Boletim NK – Investimento brasileiro em defensivos biológicos deve crescer em 2020

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Investimento brasileiro em defensivos biológicos deve crescer em 2020
O mercado de produtos biológicos para as lavouras está em pleno crescimento, afirmou o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Adeney Bueno, durante painel de debate na Abertura Nacional da Colheita da Soja, que aconteceu em Jataí (GO), nesta quinta-feira (23).  Segundo ele, em 2020, os produtores do país podem investir cerca de R$ 800 milhões na compra destes produtos biológicos, um crescimento de 60% se comparado aos R$ 500 milhões gastos no ano passado. “Esse mercado de biológicos vem crescendo e atraindo investidores. O potencial de crescimento ainda é muito grande, pois se pensarmos que um dia os químicos podem ser substituídos por biológicos, há espaço para aumentar essa participação”, disse Bueno. Segundo o Canal Rural, em 2018 o Brasil tinha 102 produtos biológicos registrados e comercializados. Em 2019 esse montante saltou para 231 produtos, aumento de 126%, afirmou o pesquisador.

Não precisamos desmatar para comer, basta aumentar a produtividade, diz Tereza Cristina

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, divergiu nesta quinta-feira (23) do ministro da Economia, Paulo Guedes, que afirmou em Davos que “as pessoas destroem o meio ambiente porque precisam comer”. “As pessoas não precisam desmatar para comer, você pode aumentar a produtividade por área, essa é uma das vantagens comparativas do Brasil”, disse a ministra em Delhi, ao ser questionada pela Folha de S.Paulo. Tereza participou do Fórum Global para Alimentação e Agricultura, em Berlim, onde foi muito questionada por europeus e tentou passar uma mensagem que é exatamente o oposto da fala de Guedes. No fórum, a ministra ressaltou que apenas 2,3% do território da Amazônia são usados para produção agrícola e 10,5% para pecuária, e disse que agricultura não pode ser apontada como a vilã dos problemas ambientais. “Na Europa, existe uma má vontade com o Brasil , o Brasil é a bola da vez, como se a gente não fizesse nada certo, o que não é verdade”, disse. “Essa imagem tem interesses, é o medo que agricultores de muitos países da Europa têm do Brasil, que aumentou com o acordo EU Mercosul”, completou.

Ministra defende parceria entre Brasil e Índia na produção de etanol

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou nesta quinta-feira (23), em Nova Déli (Índia), do Seminário sobre Oportunidades em Energia e Mineração. No evento, a ministra defendeu que a Índia, em parceria com o Brasil, amplie a produção e uso de etanol.Tereza Cristina destacou que Brasil e Índia são responsáveis por aproximadamente 55% da produção mundial de cana-de-açúcar e 35% da produção global de açúcar. No caso do etanol, o Brasil fabrica mais de 30 bilhões de litros, o segundo maior produtor do mundo, enquanto que a produção indiana foi de apenas 1,5 bilhão de litros em 2018. “Nesse contexto, existe um enorme potencial de cooperação entre nossas nações. De acordo com o portal de notícias do Mapa, um aumento na produção de etanol na Índia traria, além dos benefícios socioeconômicos já observados, grandes ganhos ambientais”, disse. Segundo a ministra, o aumento da fabricação de etanol pela Índia ajudará na regulação do preço do açúcar no mercado mundial, que está em queda. “A possibilidade de cooperação com a Índia servirá para apoiar a criação do mercado mundial de etanol. Do ponto de vista da Índia, podemos mencionar a redução da poluição nas grandes cidades, maior suprimento de energia renovável e a redução da dependência das importações de petróleo”.

Algodão avança em critérios de sustentabilidade

Além de atingir a sua segunda maior safra da história, o algodão produzido na Bahia também avançou no cumprimento dos rígidos critérios de sustentabilidade mundiais. Foram certificadas como sustentável 77,7% da área plantada da fibra na Bahia pela entidade suíça Better Cotton Iniciative (BCI) que atua em conjunto com o programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), desenvolvido localmente pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). Segundo o Agrolink, o programa certificou ao longo da safra 2018/2019 uma área total de 247.840 mil hectares, garantindo um crescimento de 29,4% da área de algodão que vem cumprindo à risca a legislação ambiental e adotando critérios de sustentabilidade dentro e fora das propriedades. Desde quando foi iniciado o programa, em 2011, a área classificada como sustentável saiu de 21,1% para os atuais 77,7% no Oeste da Bahia.
NA IMPRENSA

Câmara dos Deputados – Proposta estabelece normas para exploração econômica da araucária

Câmara dos Deputados – Projeto concede seguro-desemprego a pequeno produtor rural

Mapa – Tereza Cristina debate com ministros indianos oportunidades no processamento de alimentos e produção de leite

Mapa – Ministra defende parceria entre Brasil e Índia na produção de etanol

Folha de S.Paulo – Não precisamos desmatar para comer, basta aumentar a produtividade, diz Tereza Cristina

BR Político – Dória tenta abrir mercados para agronegócio paulista em Davos

G1 – Produtora de carne cultivada em laboratório recebe aporte de US$161 milhões

G1 – Governo veta uso no Brasil de antimicrobianos para promover crescimento de animais

G1 – Avião que combatia incêndios na Austrália cai e mata 3

Valor Econômico – Subsídios agrícolas podem chegar a US$ 2 tri em 2030

Canal Rural – Defensivos biológicos: investimento brasileiro deve crescer em 2020

Canal Rural – Ronaldo Caiado rechaça possibilidade de taxar agro de Goiás

Canal Rural – Existe uma ‘agenda do medo’ contra o agro brasileiro, afirma Croplife Brasil

Agrolink – Algodão avança em critérios de sustentabilidade

Portal de Notícias do Governo do Estado do Paraná – Agronegócio é responsável por 77% das exportações do Paraná

Folha Vitória – Governo do ES autoriza dispensa de licença ambiental para obras nas cidades em calamidade pública

GaúchaZH – Gisele Loeblein – “Economia de precisão contribui para um mundo mais sustentável”, diz CEO da Agrosmart em Davos

GaúchaZH – Irrigação ajuda a reduzir perdas em anos de estiagem, mas por que a técnica é pouco usada no RS?
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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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