Dia da Suinocultura é celebrado com aumento no consumo e exportações recorde

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Chegou a vez da carne suína. No sábado (24) será celebrado o dia da Suinocultura no País. Apesar de ser a carne mais consumida do mundo, no Brasil a proteína do porco por muito tempo foi vista com preconceito, pela ideia de ter origem de um animal considerado “sujo, gordo e transmissor de doenças”. Mas não há razão para a má-fama que o porco tem no País, a julgar pela qualidade e minucioso controle sanitário deste alimento por aqui. A boa notícia é que este preconceito é cada vez menor e a proteína está fazendo parte da alimentação dos brasileiros. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o brasileiro consome, em média, 16,86 quilos de proteína por ano. De julho de 2020 a janeiro deste ano, as compras de carne suína nos supermercados brasileiros cresceram 80%, aponta a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS). “O brasileiro tem hábito da carne bovina e de frango, contudo, estamos cada vez mais cientes da qualidade da proteína suína e do quanto ela é saudável. A tendência é de mais crescimento”, avalia o médico-veterinário Odemilson Mossero, presidente eleito do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) e presidente da Comissão de Saúde Animal da entidade. As exportações da carne de porco in natura e processada também se destacam. O Brasil é o quarto principal país produtor de carne suína do mundo e o envio aos mercados externos chegou a somar 351,8 mil toneladas entre janeiro e abril de 2021. O resultado equivale a uma alta de 25,3% em relação ao mesmo período do ano passado, conforme a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O zootecnista Celso Carrer, presidente da Comissão de Zootecnia e Ensino do CRMV-SP, lembra que o bom momento nas exportações também foi alavancado pela forte demanda na China. “O país ainda se recupera dos episódios sanitários que levaram ao abate de grande parte de seu rebanho e aos preços competitivos da carne suína com base na desvalorização do real frente às moedas fortes”, explica.

 

Centrais de inseminação buscam genética da Conexão Delta G

 

A contratação de touros por centrais de inseminação vem sendo uma ferramenta importante para a difusão do melhoramento genético na pecuária. Os resultados obtidos nos índices de seleção atraem estas empresas difusoras de genética para que possam partilhar o trabalho genômico desenvolvido pelos selecionadores. Os associados da Conexão Delta G contam atualmente com 31 exemplares das raças Hereford e Braford em centrais pelo Brasil. Os animais contratados pelas empresas de genética fazem parte das baterias de touros gerando este compartilhamento do trabalho que vem sendo desenvolvido pela entidade. De acordo com o presidente do Conselho Técnico da Conexão Delta G, Bernardo Pötter, todas as principais centrais do país contam atualmente com algum exemplar que disponibiliza a genética trabalhada dentro da entidade. “A Conexão tem 31 touros e tem outros touros jovens recém contratados que deverão logo estar nas centrais. Todas demonstram interesse em animais da nossa genética”, ressalta. Pötter também reforça que todos os anos novos exemplares surgem no mercado, com novas linhagens superiores às de gerações anteriores. “Essas novas gerações muitas já superam as mais antigas e são colocadas no mercado. Além de disponibilizar genética de alto valor, estamos sempre renovando esta genética”, complementa.

 

Vacinação contra Influenza Equina garante qualidade de vida aos animais no inverno

 

