Governo avalia adaptar fábricas de vacina animal para produção de doses contra covid-19

//Governo avalia adaptar fábricas de vacina animal para produção de doses contra covid-19

 

Criticado pelo ritmo lento de vacinação contra a covid-19, o governo federal avalia a possibilidade de usar fábricas de vacinas para animais na produção de imunizantes contra o novo coronavírus. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo a informação foi dada neste sábado (3), pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, após reunião com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom. Segundo Queiroga, o presidente Jair Bolsonaro determinou que as Forças Armadas darão reforço à campanha de imunização. Sobre as medidas de isolamento social, um dos principais alvos de crítica de Bolsonaro, o novo titular da Saúde falou que é preciso evitar medidas extremas, para que as pessoas continuem trabalhando. Para o ministro, o uso de fábricas de produtos para animais pode contribuir para que o Brasil não só amplie a capacidade de vacinação própria, mas também futuramente ofereça doses a outros países. “Verificar a adequação dos parques industriais que produzem vacinas animais, para utilizar esses parques para produzir vacinas em humanos, não só para abastecer o mercado interno e ampliar a nossa capacidade de vacinação, mas também para que o Brasil, na sua posição de líder em vacinação na América latina, para em breve, se tudo ocorrer como nos programamos, oferecer vacinas para outros países na América Latina”, disse Queiroga. Segundo ele, na reunião também foram discutidas medidas que possam assegurar mais vacinas para os próximos três meses. O ministro disse que a prioridade é ampliar a campanha de vacinação, e ressaltou que o problema do número insuficiente do imunizante não é exclusivo do Brasil, mas afeta todo o mundo, incluindo países desenvolvidos. Até o momento, menos de 10% da população brasileira já recebeu uma ou as duas doses da vacina.

Lei aprovada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) proíbe tatuagens em animais

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou uma lei que proíbe tatuagens e piercings em animais domésticos no estado. Segundo o G1 um dos autores do projeto de lei, o deputado Carlos Minc (PSB), disse que quem for pego fazendo um dos adereços em cães e gatos, por exemplo, pode pegar até três anos de prisão. Os estabelecimentos comerciais que forem identificados podem ter que pagar multas de até R$ 150 mil, dependendo do número de animais. Em caso de reincidência, a loja pode ser fechada. A nova lei, que também é assinada pelo deputado Delegado Carlos Augusto (PSD), será incorporada ao Código de Defesa Animal. A ideia dos parlamentares surgiu depois que começaram a aparecer na internet imagens de cães e gatos tatuados ou com piercings. Muitos ambientalistas denunciaram os maus tratos. “É um horror, você vê aquelas fotos e fala como é que uma pessoa que tem um animal, e que em tese gosta dele, o submete a esse tipo de coisa, é inadmissível, é crueldade contra animal”, disse o deputado Minc. A prática de tatuar animais começou principalmente com a tatuagem em animais de rebanho, que surgiu em substituição à marcação a ferro e fogo. Atualmente, bois, cabras e porcos podem ser identificados por brincos ou chips eletrônicos. Mas a tatuagem em gatos e cães é meramente estética e pode fazer mal para a saúde do animal. “Eu não concordo em tatuar os animais porque é unicamente estética. Você tá agredindo a pele desses animais, porque eles podem desenvolver doença alérgica, fazer uma dermatite alérgica e você vai ter que usar medicação para tratá-lo. Pode necrosar aquela pele. Então, assim, a minha opinião pessoal é que não é correto tatuar os animais”, explicou a veterinária Flávia Clare.

Novos casos de peste suína preocupam a China

Um novo surto de peste suína africana na China, ocorrido em uma das principais regiões de produção, ampliou o alerta com a doença no país – e o receio do setor de que o problema seja maior que o que os números indicam. A doença não é prejudicial aos seres humanos, mas mudou a dinâmica global da indústria de carne suína entre 2018 e 2019, quando reduziu em cerca de 40%, para 260 milhões, o número de porcos no país, destacou o Valor Econômico nesta segunda-feira (5). O novo surto, revelado na última quinta-feira, teria eliminado ao menos 20% do rebanho reprodutor no norte da China, informou a agência Reuters. Na província de Henan, a terceira maior produtora de suínos do país, entre 20% e 30% das porcas reprodutoras teriam morrido por causa do vírus. “Parece que estamos passando de novo pelo que ocorreu em 2018 e 2019”, disse à agência o executivo de uma empresa que fornece insumos a grandes criadores. Um dia depois dos casos no norte, as autoridades revelaram um foco na província de Yunnan, no sudoeste chinês. A doença foi identificada em 36 leitões – seis deles já mortos – que estavam sendo transportados ilegalmente, segundo a agência Xinhua. No primeiro trimestre, houve oito surtos no país, de acordo com as informações oficiais do Ministério da Agricultura da China. No geral, esses casos haviam ocorrido em pequenas fazendas ou em animais em trânsito na região sul. Mas, no início de março, o surgimento de uma nova cepa do vírus já preocupava as autoridades locais. Na ocasião, estimava-se que a nova variante teria causado a morte de até 8 milhões de animais. Para enfrentar a doença, cientistas chineses já trabalham até na clonagem de animais. Pesquisadores usaram células das orelhas dos porcos para o trabalho, a partir do qual já nasceram ao menos cinco animais, segundo a Xinhua. A técnica é vista como opção para preservar e fortalecer os recursos genéticos suínos, que podem ser ameaçados pela epidemia.

Cientistas chineses clonam porcos para reduzir risco de peste suína africana, diz agência

Cientistas chineses estão clonando porcos para reduzir o risco de contaminação da reprodução dos animais pela peste suína africana, segundo a agência chinesa Xinhua. Os pesquisadores usaram células das orelhas dos porcos para realizar a clonagem celular e já resultaram no nascimento de cinco clones na cidade de Taicang, na província de Jiangsu. A clonagem é vista como uma alternativa para preservar e fortalecer os recursos genéticos suínos, que podem ser ameaçados pela epidemia, segundo o pesquisador Gong Yuqing, informou o Valor Econômico. A China voltou a registrar casos de peste suína africana neste ano, após um período de controle da doença. Na última quinta-feira (1), um novo foco foi reportado na província de Yunnan, no sudoeste do país, segundo a agência Xinhua. A doença foi identificada em 36 leitões que estavam sendo transportados ilegalmente, sendo que seis já estavam mortos quando foram encontrados. O primeiro caso da doença foi registrado na China em agosto de 2018.

NA IMPRENSA

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G1 – Lei aprovada na Alerj proíbe tatuagens em animais

G1 – Queiroga diz que fábricas de vacinas para animais podem ser adaptadas para produzir vacinas contra Covid

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SBA – De Olho na Fazenda Central Para os Amigos oferta animais da raça Senepol

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AgroLink – MSD Saúde Animal promove série de Webinars sobre o uso prudente de antimicrobianos

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