Estudo federal para desobrigar uso de máscara só deve sair em novembro

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Estudo federal para desobrigar uso de máscara só deve sair em novembro

Quatro meses após o presidente Jair Bolsonaro cobrar do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, um estudo para desobrigar o uso de máscaras no País, a pasta ainda não conseguiu chegar a um parecer para embasar a decisão. A conclusão da análise, prevista inicialmente para este mês, foi adiada para novembro. O presidente pediu ao ministro para que o item de proteção deixe de ser cobrado. Segundo destaca o Estado de S. Paulo, a primeira a abandonar o item de proteção, porém, foi Duque de Caxias (RJ), onde desde terça-feira as pessoas não precisam mais sair às ruas com o equipamento. O prefeito justificou a medida pelo avanço da vacinação. O estudo encomendado por Bolsonaro está sob responsabilidade do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit), da Saúde, que encomendou a análise ao Núcleo de Ensino e Pesquisa em Saúde Baseada em Evidências e Avaliação de Tecnologias em Saúde (NEPSbeats), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo o setor, os pesquisadores estão fazendo uma “revisão sistemática” sobre outros estudos e reunindo artigos científicos a respeito. O objetivo, informou o ministério, é “identificar, avaliar sistematicamente e sumarizar as evidências disponíveis sobre a eficácia e a segurança do uso de máscaras faciais médicas e não médicas, em ambientes abertos ou fechados, para imunizados (vacinados e/ou convalescentes) para a covid-19”. Serão levados em conta os seguintes critérios: população de vacinados e convalescentes, uso de máscaras de qualquer tipo, em ambientes abertos e fechados, comparação e desfechos relevantes. “Por exemplo: reduz transmissão? Reduz o número de novos casos? Reduz hospitalizações?”, afirma a Saúde. De acordo com o setor, o estudo não vai definir se o uso de máscara será obrigatório ou não. O levantamento vai subsidiar a tomada de decisão do Ministério da Saúde. Para acessar a matéria completa, clique aqui

Molnupiravir será testado em voluntários de seis Estados brasileiros

O medicamento oral molnupiravir vai começar a ser testado em fase 3 no Brasil, informou o Estado de S. Paulo. Dados iniciais obtidos em estudos internacionais apontaram uma eficácia de 50% de redução de risco de hospitalização e morte pela covid-19 após o uso do remédio. A substância tem por objetivo atuar para que o vírus não se multiplique no corpo, evitando o agravamento dos quadros de pessoas infectadas. A avaliação de uso do molnupiravir se dará por meio de profilaxia pós-exposição (PEP), ou seja, quando indivíduos estão expostos ao vírus porque moram com alguém infectado comprovadamente, por exemplo, e tenham algum sintoma de covid-19. Os testes vão ocorrer de modo duplo-cego, isto é, sem que o pesquisador e o paciente saibam se receberam o medicamento ou placebo. Por se tratar de um estudo multicêntrico, ou seja, em diversas instituições do País, a fim de ter uma abrangência representativa da população, a pesquisa será feita em centros de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Amazonas, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, com os dois últimos sob responsabilidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).O ensaio vai envolver 1.300 participantes, a partir de 18 anos, que vão receber molnupiravir ou placebo, por via oral, a cada 12 horas por cinco dias. Os voluntários não foram vacinados ou receberam apenas uma dose. Devem morar com uma pessoa infectada e apresentar ao menos um sintoma de covid-19, como febre, tosse, ou perda do paladar ou do olfato. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Pfizer faz estudo em massa de vacina contra covid em cidade do Paraná

A Pfizer informou nesta quarta-feira, 6, que vai estudar a efetividade de seu imunizante contra a covid-19 vacinando toda a população com mais de 12 anos de Toledo, cidade com 143 mil habitantes que fica localizada no interior do Paraná. O estudo recebe apoio do Plano Nacional de Imunização (PNI) e de autoridades locais de saúde, informou o Estado de S. Paulo. A Pfizer, que desenvolveu a vacina anticovid com a parceira alemã BioNTech, disse que o objetivo é estudar a transmissão do coronavírus em um “cenário da vida real”, com a população completamente vacinada.  Pesquisador do Hospital Moinhos de Vento de Porto Alegre que participa do estudo, Regis Goulart explicou que o objetivo é validar a eficácia e segurança no mundo real da vacina vista em testes clínicos. O estudo observacional também proporcionará uma oportunidade de fazer monitoramento de longo prazo por até um ano dos participantes, ajudando a responder a questões persistentes, como a duração da proteção da vacina contra covid-19 e novas variantes do vírus, disse Goulart.  Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Parlamentares defendem acesso a medicamentos para doenças respiratórias graves

Diante das dificuldades enfrentadas pelos portadores de doenças respiratórias graves, o Congresso corre para montar uma frente parlamentar que terá como missão garantir o acesso da população a medicamentos, alguns comercializados a preços elevados. A missão está sendo capitaneada pelo deputado Pedro Westphalen (PP-RS), informou o Correio Braziliense. Na avaliação do parlamentar, no atual cenário, torna-se imperioso a criação de um espaço institucional para debater de forma produtiva e propositiva, as necessidades, desafios e propostas das comunidades de pacientes, familiares, pesquisadores e profissionais de saúde ligados às doenças pulmonares graves, garantindo, assim, o desenvolvimento de políticas púbicas de saúde adequadas para milhões de brasileiros. Para o deputado, o parlamento deu respostas muito boas durante a pandemia do novo coronavírus. O Congresso tomou a frente para criar as condições à compra das vacinas que estão sendo fundamentais no enfrentamento da pandemia. Agora, o foco está nas doenças respiratórias graves. O que é muito bem-visto pelo diretor de Política Públicas e Advocacy do Instituto Unidos Pela Vida, Cristiano Oliveira. Ele tem um filho com fibrose cística, doença rara que atinge um em cada 10 mil pessoas nascidas vivas. Segundo ele, quanto mais fácil for o acesso aos tratamentos, mais vidas serão salvas.Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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