Aviação agrícola ganha quarta piloto de turboélice

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A piloto mato-grossense Maria Aparecida dos Santos se tornou nesta semana a quarta brasileira habilitada para comandar aeronaves agrícolas turboélices, a terceira em aviões Air Tractor, destacou o portal AgroLink nesta quarta-feira (8). Piloto agrícola desde 2012. Ele fez o curso de transição do motor a pistão para turbina em duas etapas, no interior paulista. A primeira parte com instrução teórica e uso de simulador na Aeroglobo Aeronaves, representante Air Tractor em Butucatu. Em seguida, ela encarou uma etapa prática com aeronave de duplo comando da Pachu Aviação Agrícola, em Olímpia. A primeira piloto de turboélice agrícola foi Laura Lima, em 2018, no curso de transição de motor a pistão para turbo da Pachu, em parceria com a DP Aviação. No mesmo ano, a mineira Juliana Torchetti Coppick fez o seu curso de transição para aeronave de motor a pistão para turboélice na fábrica da Thrush Aircraft, no Estado norte-americano da Georgia. Foi também a primeira piloto agrícola a trabalhar na atividade nos Estados Unidos (e segue atuando por lá). Em março deste ano, foi da gaúcha Joelize Friedrichs também concluir o curso de transição para aeronave turboélice na Pachu. Em seguida, ela fez também o curso de piloto de combate a incêndios e se tornou, em agosto, a primeira mulher a comandar a aeronave agrícola nesse tipo de operação.

Bahia ganha monitoramento automatizado do vazio sanitário

Um projeto pretende estabelecer, em dois anos, sistema de monitoramento automatizado das lavouras da Bahia, focado em monitorar o vazio sanitário e pragas das culturas. Inicialmente irá se desenvolver em algodão e soja. De acordo com portal AgroLink uma plataforma automatizada, prevista para entrar em operação em 24 meses, pretende analisar de maneira automática imagens aéreas ou orbitais, identificando as áreas que descumprirem o vazio sanitário, período em que o campo deve ficar sem cultivo a fim de impedir a continuidade do ciclo de pragas e doenças. A iniciativa faz parte de uma de cooperação técnica-financeira assinada entre a Embrapa Instrumentação (SP); a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba); a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), por meio do Setor de Processamento Digital de Imagens (SPDI); e a Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento (Faped). As atividades serão desenvolvidas em nove etapas. A primeira é a definição das áreas para os testes. Os próximos passos são o desenvolvimento da plataforma com as funcionalidades desejadas, bem como a criação de interface para conexão com bases de dados de imagens; seleção e aquisição de imagens de satélites com alta precisão que serão integradas às ferramentas. Também serão desenvolvidos interface para visualização de mosaicos adquiridos pelos drones e de satélites de alta precisão; algoritmo de classificação para as culturas de algodão, soja, tigueras e pragas, baseado em inteligência artificial; voos com drones para captação de imagens e, por último, geração de mapas temáticos e de relatórios. Veja a matéria completa, clique aqui.

CNPE reduz de 13% para 10% a adição de biodiesel no diesel

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou a redução, de 13% para 10%, do teor de biodiesel na composição do óleo diesel. A decisão, unânime, foi justificada pela demanda aquecida por soja no mercado internacional, que tem se refletido em alta nos preços da commodity. Segundo o Valor Econômico o óleo de soja representa 71% do total de biodiesel usado para a mistura. O restante vem de sebo bovino e outros óleos. “Verifica-se a necessidade de adoção de medida temporária de redução do teor de biodiesel devido à potenciais impactos para o consumidor brasileiro e reflexos em inúmeros setores (transporte público e de mercadorias) e atividades (agrícola e geração de energia, por exemplo)”, informou o CNPE. Os novos teores da mistura valerão já para o 82º Leilão de Biodiesel, destinado ao suprimento do mercado nos meses de novembro e dezembro.

Estímulo ao controle biológico em lavouras de tabaco

Os produtores brasileiros de tabaco vêm ampliando o uso de alternativas de controle biológico para o manejo de pragas. De acordo com o Valor Econômico uma das que afetam significativamente a cultura é a “mosquinha-das-mudas” (Bradysia matogrossensis), que pode causar danos da ordem de 60% a viveiros de mudas nos casos mais severos. Na safra atual, 20% dos agricultores que fazem parte do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), da British American Tobacco Brasil (BAT), resolveram testar uma alternativa apresentada pela Promip – companhia paulista da área de defensivos biológicos, fundada em 2006 – para combater o problema. Trata-se de um universo que inclui 4,2 mil produtores do Sul, a principal região de cultivo de tabaco no país. A Promip, que atua com macro e microbiológicos, descobriu que um ácaro predador (o Stratiolaelaps scimitus) se alimenta de larvas da praga em questão e, após estudos, criou um protocolo para o manejo da solução. Sendo assim, a companhia passou a “engarrafar” 10 mil ácaros predadores da praga, somados a uma outra substância, para impedir o desenvolvimento da ameaça nos viveiros. Segundo a BAT, ao longo de 20 anos houve redução significativa no uso de agroquímicos no cultivo do tabaco no Brasil. No caso do uso da solução da Promip, as adesões vêm crescendo. Em 2019, 7% dos produtores do sistema de fornecedores da companhia adquiriram a tecnologia, fatia que passou para 16% em 2020, chegou agora a 20% e deverá aumentar para 25% em 2022. A BAT trabalha com aproximadamente 20 mil fornecedores no país – que, no total, reúne cerca de 137 mil famílias produtoras.

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