Governo altera cronograma para retirar vacina da aftosa

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Governo altera cronograma para retirar vacina da aftosa

O Brasil caminhava pra ficar livre de febre aftosa sem vacinação e evoluir de status sanitário, com cronograma estabelecido pelo Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância da Febre Aftosa (PNEFA) que foi delineado para ser executado em um período de 10 anos, iniciando em 2017 e encerrando em 2026. Os Estados têm uma série de obrigações a cumprir para deixarem de vacinar e continuar assegurando a vigilância sanitária e as condições de saúde dos rebanhos. Com a pandemia algumas dessas atividades ficaram prejudicadas. Com isso a Equipe Gestora Nacional (EGN), do PNEFA, observou que apesar dos esforços conjuntos o cenário de evolução conjunta ainda não se mostra adequado em nenhum dos blocos para a suspensão da vacinação contra a febre aftosa de forma segura.

Segundo informações do Agrolink, o grupo resolveu adiar a retirada da vacina nos blocos II, III e IV. O grupo I segue cronograma normal estabelecido. Com isso Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e Mato Grosso, que estão mais avançados que a média nacional, seguem com calendário mantido e em maio de 2021 devem receber da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) a chancela de área livre da doença sem necessidade de vacina.

Já os outros blocos que incluem os  Blocos II (AP, PA, RR e parte do AM), III (AL, CE, MA, PB, PE, PI e RN) e IV (BA, DF, ES, GO, MG, MS, MT, RJ, SE, SP e TO) vão manter a vacinação em 2022. É possível o avanço independente de estados, ou de grupos de estados, mediante apresentação de proposta de viabilidade técnica e econômica, para validação pelo Mapa. Nova avaliação está prevista para o final do primeiro semestre de 2021.

 

Busca por ‘Ensino à Distância’ em bovinocultura de leite aumenta 1.000%

O Núcleo de Transferência, Treinamento e Capacitação em Pecuária de Leite (Nutttec) da Embrapa Gado de Leite conferiu cerca de 17 mil certificados a produtores, técnicos e estudantes que concluíram seus cursos de EAD (Ensino à distância) em 2020. Esse número é 1.000% maior, comparado à 2019, quando foram emitidos 1.700 certificados. O principal motivo deste crescimento, como explica o supervisor do Nutttec, William Bernardo, foi a iniciativa de oferecer cursos gratuitos, logo quando a Organização Mundial de Saúde declarou a pandemia pelo novo coronavírus: “Registramos 20.717 matrículas, sendo 11.051 certificados emitidos nesses cursos gratuitos motivados pela pandemia”. As informações foram apuradas pelo Portal Agrolink.

Outra grande fonte de atração de interessados nos cursos EAD da Embrapa foi o Programa Jovens do Leite, instituído no ano passado, que atraiu 3.041 pessoas com 6.047 inscrições, com a emissão de 4.795 certificados. Já os demais cursos da Embrapa Gado de Leite (incluindo os cursos pagos) contabilizaram 1.749 inscrições, com 1.086 certificados emitidos.

A Embrapa Gado de Leite oferece seis cursos presenciais, que estão temporariamente suspensos devido à pandemia. Quanto ao EAD, em 2020 foram oferecidos sete cursos. Em 2021, o EAD começa com a oferta de oito cursos.

 

Eliminar vacas leiteiras tem impacto mínimo no meio ambiente: Pesquisa

De acordo com uma pesquisa recente da Virginia Tech, a eliminação de vacas leiteiras tem um impacto mínimo nas mudanças climáticas. “Existem impactos ambientais associados à produção de alimentos, ponto final. A indústria de laticínios tem um impacto ambiental, mas se você olhar no contexto de todo o negócio americano, é mínimo”, disse Robin White, professor associado do Departamento de Ciências Animais e Aves e membro da equipe de pesquisa. Os autores deste estudo avaliaram três cenários. No primeiro caso, o consumidor deixaria de consumir laticínios, o que levaria ao despovoamento dos animais. Um segundo cenário em que o manejo dos rebanhos permaneceria o mesmo e o leite produzido seria usado para outros produtos que não a alimentação humana ou seria exportado para consumo humano. E um terceiro cenário onde as vacas se retirariam para um sistema pastoril, mas seriam reduzidas a uma população que pode ser mantida nas pastagens disponíveis.

No final do estudo, os cientistas descobriram que retirar o gado leiteiro da agricultura americana reduziria apenas as emissões de gases de efeito estufa em 0,7%. No segundo caso, as emissões de gases de efeito estufa permaneceram inalteradas. Nos cenários de aposentadoria e despovoamento (terceiro), as emissões de gases de efeito estufa diminuíram 11,97% e 7,2%, respectivamente. No entanto, essa pequena queda nas emissões de gases de efeito estufa veio ao custo de uma grande lacuna nutricional para os consumidores. As informações são do Portal Agrolink.

 

Governo libera pedido de certificado de boas práticas da pesca

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, informou que está disponível o serviço digital, por meio do portal gov.br, para solicitação do Certificado Oficial de Boas Práticas Higiênico-Sanitárias a Bordo. O serviço atende normas da Portaria nº 310, da Secretaria de Aquicultura e Pesca, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, de 24 de dezembro de 2020.

solicitação pode ser feita pelo técnico responsável (pessoa física) por embarcação pesqueira de produção primária, de acordo com a Portaria. Após o cumprimento de todas as etapas e em conformidade com os requisitos da norma, o solicitante receberá o Certificado Oficial de Boas Práticas Higiênico-Sanitárias a Bordo da embarcação pesqueira por via digital. A Secretaria de Aquicultura e Pesca ressalta que pescadores, armadores e empresas proprietárias de embarcações pesqueiras de produção primária precisam se adequar aos critérios e requisitos da Portaria para obter a certificação. O prazo de adequação vai até o dia 29 de dezembro de 2021.

Após esta data, somente embarcações pesqueiras certificadas e integrantes de Lista Oficial poderão fornecer matéria-prima para os estabelecimentos sob serviço oficial de inspeção.

 

NA IMPRENSA

 

Canal Rural – Cientistas israelenses atuam em pesquisas para criar leite em laboratório

Canal Rural – Boi estabiliza mas vaca e novilha gordas sobem, aponta Scot Consultoria

Agrolink – Busca por ‘Ensino à Distância’ em bovinocultura de leite aumenta 1.000%

Agrolink – Governo altera cronograma para retirar vacina da aftosa

Agrolink – São Paulo registra novo recorde anual de vacinação contra brucelose

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Agrolink – O ano dos profissionais da suinocultura

Agrolink – PR mantém cronograma para a chancela de área livre de aftosa sem vacinação

SBA – Fiscalização no RS apreende 105 bovinos na prática “gado de corredor”

SBA – Frigoríficos pagam mais e arroba do boi gordo vai a R$ 282 nesta quarta

SBA – Governo libera pedido de certificado de boas práticas da pesca

ANDA – Joaquin Phoenix se nega a interpretar toureiro em filme por defender direitos animais

Tempo.com – O combate à superpopulação de coalas na Austrália

Cidade Verde – Laboratório da UFMG confirma 1º caso de Febre do Nilo em animais no Piauí

Zero Hora – Procura por terapia com cavalos cresce em Porto Alegre em função da pandemia

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