Aviação agrícola ganha força e mostra sua importância para o agronegócio brasileiro

//Aviação agrícola ganha força e mostra sua importância para o agronegócio brasileiro
O agronegócio brasileiro tem exigido cada vez mais técnicas avançadas para manter o seu crescimento. Neste contexto, um dos elementos que impulsionam a produtividade do setor é a aviação agrícola, destacou o Jornal Jurid nesta quarta-feira (4). Com 2,3 mil aeronaves, segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), atualmente, o Brasil possui a segunda maior frota de aviões agrícolas do mundo, atrás apenas dos EUA. O advogado e professor de direito aeronáutico Georges Ferreira reforça que a importância da aviação agrícola e destaca que ela apresenta várias aplicações, entre elas: o trabalho de semeadura, a aplicação de fertilizantes, pulverizações para combater pragas, trato de florestas, combate a incêndios florestais, repovoamento de rios e lagos a partir do lançamento de alevinos, entre outras. “Hoje, apesar de ainda sofrer preconceito vindo de pessoas desinformadas, a aviação agrícola tem um papel fundamental no agronegócio. A tecnologia aplicada evita ao máximo a deriva, garantindo mais segurança e produtividade em menor tempo”, analisa Ferreira. Ele acrescenta que, hoje, o Brasil exporta seus produtos agrícolas para mais de 190 países e fornece alimentos para aproximadamente 1,2 bilhão de pessoas no mundo todo, direta e indiretamente. “Esse é apenas um dos motivos que nos levam a refletir sobre a importância de se investir e acreditar na aviação agrícola”, diz. Georges Ferreira ainda lembra do Projeto de Lei 4629/20, que altera o Código Florestal para determinar que os planos de contingência para combate a incêndios florestais, elaborados pelos órgãos ambientais, contenham diretrizes para o uso da aviação agrícola. O texto, já aprovado no Senado, tramita agora na Câmara dos Deputados. Para serem utilizadas no combate a incêndios, as aeronaves deverão atender às normas técnicas definidas pelo poder público e ser pilotadas por profissionais devidamente qualificados para a atividade.

Novos diretores são nomeados para compor Diretoria da ANAC

Nesta quinta-feira (5), quatro diretores foram nomeados para preencher vagas na Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). As nomeações no Diário Oficial da União (DOU) ocorreram após os indicados pelo Presidente da República passarem por aprovação no Plenário do Senado Federal no dia 20 de outubro. A indicação para o novo Ouvidor da Agência também passou pelo mesmo processo. Três dos quatro diretores nomeados já cumprem mandato de Diretor ou Diretor-Substituto na Agência e são servidores públicos. A Diretoria é composta por cinco vagas e uma delas ainda permanece desocupada. Para exercer o cargo de Diretor-Presidente da Agência, foi nomeado o servidor Juliano Alcântara Noman. Ele foi designado para preencher a vaga decorrente do término do mandato de José Ricardo Pataro Botelho de Queiroz, que se encerrou em 19 de março de 2020. Seu mandato como Diretor-Presidente se estenderá, portanto, até 19 de março de 2025. Para ocupar mais uma vaga na Diretoria, foi nomeado o servidor Ricardo Bisinotto Catanant para preencher a cadeira decorrente do término do mandato de Ricardo Sérgio Maia Bezerra. Seu mandato se estenderá até 19 de março de 2025. Em outra vaga para Diretor, foi designado o servidor público Tiago Sousa Pereira, que exerce o cargo de Diretor-Substituto na ANAC desde janeiro de 2020. Seu mandato como Diretor titular se inicia em 20 de março de 2021, decorrente do término do mandato de Hélio Paes de Barros Júnior, que renunciou, e vai até 19 de março de 2026. Por fim, Rogério Benevides Carvalho foi nomeado para a Diretoria da Agência, na vaga decorrente do término do mandato de Ricardo Fenelon das Neves Júnior. Seu mandato se estenderá até 7 de agosto de 2024.

Embrapa traça metas para manter relevância 

Pela primeira vez desde que foi criada, em 1973, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) incluiu em seu novo Plano Diretor, que foi anunciado nesta quarta-feira (4) pelo presidente da estatal, Celso Moretti, metas claras e quantificáveis para a próxima década. Segundo o Valor Econômico as metas foram definidas com base em nove temas prioritários para o trabalho dos pesquisadores e serão monitoradas com indicadores de desempenho. A Embrapa espera desenvolver até 2030 soluções tecnológicas capazes de reduzir custos para produtores e consumidores, promover a sustentabilidade no campo, agregar valor, elevar a produtividade e a eficiência do uso de insumos, estimular a inclusão produtiva e incentivar a melhoria de renda e de qualidade de vida na zona rural. “Não é um documento para ficar guardado, mas um guia permanente para o acompanhamento das ações, definição dos rumos e para o avanço da Embrapa”, afirmou Moretti. O Plano Diretor também envolve a governança da estatal, com ações para tentar reduzir custos e minimizar desperdícios. Ao todo, são 29 metas dentro de 11 objetivos estratégicos. Na área de sustentabilidade e competitividade, por exemplo, a empresa quer, até 2025, incrementar em 20% o benefício econômico gerado por práticas agropecuárias e tecnologias sustentáveis que reduzem custos e ampliar em 15% a adoção de tecnologias produzidas pela estatal e parceiros que preservem a qualidade nutricional e a segurança ou a vida útil de produtos da agropecuária. Até 2030, o compromisso é aumentar em cerca de 10% a adoção de cultivares de grãos, hortaliças, frutíferas e forrageiras da Embrapa e parceiros.