As doenças respiratórias em equinos preocupam criadores e veterinários porque comprometem a qualidade de vida dos animais. “Uma das enfermidades que mais assustam é a Influenza Equina porque apresenta alta morbidade e é facilmente transmitida para outros equinos. Ao menor sinal de problemas respiratórios, como cansaço e fadiga, é preciso isolar o equino e chamar um médico veterinário. Somente o profissional indica o tratamento correto”, diz o médico veterinário Thales Vechiato, gerente de produto de Grandes Animais da Syntec do Brasil. O Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo reconhece que a maioria dos atendimentos prestados a equinos durante o inverno corresponde a problemas respiratórios. A Influenza Equina é altamente contagiosa. Ela afeta as vias aéreas superiores e apresenta alta morbidade. A boa notícia é que, quando tratada de maneira rápida e eficaz, apresenta baixa mortalidade. Ela está mais presente em equinos com idade abaixo de dois anos, animais transportados por longas distâncias e aqueles confinados em ambientes de pouca ventilação. Os principais sintomas são: febre por um a três dias, tosse seca e rouca, inapetência, apatia e depressão, corrimento nasal seromucoso e mucopurulento com contaminação bacteriana secundária originando quadros de pneumonias. O tratamento é feito à base de antibióticos e anti-inflamatórios, além do isolamento dos animais doentes. “Para animais atletas, recomenda-se o retorno às práticas esportivas após três meses de tratamento completo dos sintomas”, informa o especialista da Syntec. A maneira mais eficaz de evitar a doença é a vacinação periódica dos animais. Para isso, o mercado conta com Get-Vacina, da Syntec do Brasil, composta pelos vírus inativados da Influenza Equina (vírus A-equi-1 e A-equi-2) e toxóide tetânico. Get-Vacina proporciona imunogenicidade (capacidade de desencadear resposta imune a partir da formação de anticorpos) e antigenicidade (capacidade de interagir com anticorpos) confirmadas em estudo na espécie alvo, importante diferencial do produto, que pode ser aplicado em potros, fêmeas prenhes e animais adultos. “Recomenda-se vacinar animais previamente sadios e, em caso de alguma comorbidade, deve-se tratar primeiro e depois realizar a vacinação. Não se deve vacinar cavalos atletas 10 dias antes das competições e vale lembrar que a vacinação é obrigatória para a participação de feiras, exposições e provas”, conclui o veterinário.

 

Por que se prevenir de infestações de carrapatos durante o período?

 

Um dos fatores que mais influencia no desenvolvimento e propagação dos carrapatos é o clima, tão diverso no Brasil. Com as variadas temperaturas e pressões, a presença do parasita ocorre em tempo e intensidade diferentes em cada uma delas. Durante o inverno, período em que as infestações costumam ser menos drásticas, o produtor deve focar no planejamento e aproveitar para se preparar para as próximas estações, em que a propagação da praga aumenta. Segundo Lucas von Zuben, biólogo e CEO da Decoy Smart Control, desenvolvedora de soluções biológicas para controle de pragas, o pecuarista não deve subestimar as épocas mais frias, pois as primeiras gerações de carrapatos podem surgir nesses períodos. “É fundamental que o produtor se preocupe e conheça o desenvolvimento do parasita em sua região. As temperaturas mais amenas podem dar a impressão de que o período de infestação já passou. Esse relaxamento pode custar caro quando o verão chegar”, alerta. Para se ter uma ideia, o carrapato é um dos maiores inimigos da produção de leite e carne no Brasil e gera grandes prejuízos à pecuária nacional. Pulso da economia do país, o setor chega a perder R$ 10 bilhões por ano com as consequências que a praga ocasiona, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Na região Sul, mesmo com as baixas temperaturas e seca no inverno, o carrapato consegue se desenvolver. Principal praga da pecuária gaúcha, os parasitas causam a morte de ao menos 100 mil bovinos por ano, gerando grandes prejuízos à pecuária regional, segundo estimativas da SEAPDR. O ácaro é mais prejudicial aos rebanhos de raças europeias, criados predominantemente no estado. “Nos meses mais frios ainda há carrapato nas criações de produtores gaúchos”, alerta von Zuben. A região Sudeste apresenta condições climáticas que favorecem a sobrevivência do carrapato durante todo o ano. Nos meses de inverno, em que predominam temperaturas mais baixas e menor umidade, o ciclo se alonga, acarretando um menor número de gerações anuais. “Entretanto, nos meses de inverno, entre abril e agosto, que são mais secos e frios, os carrapatos ainda são recorrentes e precisam ser controlados, de modo a evitar prejuízos ainda maiores nas estações mais quentes”, explica o especialista. Segundo o biólogo, nas regiões Nordeste e Norte as elevadas temperaturas durante grande parte do ano favorecem uma infestação constante ao longo de todos os meses. “Nestes casos, é possível que o carrapato apresente cinco gerações ao longo do ano”, alerta. O mesmo pode acontecer no Centro-Oeste. “Apesar da região ser conhecida por ter quatro gerações por ano, pesquisas recentes têm mostrado que podem acontecer até cinco gerações de carrapatos no período de doze meses”, destaca.

 

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