FARMÁCIAS E DROGARIAS DE TODO O PAÍS PODERÃO OFERECER VACINAÇÃO

//FARMÁCIAS E DROGARIAS DE TODO O PAÍS PODERÃO OFERECER VACINAÇÃO
Farmácias e drogarias de todo o País agora podem oferecer vacinação para os clientes. O serviço já era regulamentado em São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas, Amazonas, Pará e Brasília. Conforme o Estadão informou, por decisão colegiada tomada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias, a regra de imunização será estendida às demais unidades da federação. Haverá obrigatoriedade de registro das informações nos cartões de vacinação e possibilidade de emitir Certificados Internacionais de Vacinação. Nos locais de aplicação, deverá haver um responsável técnico e profissionais habilitados, com capacitação periódica. Esses espaços deverão ter ainda ambiente refrigerado para armazenar as vacinas e garantir cuidados no transporte e na estocagem. “Os estabelecimentos interessados devem estar inscritos no Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES). A medida é defendida pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), desde a aprovação da Lei 13.021/14, que rege as ações e serviços de assistência farmacêutica”, frisa a reportagem.

CFM amplia rol de médicos que podem diagnosticar morte encefálica

Uma resolução que será editada pelo Conselho Federal de Medicina muda o protocolo para o diagnóstico de morte encefálica, quando o cérebro deixa de funcionar antes de o coração parar. O Globo enfatiza que antes, uma das duas avaliações necessárias era feita obrigatoriamente por neurologista. Agora, poderá ser realizada por especialistas em neurocirurgia, medicina intensiva e medicina de emergência. Essa mudança, segundo a entidade, eleva cerca de 4,5 mil para 9,5 mil profissionais com capacitação para fazer os testes. “Além disso, o tempo para se abrir o protocolo de investigação da morte encefálica foi definido em seis horas, para maiores de 2 anos de idade. Esse é o prazo que o paciente deverá ser monitorado, mesmo que chegue a um hospital com evidências claras de paralisação da atividade cerebral. Na norma anterior, a investigação poderia ser iniciada a qualquer momento. Por outro lado, o CFM diminuiu o tempo mínimo entre a primeira avaliação e a segunda, que cai de seis horas para uma hora. Os parâmetros clínicos para se iniciar o protocolo de confirmação da morte encefálica foram mais bem definidos, segundo o CFM”, diz parte da resolução.

Revisão da Política Nacional de Saúde Mental provoca protestos

Proposta de reformulação da Política de Saúde Mental provocou polêmica entre entidades ligadas ao movimento antimanicomial. Os críticos garantem que a nova fórmula apresentada é uma maneira de injetar recursos no atendimento hospitalar, deixando em segundo plano o modelo de atendimento existente, baseado em uma rede e no atendimento ambulatorial e multidisciplinar. Uma minuta da portaria foi redigida pelo Ministério da Saúde, e está em processo de debate nos Conselhos Nacionais de Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. Pelo modelo, caso uma pessoa seja transferida de um hospital psiquiátrico para atendimento em rede, a vaga não será fechada. Ela será ocupada por outro paciente. Secretários estaduais e municipais questionados pelo Estadão afirmaram que o texto pode ser alterado até a votação, na quinta-feira 14. O Ministério da Saúde informou que a revisão da Política Nacional de Saúde Mental valorizará o planejamento adequado da rede de atenção aos pacientes. De acordo com a pasta, uma revisão será feita para a internação, “com prioridade para os casos agudos e mais críticos”.

Lenalidomida é incluída em controle especial

O Diário Oficial da União publicou, na terça-feira (12), a atualização do Anexo I da Portaria 344/98. É o que informa o portal da Anvisa. A norma descreve a lista de substâncias sujeitas a controle especial no Brasil, como entorpecentes e psicotrópicas. Com a atualização, a Lenalidomida está incluída na lista C3 do anexo da Portaria. Ou seja, a substância agora considerada como imunossupressora, sujeita à notificação de Receita Especial. A lenalidomida é uma substância nova para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário. Será indicada também para o tratamento de pacientes com anemia dependente de transfusões recorrentes decorrente de síndrome mielodisplásica (SMD) de risco baixo ou intermediário-1, associada à anormalidade citogenética de deleção 5q, com ou sem anormalidades citogenéticas adicionais. As regras para produção da substância e fabricação de medicamentos à base de Lenalidomida foram publicadas no DOU. Os requisitos estão estabelecidos na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 191/2017. Segundo o texto, a empresa detentora do registro do medicamento só distribuirá o produto, que será de dispensação exclusiva em unidades de assistência hospitalar ou equivalente, após a implementação de um programa de prevenção à gravidez aprovado pela Anvisa.

