‘Está funcionando’, diz Bolsonaro sobre ministro da Saúde interino há 75 dias

//‘Está funcionando’, diz Bolsonaro sobre ministro da Saúde interino há 75 dias
Jair Bolsonaro afirmou que a gestão da pandemia feita pelo Ministério da Saúde “está funcionando” e que o general Eduardo Pazuello, que comanda a pasta, está fazendo “um excelente trabalho”. Conforme reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, em sua transmissão semanal nas redes sociais, o presidente afirmou que vê muita gente questionando se Pazuello deveria ser substituído já que não tem formação médica. O presidente rebateu as críticas: “Tivemos um primeiro médico lá, olha a desgraça que foi”, afirmou ele em relação ao ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, que saiu do cargo após uma série de embates com o presidente sobre a estratégia de condução da pandemia. “O segundo foi muito rápido, o garoto lá, o segundo ministro foi muito rápido”, afirmou Bolsonaro sobre o ex-ministro Nelson Teich. Também médico, Teich deixou a pasta após embates com o presidente e depois de sofrer pressão por ampliar a prescrição de hidroxicloroquina para combater a covid-19. “Tenho nada a falar sobre ele, tenho até que agradecer a colaboração que ele nos deu, o Teich, por um pequeno período de tempo”, concluiu Bolsonaro. Já sobre Pazuello, que ocupa o posto interinamente há 75 dias, Bolsonaro disse que o general está realizando “um excepcional trabalho”. “Ele tem atendido quase tudo, não só recursos como meios; alguns prefeitos têm pedido a hidroxicloroquina e ele tem feito rapidamente chegar lá, então está funcionando”, afirmou o presidente. Bolsonaro também ressaltou que o número de militares em postos do ministério não é tão grande, se comparado ao contingente total da pasta. “São mais de cinco mil funcionários no Ministério da Saúde aqui em Brasília, ele levou 15 militares para lá, é a equipe dele, pô, coincidência”, disse. Segundo dados do consórcio de imprensa, o Brasil contabilizou nesta quinta-feira 1.189 mortes e 58.271 novas infecções de coronavírus.

Gastos para enfrentar Covid-19 devem fazer dívida pública bater recorde, diz secretário de Fazenda

Os gastos do setor público para o enfrentamento da pandemia podem resultar em um déficit primário de R$ 812,2 bilhões neste ano, o que corresponde a 11,3% do Produto Interno Bruto (PIB), resultado mais alto já registrado pela série histórica de acompanhamento do índice. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior, aos integrantes da comissão mista que avalia os impactos financeiros da Covid-19. Segundo a Agência Câmara as estimativas do Ministério da Economia levam em conta uma queda de 4,7% do PIB em 2020. Nesse cenário, segundo o secretário, só o governo central terá uma dívida bruta correspondente a 94,7% da soma das riquezas do País, bem maior do que a de 2019, que foi de 75,8%. Waldery espera, no entanto, que o impacto na economia seja contido até o final do ano. Integrantes da equipe econômica do governo detalharam aos parlamentares os prognósticos de gastos relacionados à pandemia. As despesas devem chegar a R$ 505 bilhões. Destes, R$ 254 bilhões correspondem ao pagamento do auxílio emergencial de R$ 600. Outras despesas relevantes são relativas ao benefício emergencial de manutenção do emprego e renda (R$ 51,6 bilhões) e a programas de apoio a empresas (cerca de R$ 70 bilhões). O secretário especial de Fazenda destacou também a ajuda financeira a estados e municípios, que deve somar R$ 60, 2 bilhões até o final do ano. Metade do dinheiro já foi repassado. Também foi feita uma complementação de R$ 16 bilhões para os fundos de participação dos estados e dos municípios (FPE e FPM). Do lado das receitas, ressaltaram os técnicos, o governo federal deve perder R$ 14,1 bilhões por causa da suspensão da arrecadação do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) em operações de crédito e R$ 3,2 bilhões pela redução das alíquotas de importação de produtos hospitalares. No total, a estimativa é um impacto de R$ 526 bilhões no resultado primário (diferença entre receitas e despesas primárias) em 2020. Durante a audiência pública, os parlamentares questionaram a equipe econômica sobre a baixa execução orçamentária, já que só metade das despesas estimadas para combater o novo coronavírus foi efetivamente paga. O secretário lembrou que a quantia prevista gastos é alta, cinco vezes maior do que as despesas discricionárias de todos os ministérios. Deputados e senadores também perguntaram Waldery sobre expectativa de índices de desemprego, de investimentos privados e dificuldades das empresas de acesso ao crédito. O relator da comissão mista, deputado Francisco Jr. (PSD-GO), expressou preocupação com o futuro das contas públicas, referindo-se particularmente às reformas econômicas estruturais. O secretário especial de Fazenda colocou as reformas entre as prioridades para recuperar a economia no pós-coronavírus. Entre as matérias consideradas prioritárias, ele citou a reforma tributária; o novo pacto federativo; políticas de privatizações e concessões; e marcos legais de infraestrutura como um todo (petróleo, gás, ferrovias, cabotagem, por exemplo). O secretário também foi questionado pelos parlamentares sobre a manutenção do teto de gastos em meio às dificuldades financeiras provocadas pela pandemia, mas afirmou que não há intenção de revisão da medida, que ele classificou como âncora fiscal importante.

