Bolsonaro divulga vídeo que defende sustentabilidade do agronegócio brasileiro

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O presidente Jair Bolsonaro usou sua conta na rede social Twitter neste sábado (25) para divulgar uma peça publicitária do governo que defende a sustentabilidade do agronegócio brasileiro. Segundo o Valor Econômico narrado em inglês, o vídeo informa que produtos como açúcar, café, soja e carne são produzidos fora da região Amazônica. E afirma que o Brasil tem potencial de resolver dois grandes problemas planetários: segurança alimentar e conservação ambiental. A peça informa que, nos últimos 40 anos, a produção agrícola brasileira aumentou 385%, enquanto a área cultivada avançou 32%. O que foi possível pelos ganhos de produtividade na lavoura. “Do Brasil para o mundo! Agro brasileiro cresce e bate recordes gerando empregos e desenvolvimento”, escreveu o presidente, marcando os perfis dos ministérios da Agricultura e Infraestrutura e dos ministros Tereza Cristina e Tarcísio Freitas.

Acordo entre Mercosul e Canadá pode elevar em US$ 7,8 bi exportações do agronegócio do Brasil, diz CNA

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que a assinatura de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e o Canadá tem potencial para aumentar em US$ 7,8 bilhões a receita das exportações brasileiras de produtos agropecuários, destacou o Valor Econômico o nesta segunda-feira (27). O lançamento oficial do estudo será no dia 29 de julho, durante um webinar sobre o andamento das negociações, com a participação de representantes dos ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores. Os resultados do trabalho mostram a relevância do acordo para o setor, e vão subsidiar negociadores brasileiros com dados técnicos que ajudarão na tomada de decisões e na definição de posicionamento do país, diz a CNA, em nota. “Carnes, cereais, farinhas e preparações, frutas e complexo soja são os setores do agro que têm mais potencial de serem beneficiados com o acordo. No caso das carnes, o aumento da receita pode chegar a US$ 1,4 bilhão por ano.” “Os cortes nobres e de melhor qualidade tendem a ter melhor competitividade no mercado canadense. Animais criados a pasto, menor percentual de gordura e sustentabilidade ambiental chamam a atenção do consumidor médio”, diz o estudo. O segmento de cereais, farinhas e preparações pode ter alta de US$ 771,9 milhões nas vendas ao Canadá, sendo o milho o produto com maior capacidade de aumento de receita (US$ 324,0 milhões) e o arroz com grande potencial explorável no curto prazo, pois já possui alíquota de importação zerada naquele país, afirma o texto da CNA. Para o setor de frutas, a oportunidade de comércio é de US$ 751,7 milhões. De acordo com o documento, apesar das alíquotas já zeradas, o Brasil ainda é pouco expressivo no abastecimento do mercado canadense para frutas tropicais, como melões (1,7% do mercado), goiabas e mangas (8,1%), limões e limas (1,4%). Já para o complexo soja (grão e farelo), a estimativa é de aumento de US$ 703,9 milhões, apesar da concorrência com os Estados Unidos. “A proximidade geográfica entre os dois países norte-americanos implica custos menores de logística e de transporte”. Com relação às tarifas, o mercado canadense tende a negociar a eliminação de boa parte delas já no ano seguinte à entrada em vigor dos acordos, o que pode beneficiar os produtores brasileiros em um curto prazo.

