Europeus temem volta da Peste Suína Africana (PSA)  

//Europeus temem volta da Peste Suína Africana (PSA)  
Nesta terça-feira (28), o portal AgroLink divulgou que, os suinocultores europeus estão temendo a volta da Peste Suína Africana (PSA) no continente, depois que ela voltou a se manifestar na Ásia, segundo informou o portal especializado suinoculturaindustrial.com.br. Nesse momento, a doença tem gerado enormes problemas econômicos, sobretudo na Polônia. “O problema mereceu uma nova abordagem por parte do governo da Polônia. Entre as medidas contempladas está o abate de 90% dos javalis no país. Atualmente a lei permite o uso de silenciadores e, se necessário, o envolvimento do exército. No início deste ano, foram mortos na região cerca de dois mil javalis”, indicou o portal. No entanto, outros produtores de suínos criticam a falta de uma resposta atempada na limpeza das florestas.”As carcaças dos javalis não são destruídas rapidamente, ficam lá muito tempo, as autoridades só fazem algumas recolhas três ou quatro dias depois. Isso deixa os produtores locais, como eu, realmente zangados. Antes do surto da doença, tínhamos cerca de 2000 criadores de suínos no nosso distrito, hoje são apenas uns 600.”, afirmou um suinocultor. Nesse cenário, o portal acredita que a suinocultura europeia pode estar em risco. “Para manter a espécie e a peste suína africana fora da Alemanha, às regiões aceleraram a construção de uma cerca. A estrutura terá 130 quilômetros e visa proteger a fronteira com a região da Saxônia. Mesmo debaixo de tempestade, a construção não para. Todos sabem o que está em jogo: basta um único caso de peste suína africana no território alemão para o país ser proibido de exportar para a China”, completa o suinoculturaindustria.com.br.

Animais silvestres continuam sendo consumidos na Indonésia

A pandemia de coronavírus cresce sem cessar em muitos países e mesmo com o alerta de diversos líderes mundiais e cientistas sobre os riscos do comércio de animais silvestres, China, Vietnã e Indonésia continuam a matar, vender e consumir animais silvestres, especialmente morcegos, informou o portal Anda nesta terça-feira (28). Em Wuhan, cidade chinesa considerada o ponto zero do coronavírus, os mercados úmidos voltaram a funcionar logo após o afrouxamento da quarentena. Diversas imagens denunciam que na Indonésia também há intensa comercialização de morcegos, ratos e outros animais em grandes feiras. Um comerciante indonésio afirma que no país a pandemia de Covid-19 não afetou a venda de animais silvestres e que sempre há turistas interessados em experimentar carnes e comidas exóticas. No local também é possível encontrar cães e gatos à venda para consumo. Segundo informações do Clarín, o comerciante disse ainda que cada morcego custa em torno de US$ 4 (cerca de R$22) e em dias comuns, ele vende até 60 animais, mas em temporadas de férias, esse número pode chegar a 600. Não há informação sobre a origem destes animais. Especialistas acreditam que o novo coronavírus se originou em Wuhan, na China, e sugerem que o surgimento do vírus tem ligação estreita com o consumo de morcegos, que são tradicionalmente comidos em sopas em diversos restaurantes da cidade e do país. Após serem comprados, os morcegos já mortos têm suas glândulas removidas e são grelhados os queimados para a remoção dos pelos. Depois desse processo, são fatiados e misturados a um caldo com legumes e ervas para serem consumidos. O prato é oferecido a turistas como uma iguaria. O risco de disseminação de vírus da vida selvagem para os seres humanos está intrinsecamente ligado ao aumento de contato entre as pessoas. A afirmação é o resultado de uma pesquisa realidade pela Dra. Christine Kreuder Johnson, pesquisadora e professora da UC Davis. Segundo o estudo, quase metade das novas doenças que saltaram de animais para humanos após 1940 pode ser atribuída a mudanças no uso da terra, agricultura ou caça à vida selvagem. Entre os exemplos citados estão SARS, Ebola, Nilo Ocidental, Lyme e MERS. A pesquisidora acredita que há mais de 10 mil vírus transmitidos de animais para seres humanos. A única maneira de de impedir que novas pandemias explodam é estabelecer relações mais gentis e amigáveis com o meio ambiente e com nossos companheiros de existência: os animais.