Três métodos aumentam eficácia dos tratamentos oncológicos

Os tratamentos oncológicos vêm evoluindo nos últimos anos por meio de três novos métodos: imunoterapia, terapia-alvo e terapia genética, destacou o Valor Econômico nesta sexta-feira (31). Enquanto a terapia genética, por seu custo elevado, ainda é inviável para a maioria dos pacientes, a injeção de anticorpos tem se desenvolvido rapidamente. Já a terapia-alvo age por meio de medicamentos direcionados às moléculas específicas das células tumorais. Maria Del Pilar Estevez Diz, diretora de corpo clínico do Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp), diz que a busca por um tratamento mais localizado visa aumentar a eficiência e reduzir efeitos colaterais. O tratamento com imunoterapia trouxe respostas para cânceres para os quais havia pouca alternativa – melanoma, pulmão, renal -, mas não é indicado para todos os tipos de câncer. Rodrigo Munhoz, vice-presidente para ensino da oncologia da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), explica que o grande salto na imunoterapia moderna veio graças ao conhecimento de proteínas do tumor que agem como freio do sistema imunológico. A descoberta deu aos imunologistas James Allison, dos EUA, e Tasuku Honjo, do Japão, o Prêmio Nobel de Medicina em 2018. “A primeira droga com esse conceito foi aprovada em 2011, para tratamento de melanoma (câncer de pele)”, conta Munhoz. Gustavo Mendes Lima Santos, gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), informa que o primeiro imunoterápico aprovado no Brasil foi o Yervoy (ipilimumabe), da Bristol-Myers Squibb, em 2012. A Anvisa vem reduzindo o tempo de aprovação, especialmente a partir de 2017; e hoje há dez imunoterápicos aprovados para o tratamento de melanoma, câncer de pulmão, bexiga, rins, cabeça e pescoço; além de linfomas de Hodgkin. Como os imunoterápicos são injetáveis, estão obrigatoriamente cobertos pelos planos de saúde, segundo determina a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Para a saúde pública, a boa nova é o parecer favorável da Conitec, em julho, para que dois imunoterápicos sejam incorporados ao SUS: o nivolumabe e o pembrolizumabe, indicados para tratamento do melanoma metastático e produzidos pela Bristol-Myers e pela MSD, respectivamente. Segundo Márcia Abadi, diretora médica executiva da MSD no Brasil, além do câncer de pele o Keytruda (pembrolizumabe), também é indicado para o tratamento de câncer de pulmão de células não pequenas; urotelial; gástrico; esofágico; renal; linfoma de Hodgkin clássico; e de cabeça e pescoço. A Sanofi Genzyme desenvolve tratamentos oncológicos em quatro áreas: cânceres de pele, de mama e de pulmão e onco-hematologia. Dos 87 projetos de P&D em andamento globalmente pela empresa, 31 são focados em oncologia. A Merck e a Pfizer também se uniram na produção de imunoterápicos e anunciam a aprovação no Brasil da combinação dos medicamentos Bavencio (avelumabe) e Inlyta (axitinibe) para o tratamento de pacientes adultos com carcinoma de células renais avançado. O remédio é aprovado também para tratar câncer de pele e de bexiga. “A primeira aprovação para o avelumabe foi em 2018, para um tipo raro de câncer de pele de células de Merkel, um tumor aparentemente inocente, mas de alta mortalidade. Caso os portadores tivessem metástase, 100% morriam um ano depois. Dentre os que fizeram uso do Avelumabe, 33% estavam vivos dois anos depois”, observa Luiz Magno, diretor médico da Merck Brasil. A terapia-alvo é outra vertente de inovação. Em dezembro, a Takeda obteve a aprovação do Evobrig (brigatinibe), terapia oral desenvolvida para atingir e inibir uma mutação genética (ALK) no câncer metastático de pulmão. Com o medicamento, há um aumento de sobrevida livre de progressão de 16 meses. O Projeto de Lei 6.330/2019, aprovado no Senado, prevê que, após o registro na Anvisa, medicamentos orais sejam automaticamente oferecidos pelos planos de saúde.

