Cientistas tentam descobrir como gatos se recuperam rapidamente da Covid-19

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Cientistas da Letônia descobriram que nenhum gato no país teve teste positivo para o novo coronavírus, apesar de muitos possuírem anticorpos, informou o jornal O Globo nesta quarta-feira (17). Diante disso, pesquisadores da Universidade de Ciências da Vida e Tecnologias da Letônia começaram a estudar a progressão do vírus nesses animais, de acordo com o jornal Jerusalem Post. Embora já tenha sido comprovado que os felinos — de gatos domésticos a leões — podem contrair Covid-19, eles parecem se recuperar muito mais rapidamente do que os humanos. Consequentemente, nem um único gato na Letônia já testou positivo para o vírus. No entanto, muitos testaram positivo para anticorpos, o que indica que em algum momento eles foram infectados. Os pesquisadores já testaram 130 gatos e acreditam que os gatos desenvolveram uma forma de combater o vírus. “Os gatos podem espalhar o vírus muito brevemente, porque mesmo nos casos em que o contato com uma pessoa positiva foi muito próximo, eles apresentam sinais clínicos, como inflamação das vias respiratórias superiores, mas não foi possível detectar o  SarsCoV-2 em amostras respiratórias”, disse o professor Kaspars Kovalenko da Faculdade de Medicina Veterinária da LLU, de acordo com a Televisão da Letônia. O primeiro animal de estimação a testar positivo para o coronavírus Sars-CoV-2 do Brasil foi descoberto em Cuiabá,  Mato Grosso. É uma gatinha de poucos meses. Ela não tem sintomas da Covid-19 e contraiu a doença de seus donos este mês. A possível infecção de outro gato e de um cachorro está em estudo. A gatinha foi testada positiva pelo exame molecular de PCR, padrão ouro para o coronavírus, pela pesquisadora Valéria Dutra, professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. A cientista adverte que pessoas infectadas pelo coronavírus devem se manter isoladas de seus animais. A gata foi infectada pelo Sars-CoV-2 porque teve contato com os donos durante o período de isolamento deles. O caso acende o alerta para o risco de as pessoas transmitirem o coronavírus para os animais. Investiga-se a hipótese de estes poderem, então, contaminar gente e outros bichos. Isso não só aumentaria os meios de transmissão quanto os reservatórios do vírus, apesar de, por ora, sejam somente hipóteses, sem comprovação.

Minas Gerais tem estoque central de soro antirrábico zerado

O estoque central de soros antirrábicos em Minas Gerais está zerado, destacou a Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (16). O órgão da Secretaria de Saúde que distribui o soro aos hospitais do estado está sem ampolas para ministrar a substância, usada para evitar a contração da raiva após a pessoa ser ferida por animal contaminado. Segundo nota da secretaria de Saúde do estado, o Ministério da Saúde atrasou a entrega de soros neste mês, alegando um corte de carga na companhia aérea responsável pela entrega. Procurada, a assessoria do ministério disse que autorizou todas as 1.200 ampolas solicitadas por Minas no mês, mas não confirmou se houve efetivamente a distribuição. Ainda de acordo com a pasta, as distribuições foram regulares nos últimos dois meses e que a média de demanda no estado é de 1.083 doses mensais.​ O soro antirrábico, prescrito para evitar a contração da raiva após ferimentos por animais contaminados, é distribuído pelo Ministério da Saúde aos estados e municípios a partir da produção de laboratórios públicos, como a Funed (Fundação Ezequiel Dias), em Minas, e o Instituto Butantan, em São Paulo. A assessoria da secretaria estadual não informou o estoque atual das unidades regionais, mas afirmou que o sistema opera em um regime que permite remanejamento das reservas para suprir possíveis faltas. A reposição do estoque central está prevista para esta semana, segundo o órgão.

‘Carne bovina não vai se tornar um artigo de luxo’

Depois de atingirem recorde histórico em termos reais e nominais em meados de novembro, os preços boi gordo vão continuar a se acomodar em patamares mais baixos, mas o ritmo e o tamanho desse ajuste dependerão do comportamento da demanda externa pela carne bovina brasileira e dos reflexos do fim do auxílio emergencial no país sobre o consumo doméstico. Foi o que afirmou Miguel Gularte, CEO da Marfrig, durante Live do Valor Econômico desta quarta-feira (16). O indicador Cepea/B3 para a arroba do boi gordo, principal referência para os preços nesse mercado no país, atingiu o pico de R$ 292 no dia 11 de novembro. De lá para cá, começou a ceder e chegou a cair abaixo de R$ 260 na segunda-feira, e no momento gira em torno desse eixo. O executivo lembrou que os abates de bovinos continuaram em queda no Brasil no terceiro trimestre, como apontou levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que mantém a oferta restrita e reduz estoques, mas que os embarques para a China arrefeceram por questões sazonais e que as vendas de cortes nobres para as festas de fim de ano na Europa foram mais fracas, em boa medida por causa da pandemia. Em contrapartida, as vendas ao food service no Brasil já estão praticamente em patamares normais depois dos problemas provocados pela covid-19. O auxílio emergencial do governo e o pagamento da primeira parcela do 13º salário deram mais fôlego para o consumo interno, embora no início de janeiro a demanda seja tradicionalmente mais baixa. No fim do mês que vem, porém, deverá haver um reaquecimento das exportações para a China, e é sobre essa mudança da equação dos preços que a Marfrig está agora debruçada.

