Gigante varejista lança consórcio para drones agrícolas

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Os drones agrícolas ganham espaço a cada dia nas lavouras e esse mercado deve quadruplicar até 2024 a nível mundial. Segundo a consultoria Market&Market o crescimento será de 34,1% ao ano. Em 2025 o mercado de drones agrícolas deverá crescer para US$5,19 bilhões. Com diversas aplicações no campo eles usam softwares capazes de analisar com precisão as imagens captadas, destacou o portal AgroLink nesta quinta-feira (18). Podem servir para detectar pragas e doenças, falhas no plantio e na irrigação. Também servem para enxergar a demarcação de áreas, devido à altura que sobrevoam. Muitas das aeronaves são equipadas com câmeras especiais, que após o processamento de imagens, permitem com que o produtor rural acompanhe o desenvolvimento da lavoura, através da identificação de áreas com estresse hídrico, por exemplo. Já a linha de drones pulverizadores é uma novidade que chegou ao mercado com ótimas perspectivas de crescimento. Este método possibilita a distribuição automatizada de produtos agroquímicos, nutrientes e fertilizantes com precisão e agilidade, facilitando o dia a dia do agropecuarista. Esse potencial chama a atenção de segmentos de fora do agronegócio.  A gigante brasileira do comércio de eletrônicos e móveis, Magazine Luiza, anunciou que oferece um consórcio para a aquisição dos equipamentos não-tripulados para atividade agrícola. O plano de vendas foi lançado de forma específica para os drones agro depois que o segmento também foi um dos que registrou aumento mais significativo dentro da empresa. “Acreditamos no potencial do agronegócio brasileiro e queremos ser referência em crédito para financiar o setor”, afirma Angélica Urban, Gerente Executiva de Produtos. A empresa oferece algumas vantagens para quem comprar o equipamento via carta de crédito, como boas taxas. As cartas de crédito variam entre 120 mil a 300 mil reais. O consórcio tem parcelas a partir de R$ 951,47, com prazos de 120 a 150 meses.

Com atuação de Arthur Lira, Neri Geller assume projeto da Lei Geral do Licenciamento Ambiental

O projeto de lei que propõe uma revisão geral nas regras de licenciamento ambiental do País será relatado por um deputado da bancada ruralista, o deputado federal Neri Geller (Progressistas-MT). Geller, que é vice-presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), uma das maiores do Congresso, foi um dos principais articuladores para a escolha de seu colega de partido Arthur Lira (Progressistas-AL) como presidente da Câmara. Agora, assume a relatoria da Lei Geral do Licenciamento Ambiental com a articulação e apoio do chefe da Casa. Por dois anos, o projeto que prevê mudanças profundas nas regras de licenciamento ambiental ficou nas mãos do deputado Kim Kataguiri (DEM-SP). Várias versões do texto foram elaboradas, após encontros com organizações socioambientais, especialistas do setor e a própria bancada ruralista. O texto quase chegou a seguir para votação em plenário, mas depois de mudanças repentinas feitas sem acordo, acabou por não ser votado. Neste ano, o deputado Zé Vitor (PL-MG) assumiu a relatoria do projeto, mas nem chegou a avançar nos debates e acordos. Agora, a proposta será relatada por Neri Geller. “Tentamos dividir melhor as tarefas. Alguns estavam muito sobrecarregados e outros com poucas funções”, disse Zé Vitor ao jornal O Estado de S.Paulo. A visão do governo e do agronegócio entende que o licenciamento ambiental tem sido “obstáculo” para o avanço da infraestrutura, sejam obras de transportes, energia, saneamento ou expansão agrícola e pecuária. A tentativa é fazer com que o projeto de lei flexibilize uma série de processos que acontecem hoje, o que inclui ações como licenciamento autodeclatarório e unificação de etapas com prazo reduzido. Ao Estadão, o deputado Neri Geller disse que conhece o projeto, porque já fazia parte do grupo de estudos da proposta desde a relatoria de Kim Kataguiri. Perguntado sobre sua experiência na área ambiental, disse que domina o tema por ter sido coordenador ambiental da FPA, em 2019. O novo relator vê o texto atual como uma proposta “madura para ser votada” em, no máximo, 90 dias, mas afirma que ainda vai ouvir as partes interessadas. “É um projeto necessário para a preservação ambiental, porque traz segurança jurídica para obras necessárias e penaliza o crime”, comentou. “Vamos ouvir os interessados de novo e faremos um cronograma de trabalho. Não vamos atropelar, mas não tem debate ideológico.” Ao assumir a relatoria do projeto de lei do licenciamento, Neri Geller disse que deixará de ser relator de outro projeto complexo e que divide opiniões entre ambientalistas e o agronegócio: a regularização fundiária. O sistema da Câmara ainda apontando Geller como relator para os dois projetos de lei.

