Boletim NK – Etanol, pecuária e feijão são destaques na pauta agro de Bolsonaro na Índia

//Boletim NK – Etanol, pecuária e feijão são destaques na pauta agro de Bolsonaro na Índia
Etanol, pecuária e feijão são destaques na pauta agro de Bolsonaro na Índia
O presidente da República, Jair Bolsonaro, viaja no fim desta semana para a Índia com a previsão de assinar pelo menos 12 acordos comerciais. O objetivo é aprofundar as relações entre o Brasil e o segundo país mais populoso do mundo – com 1,3 bilhão de habitantes. Segundo reportagem do Globo Rural, serão assinados acordos nas áreas tributária, de investimentos, de agronegócio, de energia, de segurança cibernética e de saúde. Na agropecuária, um dos destaques na agenda é a cooperação na área da bioenergia – em especial o etanol.Os indianos pretendem direcionar parte da produção de cana – que hoje vira açúcar – para aumentar a porcentagem de álcool na gasolina. Hoje, essa mistura não passa de 7%. O objetivo é chegar a 10% até 2022 e a 20% em 2030. “Vamos levar a experiência brasileira, as lições aprendidas e os benefícios que tivemos ao longo de 40 anos para os atores envolvidos nessa área na Índia – do governo, da indústria de automóveis, do segmento de petróleo, para que eles possam ter clareza de como superar os desafios”, explica Eduardo Leão, diretor-executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a principal associação de usinas do país.
Na Índia, ministra busca ampliar e diversificar comércio e cooperação com país asiático

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, inicia nesta quarta-feira (22) a agenda de compromissos na Índia com objetivo de ampliar e diversificar o comércio e a cooperação com o país asiático. De acordo com notícia publicada no portal de notícias do Mapa, está prevista a assinatura de uma declaração conjunta entre o Mapa e o Ministério da Pecuária, Pesca e Lácteos para cooperação em saúde animal e melhoramento genético bovino. A cooperação prevê promoção comercial, pequisa genômica bovina e intercâmbio mútuo de germoplasma. A cooperação, com duração de três anos, prevê que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) irá oferecer capacitação para técnicos indianos em fertilização in vitro e transferência de embriões, além de apoiar a instalação e operacionalização de um Centro de Excelência em Pecuária de Leite na Índia. Em 2019, as exportações agropecuárias para a Índia somaram US$ 676 milhões. Os dez produtos agrícolas mais vendidos foram: óleo de soja (bruto), açúcar de cana (bruto), algodão, feijão seco, pimenta piper (seca ou triturada em pó), óleo essencial de laranja, óleos essenciais, maçãs (frescas), sucos e milho.

Como será a “nova Embraer”?

Uma empresa com cerca de nove mil funcionários, três fábricas no País e outras duas nos Estados Unidos, além de uma receita anual na casa dos R$ 8 bilhões. Essa é a Embraer que sobrará aqui quando a Boeing levar seus 80% da divisão de aviões comerciais, a joia da coroa da fabricante brasileira de aeronaves. A compra foi fechada há um ano e meio e a expectativa é que os órgãos reguladores concluam a análise do negócio até abril. De acordo com matéria do Estadão, a Embraer remanescente passará longe de ser uma companhia irrelevante, mas não se compara à atual, com receita de R$ 18 bilhões e valor de mercado de R$ 15 bilhões. Para continuar ­– e sobreviver ­– sem sua divisão comercial, motor da companhia, a fabricante terá de se reinventar. Fontes do mercado admitem que a Embraer remanescente será uma empresa menor, mas não são pessimistas com o futuro da companhia. As duas principais divisões da “nova Embraer” ­– a de fabricação de jatos executivos e a de aviões para uso militar –, que historicamente apresentam resultados inconsistentes, acabam de colocar novos e eficientes produtos no mercado. A perspectiva é que, a partir deste ano, a demanda por eles seja crescente.

O plano de vôo da nova companhia

Como o negócio com a Boeing ainda não foi concluído, os executivos da companhia relutam em detalhar o que planejam para a nova Embraer. Dão apenas algumas dicas. A área de serviços, como manutenção de aeronaves, deve crescer. O segmento de defesa também vai avançar com as vendas do C-390 Millenium (cargueiro militar cujo projeto foi recém-concluído). E as novas tecnologias, como o carro voador e os microssatélites que poderão ser usados para monitorar produções agrícolas, podem apontar o futuro da empresa. Segundo o vice-presidente de operações da Embraer, Nelson Salgado, a ideia é que os três braços remanescentes (executiva, defesa e serviços) sejam responsáveis, cada um, por 30% da receita da nova empresa. Isso implica em uma expansão acelerada dos serviços, que hoje correspondem a 19,1% e empregam 2.300 funcionários. “É uma área que tem muita possibilidade e não necessariamente só nos nossos aviões”, diz. Para avançar na velocidade desejada, a divisão considera a possibilidade de aquisições, principalmente de empresas que já tenham licença para fazer manutenção de aeronaves de outras marcas. Outra alternativa é personalizar e modernizar jatos Embraer que são revendidos. “O avião Embraer é um sucesso na revenda. Aí temos uma oportunidade”, diz presidente da área de serviços e suporte de Embraer, Johann Bordais.

NA IMPRENSA
Câmara dos Deputados – Projeto acaba com Lei Kandir para exportação de alimentos sem estoques internos

Senado Federal – Proposta reduz impostos para segurar alta dos preços da carne bovinaFonte: Agência Senado

MAPA – Na Índia, ministra busca ampliar e diversificar comércio e cooperação com país asiático

MAPA – Novo episódio do Mapacast fala sobre Programa Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal

MAPA – Publicado zoneamento da soja para estados do Norte e Nordeste

Folha de S. Paulo – Gol dialoga com estados para manter redução de ICMS do combustível

Folha de S.Paulo – Boeing diz que 737 MAX não volta a voar ao menos até a metade do ano

Folha de S.Paulo – Greenpeace, MST, MTST e outros grupos vão à PGR contra ministro do Meio Ambiente

Estadão – Como será a “nova Embraer”?

G1 – Frigoríficos lideram perdas na bolsa após China renegociar contratos de exportação de carne

G1 – Justiça condena investigados em processo da Operação Carne Fraca

G1 – MPF investiga a possível existência de agrotóxicos na água do Açude de Boqueirão, na Paraíba

Globo Rural – Etanol, pecuária e feijão são destaque na pauta agro de Bolsonaro na Índia

GazetaWeb – Ministério da Saúde autoriza o uso de 20 mil kg de inseticida vencidos em Maceió

Valor Econômico – Presidente da Raízen vai comandar o Grupo Cosan

Valor Econômico – Rede social para produtor rural recebe aporte de R$ 2,5 milhões

Isto É Dinheiro – Farsul: preço recebido pelo produtor rural fecha 2019 com valorização de 10,68%

Agrolink – Klabin obtém liberação para utilização de drones em longa distância

Diário de Uberlândia – Alimentos brasileiros estão entre os mais seguros do mundo

Agência Pública – Em decisão inédita, indígenas vítimas de “chuva de agrotóxico” recebem R$ 150 mil de indenização
_____________________________________________________

O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

No comments yet.

Leave a comment

Your email address will not be published.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Translate »