Boletim NK – Vacinação para a população de SP só deve ter início a partir de 23 de março, diz prefeitura

//Boletim NK – Vacinação para a população de SP só deve ter início a partir de 23 de março, diz prefeitura

Vacinação para a população de SP só deve ter início a partir de 23 de março, diz prefeitura

Idosos com mais de 75 anos na capital receberão a primeira dose da vacina contra a Covid-19 somente a partir de 23 de março, segundo o secretário municipal da Saúde de São Paulo, Edson Aparecido. A data, contudo, é “uma estimativa”, pois depende do recebimento das doses do imunizante.

A vacinação dos profissionais de saúde da rede municipal teve início nesta terça-feira (19), no Hospital Municipal Dr. José Soares Hungria, em Pirituba, zona norte. Essa etapa da fase prioritária, que inclui também idosos residentes em Instituições de Longa Permanência e indígenas aldeados, deve seguir ao longo de fevereiro e março. “A partir daí, a gente inicia a vacinação dos idosos nas nossas unidades de saúde e nos postos espalhados pela cidade. Mas a gente ainda depende [da chegada] das vacinas”, afirma o secretário.

Nesta terça, a prefeitura de São Paulo recebeu 203 mil doses da Coronavac, que serão distribuídas para instituições públicas e particulares de saúde que atendem pacientes com a Covid-19. Nelas, por enquanto, serão imunizados somente profissionais da linha de frente do combate à doença, o que representa cerca de 40% do total de trabalhadores da saúde no município. As informações são da Folha de São Paulo.

 

Campanha publicitária do governo para mobilizar vacinação começará na quarta-feira

A campanha de vacinação contra Covid-19 feita pelo governo federal começará a ser veiculada nesta quarta-feira, dia em que anteriormente estava previsto o início da vacinação em todo o país. A reportagem apurou que a peça publicitária será protagonizada por “pessoas comuns”, trabalhadores brasileiros. A peça publicitária chega com atraso de três dias em relação à  data na qual foi vacinada a primeira pessoa no Brasil, a enfermeira Mônica Calazans, em São Paulo. Diferentemente do que prega o presidente Jair Bolsonaro sobre as vacinas, a campanha não terá menções a possíveis efeitos colaterais dos imunizantes aprovados pela Anvisa.

Um informe técnico produzido pela Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações na segunda-feira inclui como último tópico “diretrizes sobre a Comunicação da vacinação”. Segundo o documento, a campanha é “essencial” para se alcançar os objetivos da imunização. O texto afirma que “a elaboração da campanha publicitária seguirá um planejamento de acordo com a evolução de cada etapa da vacinação”. O documento orienta a necessidade de começar a campanha com “mensagens de antecipação e preparação”, o que ainda não ocorreu. Em seguida, o guia orienta que a campanha informe com clareza a população sobre como, quando, onde e para quem será a primeira etapa de vacinação e as demais.

Apesar das orientações, a campanha ainda não foi divulgada oficialmente pelo governo federal.  Em coletiva de imprensa na quarta-feira, dia 13, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, afirmou que a campanha já estava sendo elaborada e ficaria pronta “em breve”. Questionado sobre as declarações do presidente Bolsonaro atacando a credibilidade dos imunizantes, segundo informações apuradas pelo jornal O Globo, Franco disse que o papel da mídia será fundamental para divulgar a vacinação.

 

Na fila para comprar vacinas, Brasil recua em oposição à Índia sobre patentes

O governo de Jair Bolsonaro adotou hoje uma recuada diplomática que chamou atenção na cena comercial. O país desta vez não manifestou mais oposição aberta a uma proposta da Índia e da África do Sul que envolve patentes e covid-19, na Organização Mundial do Comércio (OMC). O Valor apurou que a constatação em Brasília é de que o país tem não só sofrido muita pressão internacional por ter ficado ao lado de países desenvolvidos nessa questão, como também não se pode ignorar a tentativa desesperada de comprar o modesto volume de dois milhões de vacinas indianas o mais rápido possível.

