Casos de diabetes saltam 16% em 2 anos e situação alarma especialistas

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Casos de diabetes saltam 16% em 2 anos e situação alarma especialistas  

A incidência de diabetes em todo o mundo aumentou cerca de 16% desde 2019. Hoje, 537 milhões de adultos entre 20 e 79 anos apresentam a doença, ou 1 em cada 10, ante 463 milhões há dois anos, informou em matéria a Folha de S. Paulo. A situação global é considerada alarmante, podendo fazer com que, até 2030, o número de diabéticos chegue a 643 milhões de adultos, ou 1 em cada 8. Já a estimativa para 2045 é de 784 milhões. Os dados são da 10ª Edição do Atlas Diabetes 2021, produzido pela Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês). O relatório completo será publicado no próximo dia 6 de dezembro –resultados preliminares foram divulgados na última sexta (5). Segundo a estimativa da IDF, o custo global com saúde causado pelo diabetes é de US$ 966 bilhões (ou cerca de R$ 5,36 trilhões). Para Ricardo Cohen, coordenador do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, é preciso reconhecer que estamos há algumas décadas vivendo uma pandemia de ’diabesidade’: a combinação de diabetes com obesidade. Segundo o médico, além das quase 7 milhões de mortes por diabetes em todo o mundo, é preciso somar uma parcela considerável das mortes de Covid como consequência do diabetes. Para ele, o salto de novos casos muito provavelmente resulte também de um aumento de diagnósticos. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Se nada for feito, até 2050, 50% da população mundial terá miopia

 A Organização Mundial da Saúde (OMS) já considera a miopia a epidemia do século XXI. De acordo com a American Academy of Ophthalmology, se nada for feito para barrar o aumento dos casos, até 2050, 50% da população mundial terá a doença, informou o Correio Braziliense. E a pandemia não ajudou nesse processo. Sete em cada dez médicos entrevistados em um levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) identificaram aumento de miopia em crianças durante a pandemia. De acordo com o oftalmologista do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB) Natanael de Abreu Sousa, o aumento é explicado pela longa exposição aos meios digitais e poucas atividades ao ar livre durante o isolamento social. Além disso, ele ressalta que muitas pessoas podem ter deixado de procurar o médico durante a pandemia. Porém, segundo ele, a expectativa é que os casos continuem aumentando nos próximos anos. ’As estatísticas apontam que nós vamos reproduzir o que já acontece no Oriente. A medida que tivermos mais tecnologia, a população terá mais miopia’, afirma. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Rastreamento genético: nova técnica em embriões levanta debate ético entre médicos

Um novo tipo de rastreamento genético de embriões que serão usados no processo de fertilização in vitro tem provocado debates técnicos e éticos na comunidade médica. Segundo informou o Globo, a novidade, chamada de “pesquisa poligênica de embrião”, promete que os pais descubram, por exemplo, se aquele futuro bebê terá risco agravado para doenças como diabetes, câncer de mama ou próstata, esquizofrenia e hipertensão. Para chegar a esse painel de probabilidades , os médicos analisam o material genético do embrião e utilizam bancos de dados que reúnem informações de DNA, aspectos de saúde de pessoas já nascidas e um algoritmo que ajuda a determinar quais especificidades genéticas, em conjunto, estariam relacionadas às doenças em potencial. Embora pareça um avanço, o procedimento levanta uma discussão ética. Em junho, pesquisadores dos Estados Unidos, Reino Unido e Austrália publicaram um artigo no “New England Journal of Medicine” em que destrincham a técnica e enumeram seus riscos: acesso desigual para população mais vulnerável e até a real aplicabilidade do teste, que pode apresentar variações muito pequenas quando compara-se um embrião em relação a outro. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

‘Não é razoável que sejamos alvo de negacionistas que buscam dificultar nosso trabalho’, afirma diretor-presidente da Anvisa

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, caracteriza as ameaças de morte recebidas por diretores e demais funcionários nos últimos dias como uma “dificuldade adicional totalmente desnecessária, descabida, criminosa” ao trabalho da agência. Em entrevista ao GLOBO, o almirante afirma que não é justo que a equipe seja alvo de pessoas negacionistas e antivacinas. Os ataques virtuais, aos quais a reportagem teve acesso, foram motivados pela possibilidade de análise e aprovação de imunizantes contra a Covid-19 para menores de 12 anos. Barra Torres declarou que espera aprovar os imunizantes, mas isso depende dos fabricantes. Até o momento, não há pedidos em avaliação. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

 

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