Comprovação da vacina contra aftosa é prorrogada até 30 de abril e pode ser feita por e-mail  

//Comprovação da vacina contra aftosa é prorrogada até 30 de abril e pode ser feita por e-mail  
O prazo para a apresentação de notas ficais de compra de vacinas contra a febre aftosa às Inspetorias de Defesa Agropecuária ou Escritórios de Defesa Agropecuária foi prorrogado até 30 de abril, informou o portal AgroLink nesta terça-feira (24). Conforme instrução normativa da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), a comprovação deve ser feito preferencialmente por meio eletrônico. A medida faz parte dos esforços do Estado para deter a propagação do novo coronavírus no Rio Grande do Sul. Além de comprovar a vacinação por e-mail, é possível solicitar Guias de Trânsito Animal (GTAs) pelo mesmo canal de comunicação. Para isso, o produtor deve enviar à IDA em que está cadastrado a cópia da nota fiscal de compra da vacina contra febre aftosa e a declaração da quantidade de bovídeos vacinados, por categoria e data da aplicação da vacina. Com estes dois documentos, as IDAs poderão proceder à homologação da vacina do produtor, registrando os dados na planilha de homologação e no Sistema de Defesa Agropecuária (SDA). O atendimento por e-mail também será possível para emissão de Guias de Trânsito Animal, desde que o solicitante não tenha impedimentos sanitários ou judiciais. O produtor enviará por e-mail, para qualquer IDA, cópia da Nota Fiscal de Produtor, devidamente preenchida. A GTA será emitida e respondida no mesmo e-mail. “Essas medidas vão facilitar a vida do pecuarista para comprovar a vacinação contra a aftosa e na emissão de GTA, garantindo a prestação de serviços da Secretaria da Agricultura e seguindo recomendações para prevenir o contágio pelo coronavírus”, explica o secretário Covatti Filho. O contato de e-mail de cada uma das IDAs da secretaria pode ser consultado na lista.

Exportações agropecuárias devem ser pouco impactadas por pandemia

Nesta terça-feira (24), a Folha de S.Paulo divulgou que, a pandemia de coronavírus deve derrubar exportações em geral no primeiro semestre deste ano, mas commodities agrícolas serão menos afetadas e podem ter recuperação rápida no segundo semestre, com o aumento de compras de alimento para repor estoques nos países atingidos, dizem analistas e entidades que acompanham o comércio global. Em boletim divulgado na última semana, a CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil) não identificava interrupção de importações chinesas de bens agropecuários brasileiros. Entre janeiro e fevereiro, houve aumento de 9,7% no comércio de grãos, óleos e alimentos no país. “A corrida dos consumidores aos supermercados é a provável causa do aumento das vendas de itens básicos para a dieta chinesa. As vendas de alimentos online também cresceram 3% no mesmo período.” Rupturas na indústria e no setor de serviços devem ser mais graves e mais longas, segundo os analistas. Mas tudo —até mesmo os rumos das exportações agrícolas— depende da duração da pandemia, de sua extensão e da gravidade das medidas tomadas para combatê-la. Órgãos como a agência da ONU para o comércio (Unctad) e a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), que haviam feito previsões quando o surto da doença estava limitado à China, estão refazendo seus cálculos e dizem que ainda levará semanas para que o panorama fique mais claro. De momento, a pandemia já reduziu significativamente as previsões de crescimento em 2020 dos principais compradores de exportações brasileiras: a China, a Europa e os Estados Unidos. Nesta segunda (23), a consultoria Consensus Economics, que reúne estimativas de 700 economistas, previu que o crescimento chinês neste ano deve ser reduzido de 6% para 2%, e o PIB dos Estados Unidos deve ter queda de 0,7%. Para os países europeus, a estimativa é de contração de 2% no Reino Unido, e de entre 2% e 3,3% na Alemanha e na França. Na Itália, o tombo previsto é de 5%. A IHS prevê uma queda de 1,5% no PIB da zona do euro neste ano. Enquanto a China ensaia uma retomada das atividades, depois de ter colocado 36 milhões de pessoas em quarentena e registrar 3.270 mortes e 1.573 pacientes ainda internados em UTI, a Europa, com 10.389 mortos e 9.059 doentes graves (até as 6h desta terça, no horário do Brasil), ainda não chegou ao pico das transmissões. Nos EUA, onde o surto começou mais tarde, já havia 46.145 casos confirmados, mais de 582 mortes e 1.040 internados em UTIs.