Pecuária de corte retoma valorização de seus produtos em 2020

Nesta quinta-feira (17) o portal AgroLink divulgou que, o ano para a pecuária gaúcha foi de muitos desafios e incertezas, mas o setor conseguiu encerrar de forma exitosa a sua temporada de vendas em 2020. Depois de enfrentar nos últimos anos momentos difíceis, foi possível agora registrar uma retomada na valorização dos produtos pecuários e do agronegócio como um todo. Para os associados da Conexão Delta G, que têm a sua produção baseada nas raças Hereford e Braford, a comercialização de reprodutores na Temporada de Primavera foi muito positiva. De acordo com a presidente da entidade, Patricia Wolf, apesar de todas as dificuldades vividas pelo agronegócio e mais os problemas impostos pelo enfrentamento da pandemia de Covid-19, é preciso comemorar neste final de ano, com cautela, os bons negócios fechados. “Sempre procuramos analisar os motivos do nosso sucesso para que ele siga ocorrendo, mas também buscando mudar o que precisa melhorar. Vemos no crescimento da venda de sêmen, que a Conexão acompanhou o que estava ocorrendo no país. Portanto, este aumento é consistente e não deve retroceder”, observa, destacando que a demanda pelos animais produzidos pela Conexão se deve à seleção de características produtivas feita pela entidade e seus associados. Em relação à venda de sêmen, Patrícia ressalta o Programa Touro Jovem, cujos animais se destacam no Sumário de Touros da Conexão. “É um programa consistente. Linhagens inteiras de animais foram ponteiras na sua geração no nosso Sumário de Touros, então é natural que haja uma demanda por estes exemplares que têm já a sua produtividade comprovada”, observa. A dirigente também coloca como importante nestes resultados o trabalho da entidade referente à resistência ao carrapato, realizado junto com a Embrapa, Gensys e com apoio da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB). Patrícia lembra, ainda, uma das novidades lançadas neste ano que foi o Índice de Facilidade de Parto. “É muito importante oferecer animais com estes dados que são impactantes na produção, uma vez que esta característica é importante para os indicadores de eficiência do rebanho”, informa. Segundo ela, além da experiência dentro da porteira, a Conexão Delta G está sempre procurando ouvir seus clientes. “A ideia é fazer cada vez mais a seleção para características produtivas, saber o que o criador está procurando e o que precisa ser melhorado”. Para 2021, a entidade vai seguir aperfeiçoando o seu trabalho de melhoramento genético para a pecuária de corte, por entender que se trata de uma ferramenta que contribui para melhorar a qualidade da produção. “Vamos aperfeiçoar ainda mais o Índice de Facilidade de Parto e agregar novos projetos esperando que estes momentos difíceis passem e o agronegócio possa trabalhar trilhando no rumo certo”, conclui Patricia.

NA IMPRENSA

Governo Federal – Decreto desburocratiza criação de peixes em águas da União

Folha de S.Paulo – Minas Gerais tem estoque central de soro antirrábico zerado

O Globo – Cientistas tentam descobrir como gatos se recuperam rapidamente da Covid-19

G1 – Senado aprova projeto que regulamenta pagamento por ações de preservação ambiental

G1 – OCDE alerta para desmatamento ilegal no Brasil e pede cumprimento do teto de gastos

G1 – Operação ‘Segunda Pele’ ocorre em MG em combate a comércio ilegal de couro derivado do abate de animais

G1 – Dezembro Verde: projeto que cria campanha contra o abandono de animais em Uberaba é aprovado na Câmara

Valor Econômico – ‘Carne bovina não vai se tornar um artigo de luxo’

Valor Econômico – Tyson demite gerentes que teriam feito aposta sobre infectados com covid-19 na empresa

CNA – Prêmio Brasil Artesanal de Salame – Receita traz mistura de sabores das serras de Minas

AgroLink – Pecuária de corte retoma valorização de seus produtos em 2020

AgroLink – Desvalorização na arroba do boi

AgroLink – Pressão de baixa continua no mercado do boi gordo

AgroLink – 4 tendências da indústria da carne em 2021: CONFIRA

Canal Rural – Ladrões de gado fazem funcionários de fazenda como reféns em MT

Canal Rural – Boi estabiliza mas carne bovina está em queda; veja notícias desta quinta

Canal Rural – Lei que levará internet a áreas sem acesso é sancionada por Bolsonaro

Globo Rural – Imea vê virada de ciclo pecuário e maior impacto nos preços a partir de 2022

SBA – Arroba do boi gordo registra desvalorização, diz Cepea

SBA – SBA e Connect Leilões lançam nova ação de venda de sêmen

SBA – Mercado do boi gordo com arroba estável em R$ 257 nesta quarta-feira (16)

Portal do Agronegócio – Trânsito de animais entre estado do Sul terá grupo de trabalho

Portal do Agronegócio – 4 tendências que irão impulsionar o crescimento da indústria da carne em 2021

Noticias Agrícolas – FDA: venda de antibióticos para uso em animais de produção subiu 3% nos EUA em 2019

Noticias Agrícolas – Boi/Cepea: arroba se desvaloriza com força, mas reposição segue firme

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