Câmara Legislativa do Distrito Federal aprova a criação do Passaporte Equestre, que facilita transporte de animais

//Câmara Legislativa do Distrito Federal aprova a criação do Passaporte Equestre, que facilita transporte de animais

 

Em sessão extraordinária remota da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na tarde desta terça-feira (23), o Plenário aprovou, em segundo turno e redação final, um substitutivo ao projeto de lei nº 725/2019, do deputado Valdelino Barcelos (PP), que institui o “Passaporte Equestre”. O texto final foi aprovado com 12 votos favoráveis e os votos contrários dos deputados Daniel Donizet (PL) e Leandro Grass (Rede). Segue agora para sanção do governador Ibaneis Rocha. Daniel Donizet argumentou que votaria contra a proposta por entender que a medida poderia estimular a realização de um número maior de vaquejadas ou rodeios, prática que considera danosas para os animais. Segundo o autor do projeto, o “Passaporte Equestre” facilitará o transporte de animais para desfiles e competições. Pela proposta, o documento poderá ser emitido para equinos, asininos e muares, como forma de ser um histórico de propriedade bem como de regularidade sanitária permanente do animal. O documento poderá ser emitido para participação em cavalgadas, desfiles, treinamentos, concursos, provas ou qualquer outra atividade ou evento de natureza cultural, desportiva ou de lazer e, ainda, para o exercício de atividades equestres de turismo, trabalho rural, policiamento ou de auxílio terapêutico. De acordo com o projeto, Passaporte substituirá qualquer outro documento para fins de transporte e regularidade fiscal do animal, desde que contenha a informação e data de todos os exames obrigatórios e vacinas carimbados além do número ou código de barras do microchip gravado; seja regularmente expedido e esteja com os registros sanitários validados pela secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; os exames da Anemia Infecciosa Equina — AIE, mormo e vacinação da raiva deverão ser informados e registrados nos prazos previstos na Legislação Federal.

Comissão de Bovinocultura de Corte da CNA debate mudanças na legislação trabalhista 

A Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu na terça-feira (23), para discutir, entre outros temas, as principais mudanças da Norma Regulamentadora nº 31 e a importância da operação de hegde na pecuária de corte. A NR 31, que trata sobre segurança e saúde no trabalho no meio rural, foi atualizada pela Portaria nº 22.677. A nova legislação entra em vigor no dia 27 de outubro de 2021. “A redação anterior não era aplicável à realidade do campo. Então foram necessárias adequações e correções na norma para que o produtor continuasse produzindo e tivesse condições de se enquadrar dentro das medidas propostas”, afirmou o presidente da Comissão, Antônio de Salvo. O assessor jurídico da CNA, Rodrigo Hugueney, apresentou os principais pontos do novo texto da NR 31, como a redução e a reestruturação dos capítulos para facilitar o entendimento dos auditores, empregadores e trabalhadores, e a aplicabilidade somente desta norma para o setor. Segundo Hugueney, a revisão do capítulo que trata das condições sanitárias e de conforto no trabalho rural também foi outra inovação. Houve mudanças, ainda, no treinamento e na capacitação dos produtores e no transporte de cargas dentro da propriedade, com limites e especificações técnicas. Durante a reunião virtual, o assessor técnico da CNA, Ricardo Nissen, apresentou um panorama da pecuária de corte e falou sobre hedge e as alternativas de mercado. Segundo ele, em 2021, há previsão da necessidade de abate de 35,59 milhões de cabeças de gado no Brasil. Já para o consumo per capita de carne bovina, a estimativa é de 35,3 quilos por habitante ao ano. De acordo com Ricardo, apesar do bom momento do setor, é importante o produtor conhecer as oportunidades e estratégias de garantia de margens, como os contratos a termo e contratos futuros na bolsa de valores. Outro assunto debatido no encontro foram as prioridades da cadeia produtiva para o Plano Agrícola e Pecuário 2020/2021. Todo ano, a CNA, junto com produtores, técnicos, sindicatos e federações de agricultura, reúne as principais demandas do agro nas cinco regiões do País. As propostas são consolidadas em um documento e entregues ao Governo Federal como contribuição para elaborar o Plano Safra. “Dentre os principais temas abordados na reunião, destacam-se a necessidade de adequações das linhas de crédito, tanto para custeio, quanto para investimento, além da redução dos custos intrínsecos à contração de crédito e melhoria do seguro rural”, explicou a assessora técnica do Núcleo Econômico da CNA, Carolina Nakamura. Outros temas importantes são as políticas de apoio à comercialização e preço mínimo, a gestão de riscos da atividade agropecuária, desburocratização e redução do custo de observância e identificação de tarifas que oneram o produtor.

