Famasul e Bayer firmam parceria para oferecer treinamentos de boas práticas de pulverização

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Famasul e Bayer firmam parceria para oferecer treinamentos de boas práticas de pulverização

A Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) e a Bayer Brasil firmaram, nesta quinta-feira (2), em Campo Grande, uma parceria para oferecer treinamentos de boas práticas na aplicação de defensivos agrícolas. As capacitações, voltadas ao uso correto e seguro de produtos agrícolas serão desenvolvidas em todo o estado por meio do Senar/MS, publicou a CNA.  A assinatura do TCT (Termo de Cooperação Técnica) e a entrega de uma sala de treinamentos totalmente equipada com simuladores foram feitas pelo presidente do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni, pelo presidente da Bayer Crop Science América latina, Mauricio Rodrigues, e pela presidente Bayer Brasil, Malu Nachreiner. A iniciativa faz parte do programa “I2X Acerte – Boas Práticas de Aplicação”. “O programa só vem reforçar e coroar a parceria de tantos anos, confirmando o quão importante é o relacionamento e o vínculo entre as instituições. Do ponto de vista técnico, a parceria vai ampliar o entendimento e a profundidade da tecnologia, aumento do nível de conhecimento, melhor uso e máximo de produtividade”, ressaltou o presidente da Bayer América Latina, Mauricio Rodrigues.O objetivo é que o programa seja estendido aos municípios de atuação do Sistema Famasul. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Ex-ministros do Ambiente querem debater com Pacheco projetos de licenciamento ambiental e regularização fundiária

Nove ex-ministros de Meio Ambiente encaminharam pedido de audiência ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, e se disseram fortemente preocupados com a “aprovação iminente” nas comissões de Agricultura e de Meio Ambiente do Senado dos projetos de lei do licenciamento ambiental (PL 2159/21) e de regularização fundiária (PL 510/21). Segundo o Valor Econômico, os ex-ministros pedem reunião com Pacheco para “apresentar algumas reflexões e propostas que, certamente, poderão ajudar o Brasil a superar a gravíssima e vexatória situação de destruição da Amazônia” além do “aumento da violência e do descaso contra os povos indígenas e outras comunidades tradicionais que vivem na floresta.” Lembram que Pacheco foi o único chefe brasileiro de um poder nacional a participar da conferência sobre mudança do clima das Nações Unidas em Glasgow, em novembro, a COP26.A carta é assinada pelos ex-ministros de Meio Ambiente Carlos Minc, Edson Duarte, Gustavo Krause, Izabella Teixeira, José Carlos Carvalho, José Goldemberg, José Sarney Filho, Marina Silva e Rubens Ricupero. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Governo não crê em redução de patamar dos preços de biodiesel e reitera mistura menor

O governo avalia que não há expectativa de queda significativa do preço da soja no mercado internacional, mesmo que haja uma supersafra mundial da commodity a ponto de alterar o ’elevado patamar de preço do biodiesel’, disse o Ministério de Minas e Energia nesta quinta-feira (2), ao justificar novamente sua decisão de reduzir a mistura do biocombustível prevista para 2022, informou o Valor Econômico. A soja, principal item do agronegócio brasileiro, é também matéria-prima de cerca de 75% do biocombustível. Em nota, o Ministério de Minas e Energia respondeu às críticas recebidas do setor de biodiesel após ter anunciado no início da semana decisão de manter o teor de 10% de biodiesel no diesel para todo o ano de 2022, citando valores elevados do produto. ’A decisão visa proteger os interesses do consumidor quanto ao preço, qualidade e oferta dos produtos’, disse a pasta nesta quinta-feira (2). Na nota, o ministério disse ainda que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) reafirma a importância e o seu compromisso com a Política Nacional dos Biocombustíveis e que o mercado permanecerá monitorado permanentemente. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

CAE deve votar na terça-feira projeto com alternativas para conter alta dos combustíveis

A CAE deve retomar, na terça-feira (7), a votação do PL 1.472/2021, que propõe alternativas para conter a alta nos preços dos combustíveis. O projeto recebeu vista coletiva na terça-feira passada (30), informou a Agência Senado. Para o autor da proposta original, Rogerio Carvalho (PT-SE), a paridade internacional do preço (PPI) dos derivados de petróleo adotada pela Petrobras garante lucros exorbitantes a grandes acionistas da empresa, mas impacta pesadamente na inflação, e na consequente elevação da taxa de juros.  O PL 1472 determina que os preços internos praticados por produtores e importadores de gasolina, diesel e gás liquefeito de petróleo deverão ter como referência as cotações médias do mercado internacional, custos internos de produção e custos de importação, desde que aplicáveis. O projeto também determina que o Poder Executivo regulamente a utilização de bandas de preços com a finalidade de estabelecer limites na variação dos preços dos combustíveis, definindo a frequência de reajustes e os mecanismos de compensação. Este mecanismo determina um limite máximo para as variações dos valores do petróleo no varejo, evitando aumentos abruptos.

 

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