Aviação agrícola acelera com o crescimento do agronegócio

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Aviação agrícola acelera com o crescimento do agronegócio

Ao contrário do que muita gente pensa, um piloto de aviação agrícola faz muito mais do que pulverizar lavouras. Cada vez que o avião sobe, tem muito trabalho, pois é preciso avaliar várias condições para que o voo aconteça com segurança e eficácia, publicou em matéria o G1. Uma empresa em Pederneiras (SP) presta serviço para agricultores na região. As lavouras de cana de açúcar são a principal área de trabalho, mas, neste ano, a demanda está mais baixa. Mesmo assim, os trabalhos não param. Em mais de 20 anos de operação, a empresa viu mudar muito o público que precisa do serviço das aeronaves no campo. O tempo trouxe melhores condições para o setor, que, neste ano, completa 100 anos no mundo. A primeira vez que uma aeronave saiu do solo com objetivo de combater pragas foi nos Estados Unidos em 1921. Depois de 26 anos, a aviação agrícola começou no Brasil, no Rio Grande do Sul, também para conter uma praga de gafanhotos. Desde então, os aviões ganharam mais tecnologia e passaram a ser fundamentais para o controle e desenvolvimento da agricultura. A tecnologia brasileira faz parte dessa história.Um produtor e diretor administrativo da Associação de Plantadores de Cana do Médio Tiete defende o uso de aviões na agricultura. Mas, para que a aplicação desse serviço seja segura, é feito um acompanhamento, além de diversos cadastros nas agências governamentais, pois é preciso mapear a área. Essas medidas são necessárias para garantir a produção e também proteger o meio ambiente.

Raízen, Vibra e Air BP vão ao STJ para tentar barrar Gran Petro em Guarulhos

Raízen, Vibra Energia (antiga BR Distribuidora) e Air BP entraram com uma ação no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), nesta segunda-feira (6), para tentar barrar o acesso da Gran Petro à distribuição de combustíveis no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Segundo o Estado de S. Paulo, na quinta-feira (2), a GRU Airport, administradora do aeroporto internacional, decidiu autorizar o abastecimento pela Gran Petro, assim que a empresa apresentar uma apólice de seguros maior para a cobertura de eventuais acidentes. A GRU atende assim a uma decisão judicial, que determinou a entrada da empresa no aeroporto, questionou a demanda recorrente da concessionária por documentos a serem fornecidos pela Gran Petro e estabeleceu multa de R$ 1 milhão por dia se houver “persistência da inércia”. Segundo pessoas familiarizadas com a disputa, o problema na entrada da Gran Petro em Guarulhos diz respeito à segurança. A empresa não teria certificação internacional de distribuição de combustíveis, o que poderia gerar risco ao aeroporto e a seus usuários. Como a operação é compartilhada, com o uso de tanque e dutos por todas as fornecedoras de combustíveis, haveria riscos a todo o sistema aeroportuário, caso houvesse um erro de operação por uma empresa que “nunca abasteceu uma aeronave e não tem padrões internacionais exigidos.” Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Como é a sensação de ‘pilotar’ o novo ‘carro voador’ da Embraer

O Estadão foi até a cidade-sede da Embraer para testar o simulador do eVTOL (sigla em inglês para veículo elétrico de pouso e decolagem vertical, como é chamada oficialmente a aeronave). O equipamento foi instalado em uma das unidades da empresa em julho do ano passado e vem sendo usado para se experimentar, por exemplo, a interface entre o piloto e a máquina. Assim, pilotos de teste da Embraer operam o simulador e passam para os engenheiros o que precisa ser alterado para que o futuro equipamento seja exitoso. “O piloto testa e nos diz se uma mudança de direção tem de ser mais ou menos suave”, explica o diretor executivo da Eve (empresa da Embraer responsável pelo desenvolvimento do eVTOL), Andre Stein. Segundo o executivo, a intenção é que a pilotagem da aeronave seja fácil e intuitiva. Os softwares é que devem fazer a maior parte do trabalho, precisando de poucos comandos do piloto e garantindo uma evolução fácil para a versão autônoma do “carro voador”. A companhia trabalha para que o eVTOL opere a até 180 km/h, mas a ideia de que a velocidade seja controlada pelo computador, e não pelo piloto, deve acontecer na prática – o que também garante uma maior segurança. Enquanto pilotos e engenheiros fazem simulações em São José dos Campos, outra equipe trabalha em Gavião Peixoto (SP) em uma espécie de protótipo da aeronave. Do tamanho que deverá ter o eVTOL, mas sem fuselagem, o equipamento vem sendo utilizado para testar o conceito do “carro voador”. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Indústria de biodiesel cobra alívio tributário na Justiça

Desde o primeiro semestre deste ano, empresas produtoras de biodiesel vinham pedindo ao governo federal a restituição dos valores pagos de PIS e Cofins sobre o biocombustível durante o período em que o diesel fóssil teve isenção e redução nas alíquotas desses impostos – e, agora, a demanda acaba de chegar à Justiça, apurou o Valor. Nas contas do setor, se todas as usinas acionarem o judiciário, a cobrança pode chegar a R$ 400 milhões.Os produtores de biodiesel reclamam da falta de isonomia em relação ao combustível derivado do petróleo. Em março e abril, o governo federal zerou as tarifas de PIS e Cofins para o diesel convencional, inclusive o importado, como forma de reduzir os preços aos consumidores nas bombas. Nesse intervalo, o desconto foi de R$ 0,31 por litro de diesel. Depois, com o fim da isenção, em maio, o governo anunciou uma redução de R$ 0,04 centavos por litro, válida para os meses seguintes. Segundo representantes das empresas produtoras do biocombustível, a medida contraria a lei, que determina que as alíquotas efetivas dos dois impostos federais sobre o biodiesel não poderão ser superiores às do diesel fóssil. As usinas devem recorrer à Justiça individualmente – algumas entraram com ações nos últimos dias. A tendência é que o setor recorra à Justiça também para contestar o novo sistema de comercialização de biodiesel, que entrará em vigor em janeiro. ”. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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