Embraer dobra vendas de avião agrícola este ano, chegando a 50 aeronaves

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Embraer dobra vendas de avião agrícola este ano, chegando a 50 aeronaves

A Embraer anunciou nesta sexta-feira, 1.º, que a sua divisão de aviação agrícola encerrou setembro com um acumulado de 50 aeronaves Ipanema EMB-203 vendidas no ano, o que representa crescimento de 100% em relação ao total registrado em todo o ano de 2020. Como destaca o Estado de S. Paulo, segundo a companhia, o aumento dos pedidos é reflexo do desempenho favorável do agronegócio brasileiro e da confiança dos produtores e empresas aeroagrícolas em antecipar a demanda de 2022, que já responde por 30% das novas encomendas. De acordo com a Embraer, o protagonismo desse modelo na agricultura moderna combina alta tecnologia e tradição de uma aeronave que evolui para atender aos requisitos de alta produtividade e baixo custo operacional, quando comparado a outros tipos de pulverizadores. A empresa informou ainda que setembro também marcou a entrega da centésima aeronave do modelo 203, versão atual da tradicional família Ipanema. O Ipanema desde 2005 é movido a etanol, o que o tornou o primeiro avião da Embraer certificado e produzido em série para voar com energia renovável. Segundo a empresa, a aeronave é líder de mercado no segmento de pulverização aérea, com 60% de participação nacional e quase 1.500 unidades entregues.

Presidente discute preço dos combustíveis com Câmara e Economia

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse, nesta sexta (1º), que vai passar o final de semana em tratativas para buscar soluções para reduzir o preço dos combustíveis, informou a Agência Brasil. Lira se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, para debater o tema, bem como as pautas da agenda econômica. O presidente da Câmara foi recebido no Palácio da Alvorada, na manhã desta sexta-feira em encontro que não constava da agenda oficial do presidente Jair Bolsonaro. Na quarta-feira (28), Lira disse que vem discutido com líderes da base do governo propostas que busquem melhorar a composição de preços dos combustíveis. Segundo ele, a iniciativa visaria conter os aumentos e manter os preços mais estáveis diante das variações do dólar e do barril do petróleo. Entre as propostas em discussão, estão a criação de um fundo e uma proposta de unificação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre os combustíveis. Lira lembrou que a Câmara aprovou nesta semana proposta que reduz o preço do botijão de gás para famílias com baixa renda, por meio do programa Gás Social. A proposta ainda precisa ser votada pelo Senado, antes de ser sancionada ou vetada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Comissão aprova proposta que regulamenta produção e comércio de insumos biológicos

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que regulamenta a produção, a comercialização e o uso de bioinsumos na agricultura e silvicultura, inclusive pelos produtores rurais nas suas propriedades, para uso próprio, informou a Agência Câmara. O objetivo da proposta é regular a atividade, que hoje não possui um marco legal.O texto do relator foi negociado com o governo e o setor produtivo. A nova versão amplia o escopo do projeto, para incluir também a importação, exportação e comercialização dos bioinsumos. O texto original prioriza a produção pelos próprios fazendeiros. A regulamentação dos bioinsumos aplica-se tanto ao sistema de cultivo convencional como o orgânico. Os produtos estarão dispensados de receituário agronômico e a dispensa da receita constará do rótulo. O texto define as regras para os estabelecimentos que produzam ou importem bioinsumos com fins comerciais. Eles serão obrigados a se registrar no Ministério da Agricultura e desenvolver programas de autocontrole de produção. Os produtos deverão ter registro, à exceção dos produzidos exclusivamente para uso próprio, além de os insetos e ácaros destinados ao controle biológico da plantação.Os produtores terão autorização para produzir bioinsumos para consumo próprio e as biofábricas poderão ser instaladas sem necessidade de licenciamento ambiental, desde que o imóvel esteja regular ou em regularização. A comercialização dos produtos, no entanto, é proibida. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Apagão de contêineres no Brasil só vai ter fim no segundo semestre de 2022

A falta generalizada de contêineres nos portos brasileiros, situação que tem atrasado em vários dias a exportação da indústria e do agronegócio e multiplicado o preço do frete, não é um efeito passageiro e ainda vai se arrastar por um longo período, com impacto direto na balança comercial e na inflação, publicou o Estado de S. Paulo. Especialistas do setor portuário e representantes de empresas de contêineres avaliam que a situação tende a apresentar alguma melhora no início do ano que vem, mas que só vai normalizar, efetivamente, no segundo semestre de 2022. O estrangulamento do setor deve-se, basicamente, aos efeitos que a pandemia da covid-19 causou em todo o mundo, retraindo operações logísticas com a paralisação ou redução de quase todas as atividades.A Confederação Nacional da Indústria (CNI), alerta sobre algumas particularidades brasileiras que ajudam a agravar os efeitos da crise global para o transporte. A primeira é que a posição brasileira no comércio internacional de contêineres tem pouca relevância e responde por apenas 1% dos contêineres movimentados globalmente. Isso significa que o País está fora das principais rotas de navegação. Paralelamente, o Brasil também apresenta desbalanceamentos em determinados fluxos de carga (importa mais mercadorias conteinerizadas do que exporta), além do problema crônico de ter baixa eficiência aduaneira portuária. A reportagem questionou o Ministério da Infraestrutura sobre eventuais medidas que possam ser tomadas para resolver o problema. Por meio de nota, a Pasta declarou, basicamente, que não há muito o que fazer, porque se trata de uma limitação de mercado internacional. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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