Em outubro, Índia e África do Sul submeteram aos membros da OMC proposta para que fosse permitido aos países suspender patentes e outros instrumentos de propriedade intelectual vinculados ao combate à pandemia de covid-19. Isso duraria pelo menos até uma vacinação generalizada globalmente, imunizando a maioria da população mundial.

Mas o Brasil, que tinha uma posição histórica a favor de quebra de patente farmacêutica, ficou então ao lado dos EUA, União Europeia, Japão, Suíça e outros desenvolvidos contra a proposta. O argumento foi de que o Acordo Trips — tratado sobre propriedade intelectual integrante do conjunto de acordos que resultou na criação da OMC — já tem flexibilidades que podem ser utilizadas pelos países membros para atingir objetivos de saúde pública. E, se houver problema de oferta de medicamentos, os países podem quebrar patente para garantir o abastecimento de remédios e vacinas.

 

Anvisa concede certificado de boas práticas às farmacêuticas Pfizer e Janssen

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta terça-feira, o Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) à farmacêutica Pfizer e a uma das empresas vinculadas à Janssen, subsidiária belga da Johnson & Johnson. O documento é um dos requisitos para obtenção de registro ou autorização emergencial de uso para vacinas no Brasil. Nenhuma das duas empresas, no entanto,  solicitou até o momento registro ou autorização emergencial de uso para suas vacinas contra a Covid-19.

O certificado é concedido após análise das condições de fabricação das empresas produtoras da vacina. Essas companhias devem estar de acordo com as normas de segurança e qualidade estabelecidas pela Anvisa. A Pfizer possui quatro empresas envolvidas no processo de fabricação. Em dezembro, a Anvisa já havia concluído análise de três delas. Agora, com a última empresa avaliada, foi concedido o certificado.

A Janssen também obteve a certificação da Anvisa nesta terça-feira para a segunda empresa de sua cadeia produtiva. Agora apenas uma das empresas está com a certificação pendente. No total, três empresas vinculadas à Janssen produzem o imunizante, que é testado no Brasil. As informações são do O Globo.

 

NA IMPRENSA 

G1 – Testes do uso combinado das vacinas AstraZeneca/Oxford e Sputnik V devem começar em fevereiro, diz farmacêutica russa

G1 – Assessores de Bolsonaro avaliam nomes para fazer ponte com a China por insumos para CoronaVac; Mourão diz estar a postos

G1 – Todos os estados e o DF iniciam aplicação de vacina contra Covid-19

Agência Câmara – Projeto pune agente público por vacinação obrigatória em caso de efeito colateral grave ou morte

Agência Senado – Senador quer criar CPIs sobre ações do governo no enfrentamento da covid-19

O Globo – Diretor do Butantan pede que Bolsonaro tenha ‘dignidade’ para defender CoronaVac e negociar com a China

O Globo – Asilo do Rio tem caso de residentes que se recusam a tomar vacina contra Covid-19

O Globo – Procurador bolsonarista abre investigação contra Twitter por post da Saúde classificado como ‘enganoso’

O Globo – Anvisa concede certificado de boas práticas às farmacêuticas Pfizer e Janssen

O Globo – Taxa de contágio pelo coronavírus no Brasil se mantém alta, diz Imperial College

O Globo – Campanha publicitária do governo para mobilizar vacinação começará na quarta-feira

O Globo – Embarque de insumos da CoronaVac para o Brasil está previsto para a próxima semana, após entraves na China

Folha –  Amapá deve vacinar 138 mil pessoas contra o sarampo para controlar surto

Folha – Terapias inovadoras melhoram vida do paciente com melanoma

Folha – Vacinação para a população de SP só deve ter início a partir de 23 de março, diz prefeitura

Valor Econômico – Na fila para comprar vacinas, Brasil recua em oposição à India sobre patentes

Valor Econômico – Índia diz que bloqueio na OMC dificulta produção de vacinas

Valor Econômico – Farmacêuticas começam ensaios de vacinas com crianças nos EUA

Valor Econômico – Governo autoriza ampliação de vagas do Mais Médicos em Manaus diante de crise na saúde

JOTA – Empregadores podem exigir que seus empregados tomem a vacina contra o coronavírus

 

 

 

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