FARMACÊUTICAS DISCUTEM COMPARTILHAMENTO DE RISCO COM GOVERNO

//FARMACÊUTICAS DISCUTEM COMPARTILHAMENTO DE RISCO COM GOVERNO
A coluna Painel S.A. do jornal Folha de S. Paulo destacou que os prazos de aprovação da Anvisa tem caído drasticamente no Brasil, mas outros obstáculos ainda impedem que fabricantes de medicamentos complexos tenham uma maior presença no país, segundo Pascal Soriot, diretor-executivo global da AstraZeneca. Reduzir custos tem sido uma das apostas das farmacêuticas para aumentar sua presença na saúde pública. As companhias têm discutido em vários países, inclusive no Brasil, a adoção de contratos de risco compartilhado, em que precisam reembolsar o governo ou as seguradoras se não atingirem metas de tratamento, de acordo com executivo francês. Conforme o Soriot, o setor público é um interesse crescente a longo prazo. “Quando se pensa acesso, o setor público ainda é difícil, mas estamos olhando para isso. Há muito barulho no novo governo sobre modelos de risco compartilhado e é algo com o qual temos colaborado. Por exemplo, câncer, muitas vezes paga-se por um remédio e não se sabe se vai funcionar. Por ser um tratamento caro, se tratei um paciente e não funcionou, desperdicei dinheiro. Então pensamos em mecanismo de risco compartilhado, no qual pagamos um ressarcimento se não tiver efeito”.

Teste genético evita quimioterapia desnecessária em hospital de São Paulo

O uso de um teste genético em um hospital público de São Paulo evitou que 69,7% mulheres com câncer de mama em estágio inicial de um grupo de 111 pacientes recebessem quimioterapia sem necessidade. Conforme o jornal Folha de S. Paulo, os resultados são de um estudo inédito no país feito pelo grupo Fleury e o Hospital Pérola Byington, do governo paulista, divulgado no sábado (13) no congresso da Sociedade Brasileira de Mastologia. Hoje, a recomendação médica padrão é prescrever quimioterapia para todas as mulheres diagnosticadas com tumores de 1 cm ou mais por causa da dificuldade de prever se o câncer vai evoluir ou não de forma agressiva. No entanto, há uma década a literatura médica vem apontando que com a ajuda de testes genéticos, é seguro e efetivo evitar a quimio na maioria dos tumores iniciais de mama. Segundo Luiz Henrique Gebrim, diretor do hospital, a tendência é fazer com que o tratamento oncológico seja específico e não generalizado, como no caso de infecções em que se oferece antibiótico para todo mundo. O Pérola Byington atende cerca de mil novos de câncer de mama por ano. A indicação para o teste seria para mulheres com tumores iniciais, de até 3 cm, o que corresponderia a um universo de 40% das mulheres, ou seja, 400 mulheres por ano. Segundo Edgar Rizzatti, diretor-executivo médico e técnico do Grupo Fleury, “neste primeiro momento a prioridade é a continuidade dos estudos clínicos para atestar o benefício do teste na população brasileira”.

Plataformas online são redes de apoio valiosas para quem sofre com doenças

As redes sociais mudaram a forma como as pessoas se relacionam e, se por um lado trazem problemas e até dificuldades nas relações reais, por outro, podem ser um excelente canal de informações e ajuda. De acordo com o jornal Correio Braziliense, os grupos e portais que tratam sobre saúde são uma prova disso. Por meio do mundo virtual, pacientes de diversas síndromes, doenças e vírus, além de familiares que lidam com situações desafiadoras no dia a dia, se conectam e se tornam o maior apoio durante momentos difíceis. Foi em um grupo de WhatsApp que a enfermeira Lívia Gomes de Almeida Lopes Chagas, 34 anos, encontrou compreensão e acolhimento para desabafar sobre o dia a dia com os dois filhos autistas, Arthur, 7, e Miguel Lopes de Almeida, 1 ano e 7 meses. Foi em meio ao momento de dificuldade que a enfermeira descobriu o Berçário de Mães Azuis, um grupo de WhatsApp para mães que descobriram o TEA dos filhos há pouco tempo e ainda estão aprendendo a lidar com a nova situação familiar. Lá, as mães falam sobre os laudos dos filhos, fazem indicações de médicos, de tipos de terapias e de exercícios que podem ser realizados em casa com as crianças. Além desse lado mais técnico, há um forte suporte emocional, no qual sempre existe uma palavra amiga, até mesmo no meio da madrugada. “Às vezes, tem uma mãe com insônia, encontra outra on-line e as duas acabam se fazendo companhia”, conta Lívia. “Enviando vídeos, áudios, pedindo socorro, chorando e compartilhando os momentos de alegria e as peripécias das crianças, as mães se tornam íntimas e se compreendem como só iguais conseguem. Elas costumam se encontrar pessoalmente e se tornam grandes amigas, que se ajudam em todos os tipos de situações”, destaca a notícia.

