Fiocruz quer pedir registro de vacina de Oxford contra covid-19 à Anvisa até 15 de janeiro

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À frente de um acordo que prevê a produção de uma vacina contra covid-19 no Brasil, a Fiocruz planeja entrar com um pedido de registro do imunizante até o dia 15 de janeiro, disse à reportagem nesta segunda-feira (28) o vice-presidente de inovações da instituição, Marco Krieger. Segundo o Valor Econômico desde junho, a Fiocruz trabalha em uma parceria para transferência de tecnologia com a farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford, que desenvolvem a vacina. O acordo é considerado a principal aposta do Ministério da Saúde para a vacinação contra a covid. Segundo Krieger, o pedido pode ser feito já na próxima semana caso sejam finalizados alguns documentos. Ele afirma que os primeiros dados ligados à vacina começaram a ser submetidos à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pelas empresas ainda em setembro, de forma escalonada. “A maior parte dos dados já foram entregues, falta só a última parte de manufatura e controle que estamos finalizando para entrar. Devemos entrar [com o pedido] na semana que vem ou no mais tardar [poucos dias depois]. Nosso deadline interno é fazer isso até o dia 15 de janeiro, mas estamos com expectativa de antecipar um pouco”, afirmou. A previsão de pedir o registro em janeiro já constava no cronograma da Fiocruz, mas a data ainda não tinha sido divulgada e havia dúvidas sobre o risco de haver atrasos nesse processo. Mais cedo, o vice-presidente de inovações confirmou em entrevista à Rádio Gaúcha que o cronograma está mantido. Segundo ele, a instituição deve fazer o pedido de registro definitivo, e não o de uso emergencial. A informação foi confirmada à reportagem.

OMS diz que só terá resultados completos de vacina da Oxford-AstraZeneca em fevereiro

A vacina contra Covid-19 desenvolvida pelo consórcio Oxford-AstraZeneca deve começar a ser avaliada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) apenas em fevereiro, afirmou nesta segunda-feira (28) a vice-diretora-geral Mariângela Simão, responsável pela área de acesso a medicamentos, vacinas e produtos farmacêuticos da agência da ONU. De acordo com a Folha de S.Paulo principal imunizante do plano de vacinação contra Covid-19 do governo brasileiro, a vacina da Oxford-AstraZeneca é vista como uma das melhores opções para países menos desenvolvidos, porque permite produção em massa e é mais barata e mais fácil de distribuir que as desenvolvidas pela Pfizer e pela Moderna (que precisam ser armazenadas em menos 70 graus Celsius). Segundo Mariângela Simão, porém, a OMS ainda não tem em mãos os resultados completos dos ensaios clínicos do imunizante, que está sendo fabricado em oito diferentes países e testado em ao menos seis, incluindo Reino Unido, Brasil, África do Sul e Estados Unidos. A data de avaliação pela OMS não afeta obrigatoriamente a da autorização pela Anvisa (agência regulatória brasileira), afirma Dirceu Barbano, que presidiu o órgão de 2011 a 2014. Embora possa ser usada por países individuais, a recomendação da OMS é obrigatória apenas para compras feitas pela própria organização ou por meio de seus fundos. O ex-presidente da Anvisa afirma que o impacto de uma demora deve ser maior para países menos estruturados, que não têm agências reguladoras fortes e dependem da avaliação do órgão da ONU. “Brasil, Estados Unidos e países europeus, entre outros, que possuem estrutura própria, muitas vezes são mais ágeis que a OMS na tomada de decisões”, afirma ele. Barbano ressalta, porém, que conclusões definitivas dependem de acesso aos dados totais dos ensaios clínicos. “Não dá para avaliar estatisticamente só com uma parte dos estudos”, diz. Sem todos os resultados, a opção seria um pedido de uso emergencial, para aplicação em grupos específicos.

Governadores pedem prorrogação do estado de calamidade

Os governadores da região Nordeste defendem a prorrogação do estado de calamidade pública para o Brasil pelo menos para o primeiro semestre de 2021, informou o Valor Econômico. “Ninguém quer e ninguém deseja, mas a calamidade é uma realidade”, disse o governador do Piauí, Wellington Dias, que lidera o consórcio de governadores da região e que afirmou também se manifestar em nome do fórum de governadores de todo o país. A prorrogação da calamidade permitiria, por exemplo, a continuidade do auxílio emergencial, sem as amarras impostas pelo teto de gastos e outras regras fiscais. A equipe econômica, porém, vinha demonstrando fortes resistências a essa ideia, porque entende que o país já gastou demais e deveria voltar à trilha da austeridade. “Se olharmos o que justificou a aprovação pelo Congresso da calamidade em abril deste ano, temos, hoje, as mesmas características. Continua o problema grave da pandemia no mundo e no Brasil, com fortes efeitos sociais e econômicos. A aprovação da calamidade é uma urgência, uma emergência”, disse. “É importante para se ter instrumentos para lidar com esse momento, especialmente cuidar do social, com auxílio financeiro, da proteção dos empreendedores e as próprias medidas para o setor de saúde”, completou.

