Bolsonaro cria coordenação para cuidar de política pública para cães e gatos

//Bolsonaro cria coordenação para cuidar de política pública para cães e gatos
O presidente Jair Bolsonaro determinou a criação de um departamento específico para tratar de políticas públicas voltadas para pets como cães e gatos. A Coordenação Nacional de Proteção e Defesa Animal foi instituída por meio de decreto publicado nesta quarta-feira (12), que reestruturou o Ministério do Meio Ambiente. As mudanças têm 45 dias para serem implementadas. A nova coordenadoria está ligada à Secretaria da Biodiversidade, subordinada ao Departamento de Conservações de Espécies, dedicados à proteção de fauna e flora brasileira e exótica. “Esse foi um pedido do presidente. Nunca teve nada nesse sentido de defesa e proteção animal. É a pauta de proteção dos pets, cachorros, gatos. Vemos discussão disso todos os dias e não tinha na Esplanada quem cuidasse dessa pauta”, disse Salles ao jornal O Estado de S.Paulo. A promessa de criar um órgão para cuidar de animais domésticos foi feita por Bolsonaro logo após se eleger presidente em outubro de 2018, quando ainda se discutir unificar os ministérios da Agricultura e Meio Ambiente. “Em falar em animais de estimação, vocês podem ter certeza que em nosso governo teremos uma secretaria específica para tratar dos direitos dos animais, os animais merecem respeito”, em entrevista à Rádio Arapuan FM, da Paraíba. Inicialmente, pensava-se em criar uma secretaria nacional que teria como foco o controle populacional e o combate às zoonoses. Em março do ano passado, conforme registrou o Estadão, o ministro da Cidadania Onyx Lorenzoni, médico veterinário e então chefe da Casa Civil, chegou a consultar deputados e especialistas para viabilizar a criação de uma secretaria nacional em que o foco do órgão seria o controle populacional e o combate às zoonoses. Há também uma demanda no Congresso para que o governo autorize rubricas específicas na liberação de emendas parlamentares à destinação de recursos para procedimentos animais, como castração, esterilização, microchipagem e registro de animais. Em junho, a primeira-dama Michelle Bolsonaro adotou um cachorro que apareceu no Palácio da Alvorada. O pastor-maremano chegou a ser batizado de Augusto e ganhou perfil no Instagram. Com o sucesso nas redes sociais, o tutor do cão que havia fugido apareceu para resgatá-lo.  Augusto, que se chamava Zeus, foi devolvido à família no Palácio do Planalto. Pressionado a apresentar ações contra o desmatamento, o governo promoverá alterações na estrutura do Ministério do Meio Ambiente. Três secretarias serão reestruturadas em uma tentativa de mostrar que temas como mudanças no clima, preservação de áreas protegidas e proteção da Amazônia são prioridades da pasta.

Rio Grande do Sul, Rondônia, Acre e Paraná viram zona livre de vacinação da febre aftosa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reconheceu, nesta terça-feira (11), os estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Rondônia e Acre, além de duas regiões do Amazonas e do Mato Grosso, como zonas livres da vacinação para febre aftosa. Segundo o G1 a medida, que já havia sido anunciada, foi confirmada com a assinatura de uma instrução normativa pela ministra Tereza Cristina. A mudança passa a valer em 1º de setembro. Com isso, o ano de 2020 será o último com vacinação nestes estados. A normativa, que deve ser publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (12), dá reconhecimento nacional à medida. A partir disso, o governo federal poderá encaminhar o pedido de status internacional à Organização Mundial de Saúde Animal. Com assembleia prevista para maio do ano que vem, a entidade internacional pode emitir a certificação que vai permitir a entrada dos estados em novos mercados mundiais. Técnicos e especialistas apontam que a retirada da vacinação tem potencial de abrir mercados como Japão, Coreia do Sul, México, Estados Unidos, Chile, Filipinas, China (carne com osso) e Canadá. No setor dos suínos, a expectativa é de que haja um incremento nas exportações em cerca de R$ 600 milhões anuais. Até agora, o RS já vacinou 90% do rebanho, segundo o secretário da Agricultura, Covatti Filho. Na semana passada, auditores do ministério estiveram na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do RS para avaliar o cumprimento das exigências feitas para a obtenção do novo status sanitário. “Vai gerar imenso impacto na economia gaúcha. Com a retirada da vacina, o estado poderá alcançar 70% dos mercados mundiais disponíveis”, afirma Covatti Filho. A febre aftosa é uma das principais doenças da criação de gado, que começa com aftas na boca dos animais, podendo levar a problemas cardíacos e até a morte. Ela é contagiosa entre os animais, mas não infecta humanos. Conforme o governo federal, o Brasil não registra novos casos desde 2006.

