É preciso implementar de vez o Código Florestal na Amazônia, diz ministra da Agricultura

//É preciso implementar de vez o Código Florestal na Amazônia, diz ministra da Agricultura
No momento em que o Brasil é criticado por sua política ambiental, a ministra Tereza Cristina (Agricultura) defende que a implementação efetiva do Código Florestal pode ajudar a reduzir o desmatamento na floresta amazônica. A medida, aprovada em 2012, define as áreas que devem ter a vegetação conservada e as que podem ser usadas para agricultura e pecuária, com a previsão de punições para o proprietário da terra em caso de infrações. Em entrevista à Folha de S.Paulo, neste domingo (16), a ministra disse ainda não acreditar que a exportação brasileira poderá ser afetada por uma eventual vitória do democrata Joe Biden nos Estados Unidos sobre o presidente Donald Trump. Para ela, a relação institucional entre os dois países deve ser mantida. Segundo a ministra “a safra atual já foi vendida e está sendo escoada. A safra do ano que vem também já foi, em boa parte, vendida. Estou falando de grãos, basicamente, soja e milho. A do ano que vem está muito bem encaminhada, e já tem gente fazendo fechamento de preço futuro de 2022 no algodão, na soja e no milho”. “Nós estamos vivendo um momento diferente. Além da pandemia do novo coronavírus, a gente tem muitas variáveis que podem afetar [as exportações]. Não tem muito lugar para comprar esse volume de que o mundo precisa hoje. Se os Estados Unidos vão vender mais para a China, a gente vende para algum lugar para o qual ele deixará de vender. Mercado é uma coisa ágil. Hoje, o agricultor conhece o mercado. Nós temos já previsão de um volume maior para o ano que vem”. Ainda de acordo com a ministra, “sempre tem outro fornecedor. Estou dizendo que o volume que Estados Unidos e Brasil produzem é muito significativo em relação a outros países. Onde você vai buscar soja quando pensa em soja? Nos Estados Unidos e no Brasil. A nossa soja tem vantagens comparativas que outros países não têm por causa do nosso clima. O Brasil é muito importante, e a China pode ter, se essa teoria prevalecer, um problema em um primeiro momento. Mas mercado é mercado, se ajusta”.

Ministra apresenta oportunidades de investimentos no agro brasileiro a empresas estrangeiras

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) se reuniu na última sexta-feira (14), por videoconferência, com membros do Business Council for International Understanding (BCIU).  Segundo o Mapa além de apresentar o cenário atual do agronegócio brasileiro, a ministra falou sobre as oportunidades de investimentos no setor. A ministra comentou que, mesmo em meio às crises globais na saúde pública e na economia, o setor agropecuário vem se destacando, com números recordes de safra de grãos e aumento nas exportações. Segundo ela, o Brasil desenvolveu um modelo de agricultura tropical baseado no desenvolvimento tecnológico e em um arcabouço legal sólido. “Estamos trabalhando para que o Brasil seja o principal fornecedor de alimentos no mundo, garantindo a segurança alimentar global com sustentabilidade e sanidade”, disse Tereza Cristina. Sobre novos instrumentos e finanças verdes, a ministra lembrou a Lei 13.986/2020, que moderniza a política de financiamento do agronegócio brasileiro, desburocratizando o acesso do produtor rural ao crédito e abrindo novas possibilidades de captação de recursos. Ela também falou sobre o memorando de entendimentos com a Climate Bonds Initiative (CBI), para intensificar o segmento das finanças verdes no Brasil.  As oportunidades de investimentos em infraestrutura também foram apresentadas pela ministra. Ela lembrou que para o período 2020 a 2022, estão previstos investimentos de US$ 8,7 bilhões para obras de infraestrutura em portos, rodovias, ferrovias e hidrovias com grande impacto no setor agropecuário. “O Brasil espera de vários parceiros no mundo investimentos em infraestrutura, principalmente de logística, para apoiar a agricultura brasileira”. A BCIU é uma organização apartidária que trabalha para expandir o mercado e o comércio internacional. Auxilia as 200 empresas associadas a se engajarem internacionalmente e facilitando relacionamentos mutuamente benéficos entre líderes empresariais e governamentais em todo o mundo. Tereza Cristina lembrou que o Brasil desenvolveu um modelo de agricultura tropical baseado no desenvolvimento tecnológico e em um arcabouço legal sólido, modelo que permitiu ao país tornar-se um dos principais atores globais do agronegócio, preservando 66% de seu território nacional com vegetação nativa. “Para que nossa agenda de trabalho com foco em sustentabilidade se concretize, precisaremos de investimentos estrangeiros e parcerias tecnológicas”. Segundo a ministra, a produção brasileira deve crescer 40% até 2050, combinada com uma meta de redução das emissões de gases de efeito estufa de 40% frente aos níveis atuais. As prioridades estratégicas do Mapa para a sustentabilidade da agropecuária brasileira são pautadas em três pilares: regularização fundiária e ambiental; Incentivo à disseminação de tecnologias agrícolas tropicais; e Inclusão produtiva para geração de renda. “Estamos trabalhando muito para garantir a expansão da nossa produção de forma sustentável”, disse a ministra, acrescentando que o combate ao desmatamento ilegal é uma prioridade do governo Bolsonaro.