Associadas do Sindiveg investiram R$ 700 milhões no país em 2020

As 26 empresas de soluções agrícolas associadas ao Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) investiram R$ 700 milhões em pesquisa e desenvolvimento e melhorias em suas fábricas em 2020, conforme censo realizado pela entidade. Este é o segundo ano de publicação do levantamento. Segundo o Valor Econômico a maior parte dos desembolsos foi direcionada a ativos fixos, ações de marketing e pesquisa e desenvolvimento: nessas frentes, os aportes somaram R$ 437 milhões, montante 23% superior ao de 2019. Já os investimentos nas unidades industriais mais do que dobraram, alcançando R$ 264 milhões. As associadas do Sindiveg recolheram no ano passado R$ 676 milhões em impostos federais, estaduais e municipais e em taxas regulatórias. O montante é 27% mais alto que o de 2019, quando o total foi de R$ 533 milhões. “Mesmo em um ano tão difícil como 2020, a indústria de defensivos agrícolas ampliou consideravelmente os investimentos, ampliou a oferta de soluções essenciais para o ciclo agrícola e, especialmente, aumentou a quantidade de empregos no setor”, disse Júlio Borges, presidente do Sindiveg, em nota. Os empregos diretos das 26 companhias que integram a entidade cresceram 4% em comparação com o ano anterior, chegando a quase 5 mil vagas. O setor manteve 15 mil empregos indiretos.

Venda direta de etanol volta a debates

De olho na preocupação do governo federal em reduzir os preços dos combustíveis nas bombas, os produtores retomaram a pressão para que o etanol possa ser vendido diretamente pelas usinas aos postos, sem a intermediação das distribuidoras. De acordo com o Valor Econômico demanda antiga das indústrias de álcool do Nordeste, que produzem cerca de 2 bilhões de litros por ano, o assunto já foi alvo de ações na Justiça e ganhou reforços de peso para caminhar definitivamente em Brasília, com a presença do deputado alagoano Arthur Lira (PP) na presidência da Câmara e o apoio de Jair Bolsonaro a medidas que possam aliviar o bolso dos consumidores. “Desde que cheguei [à presidência] estou brigando. Falei com o Arthur Lira, ele deve botar em pauta”, afirmou Bolsonaro a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada nesta semana quando foi questionado sobre a proposta que permite a venda direta do etanol aos postos. O presidente teria ligado para Lira pedindo que o projeto de decreto legislativo que acaba com a obrigatoriedade de o etanol ser repassado a distribuidoras, parado desde 2018 na Casa, fosse pautado. “Tivemos a informação da ligação de Bolsonaro. Acredito que a proposta será pautada, pois o Lira sempre nos apoiou”, disse o presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima. Assim como o setor produtivo, Bolsonaro e Lira defendem que a venda direta pode estimular a concorrência e baixar os preços aos consumidores finais. Não há, entretanto, qualquer indicativo de que o tema será votado. Cálculos da Esalq-Log, de 2019, dizem que o custo médio do transporte de etanol hidratado em São Paulo cai de R$ 89,09 por metro cúbico para R$ 60,77 com a venda direta, economia de 30% na logística.

