Brasil pede interferência da OMC contra sanções para fertilizantes

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Brasil pede interferência da OMC contra sanções para fertilizantes

O presidente Jair Bolsonaro pediu a ajuda da diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Ngozi Okonjo-Iweala, para blindar fertilizantes e insumos agrícolas contra sanções financeiras e restrições logísticas criadas em meio à guerra na Ucrânia, informou o Valor Econômico. A ideia é ter mecanismos que garantam o livre fluxo das matérias-primas para a agricultura, impedindo uma escassez dos produtos no mercado global, flexibilizando restrições impostas à Rússia e Belarus. Bolsonaro e Ngozi conversaram pessoalmente nesta segunda-feira (18), em Brasília, durante a primeira visita à América Latina da diretora-geral da OMC. ’Vou trabalhar nisso e ver o que pode ser feito’, disse ela à noite, em entrevista coletiva no Palácio do Itamaraty. De acordo com o chanceler Carlos França, que acompanhou a nigeriana Ngozi na reunião com Bolsonaro e na coletiva, ela fez um apelo para que o Brasil exporte parte de seus estoques reguladores de alimentos a fim de ampliar a oferta mundial em um momento de alta de preços nos mercados. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Ministros marcam nova reunião sobre suplementação ao Plano Safra

O ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, afirmou nessa terça – feira (19/4) que vai se reunir com os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Agricultura, Marcos Montes, na semana que vem para discutir um acordo em torno da suplementação do orçamento do Plano Safra 2021/22, cujas linhas equalizadas estão suspensas desde fevereiro, informou o Valor Econômico. O encontro será na próxima terça-feira, dia 26. Segundo Nogueira, a votação conjunta do projeto de lei do Congresso Nacional (PLN) 1/2022, que destina R$ 868,5 milhões para a subvenção do crédito rural, deverá ocorrer no dia 28 de abril. Antes, porém, é necessária uma definição sobre os vetos presidenciais que trancam a pauta. Alguns desses vetos geram as fontes dos recursos que o PLN 1 destina ao Plano Safra. Caso eles sejam derrubados, não haverá possibilidade de suplementação. O veto 11/2022 prevê cortes na Lei Orçamentária de 2022 que incluem, entre outros, recursos para o Ministério da Agricultura, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A ideia da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) é apoiar a manutenção dos vetos para ter os recursos necessários para recompor o caixa da subvenção e reabrir o Plano Safra, que está fechado há quase três meses. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

28 novos defensivos tem registro liberado pelo MAPA

Nesta terça-feira (19.04) foi publicado no Diário Oficial da União o registro de 28 novos defensivos agrícolas formulados, ou seja, produtos que efetivamente estarão disponíveis para uso pelos agricultores. Desses, dois são de ingredientes ativos inéditos, sendo um deles considerado de baixo impacto, informou o portal AgroLink. De acordo com os dados que foram divulgados pelo MAPA, entre os produtos químicos registrados, pela primeira vez um produto formulado à base do ingrediente ativo Bistriflurom será ofertado aos agricultores. Trata-se de um inseticida fisiológico para o controle de lagartas importantes, com indicação de uso nas culturas do algodão, citros, milho e soja. Segundo a classificação da Anvisa, este é um produto Classe V, ou seja, improvável de causar dano agudo. Para o controle da ferrugem-asiática e da mancha-alvo na soja, novamente será ofertado um fungicida à base de Impirfluxam, o terceiro registrado em 2022. Já em relação aos biológicos, é o primeiro registro da vespinha Trichospilus diatraeae com uso aprovado para a agricultura orgânica. As larvas dessa vespinha parasitam as pupas das lagartas, sendo nesse registro específico, indicada para controle da lagarta dos eucaliptos e da broca da cana-de-açúcar. Além disso, outros quatro produtos foram registrados com uso aprovado para a agricultura orgânica. Uma vespinha, Palmistichus elaeisis, um isolado de Beauveria bassiana, um Metarhizium anisopliae e um outro com o óleo de neem. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

Pulverização com drones ganha terreno em solos acidentados

Um estudo realizado pela Embrapa Soja mostrou uma melhor performance dos drones em testes de pulverização, destacou matéria do Canal Rural. De acordo com o pesquisador da entidade, Samuel Roggia, o equipamento deve ser utilizado de forma complementar a outros métodos. “O drone tem uma versatilidade um pouco maior em relação a pulverização tratorizada por permitir a entrada na lavoura em momentos em que o solo está muito úmido e o que o trator não conseguiria fazer essa pulverização. É uma ferramenta complementar a outras que o produtor já tem à disposição e uma estratégia para ganhar mais agilidade na pulverização”. Outra vantagem é o acesso em áreas com obstáculos geográficos ou pontos de energia elétrica. “O drone permite fazer aplicações em terrenos mais inclinados, terrenos que teria alguma dificuldade de entrar com outros métodos. Em locais que se teria a necessidade de fazer aplicação com um avião, com rede de alta tensão ou rede elétrica, o drone consegue fazer a pulverização nesses pontos quando tem dificuldade de acesso. Nesses locais, quando se tem postes ou árvores dentro da lavoura, há maior amassamento da cultura devido à necessidade do trator desviar desses pontos, aí a gente vê que o drone pode fazer aplicação nessa situação”, finaliza.

 

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