Agronegócio ajudou a segurar PIB durante a pandemia, diz ministra

Com safra recorde de grãos e aumento nas exportações, o agronegócio brasileiro foi essencial para segurar a atividade econômica durante a pandemia do novo coronavírus, disse na última sexta-feira (14) a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, programa da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ela destacou a safra recorde deste ano e o Plano Safra como elementos que fizeram o setor crescer, enquanto o restante da economia sofria nos últimos meses. “O agronegócio foi o motor da economia e conseguiu não deixar nosso PIB [Produto Interno Bruto] cair [mais que o previsto]. Foi gerador de riquezas para o mercado interno, para as exportações e para o emprego. O agro brasileiro não deixou de empregar. Alguns setores até aumentaram o emprego durante este período difícil da pandemia”, ressaltou. De acordo com o Valor Econômico Tereza Cristina atribuiu a safra recorde de grãos 2019/2020, estimada em 253 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ao investimento em pesquisa e desenvolvimento e à boa chuva na maior parte dos estados no início do ano. Segundo ela, a articulação com o Ministério da Infraestrutura, no início da pandemia, foi essencial para impedir problemas de logística e evitar desabastecimentos. “Nós precisávamos organizar o abastecimento do nosso mercado interno e também não descumprir os contratos internacionais. O ministro Tarcísio [de Freitas], da Infraestrutura, foi fundamental porque a colheita não pode esperar. O produto precisa ser colhido naquele momento e tivemos um problema de logística e de cuidado com as pessoas nessa pandemia. Montamos um grupo, fizemos um planejamento e, até agora, tudo tem dado certo”, declarou. A ministra ressaltou que as exportações do agronegócio cresceram 10% no primeiro semestre, em relação aos seis primeiros meses de 2019, e totalizaram US$ 61 bilhões. “O Brasil é o celeiro do mundo. Alimentamos nossos 212 milhões de habitantes e exportamos para alimentar mais de 1 bilhão de pessoas no mundo.” Para Tereza Cristina, a abertura de novos mercados foi imprescindível para manter o crescimento das vendas externas e diversificar a pauta, reduzindo a dependência da soja e das carnes. Segundo ela, o Brasil passou a exportar alimentos para 51 novos mercados apenas em 2020 como resultado de negociações com parceiros comerciais. Desde 2019, 89 novos mercados foram abertos para o agronegócio brasileiro.

Curso de drones do Senar-MT se destaca na capacitação de mão de obra na área tecnológica

A tecnologia está presente no campo de diversas maneiras e tem sido uma importante aliada do produtor rural. Acompanhando essa evolução, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) tem disponibilizado em seu portfólio diversos treinamentos voltados para capacitação de mão de obra na área tecnológica. O curso de drones é um exemplo dessa inovação, destacou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) neste sábado (15). Ofertado pelo Senar-MT em parceria com os sindicatos rurais, o treinamento de Operação e manutenção de aeronave remotamente pilotada – Drone – asa rotativa, tem carga horária de 24 horas e o objetivo de ensinar o participante como realizar a operação de uma aeronave remotamente pilotada. Outro curso é o de Operação de aeronave remotamente pilotada – Drone – e sensoriamento remoto com carga horária de 40 horas. É uma continuação do treinamento de 24 horas e tem o objetivo de mostrar como se faz a operação e manutenção básica de aeronave remotamente pilotada – RPA/DRONE – entendendo a aplicação do sensoriamento remoto. Estudante de Engenharia da Computação, Mailon Bruno Pedri de Campo, viu no curso de drone a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos adquiridos em paralelo com o seu curso de graduação. “Meu interesse pelo treinamento foi pela novidade da área, que ainda carecia de profissionais capacitados. Além de apresentar conteúdos da área que eu já estudo”. Morador do município de Carlinda, Mailon, acredita que o curso é essencial para a região. “Apresentando essa ferramenta para os produtores rurais, abrirá um leque de possibilidades de utilização”. Mailon conta ainda, que está desenvolvendo um software para a utilização de drones na região. “Estou trabalhando em parceria com outro participante do curso.  A ideia é utilizar o drone para contabilizar rebanhos em propriedades locais”. Para o instrutor credenciado junto ao Senar-MT, Paulo Roberto Filho, a tecnologia dos drones já está consolidada no mercado, mas o déficit é justamente no investimento humano. “Existem vários casos de empresas rurais que compraram um RPA e não está em uso, pois não houve investimento na mão de obra qualificada.”

