BID aprova linha de US$ 1,2 bi para projetos agropecuários sustentáveis

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BID aprova linha de US$ 1,2 bi para projetos agropecuários sustentáveis

O Ministério da Agricultura informou nesta quarta (8) que o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou uma nova linha de crédito, de US$ 1,2 bilhão, para financiar projetos de desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas da agropecuária. Segundo o Valor Econômico , parte desse montante, US$ 230 milhões, será aplicada pela Pasta em seu Programa de Apoio ao Desenvolvimento Agropecuário no Nordeste (AgroNordeste), que visa o desenvolvimento de oportunidades econômicas em cadeias de valor agropecuárias, na regularização fundiária e ambiental. Outros projetos serão avaliados e devem beneficiar no total mais de 166 mil produtores, organizados ou não em associações e cooperativas.As linhas de crédito do BID ficarão disponíveis por dez anos, e os projetos apresentados deverão estar alinhados com as políticas de apoio ao setor agropecuário e ao desenvolvimento rural e definidas como prioritárias pelo Plano Estratégico 2020-2031 do Ministério da Agricultura, “especialmente nas áreas de defesa agropecuária, inovação agropecuária (pesquisa, assistência técnica e extensão rural), regularização fundiária, regularização ambiental e sustentabilidade ambiental adaptada às mudanças climáticas.”

Crescimento da energia gerada com biomassa foi de 2,9% ao ano de 2015 a 2018, diz IBGE

O crescimento médio de energia gerada com biomassa foi de 2,9% entre 2015 e 2018 no país. O cálculo é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que anunciou os resultados para o período da pesquisa Contas Econômicas Ambientais de Energia (CEAE) Produtos da Biomassa – Brasil, informou o Valor Econômico. No levantamento, o instituto detalhou que, somente em 2018, a produção de energia elétrica oriunda da biomassa foi de 54,4 mil gigawatts-hora (GWh) e representou cerca de 9% de toda a eletricidade gerada no Brasil. No intervalo pesquisado, a participação média foi de 8,9%. Ainda segundo o IBGE, do total de eletricidade gerada em 2018 proveniente de produtos energéticos da biomassa, 51,3% (ou 27,9 mil gigawatt-hora) foram consumidos pelos próprios segmento que os geraram. O restante foi injetado na rede elétrica. No levantamento, o IBGE também informa que a produção de etanol chegou a 17,159 mil toneladas equivalentes de petróleo em 2018, com um crescimento anual médio de 3% entre 2015 e 2018. Também em 2018, a produção de biodiesel alcançou 4,237 mil toneladas equivalentes de petróleo, depois de crescimento médio de 10,7% desde 2015. A biomassa da cana, por sua vez, apresentou redução média de 1% ao ano no período de 1,0%, sendo que a produção de 2018 foi de 33,599 mil toneladas equivalentes de petróleo. Em relação à produção de energia por atividades econômicas, entre 2015 e 2018 o IBGE detalhou que a que mais gerou eletricidade foi a fabricação de biocombustíveis (50,6% do total), seguida por celulose, papel e produtos de papel (25%) e alimentos e bebidas (14,4%). Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Fórum Sucroenergético manifesta apoio a pleito do setor de biodiesel por volta do B13

O Fórum Nacional Sucroenergético manifestou apoio à reivindicação do setor de biodiesel para que o governo reconsidere a redução da mistura do biocombustível no diesel para 10% em todo o ano de 2022, informou o Valor Econômico. O programa de apoio ao biodiesel tinha como meta elevar a mistura de 13% para 14% no próximo ano, a partir de março.Em carta enviada ao presidente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Juan Diego Ferrés, o presidente do fórum, Mário Campos Filho, criticou a falta de previsibilidade para o setor. Segundo Campos Filho, a decisão de manter a mistura em 10% “vai contra os compromissos assumidos na COP26 (Conferência do Clima), ao mesmo tempo que não leva em conta que estamos na eminência de colher no Brasil uma das maiores safras de soja da nossa história”.

Uso de defensivos aumentou 36% em 20 anos

O uso de defensivos agrícolas aumentou 36% entre 2000 e 2019, apontou a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). A informação consta do Anuário Estatístico Mundial de Alimentos e Agricultura 2021, que fornece uma “visão abrangente do cenário agrícola e alimentar global e um resumo dos dados sobre alimentação, nutrição e agricultura”, publicou o portal Agrolink.  De acordo com o Anuário Estatístico, o uso global de pesticidas alcançou o patamar de 4,2 milhões de toneladas em 2019. Quase todo o aumento ocorreu entre 2000 e 2012 – ano a partir do qual houve um arrefecimento no ritmo de crescimento de aplicações de agroquímicos nas lavouras mundiais.  As maiores contribuições vieram da Ásia, seguida das Américas, Europa, África e Oceania. O uso global de pesticidas por área de cultivo aumentou 28% nos anos 2000, de 2,1 kg / ha para 2,6 kg / ha, e estabilizou após 2010, embora com algumas diferenças regionais importantes. As taxas de aplicação de pesticidas em 2019 foram mais altas nas Américas, seguidas pela Ásia, Oceania, Europa e África. Na década de 2010, a Oceania superou a Europa, mas as duas regiões ficaram abaixo da média global. A Ásia foi a única região onde o uso de pesticidas por área de cultivo não aumentou entre 2010 e 2019. Os três principais países em termos de taxa de aplicação de pesticidas em 2018 foram Trinidad e Tobago, com 25 kg / ha, Santa Lúcia, com 20 kg / ha e Equador, com 14 kg / ha.

 

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