NA IMPRENSA

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Governo Federal – Desmatamento na Amazônia cai 34% em fevereiro

Governo Federal – Plataforma compartilha projetos de energias renováveis e sustentáveis

Governo Federal – Programa alia sustentabilidade e produção agropecuária

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O Estado de S.Paulo – Com atuação de Arthur Lira, ruralista assume projeto da Lei Geral do Licenciamento Ambiental

O Estado de S.Paulo – Empreendedores do agro: nova geração cria startups para modernizar o campo

Folha de S.Paulo – Oportunidades econômicas em torno da retomada verde são tema de webinário da Folha

Folha de S.Paulo – Participantes do webinário Retomada Verde

G1 – Preços da batata e do tomate caem no atacado, diz Conab

G1 – BID lança fundo de até US$ 1 bilhão para financiar projetos sustentáveis na Amazônia

G1 – Drone registra a formação de um tornado nos EUA; veja vídeo

G1 – Chuvas e falta de infraestrutura causam prejuízo de R$ 1,3 bilhão no setor agrícola em MT, estima Imea

Alesp – Políticas ambientais vão integrar novo critério de distribuição de ICMS aos municípios

Valor Econômico – Preço do tomate cai mais de 20% em entrepostos do país

Valor Econômico – Bunge anuncia aposentadoria de Raúl Padilla no fim do ano

Valor Econômico – Associadas do Sindiveg investiram R$ 700 milhões no país em 2020

Valor Econômico – Sindicato de permissionários contesta anulação de contratos anunciada pela Ceagesp

Valor Econômico – Mato Grosso tem armazéns para apenas 50% da produção de grãos, diz Aprosoja

Valor Econômico – Venda direta de etanol volta a debates

Valor Econômico – ADM prevê soja 100% rastreada na América do Sul até 2022

Valor Econômico – Horizonte nebuloso para agroindústrias

Valor Econômico – Syngenta amplia troca de café por insumo

Valor Econômico – SLC Agrícola tem, pela primeira vez, receita anual superior a R$ 3 bilhões

Valor Econômico – Congresso derruba veto à exclusão de CPRs físicas em processos de recuperação judicial

Valor Econômico – Câmara derruba vetos a artigos de transparência e governança na lei de pagamento por serviços ambientais

Valor Econômico – Bolívia investirá US$ 270 milhões em nova fábrica de biodiesel, diz USDA

Valor Econômico – Congresso mantém veto de Bolsonaro a auxílio emergencial rural

Mapa – Preços de tomate e batata apresentam tendência de queda em março no atacado

Mapa – Garantia-Safra autoriza pagamento para mais de 13 mil agricultores familiares

Mapa – Startups podem se inscrever para apresentar soluções de produção sustentável no maior evento mundial sobre sistemas ILPF

Mapa – Plataforma Renova Semiárido compartilha projetos de energias renováveis e sustentáveis

Embrapa – CNA e parceiros discutem ações de combate à cigarrinha do milho

Embrapa – Especialistas analisam aprimoramento de modelos para estimativas de emissões de metais pesados e fósforo para a ICVCalc Embrapa

CNA – Como são elaboradas as estimativas de safra?

CNA – Lideranças femininas discutem o futuro da agricultura

CNA – Inscrições abertas para os cursos de segurança na aplicação de agrotóxicos e máquinas agrícolas

CNA – Renda agropecuária deve alcançar R$ 939 bilhões em 2021, projeta Mendonça de Barros

SBA – Setor do agronegócio lidera geração de empregos em janeiro com 32 mil novas vagas

SBA – Mudança no ICMS não agrada e agro paulista prepara novo protesto

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AgroLink – Colheita do arroz atinge 31,45%

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AgroLink – Alta nos preços dos grãos desafia confinador

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AgroLink – Criação de porcos e aves está presente na maior parte de estabelecimentos agrícolas catarinenses

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