BRASIL PEDIRÁ À CHINA COTA PARA FARELO E ÓLEO DE SOJA

//BRASIL PEDIRÁ À CHINA COTA PARA FARELO E ÓLEO DE SOJA

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse ontem, em Joanesburgo, que o Brasil vai pleitear junto à China uma cota de 5 milhões de toneladas para exportar farelo e óleo de soja ao país. Segundo o Valor Econômico, para Blairo, a disputa protecionista entre Estados Unidos e China no curto prazo pode até beneficiar a soja em grão produzida no Brasil, dada a sobretaxa imposta pelos chineses à soja americana. Mas no médio prazo, afirmou ele, o efeito é negativo porque tende a encarecer o preço das rações. “Aí a gente começa a perder competitividade em aves e suínos e perde mercado na indústria de esmagamento, de farelo e óleo”, disse o ministro. “Vamos colocar amanhã [quinta-feira] na reunião com Xi Jinping um pedido de cota para a indústria brasileira vender óleo e farelo para China também”, afirmou Blairo, lembrando que hoje o Brasil já exporta cerca de 60 milhões de toneladas de soja em grão àquele país.

Federarroz cumpre agenda em Brasília para tratar sobre o setor arrozeiro

O vice-presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho, cumpriu extensa agenda em Brasília (DF), esta semana. De acordo com o jornal Mais Soja, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), representou a entidade na Câmara Temática de Insumos Agropecuários. Na Secretaria de Políticas Agrícolas, do Mapa, se reuniu com o diretor do Crédito Geral, Antônio Luiz Machado Moraes, e com o João Cláudio da Silva Souza, do Crédito e Estudos Econômicos, para analisar os instrumentos das negociações dos débitos dos produtores. Velho também esteve com Fabio Florêncio Fernandes, diretor do Departamento da Inspeção de Origem Vegetal (DIPOV), do Ministério da Agricultura, tomando conhecimento do trabalho de fiscalização nas movimentações do arroz no Mercado Nacional e nas Fronteiras. Já na Matriz da Caixa Econômica Federal se encontrou com Ricardo Rios Araújo, Superintendente Nacional do Agronegócio, e com Edgar Vieira Soares, gerente Nacional do Agronegócio, buscando alternativas para a renegociação dos débitos dos produtores. Na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Culturas de Inverno, o dirigente da Federarroz participou como convidado especial nas discussões das “Tendências do Mercado do Trigo” e da apresentação da Embrapa “Visão 2030 – O Futuro da Agricultura Brasileira Brasileira”. E no Palácio do Planalto, Velho se reuniu com Luiz Eduardo Mastalir Machado, chefe de Gabinete do Ministro Carlos Marun, da Secretaria de Relações Institucionais, para discutir a Agenda da Cadeia Produtiva do Arroz.

Receita das maiores de lácteos do mundo subiu 7,2% em 2017

O faturamento combinado das 20 maiores empresas de lácteos do mundo avançou 7,2% em dólar no último ano, segundo o levantamento “Global Dairy Top 20”, divulgado ontem pelo banco holandês Rabobank, informa o Valor Econômico. O estudo mostrou ainda uma mudança no segundo lugar da lista das 20 maiores do segmento, que passou a ser ocupado pela francesa Lactalis. Além disso, de acordo com o Rabobank, as operações de fusões e aquisições em lácteos no mundo cresceram de forma expressiva em 2017. O primeiro lugar no ranking do Rabobank continua com a suíça Nestlé, que teve receita de US$ 24,2 bilhões em 2017. De acordo com levantamento, a recuperação dos preços dos lácteos em 2017 permitiu o crescimento do faturamento combinado das 20 maiores de lácteos no mundo. E as operações de fusões a aquisições no setor cresceram estimuladas pela disponibilidade de capital barato, como também ocorreu em outras áreas. Como resultado, afirma o relatório, não há novos entrantes na lista das 20 maiores de lácteos pelo segundo ano consecutivo, o que indica dificuldade de romper o limite de US$ 5 bilhões (valor do faturamento da vigésima colocada na lista).O banco prevê que nas próximas décadas o mercado global de lácteos vai crescer ao menos 30% em volume e valor, como resultado do crescimento populacional, do aumento da renda e da urbanização. A avaliação é que o crescimento orgânico e as aquisições vão direcionar esse avanço.

Indústria quer ampliar exportações de cafés especiais do Brasil

O Valor Econômico destaca que as exportações brasileiras de cafés especiais devem crescer 8% em volume este ano, depois de terem somado 7,7 milhões de sacas em 2017, segundo estimativa da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA). No ano que passou, os embarques já haviam avançado 14%. Boa parte desse crescimento recente se deve a iniciativas para promover o café especial brasileiro no exterior, como o projeto “Brazil. The Coffee Nation”. Nesta quarta-feira, a BSCA e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) renovaram o projeto setorial, que foi lançado em 2010.  Renovado a cada dois anos, o “Brazil. The Coffee Nation” busca posicionar o Brasil como fornecedor de café de alta qualidade.

 

 

NA IMPRENSA

Mapa – Países membros da Cosalfa se unem para vacinar rebanhos da Venezuela.

MMA – Áreas prioritárias da AM serão atualizadas.

Embrapa – Parceria vai transferir tecnologias de coco e capacitar produtores em SE.

G1 – Em 11 anos, área de propriedades agropecuárias no Brasil cresce o equivalente ao estado do Acre, diz IBGE.

Zero Hora – Azeite de oliva de marca gaúcha conquista título de qualidade em concurso na Itália.

Valor Econômico – Cargill bate duro na intervenção do governo no frete.

Valor Econômico – Brasil pedirá à China cota para farelo e óleo de soja.

Valor Econômico –  Receita das maiores de lácteos do mundo subiu 7,2% em 2017.

Valor Econômico – Polenghi compra unidade de lácteos da cooperativa mineira Calu.

Valor Econômico – Indústria quer ampliar exportações de cafés especiais do Brasil.

Valor Econômico – American Airlines lucra 35% menos no trimestre afetada por combustível.

Valor Econômico – Demanda por aviões é alta, mas há gargalo na produção.

Mais Soja – Temer se reúne com presidente da China e pede fim de sobretaxas.

Mais Soja – Federarroz cumpre agenda em Brasília para tratar sobre o setor arrozeiro.

Mais Soja – Yara participa da Feacoop com soluções nutricionais para as principais culturas agrícolas.

Mais Soja – Contrato de Barter é uma alternativa para garantir a safra.

Mais Soja – Fertilidade biológica dos solos: Solos Bioativos.

Mais Soja – Sucessão familiar é o grande desafio para o setor de agronegócios no Brasil, diz professor da FGV.

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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