Controle biológico de carrapato ganha espaço

Os carrapatos representam prejuízos na atividade de leite e corte. Os ectoparasitas causam diversos danos aos bovinos, destacou o portal AgroLink nesta quarta-feira (12). O parasita ingere sangue, causa lesões na pele e proporciona o surgimento de outras doenças, sendo a Tristeza Parasitária Bovina (TPB) a mais comum. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), os prejuízos anuais podem chegar a R$ 10 bilhões aos criadores. Nos últimos anos, com o grande uso de medicamentos, o carrapato evolui e criou resistência, o que dificultou o seu combate. Focado neste problema empresas investem em soluções biológicas de combate, usando inimigos naturais para acabar com a infestação. É o caso da startup brasileira de biotecnologia animal Decoy. Foram desenvolvidos dois produtos de base natural, um para o rebanho e outro para a pastagem, onde se escondem cerca 95% dos carrapatos de uma propriedade. As soluções baseadas em esporos de fungos, inimigos naturais dos carrapatos, entram em contato com o parasita, germinam e se desenvolvem, levando-o à morte em poucos dias. Cada frasco da solução tem mais de 6 bilhões de esporos, e cada um mata um carrapato. “Acompanhando uma tendência mundial, percebemos que o alimento do futuro terá de ser mais limpo, saudável e causar menos impacto ambiental”, ressalta Lucas von Zuben, CEO da empresa. Os produtos naturais não deixam resíduos no leite e na carne e podem ser usados inclusive em vacas prenhes e bezerros. O custo médio do tratamento gira em torno de R$ 4,50 por gado e R$ 25 por hectare ao mês. Enquanto aguarda a aprovação de documentos junto ao MAPA para iniciar a comercialização, a startup resolveu atuar diretamente no setor e estabeleceu um programa de parcerias com pecuaristas. “Disponibilizamos as soluções aos produtores por 12 meses e eles fornecem informações sobre o tratamento, além de uma ajuda de custo para o desenvolvimento das pesquisas. Até agora, temos histórico de parceria com 400 produtores, e pretendemos chegar a mil associações até o fim de 2020”, conta von Zuben. Também está em fase de pesquisa o desenvolvimento de biológicos parra controle de carrapato do cachorro, o cascudinho das granjas e o ácaro da abelha.

Abipesca critica Projeto de Lei sobre uso sustentável de bioma brasileiro

Entidades do setor pesqueiro, entre elas a Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), se posicionaram, nesta terça-feira (11), contrárias ao Projeto de Lei nº 6969/13, apelidado de “Lei do Mar”, que propõe a criação da Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro. De acordo com o Valor Econômico em carta aberta, a Abipesca assinou o documento juntamente com os presidentes da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), da Frente Parlamentar de Pescados e da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal. Segundo o documento assinado pelas entidades, o projeto de lei “carece e merece” a participação do setor produtivo, pescadores e indústrias, para que seus fins sejam atingidos. Entre as propostas do projeto, estão a preservação de pelo menos 10% de áreas marinhas e costeiras e o incentivo ao uso de tecnologias com menor impacto ambiental, como equipamentos de pesca que minimizem o desperdício na captura de espécies-alvo e diminuam a captura de outras espécies não comercializáveis. A autoria do projeto de lei é do deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) e do ex-deputado Sarney Filho. O projeto, que transita pela Câmara dos Deputados, recebeu apoio de ambientalistas e ONG’s, como a Fundação SOS Mata Atlântica.

NA IMPRENSA
Folha de S.Paulo – 7 sinais que seu cachorro sofre de ansiedade de separação

O Estado de S.Paulo – Bolsonaro cria coordenação para cuidar de política pública para cães e gatos

O Globo – Após morte de protetora, ONG assume sítio com mais de 100 animais no Rio e faz vaquinha virtual para mantê-los

G1 – RS, Rondônia, Acre e Paraná viram zona livre de vacinação da febre aftosa

G1 – Propriedade é invadida e animais são mortos a pauladas em Francisco Macedo: ‘crueldade com os bichinhos inocentes’

G1 – De garça mais colorida à menor felino do Brasil, fotógrafos de MS flagram animais raros

G1 – Homem é preso suspeito de manter animais silvestres em cativeiro em Manaus

G1 – Queimadas colocam animais silvestres em risco

Valor Econômico – Norma reconhece seis Estados como livres de febre aftosa sem vacinação a partir de 1º de setembro

Valor Econômico – Abipesca critica PL sobre uso sustentável de bioma brasileiro

Valor Econômico – Farsul apoia retirada da vacinação contra febre aftosa no RS

CNA – Sistema CNA/Senar discute os impactos causados pelo javali na agropecuária

CNA – Assistidos pelo Agronordeste, bovinocultores de leite superam crise provocada pela pandemia

CNA – ATeG do Senar Goiás capacita produtores a formularem dietas ajustadas para rebanho

AgroLink – Controle biológico de carrapato ganha espaço

AgroLink – Topigs Norsvin consolida no mercado brasileiro a matriz TN70

AgroLink – Programa Montana ofertará 50 touros em Megaleilão Virtual

AgroLink – Você conhece a fumaça líquida?

AgroLink – Boa demanda e alta nos preços do sebo bovino

AgroLink – Pequenas iniciativas incentivam a avicultura e a suinocultura no Ceará

AgroLink – RS é reconhecido como livre de aftosa sem vacinação

AgroLink – Aumento nas exportações brasileiras de carne bovina em agosto

AgroLink – Boi gordo: mercado segue firme

Anda – Cão resgatado com fratura precisa de ajuda financeira para não ter pata amputada

Anda – Cingapura destrói presas de marfim que custaram a vida de 300 elefantes

Anda – Mineração de nióbio na floresta amazônica brasileira pode causar uma devastação significativa

Anda – Cavalos explorados em charretes são abandonados à própria sorte no Marrocos

Anda – China planeja reduzir consumo de carne em até 50% até 2030

Anda – Vaquinha salva de matadouro dá à luz a seu bebê em segurança

Anda – Voluntários lutam para salvar golfinhos após encalhe em massa

Anda – Prada anuncia abolição do uso de couro de canguru em suas coleções

Anda – Mineração de nióbio na floresta amazônica brasileira pode causar uma devastação significativa

Anda – Com humanos em isolamento, filhotes de tartaruga nascem em praia vazia

Anda – Cavalo é abandonado com ferida repleta de larvas e grupo arrecada fundos para resgatá-lo

Anda – Porca resgatada com ferimento grave na cabeça pode ter sido baleada no RJ

Anda – Santuário de Elefantes Brasil promove leilão de artes para arrecadar fundos

Anda – Ativistas denunciam mortes em massa de belugas em parque aquático
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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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