BRECHA EM APLICATIVO DO SUS EXPÔS INFORMAÇÕES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO

//BRECHA EM APLICATIVO DO SUS EXPÔS INFORMAÇÕES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO

O aplicativo E-Saúde, do Ministério da Saúde, foi lançado com brecha de segurança que expôs informações pessoais da saúde de brasileiros. Dados como o histórico de remédios retirados no SUS e as consultas agendadas nos postos de atenção básica estavam liberados mediante fornecimento de dois dados: o número de CPF e a data de nascimento. Reportagem da Folha de S.Paulo utilizou dados de políticos, que fornecem essas informações quando se candidatam, para verificar a fragilidade do sistema. Foi possível acessar o cartão SUS do presidente Michel Temer, do governador Geraldo Alckmin e do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB). Também foram encontrados dados médicos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB). Ao ser procurado pela Folha, o ministério admitiu a falha e mudou o sistema de cadastro para uso do aplicativo.

“Prezamos pela segurança dos dados dos usuários do SUS”, diz Ministério da Saúde

Após ser procurado pela Folha, o Ministério da Saúde disse que fez análise dos níveis de segurança do aplicativo E-Saúde e confirmou a brecha. Agora, o usuário tem que validar seu cadastro em um estabelecimento de saúde da rede pública, que fará a verificação de documentos. Além disso, o endereço de cadastro só poderá ser feito com e-mail registrado na base do Cartão Nacional de Saúde e validação de senha enviada ao e-mail registrado. A pasta cancelou os cadastros de políticos citados pela Folha. Disse que “preza pela segurança dos dados dos usuários do SUS” e que “o desenvolvimento do produto segue as melhores práticas de mercado utilizadas por entidades governamentais ou privadas”.

Fiocruz recruta voluntários para pesquisa com vacina contra febre amarela

Um estudo inédito no Brasil está sendo conduzido pelo Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids do Instituto Nacional de Infectologia para avaliar o grau de proteção e de segurança da vacina da febre amarela em pacientes com HIV. Conforme a Fiocruz informou, com este objetivo a equipe do LaPClinAIDS está recrutando 100 voluntários não portadores do vírus e que nunca se vacinaram contra febre amarela. O estudo incluirá 400 pessoas, sendo 300 pacientes com HIV já atendidos no LaPClin-Aids e 100 voluntários recrutados na comunidade Fiocruz. “Uma semana após a aplicação da vacina, os participantes retornarão para fazer um exame de sangue e para responder ao questionário de eventos adversos. Posteriormente voltarão ao Laboratório após 30 dias para novos exames”, destaca o portal.

SUS incorpora a enoxaparina para tratar a trombofilia na gravidez

As mulheres grávidas são até cinco vezes mais propensas a sofrer trombofilia, uma condição na qual as veias e artérias são obstruídas por coágulos, e que pode provocar desde inchaço e alterações na pele até o desprendimento da placenta, pré-eclâmpsia, restrição no crescimento do feto, parto prematuro e aborto. De acordo com o portal da Conitec, o SUS disponibilizará, em até 180 dias, o medicamento enoxaparina 40 mg para tratar essas pacientes. O Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde tornou pública a decisão no Diário Oficial da União, por meio da Portaria Nº 10, de 24 de janeiro de 2018. Veja aqui o relatório técnico com informações detalhadas sobre a recomendação da CONITEC.

SAÚDE NA IMPRENSA
Ministério da Saúde – Seminário PROADI-SUS: Ministro aponta mais melhorias para o SUSMinistério da Saúde – DENASUS lança manual sobre métodos e técnicas da atividade de auditoria desenvolvida no âmbito do SUS

Ministério da Saúde – Saúde inaugura nova linha de produção da vacina de febre amarela

Ministério da Saúde – Ministro da Saúde anuncia recursos para municípios do Paraná

Anvisa – Anvisa completa 19 anos nesta sexta-feira

Anvisa – Farmacovigilância quadruplica notificações enviadas à OMS

Conitec – SUS incorpora a enoxaparina para tratar a trombofilia na gravidez

Fiocruz – Fiocruz recruta voluntários para pesquisa com vacina contra Febre Amarela

Fiocruz – Inscrições abertas para Mestrado Profissional em Justiça e Saúde na Ensp

Fiocruz – Parceria internacional no combate à malária

Agência Brasília – Secretaria de Saúde ganha reforço de 405 profissionais

Correio Braziliense – Técnica com macacos deixa ciência mais próxima da clonagem humana

Folha de S.Paulo – Cigarro eletrônico da Philip Morris recebe parecer contrário nos EUA

Folha de S.Paulo – Em Davos, executivos meditam em busca de paz interior

G1 – Paraguai passa a exigir certificado de vacinação contra febre amarela

O Estado de S.Paulo – 94 mil são imunizados no primeiro dia da campanha com vacina fracionada em SP

O Estado de S.Paulo – Brasil deve dobrar oferta de vacina contra a febre amarela a partir de junho

O Estado de S.Paulo – Surto de febre amarela deixa 162 cidades de MG em estado de emergência

O Estado de S.Paulo – Região com vacinação fracionada registra casos suspeitos de febre amarela

O Estado de S.Paulo – Rio de Janeiro confirma 25 casos de febre amarela, com 8 mortes

O Globo – Remédio contra hepatite C é eficiente também contra zika, indica estudo

Valor Econômico – Criado teto de gastos para plano de saúde de 147 estatais 

Valor Econômico – Holding de franquia chega a R$ 1 bi e busca sócio para aquisições em saúde 

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“Prezamos pela segurança dos dados dos usuários do SUS”, diz Ministério da Saúde

Após ser procurado pela Folha, o Ministério da Saúde disse que fez análise dos níveis de segurança do aplicativo E-Saúde e confirmou a brecha. Agora, o usuário tem que validar seu cadastro em um estabelecimento de saúde da rede pública, que fará a verificação de documentos. Além disso, o endereço de cadastro só poderá ser feito com e-mail registrado na base do Cartão Nacional de Saúde e validação de senha enviada ao e-mail registrado. A pasta cancelou os cadastros de políticos citados pela Folha. Disse que “preza pela segurança dos dados dos usuários do SUS” e que “o desenvolvimento do produto segue as melhores práticas de mercado utilizadas por entidades governamentais ou privadas”.

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Um estudo inédito no Brasil está sendo conduzido pelo Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids do Instituto Nacional de Infectologia para avaliar o grau de proteção e de segurança da vacina da febre amarela em pacientes com HIV. Conforme a Fiocruz informou, com este objetivo a equipe do LaPClinAIDS está recrutando 100 voluntários não portadores do vírus e que nunca se vacinaram contra febre amarela. O estudo incluirá 400 pessoas, sendo 300 pacientes com HIV já atendidos no LaPClin-Aids e 100 voluntários recrutados na comunidade Fiocruz. “Uma semana após a aplicação da vacina, os participantes retornarão para fazer um exame de sangue e para responder ao questionário de eventos adversos. Posteriormente voltarão ao Laboratório após 30 dias para novos exames”, destaca o portal.

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