, sem perda de qualidade regulatória, sendo uma delas a priorização da análise de alguns pleitos mediante o atendimento a critérios como a indicação para as culturas e pragas consideradas de maior importância econômica para o Brasil.  De acordo com ele, é importante que a industrialização (fabricação e formulação) em território nacional seja considerada um dos critérios no estabelecimento de prioridades na próxima listagem. “Trata-se de uma situação delicada que precisa ser corrigida para estimular o desenvolvimento de um parque fabril de síntese e formulação e reduzir a vulnerabilidade do país. Com investimentos e melhorias regulatórias, o Brasil tem condições de deixar de ser um importador de produtos para ser um exportador. Ressalte-se que, ao discutir a produção local, não está sendo debatida a justa e livre oferta de produtos fabricados no exterior. Trata-se apenas de um arrazoado sobre a permanência no mercado e o crescimento de empresas já instaladas no Brasil e, também, sobre o estímulo para que investidores estrangeiros tenham segurança jurídica para realizar investimentos em parques fabris no Brasil”, conclui.

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