PNEFA: Status de livre de febre aftosa sem vacinação vai potencializar o mercado de proteína animal do Mato Grosso do Sul

Elevar o patamar de segurança alimentar e a capacidade de conquistar novos e exigentes mercados mundiais com sustentabilidade. Esses são os principais objetivos do Plano Estratégico do PNEFA (Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa), cujas metas e ações serão intensificadas a partir de 2020 em Mato Grosso do Sul. Conforme destacou o portal da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) este é o assunto especial do Mercado Agropecuário desta segunda-feira (23). Como 2º maior produtor e 5º maior exportador de carne bovina do Brasil, conforme dados do MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços), o estado é referência mundial no setor. Por esses motivos, segundo o gerente técnico do Sistema Famasul, José Pádua, as ações previstas no plano estratégico são de extrema importância para a economia e o segmento de proteína animal sul-mato-grossenses. “Gerir com mais eficiência os riscos da reintrodução da febre aftosa; melhorar as condições para detectar precocemente casos suspeitos da doença; sanar eventuais ocorrências de forma rápida e eficiente; garantir mercado. Esses são alguns dos benefícios do plano estratégico”, explica. Sob coordenação do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o PNEFA estabelece vacinação contra febre aftosa até maio de 2021 e prevê o reconhecimento de país livre de febre aftosa sem vacinação em 2023. Pádua ressalta que a retirada da vacina da febre aftosa e o reconhecimento internacional pela OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) como área livre de febre aftosa sem vacinação oportuniza mercados e impulsiona a economia do estado. O Brasil já alcançou a condição de líder mundial na produção de proteína animal e na exportação de seus produtos. MS, que já tem papel importante nessa trajetória, pode ampliar ainda mais essa participação. “Ao adquirir o reconhecimento de país livre de febre aftosa sem vacinação pela OIE, teremos a oportunidade de aumentar a exportação de carnes e de negociar melhor nossos produtos, buscando preços no mercado mundial. A bovinocultura de corte brasileira já faz um bom trabalho sanitário, e a retirada da vacina, trará mais credibilidade perante os mercados internacionais que buscam intensamente por segurança alimentar”.

Lei implementada em Vila Velha (ES) proíbe fogos de artifício barulhentos

Em vigor desde fevereiro deste ano, a lei implementada no município de Vila Velha, no Espirito Santo, proíbe a queima, soltura e manuseio de fogos de artifício e artefatos pirotécnicos que causem poluição sonora. Segundo o vice-prefeito, Jorge Carreta, apenas serão utilizados em comemorações fogos com efeitos luminosos ou com intensidade sonora inferior a 85 decibéis: “Uma lei importante assinada. Destacando a iluminação espetáculo de luzes como aconteceu na virada do ano nos cinco pontos da orla de Vila Velha e não o barulho, o que vai beneficiar a saúde das pessoas e o bem estar animal”, explica Jorge. Conforme publicou o portal Anda nesta segunda-feira (23), a lei visa preservar tanto o sossego dos cidadãos, como também evitar o medo e pânico que o barulho causa em crianças com necessidades especiais e em animais, que são comprovadamente mais sensíveis a barulhos altos: “Pensamos humanamente nas pessoas que são sensíveis ao estampido e ao barulho intenso. O estrondo afeta os animais também. A câmara agradece a Prefeitura por abraçar o projeto que ajuda todo mundo”, disse o autor da nova lei, o vereador Valdir do Restaurante (PT do B). Atualmente existe uma lei em processo de trâmite na Câmara dos Deputados que pretende proibir fogos de artifícios barulhentos em todo o território brasileiro. O barulho provocado pela soltura de fogos de artifício pode desencadear crises nervosas nos animais, além de convulsões, fugas e possibilidade de morte, em caso de parada cardíaca. O alerta é feito pelo médico veterinário Tito Luiz, devido ao aumento da soltura desses explosivos durante este período do ano, graças às festas juninas e julinas. Os sons dos fogos podem ser ouvidos pelos animais a quilômetros, segundo Tito, já que eles têm uma audição mais aguçada que a humana. O especialista lembra que não é necessário provocar tamanho sofrimento aos animais, já que existem no mercado fogos que não emitem som. “Assim, podemos apreciar apenas as imagens criadas sem o incômodo do barulho, poupando dos transtornos tanto os animais como bebês recém-nascidos, pessoas doentes, entre outros”, comentou. Algumas cidades do país – como Tietê (SP), Araguari (MG), Rio de Janeiro, Vassouras (RJ), Sorriso (MT), Tatuí (SP), Araraquara (SP), entre outras – já proibiram fogos de estampido. Tito lembra que o comportamento de cada animal diante do barulho dos explosivos terá relação com sua espécie e suas características, o que significa que os animais podem apresentar reações diferentes em situações semelhantes. “No caso dos cães, eles demonstram mais medo e sentem necessidade de ter alguém por perto para se sentir seguro, enquanto que os gatos, por serem mais independentes, apesar de também sofrerem com o barulho dos fogos, podem apenas procurar um local seguro para se esconder”, finalizou o médico veterinário.

