EXPECTATIVA DE SAFRA RECORDE IMPULSIONA O SETOR DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA

//EXPECTATIVA DE SAFRA RECORDE IMPULSIONA O SETOR DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA
O crescimento do agronegócio com a perspectiva de uma safra recorde reflete no desenvolvimento da aviação agrícola no mercado brasileiro. De acordo com o site da Farming Brasil, os fornecedores do setor estão atentos às oportunidades com o aumento da produção. A Embraer, por exemplo, que comercializa o avião Ipanema, especialmente desenvolvido para o agronegócio, prevê a comercialização de 15 a 20 aviões em 2017, contra três unidades vendidas em 2016. “Além da utilização clássica de aviões na aplicação direta, na pulverização de defensivos agrícolas para controle de pragas, o uso de aeronaves no agronegócio vem ganhando cada vez mais relevância com a modernização das técnicas de cultivo e a necessidade de mobilidade em tempos de mercados cada vez mais globalizados”, diz Shailon Ian, engenheiro aeronáutico formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e presidente da Vinci Aeronáutica. O especialista explica que a operação de um avião na atividade aeroagrícola é uma das mais desafiadoras da indústria.

Blairo Maggi prevê avanços na modernização dos processos de registro de defensivos agrícolas

Um diagnóstico detalhado, seguido de orientações para a modernização do sistema regulatório de defensivos agrícolas no Brasil, foi entregue na terça-feira (26) ao ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, pelo vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e pelo presidente da Câmara Temática de Insumos Agropecuários (CTIA), Júlio Cézar Busato, e pelo diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero. Conforme noticiou o portal da Abrapa, o dossiê é resultado de quase um ano de pesquisa e foi realizado por um Grupo de Trabalho (GT), designado no âmbito da CTIA, que espera que os dados levantados possam orientar a tomada de decisões pelo Governo Federal para desburocratizar o registro de produtos novos e genéricos para a defesa fitossanitária. De acordo com Maggi, de posse dos dados, o Mapa tem subsídios para promover mudanças mais acertadas na legislação, visando a desburocratização dos processos, que hoje consomem em torno de oito anos para o registro de um produto novo, e de seis, para um genérico. Na reunião, também estava presente o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luís Eduardo Rangel. Segundo o site Notícias Agrícolas, a cada ano, 400 novos pedidos de registro são protocolados no sistema pelas empresas fabricantes. Em 2016, desse total, apenas 277 foram registrados, sendo que, destes, somente cinco são produtos novos. De acordo com Júlio Busato, o estudo é um raio x do setor, e tem como foco os gargalos que fazem com que o Brasil perca competitividade ante os seus concorrentes, e comprometem a renda do produtor rural.

Do pasto à nuvem, no ritmo da tecnologia

O percurso de 40 quilômetros de estrada de chão entre a porteira até a sede da fazenda Fortaleza do Guaporé já dá uma demonstração das dimensões envolvidas. Maior que o município de São José do Rio Preto (SP), a propriedade, que conta com balsa e 220 quilômetros de estradas, torna-se cada vez mais digital. Comandada por Paulo Tripoloni, sócio da empreiteira paranaense Sanches Tripoloni, a fazenda está adotando um sistema de gestão incomum na pecuária do país. Conforme o Valor Econômico, em implementação, um software monitora, individualmente, o perfil dos fornecedores de bezerros e o peso do rebanho de 25 mil cabeças. Diariamente, o consumo de ração dos animais confinados no sistema de engorda intensiva são enviados para a internet – e os dados são armazenados na nuvem. “Com o acompanhamento digital dos dados de produtividade, Tripoloni acredita que o rebanho da Fortaleza do Guaporé pode mais do que dobrar, para 70 mil cabeças. Em busca desse objetivo, o empresário está ampliando a estrutura de confinamento, que atualmente pode abrigar 13 mil cabeças de gado de uma vez só. O confinamento da fazenda, que conta com cochos cobertos para evitar as perdas de ração nas chuvas, terá capacidade estática para cerca de 18 mil bovinos no próximo ano”, afirma parte da reportagem.

No Norte do país, pecuária começa a reagir após baque da crise da JBS

“O tufão está diminuindo”. Mesmo vindas de um funcionário da JBS, as palavras representam bem o sentimento de pecuaristas da região Norte do país. Há dois meses, o clima no Acre e em Rondônia era de muita preocupação, e poucos confiavam que a empresa honraria compromissos. Aos poucos, no entanto, a percepção está mudando e muitos já torcem abertamente pela normalização de seus abates, o que aparentemente está em curso. Em todo o Brasil, os abates semanais já estão perto dos 27 mil bois diários – 135 mil por semana, apurou o Valor Econômico. Segundo fontes que conhecem as operações da empresa, ainda não é o ideal. Para voltar à normalidade, a JBS teria de abater 180 mil bois por semana, ou 30 mil animais por dia, incluindo os sábados, informa a reportagem do Valor.

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