Vendas de ivermectina em junho de 2020 superam as de todo 2019 

Só no mês de junho, o mercado farmacêutico vendeu cerca de 8,6 milhões de caixas de ivermectina, informou a Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (31). Isso representa uma variação percentual de 1222% se comparado às 650 mil vendidas no mesmo mês de 2019. O volume de junho de 2020 é maior que as vendas somadas de todo ano de 2019, de cerca de 8,2 milhões de caixas. Em 2020, o total já ultrapassou 16,8 milhões. Os dados são da consultoria especializada em saúde IQVIA, em levantamento disponibilizado pelo Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos) e pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Entre os meses de 2020 a maior variação ocorreu de março a abril —de 820 mil caixas para dois milhões, aumento de 149%—, mas continuou subindo nos meses seguintes: 82% de abril a maio, e 132% de maio a junho. Só no mês de junho, o mercado farmacêutico vendeu cerca de 8,6 milhões de caixas de ivermectina. Isso representa uma variação percentual de 1222% se comparado às 650 mil vendidas no mesmo mês de 2019. O volume de junho de 2020 é maior que as vendas somadas de todo ano de 2019, de cerca de 8,2 milhões de caixas. Em 2020, o total já ultrapassou 16,8 milhões. Os dados são da consultoria especializada em saúde IQVIA, em levantamento disponibilizado pelo Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos) e pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Entre os meses de 2020 a maior variação ocorreu de março a abril —de 820 mil caixas para dois milhões, aumento de 149%—, mas continuou subindo nos meses seguintes: 82% de abril a maio, e 132% de maio a junho. Pacientes se mostram confusos sobre a necessidade de tomar o medicamento. A advogada Márcia Faelli, 59, foi ao cardiologista para um exame de rotina com a filha no final de abril e voltou com receita para ivermectina contra a Covid-19. Inicialmente, o médico recomendou a posologia contida na bula, mas num exame de retorno, um mês depois, mudou a dose para um comprimido por semana ao longo de sete semanas. Nesse momento, Faelli não encontrou o medicamento em farmácias de Campinas (SP), onde mora, e desistiu de tomar o remédio. “Conversei com meu filho, que discordava de tomarmos o medicamento, li artigos. A dose única nós temos o costume de tomar todo ano, mas a ideia de tomar um por semana me deixou meio ressabiada”, diz. Em isolamento, ela diz que não mudou de comportamento quando tomou o vermífugo. Uma amiga, em áudio pelo WhatsApp, contou que foi ao médico que a tratou de um câncer e escutou que não precisava ter tomado a ivermectina de forma preventiva. “Não sei porque estão receitando, não há qualquer evidência científica de que seja eficaz”, afirma Sandra Farsky, vice-presidente da ABCF (Associação Brasileira de Ciências Farmacêuticas). Nos cinco primeiros meses de 2020, a prescrição médica da ivermectina aumentou 1.921% em comparação com o mesmo período de 2019, segundo levantamento do CFF. O presidente do Conselho, Walter da Silva Jorge João, avalia como positiva a resolução da Anvisa publicada no dia 23 de julho aumentando o controle sobre a compra do medicamento. “Essa busca por remédios [contra a Covid-19] é uma demonstração clara de como o medo está influenciando ainda mais o hábito que já existia na população brasileira de se automedicar”, diz Silva.