Covid-19: ‘Tenho a impressão de morrer lentamente’: as pessoas que sofrem há meses com sintomas persistentes

Nove meses após ter contraído Covid-19, a francesa Pauline Oustric, de 27 anos, ainda sofre de inúmeros sintomas ligados à doença, que a impedem de levar a vida que tinha antes. A jovem, que costumava correr e participar de competições de dança, hoje tem dificuldades para fazer pequenos esforços físicos. Uma caminhada de mais de 15 minutos provoca um grande cansaço que a obriga a repousar durante horas ou até mesmo um dia inteiro. Seus problemas respiratórios, digestivos e de raciocínio melhoraram, mas, 40 semanas depois de ser infectada, ela ainda sofre de dores torácicas, na altura do coração, que a impedem de se movimentar normalmente, além de acufenos (zumbido nos ouvidos). O caso de Pauline, que não precisou ser hospitalizada quando contraiu o novo coronavírus, está longe de ser isolado. Milhares de pessoas sofrem da chamada “Covid-19 longa”, com sintomas que afetam vários órgãos do corpo e perduram meses depois do início da infecção. “Eu ainda não recuperei minha saúde, que era perfeita, nem minha energia de antes”, disse Pauline ao G1, que afirma viver desde março em “uma montanha russa”, alternando dias bons e ruins por causa dos sintomas cíclico. Essa forma prolongada da doença, observada por alguns médicos, já vem chamando a atenção das autoridades médicas há algum tempo. Em agosto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a existência de sequelas a longo prazo da Covid-19 após uma videoconferência de seu diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, com pacientes de várias nacionalidades afetados por sintomas persistentes da doença.

SAÚDE NA IMPRENSA

Agência Câmara – Câmara aprova 180 propostas em 2020, maior número da década

Anvisa – Anvisa publica certificação de Boas Práticas de Fabricação da Pfizer

Anvisa – Participe do “Perguntas e Respostas” sobre radiofármacos

Agência Saúde – Brasil registra 6.568.898 milhões de pessoas recuperadas

Jota – Como Penedo, em Alagoas, fundou a PGS Medical, startup público-privada de saúde

Agência Brasil – Covid-19: Brasil ultrapassa 7,5 milhões de casos

Agência Brasil – Estado de SP fica na Fase Amarela até a próxima quinta-feira

Agência Brasil – Com covid-19, estado de saúde de Hamilton Mourão é bom

Correio Braziliense – Anvisa concede certificado de boas práticas a 4 empresas que desenvolvem vacina

Correio Braziliense – Fetos não pegam covid de mães infectadas, mas herdam menos defesa, diz Harvard

Correio Braziliense – Entre sequelas da covid-19 podem estar diminuição do pênis e disfunção sexual, diz estudo

Correio Braziliense – Ar fresco, a subestimada – e poderosa – arma para reduzir o contágio pelo coronavírus

Correio Braziliense – Iniciativa para comprar vacina parte do governo federal, alertam especialistas

Folha de S.Paulo – Anvisa concede certificado de boas práticas a fábricas ligadas à vacina da Pfizer contra Covid

Folha de S.Paulo – Veja quais países já começaram a vacinação contra a Covid-19

Folha de S.Paulo – Dividido, Senado vota se argentinas poderão abortar apenas pela própria vontade

Folha de S.Paulo – Servidores do STF dizem que exonerado por Fux não era o responsável por avisá-lo de pedido para Fiocruz

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Folha de S.Paulo – Cuba reduz entrada de viajantes de EUA, México e outros países após aumento de casos de Covid

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Folha de S.Paulo – Planeta está despreparado para pandemias futuras, que podem ser mais letais, diz OMS

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Folha de S.Paulo – Primeiros vacinados contra a Covid-19 no mundo

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O Estado de S.Paulo – Em meio a alta de casos, falta de leitos e equipes de saúde preocupam Europa

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O Estado de S.Paulo – Overdose de vacina leva profissionais de saúde alemães ao hospital

O Estado de S.Paulo – São Paulo já tem 11 milhões de doses da Coronavac mesmo antes da autorização da Anvisa

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O Estado de S.Paulo – Hospitais britânicos lutam por espaço enquanto os casos de vírus aumentam

O Estado de S.Paulo – Expectativa de vida no Brasil deve cair até dois anos por causa da covid-19

O Globo – Brasileiros vacinados em Portugal relatam alívio e ‘inveja’ de colegas na terra natal

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G1 – Anvisa certifica Pfizer, uma das responsáveis pela produção da vacina Pfizer/Biontech contra Covid-19

G1 – África do Sul volta a fechar bares e exige uso de máscaras para conter coronavírus

G1 – Bolsonaro diz que são os laboratórios que deveriam ter interesse em vender vacina para o Brasil e que nenhum ainda apresentou pedido para liberação na Anvisa

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