Consumo mundial de biocombustíveis aumentará até 8% esse ano após um 2020 fraco

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Os biocombustíveis líquidos se tornaram uma importante ferramenta para a descarbonização do transporte terrestre e é o setor agropecuário o que aporta as matérias-primas fundamentais para industrializar e produzir esses combustíveis biológicos mais ecológicos. Matéria do Portal do Agronegócio informa que a produção e o consumo de biocombustíveis líquidos diminuiu de forma significativa em 2020, devido às restrições de mobilidade e à queda da atividade econômica. No entanto, os dados sobre o primeiro semestre de 2021 mostram uma recuperação relevante depois que, entre 2000 e 2019, a produção e o consumo de biocombustíveis líquidos se multiplicou por 11. O crescente consumo de biocombustíveis foi impulsionado pela formulação de políticas públicas que autorizam e, em muitos casos, promovem o seu uso. Além de seu uso no transporte terrestre, os biocombustíveis começaram a ser usados em outros setores, como a aviação. Neste sentido, em 2007, o biojet (biocombustível que substitui o combustível fóssil jet fuel) mostrou seus primeiros consumos regulares e, a partir de 2020, começou a ser significativamente utilizado, devido a uma nova capacidade instalada. Além disso, diversos países começaram a analisar e implementar mandatos de uso de biocombustíveis nesse segmento. Enquanto novos paradigmas de mobilidade (eletromobilidade, propulsão por hidrogênio etc.) começam a se desenvolver com um tempo de massificação considerável, os biocombustíveis constituem uma alternativa ambientalmente mais sustentável do que os combustíveis fósseis, sem grandes mudanças técnicas. Além disso, permitem agregar valor e diversificar a produção agropecuária, gerando emprego e impactos econômicos positivos nos produtores rurais.

Eve, da Embraer, faz acordo com Helipass para implantar aeronaves elétricas verticais

A Embraer anunciou nesta segunda-feira (20) que a Eve, sua subsidiária que desenvolve aeronaves elétricas verticais (EVA, na sigla em inglês), assinou contrato com a francesa Helipass para acelerar e implantar serviços da tecnologia na França e em outros países da Europa. Segundo o Valor Econômico a Helipass, que tem um serviço de reserva de voos em helicópteros, planeja abrir reservas de aeronaves elétricas em sua plataforma e também trabalhará para desenvolver treinamento, apoio local e publicações técnicas para facilitar o lançamento das operações comerciais. Seguindo o calendário de lançamento comercial da EVA, planejado para 2026, ambas as empresas se empenharão para lançar a aeronave da Eve nos mercados em que a Helipass está presente. Os voos incluirão passeios turísticos, traslados para aeroportos, entre outros. As companhias também considerarão o crescimento do serviço, além do contrato para incluir casos de usos adicionais, bem como os serviços necessários para apoiar a implementação dos produtos de mobilidade aérea urbana nos principais mercados da Helipass.

Queda de estoques mantém alimentos mais caros, diz FAO

Os estoques globais de alimentos estão agora menores do que no começo da pandemia de covid-19, e essa queda mantém os preços agrícolas sob pressão de alta no mercado internacional. Esse é o resumo da avaliação feita na semana passada por Máximo Torero, economista-chefe da Organização das Nações para Agricultura e Alimentação (FAO), em entrevista concedida ao Valor Econômico. Torero também chamou a atenção para a crescente concentração das reservas de alimentos em alguns poucos países. A China controla a vasta maioria. No caso dos cereais, por exemplo, o país asiático tem 49% das reservas mundiais. Somados os volumes estocados em Estados Unidos, Índia, Europa, Brasil, Argentina e Rússia, o percentual alcança 76%. A FAO já indicou que a demanda mundial por cereais deverá atingir 2,809 bilhões de toneladas nesta safra 2021/22, que começou em setembro, e os estoques finais da temporada ficarão em 809 milhões de toneladas. A relação entre os estoques e a utilização desses produtos no mundo deverá ficar em 28,1%, abaixo do nível de 2020/21 (29%) e de 2019/20, quando o percentual superou 30%. Mas o patamar ainda indica uma situação de abastecimento relativamente confortável, bastante superior à observada em 2002/03 e em 2013/14 — média de 24,3%.

Dia de Campo apresenta resultados da cana resistente à broca e ao glifosato

Embrapa Agroenergia promoverá no dia 23 de setembro, a partir das 14h, em sua sede localizada em Brasília – DF, o 2º Encontro InovAR – Diálogos de Inovação Tecnologia, desta vez em formato de Dia de Campo presencial, seguindo todos os protocolos de segurança, para demonstrar os resultados obtidos com a cana-de-açúcar geneticamente modificada resistente à broca e ao herbicida glifosato. Confirmaram presença no Dia de Campo as empresas Tereos, COFCO, RIDESA, IAC, CTC, NovAg Agrícola e Adecoagro, além de unidades da Embrapa que trabalham com o tema. A cultivar BRS3280BtRR foi desenvolvida em parceria com a PangeiaBiotech e apoio da Embrapii e do Sebrae. A variedade foi testada em casa-de-vegetação e em campo experimental da Embrapa por quatro anos e comprovou resistência à aplicação de pelo menos quatro vezes a dosagem comercial do herbicida e à intensa infestação com larvas da broca-da-cana. A tecnologia utilizada foi a inserção, no DNA da planta, de dois genes de resistência com modos de ação diferentes para ampliar a proteção da cana contra a broca (Diatraea saccharalis), doença que causa prejuízos da ordem de R$5 bilhões, a cada safra, e está presente em todas as áreas de cultivo no Brasil.

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