Valor da produção agrícola quase dobra no Centro-Oeste em 10 anos

Com novas colheitas recorde de soja e milho e o mais numeroso rebanho bovino do país, o Centro-Oeste do país alcançará, em 2020, o maior valor bruto da produção (VBP) agropecuária de sua história e confirmará a condição de locomotiva do campo brasileiro, informou o Valor Econômico o nesta segunda-feira (27). Dados do Ministério da Agricultura compilados pelo Valor mostram que, puxado pelos grãos, o VBP das lavouras de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal (a conta inclui 21 produtos) deverá somar R$ 168,4 bilhões neste ano, 17,5% mais que em 2019. Em relação ao resultado de 2011, o aumento é de 92,5%, ou R$ 80,9 bilhões. Esse aumento representa 66% da alta do VBP das lavouras de todas as regiões do país na última década. Segundo as projeções do ministério, o VBP agrícola nacional atingirá R$ 480 bilhões em 2020, com altas de 11,6% ante o ano passado e de 34,3% (ou R$ 122,6 bilhões) na comparação com 2011 – os valores estão deflacionados pelo IGP-DI da Fundação Getulio Vargas (FAGV) de junho. Soja e milho lideram o avanço do VBP agrícola do Centro-Oeste. A colheita de soja na região somou 58,9 milhões de toneladas na safra 2019/20, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), 12% a mais que em 2018/19 e volume 73,7% superior ao do ciclo 2010/11. Na última década, a região respondeu por 54,8% do incremento da colheita brasileira da oleaginosa, que em 2019/20 atingiu 120,9 milhões de toneladas. A seu favor na balança, o Centro-Oeste conta com propriedades produtoras de grãos em média maiores que as das demais regiões. Seus donos sabem que têm de investir em tecnologia desde que a Embrapa começou a desenvolver sementes adaptadas ao Cerrado, na década de 1970, e hoje contam com uma multiplicação de ferramentas digitais para melhor aproveitar a possibilidade de cultivar duas safras com produtividades elevadas. Daí porque a colheita de milho também baterá recorde em 2019/20. Semeado sobretudo na safra de inverno, depois de colhida a soja de verão, o cereal deverá render 55,6 milhões de toneladas em 2019/20, com crescimento de 5,3% em relação a 2018/19 e de 221,4% ante 2010/11. Assim, o Centro-Oeste responderá por 88,7% do incremento da colheita total brasileira na última década.

Países africanos vivem revolução digital agrícola

Neste domingo (26) o jornal O Estado de S.Paulo divulgou que, o jovem Emeka Nwachinemere cresceu na zona rural da Nigéria vendo a avó lutar para sobreviver produzindo alimentos com pouca tecnologia e ganhando pouco depois da colheita. Sem estrutura para armazenar, era obrigada a vender pelo quanto queriam pagar. Assim como ela, milhões de pequenos agricultores no continente de 1,2 bilhão de habitantes enfrentam dificuldades até hoje para produzir melhor e aumentar sua renda. “Eu via minha avó trabalhar tão duro e conseguir tão pouco, sempre tínhamos de sobreviver de pequenas rendas e éramos explorados pelos intermediários na tentativa de vender as colheitas”, disse Emeka, que prometeu tentar mudar aquela realidade. O tempo passou, ele cursou engenharia mecânica e criou uma plataforma que faz análises das condições específicas de cada produtor e depois fornece um pacote de insumos adequados – sementes, fertilizantes e agroquímicos. Por fim, facilita a conexão com compradores, sem custo extra. “Ao fornecer aos agricultores insumos específicos para o solo e as culturas, permitimos que eles cultivem com mais precisão, o que aumenta o rendimento e garante maior produção, aumentando a renda”, explica o criador da Kitovu, startup de agricultura que hoje atende 7.450 agricultores na Nigéria. Em 2021, ele e seu time de sete pessoas pretendem triplicar o número de clientes. Para os produtores que não podem comprar o pacote de insumos, a Kitovu aceita o pagamento em produtos. A empresa nigeriana é parte de um movimento maior para elevar a digitalização da agricultura no continente de 54 países que, somados, têm seis vezes a população do Brasil. Nações como Nigéria, Costa do Marfim, Ruanda, África do Sul, Quênia e Gana são palco de uma revolução digital que vê o nascimento de empresas em áreas tão distintas como o acesso a recursos para pequenos agricultores, monitoramento de pragas com drones e conexão de produtores e compradores. A avaliação desses empreendedores e de especialistas locais é que milhões de pequenos agricultores produzem muito abaixo de seu potencial em razão da falta de conhecimento sobre insumos, acesso a tecnologias, recursos e práticas de gerenciamento adequadas. A estimativa é que haja 800 milhões de africanos vivendo na zona rural. “Antes, a imagem que a agricultura evocava era a da pobreza, do desânimo e do fracasso. Não era uma opção de carreira para ninguém”, explica Emeka. “Mas isso está mudando à medida que os jovens mais instruídos entram na agricultura.” A nova geração adota boas práticas, melhor manejo pós-colheita, reduz perdas e usa tecnologias com facilidade. Segundo um estudo de 2019, havia 390 soluções de agricultura digital em todo o continente – 60% delas lançadas nos últimos três anos. Elas abarcam cinco áreas principais: serviços de orientação e recomendação, conexão com mercados, acesso a recursos financeiros, gerenciamento da cadeia de produção e agricultura de precisão de uma forma mais ampla. A África tem a maior parte das terras agricultáveis não usadas e é considerada a última fronteira agrícola do planeta.