SAÚDE NA IMPRENSA

Ministério da Saúde – Santa Catarina sedia encontro da RET-SUS com Rede Federal EPCT

Ministério da Saúde – Nova data da 1ª CNVS é publicada no Diário Oficial da União

Ministério da Saúde – Mais Médicos: 8 mil profissionais brasileiros inscritos no novo edital

Ministério da Saúde – Oficinas discutem prevenção e tratamento de ISTs, HIV/Aids, hepatites virais e tuberculose na saúde indígena

Anvisa – Lenalidomida é incluída em controle especial

Anvisa – Rotulagem de alimentos entra em discussão na Anvisa

Anvisa – Farmácias poderão vacinar usuários

CNS – SUS e Democracia: Conselheiros de Saúdeparticipam de Congresso na Fiocruz

Fiocruz – Inscrições para o Mestrado em Epidemiologia em Saúde Pública se encerram nesta sexta-feira (15)

Fiocruz – Debate sobre a saúde do trabalhador no setor de Serviços acontece em (14)

ALESP – Comissão recebe o diretor da Faculdade de Medicina de Marília

ALESP – Hospital Universitário da USP é discutido em comissão

Câmara dos Deputados – Câmara aprova projeto que define atribuições de agentes comunitários de saúde

Câmara dos Deputados – Especialistas alertam para necessidade de diagnóstico preciso de alergia alimentar em crianças

Câmara dos Deputados – Cigarros eletrônicos são porta de entrada para o tabagismo, diz associação médica

Senado Federal – Movimento das Pessoas com Deficiência pede mudança no projeto do Estatuto da Segurança Privada

Correio Braziliense  – Cientistas descobrem que mão dominante é definida ainda no útero da mãe

Folha de S.Paulo – Nova política de saúde mental dará sobrevida a hospitais psiquiátricos

Folha de S.Paulo – Em livro, psicólogos usam ciência para explicar como meditação funciona

G1 – CNPEM e laboratórios estudam plantas brasileiras em busca de novos medicamentos

O Globo – Human Rights Watch pede que parlamentares rejeitem a ‘PEC do aborto’

O Globo – CFM amplia rol de médicos que podem diagnosticar morte encefálica

O Globo – Estudo mostra que dieta mediterrânea pode tratar a depressão

O Globo – ‘Se morrer não me aflige, sentir dor constante me gera pânico’, diz homem que fez testamento vital

O Globo – Bebê nascido com coração fora do peito sobrevive a cirurgia: ‘milagre’

O Estado de S.Paulo – Ponto a ponto: como é determinada a morte encefálica

O Estado de S.Paulo – Conselho altera diagnóstico de morte para acelerar sistema de transplantes

O Estado de S.Paulo – Revisão da Política Nacional de Saúde Mental provoca protestos

O Estado de S.Paulo – Cremerj decreta ‘estado de calamidade pública técnico’ na saúde do Rio

O Estado de S.Paulo – Farmácias e drogarias de todo o País poderão oferecer vacinação

O Estado de S.Paulo – Aposentada registra em papel como quer ser tratada no leito de morte

O Estado de S.Paulo – Medicamento diminui em mais da metade o risco de fraturas na osteoporose grave

Farmácias e drogarias de todo o País agora podem oferecer vacinação para os clientes. O serviço já era regulamentado em São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas, Amazonas, Pará e Brasília. Conforme o Estadão informou, por decisão colegiada tomada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias, a regra de imunização será estendida às demais unidades da federação. Haverá obrigatoriedade de registro das informações nos cartões de vacinação e possibilidade de emitir Certificados Internacionais de Vacinação. Nos locais de aplicação, deverá haver um responsável técnico e profissionais habilitados, com capacitação periódica. Esses espaços deverão ter ainda ambiente refrigerado para armazenar as vacinas e garantir cuidados no transporte e na estocagem. “Os estabelecimentos interessados devem estar inscritos no Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES). A medida é defendida pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), desde a aprovação da Lei 13.021/14, que rege as ações e serviços de assistência farmacêutica”, frisa a reportagem.