Pegada hídrica entre bovinos pode variar até sete mil litros por quilo de carcaça

A individualidade dos bovinos impacta no valor da pegada hídrica na pecuária. Pesquisa realizada na Embrapa Pecuária Sudeste (SP) obteve diferenças que chegaram a sete mil litros de água por quilo de carcaça (carne + ossos) entre o valor médio e o valor máximo de pegada hídrica (PH) entre bovinos. O resultado revelou que é possível encontrar enormes diferenças entre animais no consumo da água durante a produção de carne bovina. Com isso, os cientistas concluíram que é fundamental considerar os animais individualmente para propor ações a fim de reduzir a pegada hídrica na pecuária de corte. De acordo com o pesquisador da Embrapa Julio Palhares, o cálculo empregado é inédito. Assim como é a primeira vez que é calculada no Brasil a pegada da carne bovina com dados gerados no próprio sistema de produção. Geralmente, são usadas fontes secundárias, como as do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo. Durante dois anos e meio, a Embrapa gerou esses cálculos considerando o sistema de produção de cria e recria a pasto e de terminação em confinamento de animais de corte da raça Nelore. Dados dessa pesquisa foram publicados no artigo Water footprint of a tropical beef cattle production system: the impact of individual-animal and feed management (Pegada hídrica de um sistema tropical de produção de gado de corte: o impacto do indivíduo e do manejo alimentar) na revista internacional Advances in Water Resources, considerada referência mundial em estudos sobre o uso da água. Os sistemas de produção pecuários variam de acordo com aspectos ambientais e de manejo e isso tem influência no valor da pegada hídrica. “Estamos pesquisando como melhorar a eficiência hídrica dos bovinos e quais decisões de gestão ou soluções tecnológicas os pecuaristas podem utilizar para promover essa eficiência. O uso de coprodutos agrícolas nas dietas pode ser uma dessas práticas. No entanto, as pesquisas nessa área não investigaram a fundo seu potencial benefício na melhoria da eficiência hídrica do produto carne”, explica Palhares.

Exportação de ovos cresce 150,6% no primeiro bimestre de 2021, diz associação

A exportação de ovos no Brasil cresceu 150,6% em volume no primeiro bimestre de 2021, comparado com o mesmo período do ano passado, de acordo com um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, o aumento foi de 152,8%. Segundo o G1 no início deste ano, mais de 3 mil toneladas foram enviadas ao exterior, arrecadando US$ 4,128 milhões. Olhando apenas para fevereiro, com 1,552 mil toneladas embarcadas, a alta do volume foi 247,9% superior ao mesmo mês em 2020, quando apenas 446 toneladas foram vendidas no mercado externo. Em receita, o crescimento deste mês também foi grande: US$ 2,099 milhões, saldo 172,8% maior que os US$ 769 mil realizados no mesmo período comparativo. Os principais destinos das exportações de ovos do Brasil foram os Emirados Árabes Unidos, compradores de 2,356 mil toneladas no primeiro bimestre deste ano, 209% a mais do que em 2020, e Serra Leoa, que consumiu 103 toneladas do produto, seguida pelo Japão, com 89,2 toneladas. “A forte elevação das exportações em 2021 retoma os patamares de embarques praticados antes da pandemia. O saldo das vendas incrementa as divisas geradas pelo setor produtivo em um momento especialmente importante para o setor de ovos, com os fortes custos produtivos”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