NA IMPRENSA

Folha de S.Paulo – Importações de soja brasileira pela China batem recorde em junho

O Estado de S.Paulo – Acordo Mercosul-Canadá pode dar US$ 7,8 bilhões ao agro

O Estado de S.Paulo – Amazonas, provedor da vida, desencadeia a pandemia

O Estado de S.Paulo – Crise mundial faz Brasil depender cada vez mais de exportações para a China

O Estado de S.Paulo – Países africanos vivem revolução digital agrícola

O Estado de S.Paulo – Governo do MS decreta emergência e pede ajuda por incêndios no Pantanal

BR Político – Vídeo do governo tenta dissociar agronegócio de desmatamento

G1 – AMAGGI é empresa agrícola referência em conservação florestal, diz pesquisa

G1 – Programa voltado aos jovens com afinidades para o setor agropecuário está com inscrições abertas; confira

G1 – Nuvem de gafanhotos: saiba como os argentinos estão exterminando essa ameaça às plantações

G1 – Agricultores de SP acham saída criativa para não perder produção de caqui

Valor Econômico – Produtor de Mato Grosso já vende soja que será colhida em 2022

Valor Econômico – Valor da produção agrícola quase dobra no Centro-Oeste em 10 anos

Valor Econômico – Acordo entre Mercosul e Canadá pode elevar em US$ 7,8 bi exportações do agronegócio do Brasil, diz CNA

Valor Econômico – Valor da produção agrícola quase dobra no Centro-Oeste em 10 anos

Valor Econômico – Produtor de Mato Grosso já vende soja que será colhida em 2022

Valor Econômico – China importou volume recorde de soja brasileira em junho

Valor Econômico – Bolsonaro divulga vídeo que defende sustentabilidade do agronegócio brasileiro

Valor Econômico – Commodities: Sinais de menor oferta impulsionam preço do trigo

Embrapa – Brasil e Canadá formalizam cooperação na área agrícola

Embrapa – Embrapa lança publicação sobre a contribuição do Plano ABC para a redução das emissões de GEE

Embrapa – Prosa Rural – Análise de solos: da coleta à aplicação dos nutrientes

Embrapa – Prosa Rural – Intensificação sustentável da agricultura no Cerrado com ILPF

Embrapa – Embrapa e governo do Acre assinam cooperação para fortalecimento da produção rural

Embrapa – Estudo revisa megatendências dos sistemas alimentares pós-pandemia

Embrapa – Livro apresenta discussão sobre fatos e mitos na agricultura

CNA – FAEP realiza treinamento sobre contratos de arrendamentos rurais

CNA – Aliança Agroeconômica lança relatório com dados de produção do Centro-Oeste

CNA – CNA estima aumento de até US$ 7,8 bi das exportações brasileiras com acordo Mercosul-Canadá

CNA – Boletim CNA: Medidas para empreendedores familiares rurais são benéficas para o setor

CNA – Projeto Campo Futuro realiza painéis online com produtores do Rio Grande do Sul e da Bahia

CNA – CNA, Mapa, entidades e seguradoras avaliam produtos de seguro para o trigo

Mapa – Ministra e vice-presidente reforçam importância da regularização fundiária na Amazônia

Mapa – Portfólio de Projetos Estratégicos do Mapa tem 85 resultados gerados no primeiro semestre

AgroLink – “É fundamental destravar” diz ministra sobre regularização fundiária

AgroLink – Conheça o gotejamento Subterrâneo em Café Conilon

AgroLink – FAEP realiza treinamento sobre contratos de arrendamentos rurais

AgroLink – Produtor aponta crescimento de 20% com uso de fertilizante

AgroLink – Aeroportos do interior engatinham na pandemia

AgroLink – Agricultura Familiar e Cooperativismo serão temas de webinário idealizado pela Seapa

AgroLink – Pulverização via drone reduz custos

AgroLink – Medidas para empreendedores familiares rurais são benéficas para o setor

AgroLink – Oportunidades de uso da ILPF no Centro-Oeste serão discutidas em live no dia (29)

AgroLink – Os gafanhotos serão uma preocupação no futuro?

AgroLink – Medidas para empreendedores familiares rurais são benéficas para o setor

AgroLink – Aliança Agroeconômica lança relatório com dados de produção do Centro-Oeste

AgroLink – Grupo Bureau Veritas inaugura quarto laboratório no país

AgroLink – Produtores rurais vão pavimentar mais uma estrada

AgroLink – Projeto Campo Futuro realiza painéis online com produtores do RS e da BA

AgroLink – RS estabelece plano contra gafanhotos

AgroLink – Keyrus e Syngenta lançam plataforma de inteligência comercial

AgroLink – Bayer debate certificação da produção de soja

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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