Marfrig intensifica venda de carne do Brasil aos EUA após fechamentos por Covid-19

A Marfrig Global Foods retomou, nesta segunda-feira (27), as vendas de carne bovina in natura do Brasil aos Estados Unidos, após a reabertura do mercado norte-americano ao produto brasileiro, com uma intensificação na demanda em meio aos fechamentos de frigoríficos naquele país por causa do coronavírus, disse o diretor-presidente da companhia à Reuters, Miguel Gularte. Segundo a Folha de S.Paulo o mercado norte-americano foi reaberto para aquisição da proteína in natura dos brasileiros em fevereiro deste ano, após uma interrupção nas exportações ocorrida em 2017 por questões sanitárias, e os primeiros embarques após longo período devem ocorrer neste mês, afirmou Gularte. Segundo o executivo, um aumento das compras dos EUA foi identificado primeiramente nas unidades da Marfrig na Argentina e Uruguai. “Nos últimos 15 dias foi notado isso no Brasil”, disse o executivo, sem detalhar volumes. Com a reabertura do mercado norte-americano à carne bovina in natura do Brasil, maior exportador global da proteína, a empresa já tinha estratégia de retomar embarques aos EUA, mas a demanda pelo produto brasileiro foi intensificada após recentes fechamentos de frigoríficos nos EUA, devido a casos de coronavírus entre os funcionários. É a combinação destes dois fatores”, ressaltou. A própria Marfrig viu unidade de sua controlada nos EUA, a National Beef, ter atividade suspensa em função do coronavírus. A rival JBS USA também sofreu com o fechamento de um frigorífico de bovinos, enquanto outras empresas, como a Tyson Foods e a JBS, tiveram fábricas de suínos fechadas devido ao Covid-19. A planta da National Beef, localizada em Iowa, voltou a funcionar na última semana. O presidente da Marfrig afirmou que a unidade de Iowa, que ficou fechada desde o início de março, é a menor entre as três unidades mantidas pela companhia no país e, por isso, o impacto para as operações da empresa foi limitado. A capacidade de abate total das unidades da National Beef é de 13 mil cabeças por dia, e a fábrica que teve a suspensão temporária das operações abate 1.100 cabeças por dia. Passada esta paralisação, Gularte afirmou que, até o momento, não há mais nenhuma suspensão de atividades prevista. Pelo contrário, as operações da Marfrig na América do Norte estão em sinergia com as da América do Sul, o que favorece o comércio de carnes entre as duas regiões. “Estamos vivendo uma sinergia operacional na prática, onde temos uma operação robusta como a da National… e isso é uma vantagem competitiva muito grande.” Neste contexto, a proteína bovina é importada da América do Sul para complementar a oferta de matéria-prima que será processada para atender a demanda local. “As carnes brasileira, uruguaia e argentina são usadas para complementar um mix de produtos feitos pelos americanos… como os hambúrgueres.” No Brasil, as exportações representam 72% das vendas da Marfrig, enquanto o mercado interno fica com 28%. Na Argentina, as exportações respondem por 78% das vendas da empresa e, no Uruguai, a 93%.