NA IMPRENSA

Folha de S.Paulo – É preciso implementar de vez o Código Florestal na Amazônia, diz ministra da Agricultura

Folha de S.Paulo – Estudo indica união da ferrovia com o agronegócio para desenvolver o país

O Estado de S.Paulo – Ourofino entra no mercado de defensivos de café e citros 

O Estado de S.Paulo – As teorias conspiratórias e o meio ambiente

G1 – De onde vem o que eu como: líderes na produção de hortaliças e frutas, agricultores familiares usam a internet para manter a atividade na pandemia

G1 – Entrega da declaração do imposto sobre a propriedade rural começa nesta segunda

G1 – Produção agropecuária no Paraná bate recorde ao atingir R$ 97,7 bilhões em 2019, diz governo

G1 – Economista fala sobre o bom momento da agropecuária no Brasil

G1 – Queimadas no pantanal de MS destroem plantações de ribeirinhos e vegetação nativa

lValor Econômico – Agronegócio ajudou a segurar PIB durante a pandemia, diz ministra

Valor Econômico – Brasil volta a ser o maior fornecedor de açúcar à China

Valor Econômico – CTC se prepara para um forte crescimento de seus negócios

Valor Econômico – SLC muda o foco e passa a apostar em áreas de produção já maduras

Valor Econômico – Em meio à crise política, estatal Belaruskali enfrenta greve e corte na produção de potássio

Valor Econômico – Setor produtivo de biodiesel negocia com ANP retomada de leilão suspenso

Valor Econômico – Brasil vai acionar OMC contra decisão das Filipinas de suspender importação de frango do país

Valor Econômico – Brasil poderá zerar tarifa de etanol americano se EUA isentarem açúcar brasileiro, diz ministério

Valor Econômico – ANP nega pedido da Aprobio e mantém anulação de leilão de biodiesel

Valor Econômico – Commodities: Agrícolas passam por correção e caem em Nova York

CNA – Boletim CNA destaca derrubada dos vetos a artigos da Lei do Agro

CNA – Senar Goiás amplia Assistência Técnica e Gerencial para produtores rurais

CNA – Faes inicia atendimento para Declaração do Imposto Territorial Rural

CNA – Ceará se destaca com a Assistência Técnica e Gerencial no programa AGRONORDESTE

CNA – Faculdade CNA debate agro brasileiro no 1º encontro online de 2020

CNA – Crianças aprovam live na fazenda sobre produção de alimentos

CNA – Curso de drones do Senar-MT se destaca na capacitação de mão de obra na área tecnológica

MAPA – Ministra apresenta oportunidades de investimentos no agro brasileiro a empresas estrangeiras

MAPA – Mapa alerta sobre perigos de recebimento de pacotes de sementes não solicitadas

MAPA – Aberta consulta pública para formulação da Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual

Embrapa – Saiba diferenciar os sintomas do oídio e da antracnose em cajueiro

Embrapa – Publicação avalia eficiência de fungicidas para controle da ferrugem da soja

Embrapa – Como as abelhas escolhem quem será a próxima rainha?

Embrapa – Seminário na internet aborda produção orgânica de banana

Embrapa – Famílias descobrem aptidão para apicultura no Semiárido

Agrolink – SC libera três cultivos de moluscos

Agrolink – PR: governo entrega tratores e equipamentos agrícolas a municípios

Agrolink – Área plantada de soja tem alta de 1 milhão de hectares, diz consultoria

Agrolink – Sinalizações do Algodoeira Segura concluídas; beneficiamento prossegue em MG

Agrolink – Relatório anual pode mostrar a realidade amazônica para o mundo

Agrolink – Famílias descobrem aptidão para apicultura no Semiárido

Agrolink – Preços da mandioca com poucas oscilações

Agrolink – Reunião discuti sobre novo Programa de Residência Profissional Agrícola

Agrolink – Live vai discutir impactos da pandemia nas estratégias do agronegócio

Agrolink – Alerta sobre perigos de sementes não solicitadas

Agrolink – Agricultura regenerativa é um absurdo, diz cientista

Agrolink – Reunião virtual discute e valida zoneamento para sorgo e milheto em estados do NE

Agrolink – Ferramenta permite controle da produção e venda

Agrolink – Registrado primeiro herbicida para controle de algodão tiguera
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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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