Governo cria programa de incentivo à produção de bioquerosene

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Governo cria programa de incentivo à produção de bioquerosene

O governo federal instituiu o Programa Nacional do Bioquerosene para incentivar a pesquisa e o fomento da produção desse tipo de combustível, visando à “sustentabilidade da aviação civil”. A lei que estabelece essa iniciativa foi publicada nesta sexta-feira (26) no Diário Oficial da União (DOU), informou o portal R7. Com o programa, o governo pretende promover o desenvolvimento de tecnologia limpa na produção de biocombustível. A nova legislação prevê benefícios, como incentivos fiscais, para empresas e instituições que atuem com pesquisa, produção, comercialização e uso energético do bioquerosene. A ideia é estimular a criação de técnicas para misturas seguras e sustentáveis do bioquerosene com o querosene comum (de origem fóssil) ou até mesmo permitir a substituição total do combustível fóssil pelo biocombustível. São requisitos para a inserção nos benefícios do Programa Nacional do Bioquerosene “a compatibilidade do bioquerosene com as tecnologias de propulsão atuais, de modo a não ser necessário alterar motores, aeronaves e infraestrutura de distribuição existentes” e “o não comprometimento da segurança no sistema de aviação”. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Caio Carvalho voltará a assumir a presidência da Abag em 2022

Luiz Carlos Corrêa Carvalho voltará a assumir a presidência da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) em 2022, para um mandato de dois anos, informou o Valor Econômico. Caio Carvalho, como é conhecido, já presidiu a entidade entre 2012 e 2018, quando foi sucedido por Marcello Brito, que deixará o cargo no fim deste ano. Engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq/USP), Carvalho é pós-graduado em Agronomia e em Administração pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA/USP) e pela Vanderbilt University (EUA). Desde 1983 é diretor da consultoria Conaplan, cujo foco está no segmento sucroenergético.

Agricultura familiar precisa de política pública integrada para crescer, aponta debate

Debatedores que participaram de debate sobre incentivo à agricultura familiar no Brasil defenderam a implantação de política pública de Estado integrada como medida para fortalecer esse tipo de produção. A audiência aconteceu nesta sexta-feira (26), na Comissão Senado do Futuro (CSF), e foi sugerida pelo presidente do colegiado, senador Izalci Lucas (PSDB-DF), informou a Agência Câmara. Para o senador, é inconcebível pensar o crescimento da agricultura famíliar sem pensar em ações de Estado permanentes, integradas, que envolvam vários ministérios e órgãos com medidas — como redução da burocracia, ampliação da infraestrutura (especialmente a digital), avanço da regularização fundiária e fornecimento de assistência técnica constante. O presidente da Federação de Agricultura Familiar da Ride (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno) e presidente do Sindicato de Agricultura Familiar de Padre Bernardo, Varlen Vinicios Pereira Mota, confirmou as dificuldades relatadas por Izalci. De acordo com o agricultor, os maiores desafios enfrentados pelo pequeno produtor atualmente são questões antigas. Entre elas, Mota citou o acesso à água, irrigação, incentivo ao escoamento da produção, acesso ao crédito e até mesmo à luz. Ele defendeu o estímulo ao uso de energia solar nos assentamentos. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Joio ou trigo? O primeiro teste dos fundos de agro

As gestoras da Faria Lima que tentam emplacar ofertas de fundos de agro — um instrumento que funciona com os mesmos benefícios tributários dos fundos imobiliários — estão esbarrando num investidor machucado pelo pífio desempenho dos FIIs, o que reduz apetite para os Fiagros.  Segundo o site Pipeline, a primeira leva de ofertas públicas de Fiagros está deixando as gestoras com o bolso bem mais vazio do que imaginavam — algumas tiveram que reduzir drasticamente o tamanho do fundo pretendido e uma delas ficou pelo caminho. Para banqueiros e gestores, é um contrassenso ficar de fora dos Fiagros num momento de alta da Selic porque os fundos vão pagar CDI mais spread. A Santa Fé, gestora fundada pelos Bueno, tentou explorar a expertise dos sócios, mas não conseguiu captar o Fiagro para aplicar em terras. Por duas vezes, a Santa Fé tentou enfrentar a resistência dos investidores. Inicialmente, o Fiagro pretendia captar ao menos R$ 200 milhões. Sem demanda, os gestores desistiram da oferta em outubro, mas a retomaram em novembro, reduzindo o tamanho mínimo para R$ 50 milhões. Mesmo assim, a oferta não pegou. A estratégia da Santa Fé para o Fiagro também pesou contra. Com um fundo destinado a compra de terras, os investidores entenderam que o yield seria muito pequeno, perto de 2,5% por ano. Na prática, o investimento só se pagaria num prazo maior, na venda das fazendas – em dez anos. Antes da virada do mercado, os mais otimistas apostavam que a indústria de Fiagros levantaria R$ 3 bilhões em 2021, o que seria um montante razoável para uma classe que acaba de estrear. Se levantar R$ 1,5 bilhão, já será um bom resultado diante das resistências dos investidores.  Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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