Dois mil médicos cubanos continuam no País e sobrevivem na informalidade

Eles chegaram para trabalhar como médicos e agora são motoristas, ambulantes, faxineiros, criadores de peixes ornamentais e pedreiros. É o que informa o jornal O Estado de S. Paulo. Desde o fim do ano passado, quando o governo cubano rompeu o acordo de cooperação com o Brasil em uma reação a críticas do então presidente eleito Jair Bolsonaro, um grupo de 2 mil profissionais do Mais Médicos decidiu ficar, diante da promessa de que não ficariam desamparados. Mas até agora não há perspectiva de que eles voltem a exercer a Medicina. Niurka Valedez Perez Schneider foi uma das que resolveram permanecer. Acolhida pelo prefeito da cidade goiana de Cidade Ocidental, ela deixou o posto onde atuava e passou a trabalhar no hospital, numa atividade administrativa. Os cubanos acreditavam que teriam uma oportunidade de continuar no programa, criado pelo governo de Dilma Rousseff em 2013 para fixar médicos em áreas de difícil acesso, onde brasileiros não se interessavam em atuar. Em novembro, depois do rompimento, o então ministro da Saúde do governo Michel Temer, Gilberto Occhi, afirmou que os médicos cubanos interessados em permanecer no País receberiam assistência. “Fomos humilhados. Nossa vez nunca chegou”, comenta Niurka. A estimativa é de que cerca de 700 casaram-se com brasileiros e, por isso, têm permissão para trabalhar no País. Mas isso não vale para a Medicina. Estrangeiros que não estão no Mais Médicos somente podem exercê-la se validarem o diploma. “Enquanto uma solução não vem, o grupo resiste, pensa em novas formas de sustento e se organiza para cobrar respostas do governo federal”, informa o jornal.

SAÚDE NA IMPRENSA
Fiocruz – Banco de Leite Humano precisa de doações

Fiocruz – Fiocruz divulga a programação da Feira de Soluções para a Saúde

Fiocruz – Ciência aberta é tema da nova edição da Revista Fitos

Ministério da Saúde – Ministério da Saúde destina R$ 150 milhões para ampliar assistência em Goiás

Ministério da Saúde – MS e MDH debatem propostas do programa QUALISAÚDE-BRASIL

Ministério da Saúde – Ministro da Saúde participa de encontro sobre manejo e controle do Aedes aegypti em Campo Grande (MS)

SUS Conecta – Transtorno do Espectro Autista precisa de mais visibilidade, afirmam conselheiros de saúde

SUS Conecta – CNS recomenda que Ministério da Justiça revogue portaria que cria GT para redução do imposto sobre cigarros

SUS Conecta – CNS recomenda que órgãos públicos de controle defendam conselhos participativos

Alesp – Edna Macedo fala sobre hospitais estaduais

Alesp – Campanha em prol das pessoas com autismo

Alesp – Recursos para Santa Casa de Guariba

Alesp – Centro de Atendimento ao Surdo em Praia Grande

Câmara dos Deputados – Comissão vai discutir jornada de trabalho dos enfermeiros, técnicos e auxiliares

Câmara dos Deputados – Plenário pode votar MP que viabiliza empréstimos do FGTS para santas casas

Senado Federal – Senadores celebram regulamentação da Lei Brasileira de Inclusão

Senado Federal – Comissão fará duas audiências sobre MP que modifica lei de proteção de dados

Correio Braziliense – Avanços permitem tratamentos oncológicos mais eficazes e menos agressivos

Correio Braziliense – Superfungo causa graves infecções em pacientes com imunidade baixa

Correio Braziliense – Plataformas online são redes de apoio valiosas para quem sofre com doenças

Correio Braziliense – Cientistas criam nanomateriais que dão super-habilidades às plantas

Folha de S. Paulo – Janio de Freitas – Iniciativa para difusão de assistência médica país afora, Mais Médicos definha

Folha de S. Paulo – Como cuidar da sua casa para evitar alergias na mudança de estação

Folha de S. Paulo – Ronaldo Lemos – Quem vigia os vigilantes?

