Brasil apresenta em Glasgow projeto de base aérea de combate a incêndios no Pantanal

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Brasil apresenta em Glasgow projeto de base aérea de combate a incêndios no Pantanal

O Brasil apresentou nesta sexta-feira (5) na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26), em Glasgow, na Escócia, o projeto da primeira base aérea de combate a incêndios no Pantanal. Segundo informou o Canal Rural, a proposta é baseada no funcionamento de uma unidade instalada na Amazônia, em 2017. Além da proteção ambiental ao bioma, que tem sofrido com queimadas severas nos últimos anos, o projeto também pode ser benéfico à imagem do Brasil no exterior. O deputado Ederson Ederson Dal Molin (PSC), coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) em Mato Grosso, participou da implementação da base aérea na Amazônia e foi à COP26 para mostrar a nova unidade. Ele conta que na iniciativa pioneira, sediada em Sorriso (MT), o Corpo de Bombeiros trabalha de forma cooperada com a Aeronáutica. “Locamos aviões agrícolas, temos helicópteros, formação e capacitação de brigadas em propriedades rurais, juntamente com os municípios”, afirma. Dal Molin conta que, além da proteção das florestas, a unidade age em eventuais focos de incêndio em lavouras de milho e algodão. O parlamentar espera que a nova base aérea de combate a incêndio saia do papel no próximo ano. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Embraer divulga projetos de quatro novas tecnologias de propulsão por energia renovável

A Embraer anunciou projetos para uma família de aeronaves conceito, que foi concebida para ajudar a indústria a atingir a meta de zero emissões líquidas de carbono até 2050, informou o Valor Econômico. Batizada de “Energia Family”, o projeto envolve quatro aeronaves conceito de tamanhos variados que incorporam diferentes tecnologias de propulsão, sendo elas: eletricidade, célula de combustível de hidrogênio, turbina a gás de duplo combustível e híbrido-elétrico. A empresa informou ter feito parceria com um consórcio internacional de universidades de engenharia, institutos de pesquisas aeronáutica e pequenas e médias empresas para entender melhor a captação, armazenamento e gerenciamento térmico de energia, e suas aplicações para a propulsão sustentável de aeronaves. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Governo e sindicatos de aeronautas criticam projeto de lei que cria o “uber aéreo”

Especialistas do setor aéreo criticaram nesta segunda-feira (8) o Projeto de Lei 2166/21, que cria e regulamenta o Transporte Aéreo Remunerado Individual de Passageiros (Tarp), informou a Agência Câmara. Na prática, o texto autoriza pilotos habilitados que sejam proprietários de aviões pequenos – até seis ocupantes – a oferecer serviços de transporte de passageiros, conforme regras definidas na proposta. Por semelhanças com o modelo de transporte terrestre por aplicativos, a modalidade foi apelidada de “uber aéreo”.O autor, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), argumenta que a regulamentação do Tarp, além de aumentar a oferta de serviços de táxi aéreo no País, principalmente em regiões remotas, poderia trazer mais segurança para passageiros que já têm buscado serviços de transporte aéreo não credenciados. O presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Ondino Cavalheiro Neto, discordou de Marcelo Freitas. “Esse projeto de lei tem o objetivo de legalizar o transporte aéreo clandestino de passageiros sob o pretexto de estar resguardando a segurança desse tipo de voo ao definir o tamanho e a potência da aeronave e a experiência do piloto”, disse. Consultor aeronáutico, o representante do Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo (Sneta), Raul Marinho, apontou falhas técnicas no texto que podem comprometer a segurança dos voos. O sindicato entende que modernizar os atuais serviços de táxi aéreo, reduzindo custos de operação e incentivando a renovação das frotas, é a solução mais adequada para garantir segurança e mais voos em regiões como a Amazônia. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Agricultores têm dificuldades para receber insumos importados

Produtores enfrentam atrasos na entrega de insumos agrícolas. O plantio de soja começou e muitos agricultores ainda não receberam os fertilizantes e defensivos, informou o portal G1. O Brasil importa 76% dos ingredientes ativos e dos produtos formulados. Destes, 32% são da China, que tem repensado a sua política energética. Com isso, os produtos oriundos do fósforo amarelo, que é a matéria-prima do glifosato, do grifo zenato, do acefato, foram prejudicados no processo da cadeia de suplementos. Além deste ponto, há o problema das linhas de frete, que em função da pandemia foram reduzidas para a América do Sul, fazendo o custo dos contêineres aumentar cerca de 4 vezes, explica o presidente da Associação das Empresas de Defensivos, Biodefensivos e Sementes, Christian Lohbauer.

 

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