SAÚDE NA IMPRENSA

Agência Câmara – Gastos para enfrentar Covid-19 devem fazer dívida pública bater recorde, diz secretário de Fazenda

Agência Senado – Comissão Mista da Reforma Tributária retoma trabalhos nesta sexta-feira

Agência Senado – Aprovado crédito extraordinário para Presidência da República e três ministérios

Agência Senado – Senado aprova MP que destina R$ 2 billhões para o Ministério da Saúde

Folha de S.Paulo – Sem acordo assinado com Oxford, Bolsonaro ironiza vacina chinesa contra Covid-19

Folha de S.Paulo – OMS chama guru de Barack Obama para combater atitudes ‘espalha-vírus’

Folha de S.Paulo – Ovo faz mal?

Folha de S.Paulo – Vendas de ivermectina em junho de 2020 superam as de todo 2019

Folha de S.Paulo – Deputado questiona critérios para escolha de amiga de Pazuello para chefiar ministério em PE

Folha de S.Paulo – Bolsonaro pode estar certo

Folha de S.Paulo – Deputado do PT acusa ministro da Saúde de cometer crime de responsabilidade

Folha de S.Paulo – Corrida por vacina para Covid-19 se dá em momento de pouca cooperação internacional

Folha de S.Paulo – Desinformação circula nas redes disfarçada de ciência durante pandemia

Folha de S.Paulo – Surto misterioso de coronavírus pega Vietnã de surpresa

Folha de S.Paulo – Os tipos de ignorância na Covid

O Estado de S.Paulo – Vacina contra covid-19: o que já se sabe sobre desenvolvimento e testes com humanos

O Estado de S.Paulo – Ruas cheias em SP enquanto Brasil passa de 2,6 milhões de casos

O Estado de S.Paulo – EUA fecham acordo de US$ 2,1 bilhões por vacinas contra covid-19 da Sanofi e GSK

O Estado de S.Paulo – Temendo derrota, governo de Hong Kong adia eleição citando coronavírus

O Estado de S.Paulo – Embraer discute segundo plano de demissão voluntária durante a pandemia

O Estado de S.Paulo – Dá para pegar covid-19 duas vezes? Entenda o que já se sabe sobre reinfecção

O Estado de S.Paulo – MP 927/2020 perde validade, mas Decreto Legislativo pode regulamentar situações pré-estabelecidas com base nas regras transitórias

O Estado de S.Paulo – Tóquio registra recorde diário de novos casos de covid-19

O Estado de S.Paulo – Países nórdicos relutam em usar máscara contra pandemia

O Estado de S.Paulo – A importância do SUS

O Estado de S.Paulo – ‘Está funcionando’, diz Bolsonaro sobre ministro da Saúde interino há 75 dias

O Estado de S.Paulo – Estudo da Unicamp avalia impactos neurológicos da covid-19 a longo prazo

O Estado de S.Paulo – EUA fecham acordo de US$ 2,1 bilhões por vacinas contra covid-19 da Sanofi e GSK

O Estado de S.Paulo – Pfizer e BioNTech vão fornecer ao Japão 120 milhões de doses da vacina contra covid-19 

BR Político – Saúde contabiliza mais 1.129 mortes por covid-19

BR Político – BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

BR Político – Governo federal tem transparência pior que quase todos os estados na pandemia