Folha de S. Paulo – Claudio Bernardes – Cidades também devem ser projetadas para os deficientes auditivos

Folha de S. Paulo – Governo avança em reestruturação e estuda rebatizar Mais Médicos de Médicos pelo Brasil

Folha de S. Paulo – Portadora de ELA em ‘Malhação’, Pally Siqueira fez diário para avanço da doença da personagem

Folha de S. Paulo – Teste genético evita quimioterapia desnecessária em hospital de SP

Folha de S. Paulo – Hélio Schwartsman – Nova política de drogas

Folha de S. Paulo – Painel S.A. – Farmacêuticas discutem compartilhamento de risco com governo

Folha de S. Paulo – Hélio Schwartsman – Mortes anunciadas

Folha de S. Paulo – ‘Me sinto culpado, não quero ser o único’, diz paciente curado do HIV

G1 – Hospital do Servidor Municipal de SP tem consultórios alagados, baratas em panela e centro cirúrgico interditado

G1 – Deixar de passar filtro solar ao redor dos olhos pode aumentar risco de câncer, diz estudo

G1 – OMS teme surtos de doenças infecciosas na Líbia, onde os conflitos já deixaram 75 mortos

G1 – Começar a se exercitar depois dos 40 anos reduz mortalidade em até 35%, aponta estudo

G1 – Conviver com cães diminui em mais de 30% o risco de morte e de ter doenças do coração, diz estudo

G1 – Casos de miopia aumentam sob alerta de que o estilo de vida das crianças tenha relação com a epidemia

G1 – Quadrilha que vendia vagas em cursos de medicina movimentou R$ 5 milhões em seis meses, diz polícia

G1 – Homem é picado por escorpião dentro da Santa Casa de Ribeirão Preto, SP

G1 – Drauzio Varella entrevista primeiro homem curado do vírus HIV

G1 – CBD, o canabidiol, vira febre nos Estados Unidos e gera polêmica

G1 – Vacina da gripe 2019: o que há de novo?

G1 – Menina com paralisia tem a vida ligada a tomadas e mãe vive angústia; ‘Se faltar luz, minha filha morre’

O Estado de S. Paulo – Vencer Limites – Pessoa com deficiência intelectual pode tomar decisões e defender seus direitos

O Estado de S. Paulo – Pacientes com Parkinson sofrem com falta de remédios na Venezuela

O Estado de S. Paulo – Criança autista motiva marca a criar boneco com sua condição

O Estado de S. Paulo – Vencer Limites – Decreto de Bolsonaro acaba com o Conade e mais 700 conselhos

O Estado de S. Paulo – Drones ainda devem dominar os céus, um voo de cada vez

O Estado de S. Paulo – A promessa e o perigo da biologia sintética

O Estado de S. Paulo – Buscando diversidade e inclusão na criação de novos emojis

O Estado de S. Paulo – Fausto Macedo – Síndrome de Burnout

O Estado de S. Paulo – Especialistas alertam sobre perigo de ‘carbofobia’ para adeptos de dietas para emagrecer

O Estado de S. Paulo – Cientistas israelenses apresentam coração impresso em 3D a partir de tecidos humanos

O Estado de S. Paulo – Após 3 anos, Davi Miguel volta dos EUA sem transplante e retoma tratamento no Brasil

O Estado de S. Paulo – Em SP, ‘bicos’ de médicos cubanos vão de balconista de farmácia a garçom

O Estado de S. Paulo – Dois mil médicos cubanos continuam no País e sobrevivem na informalidade

O Globo – Ambulatório da PUC-Rio amplia atendimento e oferece exames de sangue a preços populares

Zero Hora – Fiocruz desenvolve teste de zika mais barato e rápido

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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