Habilitação de embarcações para exportação de pescado à União Europeia pode ser feita on-line

O portal Mapa destacou nesta terça-feira (28) que, a habilitação de embarcações pesqueiras para fornecimento de matéria-prima para o processamento industrial de produtos da pesca destinados à União Europeia já pode ser feita on-line, por meio do portal Gov.br. A habilitação é feita pela Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura. A solicitação pode ser feita por qualquer cidadão, pessoa física ou jurídica, que se enquadre como responsável por embarcação pesqueira ou técnico responsável, de acordo com a IN 57/2019. Após o cumprimento de todas as etapas e, estando em plena conformidade com os requisitos da norma, o solicitante receberá o Certificado Oficial de Conformidade da Embarcação Pesqueira em via digital. Demais informações relacionadas ao programa de Controle Oficial de Conformidade de critérios higiênico-sanitários em embarcações pesqueiras de produção primária e de congelamento via salmoura atuantes na cadeia produtiva de produtos de pescado destinados à UE, estão disponíveis no site do Ministério da Agricultura. Segundo a Secretaria de Aquicultura e Pesca, as exportações de pescado e produtos de pescado nacionais à União Europeia continuam suspensas e, para que seja pleiteada a avaliação de reabertura deste mercado, é necessária a devida implementação do programa de Controle. Para tanto, é fundamental a manifestação de empresas, armadores e representantes do setor que tenham interesse em exportar para a União Europeia, solicitando a habilitação de embarcações pesqueiras conforme os requisitos da IN nº 57/2019.

NA IMPRENSA
Folha de S.Paulo – Treinar cachorro para fazer xixi em casa exige persistência, diz especialista

Folha de S.Paulo – Marfrig intensifica venda de carne do Brasil aos EUA após fechamentos por Covid-19

Folha de S.Paulo – Imagens de dois pinguins viúvos que se consolam com carícias emociona o mundo

STF – STF decide que é inconstitucional suspensão de OAB de advogado inadimplente

Valor Econômico – Acionistas da BRF aprovam reeleição de Pedro Parente

Valor Econômico – JBS fecha planta de bovinos em Wisconsin por causa do coronavírus

Mapa – Habilitação de embarcações para exportação de pescado à União Europeia pode ser feita on-line

Embrapa – Embrapa Suínos e Aves faz live sobre covid-19 e produção de suínos e aves

AgroLink – Produtor pode ter prejuízo com o mercado de leite spot

AgroLink – Europeus temem volta da PSA

AgroLink – Boi gordo: frigoríficos fora das compras e preços estáveis

AgroLink – Especulação aumentando no mercado de reposição

AgroLink – Menor movimentação no mercado do couro verde, mas preços estão estáveis

G1 – Prefeitura de Muriaé amplia serviço de castração animal

G1 – Adoções de animais em abrigos reduzem durante pandemia da Covid-19 em Fortaleza

G1 – Gato-do-mato-pequeno, animal ameaçado de extinção, é flagrado em reserva ambiental no RJ; VÍDEO

G1 – Cachorros e cavalos se comunicam com expressões faciais durante brincadeiras, aponta estudo

G1 – Família adota cadela durante isolamento social e dá nome de Quarentena

G1 – Cães de guarda são flagrados com sinais de maus-tratos dentro de creche recém-inaugurada

G1 – Onça-parda encontrada dentro de casa retorna à natureza no Norte de SC; VÍDEO

Anda – Adoção de animais continua crescendo durante pandemia nos EUA

Anda – ONG faz transmissões ao vivo nas redes sociais em prol da adoção de animais

Anda – Jaguatirica morre após ser atropelada em rodovia no interior de SP

Anda – Adoção de animais reduz 41% no Centro de Zoonoses de Americana (SP)

Anda – Doce e amorosa, doberman encanta e diverte bebê

Anda – Gatos pretos são mortos e cozidos para falso tratamento contra a Covid-19

Anda – Animais silvestres continuam sendo consumidos na Indonésia

Anda – Estudo mapeia condições de bem-estar animal em abrigos

Anda – Canguru é salvo após ser atingido com uma flecha

SBA – Mercado do boi gordo em Mato Grosso com alta no volume de vendas via balcão, aponta Imea

SBA – Mercado de reposição: especulação pode aquecer negociações a curto prazo

SBA – Preços dos ovos registram queda

SBA – Mercado de couro verde estável durante a semana

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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