Comissão do Senado pode votar projeto sobre política de preços da Petrobras na terça (16)

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Comissão do Senado pode votar projeto sobre política de preços da Petrobras na terça (16)

O PL 1472/2021, que altera a política de preços da Petrobras, entrou na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado da próxima terça-feira (16/11). Ainda não há parecer do relator, o senador Jean Paul Prates (PT-RN), informou o Jota. De autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE), o projeto pretende alterar a política do PPI (preço de paridade de importação) da Petrobras, que faz com que o preço dos combustíveis tenha como referência o mercado internacional. O PL 1472/2021 propõe que os preços reflitam os custos internos de produção, e prevê a criação de um imposto de exportação para o petróleo bruto em conjunto com um Fundo de Estabilização dos preços.O presidente da CAE, Otto Alencar (PSD-BA), é crítico à política de preços da Petrobras e deve priorizar o tema. Após a apresentação do parecer do relator, senadores podem pedir vista do texto para adiar sua votação.Há ao menos quatro projetos de senadores que tratam da formação dos preços dos combustíveis.

Primeiros painéis do Segurança em Foco abordam a segurança operacional, as operações aéreas e a gestão aeroportuária

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) promoveu o evento online e gratuito Segurança em Foco. Nos dias 9 e 10 de novembro, aconteceram os painéis Segurança Operacional, Operações Aéreas e Gestão Aeroportuária. Pela manhã de 9 de novembro, o painel Segurança Operacional abriu o evento com a mediação do Gerente de Certificação de Aeronavegabilidade Continuada da ANAC, Lawrence Josuá Fernandes Costa. O Diretor de Segurança Operacional da Latam, Rafael Rastrello Rodrigues, apresentou a palestra “Olhando além da Covid-19 – Retorno das operações e os possíveis impactos na segurança operacional”.Dentre os vários impactos apresentados pelo diretor, uma das preocupações do setor é em relação a uma falta futura de mão de obra qualificada, já que nesse período de pandemia, houve uma redução de interesse no processo de formação no setor da aviação. Em seguida, o Investigations Team Leader – Comercial da Embraer Paulo Soares Oliveira Filho falou da “Segurança operacional e Aviação Verde”. O convidado frisou que há uma maior conscientização e, com isso, uma preocupação quanto à produção de tecnologia sustentável e indicou diversas iniciativas como Evtol e combustível sustentável. Até o momento, os vídeos totalizaram 1973 visualizações. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Presidente da FPBio diz que biodiesel passa por seu pior momento no Brasil

O presidente da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel, deputado federal Pedro Lupion, afirmou durante a Conferência Biodiesel BR que este é ’o momento mais difícil da história do biodiesel no Brasil’, fragilizado por uma série de medidas. Ele fez um relato do trabalho realizado pela Frente em defesa do biodiesel do Brasil, nesta segunda-feira (8) a uma numerosa plateia composta por representantes da cadeia produtiva do biodiesel. O parlamentar afirmou que o governo federal está abrindo oportunidades para o setor expor suas questões e sugestões. Ele, que também integra a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) disse que esta – que é a maior Frente Parlamentar do Congresso brasileiro – está junto à FPBio para defender politicamente o setor de biodiesel. A FPBio, disse, tem atuado incessantemente para estruturar um ’foro dentro do governo’, que assegure ao setor do biodiesel ’a possibilidade de falar de igual para igual’, inclusive, de modo a contestar ações contrárias, como as promovidas por outros setores econômicos. Ele salientou que as organizações representativas do biodiesel precisam estar absolutamente unidas em seu discurso e em sua postura, de modo a construir uma linha defensiva ainda mais forte. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Pesquisa avalia ‘efeito adesivo’ dos adjuvantes

O programa Adjuvantes da Pulverização passa a desenvolver, em seu laboratório de Jundiaí, a análise de mais uma funcionalidade de produtos adjuvantes: o chamado ‘efeito adesivo’ destes insumos no processo de pulverização agrícola. A informação é do pesquisador Hamilton Ramos, noticiou o portal Agrolink. Para isso houve investimento no desenvolvimento e na validação científica de uma cabine, específica para simular aplicações de defensivos agrícolas sob diferentes condições de ocorrência de chuvas. De acordo com Ramos, coordenador do programa, a nova técnica de pesquisa ancorada na cabine de pulverização e simulação de chuvas foi integralmente desenvolvida no CEA-IAC. Ramos explica que os adjuvantes constituem produtos químicos empregados na preparação da calda de defensivos agrícolas, antes, portanto, da pulverização de lavouras. Sob o ponto de vista agronômico, enfatiza o pesquisador, os adjuvantes interferem na eficácia da pulverização, ao agregar aos defensivos agrícolas efeitos do tipo adesivo, espalhante, umectante ou penetrante, por exemplo. Conforme salienta o pesquisador, no mês de outubro último, o programa Adjuvantes da Pulverização entregou a seis companhias as primeiras certificações pelo novo Selo de Qualidade de Funcionalidade para Adjuvantes Agrícolas, recém-criado, após a realização de investimentos no laboratório do CEA-IAC. Ramos lembra que adjuvantes agrícolas não contam com exigência de registro nos órgãos reguladores, ao contrário do que ocorre com os defensivos agrícolas. “Como não há controle regulatório, o mercado precisa buscar mecanismos que assegurem a qualidade dos adjuvantes comercializados no Brasil. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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