CFM amplia rol de médicos que podem diagnosticar morte encefálica

Uma resolução que será editada pelo Conselho Federal de Medicina muda o protocolo para o diagnóstico de morte encefálica, quando o cérebro deixa de funcionar antes de o coração parar. O Globo enfatiza que antes, uma das duas avaliações necessárias era feita obrigatoriamente por neurologista. Agora, poderá ser realizada por especialistas em neurocirurgia, medicina intensiva e medicina de emergência. Essa mudança, segundo a entidade, eleva cerca de 4,5 mil para 9,5 mil profissionais com capacitação para fazer os testes. “Além disso, o tempo para se abrir o protocolo de investigação da morte encefálica foi definido em seis horas, para maiores de 2 anos de idade. Esse é o prazo que o paciente deverá ser monitorado, mesmo que chegue a um hospital com evidências claras de paralisação da atividade cerebral. Na norma anterior, a investigação poderia ser iniciada a qualquer momento. Por outro lado, o CFM diminuiu o tempo mínimo entre a primeira avaliação e a segunda, que cai de seis horas para uma hora. Os parâmetros clínicos para se iniciar o protocolo de confirmação da morte encefálica foram mais bem definidos, segundo o CFM”, diz parte da resolução.

Revisão da Política Nacional de Saúde Mental provoca protestos

Proposta de reformulação da Política de Saúde Mental provocou polêmica entre entidades ligadas ao movimento antimanicomial. Os críticos garantem que a nova fórmula apresentada é uma maneira de injetar recursos no atendimento hospitalar, deixando em segundo plano o modelo de atendimento existente, baseado em uma rede e no atendimento ambulatorial e multidisciplinar. Uma minuta da portaria foi redigida pelo Ministério da Saúde, e está em processo de debate nos Conselhos Nacionais de Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. Pelo modelo, caso uma pessoa seja transferida de um hospital psiquiátrico para atendimento em rede, a vaga não será fechada. Ela será ocupada por outro paciente. Secretários estaduais e municipais questionados pelo Estadão afirmaram que o texto pode ser alterado até a votação, na quinta-feira 14. O Ministério da Saúde informou que a revisão da Política Nacional de Saúde Mental valorizará o planejamento adequado da rede de atenção aos pacientes. De acordo com a pasta, uma revisão será feita para a internação, “com prioridade para os casos agudos e mais críticos”.

Lenalidomida é incluída em controle especial

O Diário Oficial da União publicou, na terça-feira (12), a atualização do Anexo I da Portaria 344/98. É o que informa o portal da Anvisa. A norma descreve a lista de substâncias sujeitas a controle especial no Brasil, como entorpecentes e psicotrópicas. Com a atualização, a Lenalidomida está incluída na lista C3 do anexo da Portaria. Ou seja, a substância agora considerada como imunossupressora, sujeita à notificação de Receita Especial. A lenalidomida é uma substância nova para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário. Será indicada também para o tratamento de pacientes com anemia dependente de transfusões recorrentes decorrente de síndrome mielodisplásica (SMD) de risco baixo ou intermediário-1, associada à anormalidade citogenética de deleção 5q, com ou sem anormalidades citogenéticas adicionais. As regras para produção da substância e fabricação de medicamentos à base de Lenalidomida foram publicadas no DOU. Os requisitos estão estabelecidos na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 191/2017. Segundo o texto, a empresa detentora do registro do medicamento só distribuirá o produto, que será de dispensação exclusiva em unidades de assistência hospitalar ou equivalente, após a implementação de um programa de prevenção à gravidez aprovado pela Anvisa.

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Correio Braziliense  – Cientistas descobrem que mão dominante é definida ainda no útero da mãe

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O Globo – CFM amplia rol de médicos que podem diagnosticar morte encefálica

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O Globo – ‘Se morrer não me aflige, sentir dor constante me gera pânico’, diz homem que fez testamento vital

O Globo – Bebê nascido com coração fora do peito sobrevive a cirurgia: ‘milagre’

O Estado de S.Paulo – Ponto a ponto: como é determinada a morte encefálica

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