NA IMPRENSA
Folha de S.Paulo – Exportações agropecuárias devem ser pouco impactadas por pandemia

Folha de S.Paulo – Além da Covid-19, peste bubônica e pandemias de gripe têm raízes na China

O Estado de S.Paulo – Presidente da BRF quer garantir comida na mesa de todos brasileiros

O Estado de S.Paulo – Orlando Drummond pede ajuda para ONG de defesa animal em tempos de coronavírus

CNA – PNEFA: Status de livre de febre aftosa sem vacinação vai potencializar o mercado de proteína animal do MS

Mapa – Mapa define cota de subvenção de óleo diesel para pescadores

Valor Econômico – O novo protagonismo de Marcos Molina

AgroLink –  Incertezas quanto ao coronavírus elevam preço do UHT em 12%

AgroLink – Comprovação da vacina contra aftosa é prorrogada até 30 de abril e pode ser feita por e-mail

AgroLink – Marfrig passa a fabricar e distribuir álcool gel

AgroLink – AveSui 2020: nosso compromisso com a biosseguridade e a segurança alimentar

AgroLink – Produção de carne bovina será 35% maior que consumo

Canal Rural – Leite: associação comemora anúncio de medidas que ajudam setor; entenda!

Canal Rural – Boi gordo: farelo de soja sobe mais de 11% em um ano

Canal Rural – Preço médio dos animais nos leilões do Canal Rural sobe mais de 30%

Canal Rural – Boi gordo: preços devem cair nos próximos meses, aponta Scot

Canal Rural – ‘Apesar do coronavírus, China já demonstra interesse por alimentos do Brasil’  

Canal Rural – ABPA agradece agronegócio por continuar atividades e abastecer país

G1 – Descubra os cuidados com os animais domésticos na pandemia do coronavírus

G1 – Com aulas suspensas, campanha de adoção pede ajuda para animais abandonados na UFMS

G1 – Veterinária alerta sobre o abandono de animais durante a pandemia do Novo Coronavírus

G1 – Coronavírus em animais é diferente do ser humano

G1 – Veterinária fala sobre cuidados com os animais de estimação

G1 – Veterinário fala sobre os problemas cardíacos em animais

Revista Globo Rural – Pecuária continua compradora e tourada Naviraí tem liquidez total

Revista Globo Rural – Brasil produzirá 35,5% mais carne bovina do que deve consumir em 2020, diz Abiec

Revista Globo Rural – Coronavírus: maior procura nos supermercados aumenta preço do leite e derivados

Revista Globo Rural – Importação chinesa de carne cresce 69,6% no primeiro bimestre do ano

Anda – Veterinários tiram dúvidas de tutores sobre Covid-19 em atendimento à distância

Anda – Coronavírus não desacelera rotina nos matadouros

Anda – Canis municipais portugueses abrem espaço para animais de tutores com covid-19

Anda – O efeito cascata da covid-19 nos animais em situação de rua

Anda – Cientistas recebem R$ 20 mi para pesquisas em novas proteínas

Anda – Abandono de animais cresce em Portugal e colônias de gatos podem ficar sem assistência

Anda – Brasil mata mais de 32 milhões de bois em um ano

Anda – Lei implementada em Vila Velha (ES) proíbe fogos de artifício barulhentos

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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