Diferença de preços pode acelerar o avanço da soja em áreas de cana

Os preços da soja, que estão quebrando recordes há meses no país, deverão incentivar o avanço do cultivo do grão sobre áreas de cana-de-açúcar de fornecedores independentes no Centro-Sul, já que a cultura foi muito afetada pela pandemia por causa da redução do consumo de etanol, informou o Valor Econômico nesta quinta-feira (5). Conforme análise da consultoria Pecege, os preços pagos atualmente aos produtores pela sacarose da cana e pela saca do grão justificam a migração. O valor pago pelos Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) no acumulado da atual safra sucroalcooleira 2020/21 (até setembro) está, em média, em R$ 0,6877 o quilo, enquanto a saca da soja em Paranaguá está R$ 163,54. Diante desses preços, o grão é mais rentável que a cana, de acordo com o estudo do Pecege. Pela análise da consultoria, a cana só é mais atrativa quando o quilo do ATR está em R$ 0,68 ou acima desse patamar e quando a soja está abaixo de R$ 63 a saca. Conforme sobe o preço do ATR, a cana até consegue ficar mais competitiva quando a soja está com preços um pouco mais altos, mas não nas máximas atuais. Se o valor pago pelo ATR subisse para R$ 0,75 o quilo, a soja teria que cair para R$ 55 para deixar de ser competitiva – um terço do valor atual. A análise da Pecege levou em conta apenas o valor do ATR regulado pelo Consecana, sem contar bonificações das usinas aos produtores. Segundo Haroldo Torres, diretor da consultoria, os pagamentos acima do valor do Consecana giram em torno de R$ 5 por tonelada – o que representaria cerca de R$ 400 a mais por hectare, dada a produtividade da safra atual.

NA IMPRENSA

Agência Senado – Ministro ressalta papel da Comissão do Pantanal em ações contra queimadas

Agência Câmara – Projeto institui regras para consórcios públicos de proteção ambiental

Agência Câmara – Projeto cria cadastro negativo de pecuaristas envolvidos em crimes ambientais

Agência Câmara – Especialistas sugerem métodos mais eficazes para acelerar Cadastro Ambiental Rural

Governo Federal – Jornada científica da Embrapa discute futuro do agronegócio

Governo Federal – Ibama promove o maior Projeto de Monitoramento de Praias do mundo

G1 – Ricardo Salles exonera coordenador de fiscalização ambiental do Ibama

G1 – Lagarta mandarová pode destruir plantação inteira em poucos dias

Valor Econômico – Para coibir a venda casada, governo quer elevar penas

Valor Econômico – Diferença de preços pode acelerar o avanço da soja em áreas de cana

Valor Econômico – Índice de preços dos alimentos da FAO sobe pelo quinto mês seguido

Valor Econômico – Embrapa traça metas para manter relevância

Valor Econômico – Congresso derruba veto e garante desoneração da folha até 2021

ANAC – Novos diretores são nomeados para compor Diretoria da ANAC

CNA – CNA participa de Congresso Brasileiro de Reservas Particulares do Patrimônio Natural

Mapa – Ministra Tereza Cristina acompanha diplomatas em viagem à Amazônia Ocidental

Embrapa – Embrapa tem novo Plano Diretor com objetivos e metas para os próximos 10 anos

Embrapa – Pesquisador fala sobre arborização em debate sobre meio ambiente em Campinas

Embrapa – Cerrado é tema de debate no Canal Rural

Embrapa – Embrapa Rondônia realiza treinamento para avaliação de impacto ambiental de tecnologias de restauração florestal

AgroLink – Dólar alto eleva preços do café

AgroLink – Mês de outubro encerrou com preços do arroz em alta

AgroLink – Regiões agrícolas registram bons volumes de chuva em outubro

AgroLink – Incaper promove curso online para técnicos sobre a cultura do morango

AgroLink – Como evitar perdas por nematoides no milho

AgroLink – Plantio mecanizado de MPB em meiosi gera economia

AgroLink – Fumicultores usam estufa com energia solar para curar tabaco

AgroLink – Gigante do agro investe em novas tecnologias de proteínas

AgroLink – KWS Sementes avança com seu Programa de Licenciamento de Produtos no Brasil

Revista Canavieiros – Aplicação aérea em cana-de-açúcar: desafios, tecnologia e novas ferramentas

Segs – Embraer entrega seis A-29 Super Tucano para a Força Aérea das Filipinas

Jornal Jurid – Aviação agrícola ganha força e mostra sua importância para o agronegócio brasileiro

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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