NA IMPRENSA

Agência Câmara – Comissão vai ouvir Polícia Federal sobre queimadas no Pantanal

Agência Câmara – Frente ambientalista discute pagamento por serviços ambientais

G1 – Exportação de ovos cresce 150,6% no primeiro bimestre de 2021, diz associação

G1 – Operação apreende 150 animais em condições de maus-tratos no sudoeste da Bahia

G1 – Ednaldo Rações dá dicas de como cuidar melhor do seu amigo pet

CLDF – Câmara aprova a criação do Passaporte Equestre, que facilita transporte de animais

Valor Econômico – JBS anuncia plano para zerar emissões de poluentes até 2040

Valor Econômico – Fazenda Futuro amplia o portfólio de produtos feitos a partir de plantas

Valor Econômico – Eat Just capta mais US$ 200 milhões para ampliar ‘cultivo’ de carne

Valor Econômico – JBS anuncia plano para zerar emissões até 2040

Valor Econômico – Mais um relatório de ONG acusa a carne brasileira de estar associada ao desmatamento

Valor Econômico – Exportações brasileiras de ovos cresceram 150% no 1º bimestre

Mapa – Queijo de búfala do Marajó recebe registro de Indicação Geográfica e Selo Arte

Embrapa – Pegada hídrica entre bovinos pode variar até sete mil litros por quilo de carcaça

Embrapa – Representantes da aquicultura se reúnem para debater oportunidades e ameaças ao setor

CNA – Comissão de Bovinocultura de Corte da CNA debate mudanças na legislação trabalhista

AgroLink – Criadores gaúchos estão entre os melhores no ranking supremo da raça holandesa

AgroLink – Conheça o queijo de búfala único no mundo

AgroLink – Estudo avalia impacto da suinocultura no solo

AgroLink – Exportações de carne bovina in natura estão acima da média de março do ano passado

AgroLink – RS: produtores já podem comprar sementes forrageiras

AgroLink – Ovos: com nova baixa preço se aproxima do valor recebido no ano passado

AgroLink – Boi gordo: alta de preços em São Paulo

AgroLink – Ciência na prática: projeto valida soluções nutricionais em fazendas de pecuária

AgroLink – MG: IMA registra primeira queijaria na região Norte do estado

Anda – Cão sujo de pimenta é salvo após tutor arremessá-lo e esfregar seu focinho no chão

Anda – Tartarugas voltam a viver em liberdade na natureza após serem salvas debilitadas e feridas

Anda – Cachorro salva a vida de família após casa ser destruída por incêndio

Anda – Cão que teve parada cardíaca é salvo através de manobra de ressuscitação

Anda – Bombeiros resgatam cabras presas em telhado

Anda – Cachorro vaga pelas ruas há mais de dois anos após morte de tutores

Anda – Chineses abandonam animais em Hong Kong durante onda de emigração

Anda – PL quer legalizar caça esportiva sob falso pretexto de ‘preservação de espécies’

Anda – Abandono de animais dispara durante a pandemia em Vitorino (PR)

Canal Rural – JBS anuncia compromisso global de zerar emissão de gases de efeito estufa até 2040

Canal Rural – Empresa líder em nutrição humana e animal anuncia nova política de sustentabilidade

Canal Rural – Cervejarias devem ser parceiras da pecuária e não inimigas, diz ACNB

Portal do Agronegócio – Boi gordo: alta de preços em São Paulo

Portal do Agronegócio – Estratégia de biosseguridade no intervalo de lotes para melhorar status sanitário no frango de corte

Portal do Agronegócio – Sem tratamento adequado, mastite pode reduzir produção leiteira em 40%. Problema é intenso no verão

Portal do Agronegócio – Syntec do Brasil adquire direitos de distribuição de Prolise e entra no segmento de reprodução de bovinos e equinos

Revista Globo Rural – Se oferta de gado demorar para se recuperar, PIB Agro pode crescer menos em 2021, diz Ipea

Revista Globo Rural – Conseleite projeta queda de 0,73% no valor pago em março pelo litro de leite no RS

Revista Globo Rural – Brasil exportou 150% mais ovos no começo de 2021

Revista Globo Rural – Paraná se consolida como principal produtor de carne de frango

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