O Globo – Em investigação suspensa por Toffoli, PF liga atuação de Serra na saúde a possíveis benefícios para Qualicorp

O Globo – ‘Ó a desgraça que foi’, diz Bolsonaro sobre gestão Mandetta na Saúde

O Globo – Após repercussão negativa, governo exonera indicado do centrão para coordenação de Saúde Bucal

O Globo – Crise na saúde: um terço das ambulâncias do Samu está inoperante no Rio por falta de profissionais e de manutenção

O Globo – Gráfico animado mostra evolução da mortalidade por Covid-19 nos estados

G1 – Reino Unido culpa população por novo surto de Covid-19 e impõe medidas de emergência

G1 – De mofo no pulmão a infecção no coração: sequelas da covid-19 ameaçam ‘recuperados’

G1 – Fiocruz alerta para possível segunda onda de Covid-19 no Rio, no Ceará e no Maranhão; no Brasil, ‘situação não está tranquila’, diz pesquisador

G1 – OMS desaconselha ventilador em local público fechado por causa de risco transmissão da Covid-19

G1 – ‘Pode acontecer com você’: o que levou pacientes de covid-19 a transplante duplo de pulmão

G1 – Novo coronavírus pode ter ficado por até 70 anos em circulação silenciosa entre os morcegos, aponta estudo

G1 – Governo federal fica em penúltimo lugar em ranking de transparência em contratações emergenciais durante pandemia, atrás de estados e prefeituras

G1 – Instituto Butantan cria drive-thru de testes de Covid-19 em shopping na Zona Sul de SP

G1 – AztraZeneca está protegida de processos por efeitos colaterais de vacina contra Covid-19, diz executivo

G1 – Empresa obtém aprovação para testar medicamento de anticorpos para Covid-19 no Reino Unido

ANS – Vigitel da Saúde Suplementar 2018 está disponível

ANS – ANS realiza a 531ª Reunião de Diretoria Colegiada

Anvisa – Testes de Covid-19: zerada fila de pedidos de registro

Anvisa – Esclarecimento: receitas de medicamentos controlados

Agência Brasil – Rio de Janeiro tem 150 mortes em 24 horas por covid-19

Agência Brasil – Um em cada três testes RT-PCR feitos em SP dá positivo para covid-19

Agência Brasil – Covas confirma que vai despejar famílias na região da Cracolândia

Agência Brasil – Aplicativo ajudará a rastrear contatos de infectados com covid-19

Agência Brasil – Covid-19: Brasil chega a 2,6 milhões de casos e 91,2 mil mortes

Agência Saúde – Aplicativo Coronavírus-SUS vai alertar contatos próximos de pacientes com Covid-19

Agência Saúde – EpiSUS completa 20 anos capacitando profissionais de saúde

Agência Saúde – Projetos do Pronon e Pronas/PCD poderão ser suspensos durante a pandemia de Covid-10

Agência Saúde – Covid-19: Brasil registra 1.824.095 casos de pessoas curadas

Agência Saúde – Ministério da Saúde destina mais R$ 15,7 milhões às secretarias de Saúde

Agência Saúde – Saúde amplia apoio psicológico a profissionais de serviços essenciais

Agência Saúde – Já chegaram ao Brasil 400 ventiladores pulmonares doados pelos EUA

Agência Saúde – Brasil tem 11.302 de leitos de UTI habilitados exclusivamente para Covid-19

Valor Econômico – Congresso não criará impostos nem permitirá descumprir teto de gastos, afirma Maia

Valor Econômico – China aumenta restrições em Xinjiang para controlar novo surto de covid-19

Valor Econômico – Análise de dados e IA melhoram avaliação e abordagem médica

Valor Econômico – Três métodos aumentam eficácia dos tratamentos oncológicos

Correio Braziliense – Casos de covid continuam a crescer, diz monitor da Sala de Situação da UnB

Correio Braziliense – Estudo da Unicamp avalia impactos neurológicos da covid-19 a longo prazo

______________________
O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

No comments yet.

Leave a comment

Your email address will not be published.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Translate »