Auditores fiscais federais agropecuários querem valorização da carreira

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Com o objetivo de mobilizar servidores de todo o país, agregados em mais de 18 mil entidades, o Dia Nacional em Defesa do Serviço Público (24/3), reforça a agenda de valorização das carreiras públicas. A data foi definida em assembleia nacional pelo Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), destacou o portal AgroLink nesta terça-feira (23). Para Janus Pablo de Macedo, presidente do Anffa Sindical (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários), que participa do movimento de valorização do servidor público, esse dia de mobilização é fundamental para chamar a atenção do poder público sobre os riscos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20 para o serviço público. “Vamos dizer não à PEC 32”, reforça o presidente. Entre os efeitos negativos da Reforma Administrativa para o funcionalismo público em geral, em especial para os auditores fiscais federais agropecuários, a PEC 32, de autoria do Executivo, restringe a estabilidade do serviço público às carreiras típicas de Estado. O Anffa Sindical, em parceria com a Unafa (União Nacional dos Servidores da Defesa Agropecuária), participa da programação para esclarecer os servidores sobre os prejuízos que a aprovação da PEC 32 pode acarretar ao Estado Brasileiro e à sociedade. “Conclamamos a participação de todos os afiliados, ativos e aposentados para juntos, somarmos forças na luta contra uma Reforma Administrativa prejudicial ao interesse público”, esclarece Janus Pablo. O tema, em tramitação no Congresso, é um dos principais pontos de preocupação das entidades no momento. Além de servidores públicos, parlamentares que atuam em defesa da categoria devem participar do evento, como os integrantes da Frente Servir Brasil. A agenda nacional de mobilização inclui encontros virtuais e presenciais com parlamentares para expor a situação das carreiras ameaçadas pela Reforma, com palestras de esclarecimento sobre o tema. Confira a programação Dia Nacional em Defesa do Serviço Público.

Defesa agropecuária é assunto de solenidade na Alesp

Um ato solene da Alesp debateu inspeção e fiscalização sanitária e industrial de produtos de origem animal do Estado de São Paulo. O evento, presidido pela deputada Márcia Lia (PT), ocorreu em ambiente virtual nesta segunda-feira (22). O Projeto de Lei 596/2020, de autoria do governador João Doria, altera o funcionamento do serviço de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo, a fim de diferenciar inspeção e fiscalização, possibilitar a delegação da atividade de inspeção à iniciativa privada, estabelecer obrigação ao particular quando as atividades de inspeção forem delegadas e estabelecer infrações e sanções atualizadas, além de alterar a Lei 15.266/13. A médica veterinária Adriana Muniz explicou que não há diferenciação entre inspeção e fiscalização no ponto de vista da Defesa Agropecuária do Estado e da Advocacia-Geral da União (AGU). “A inspeção é uma ferramenta utilizada para a fiscalização, por isso delegar (à iniciativa privada) uma atividade típica do Estado, que é uma atividade estratégica principalmente visando a saúde pública, é complicado”. Entretanto, afirmou ter receio de que a separação ocorra. A deputada Márcia Lia analisou possíveis consequências da aprovação da proposta. “Nossos alimentos devem ser oferecidos para que consumamos de forma adequada e cuidadosa com a nossa saúde, temos uma certa preocupação pois os alimentos de origem animal, serão, no nosso ponto de vista, disponibilizados sem a segurança necessária, o que envolve questões de saúde pública. Não permitiremos que esse projeto seja aprovado, caso aconteça, tomaremos medidas judiciais cabíveis”. Na avaliação do deputado Maurici (PT), a responsabilidade pela segurança do alimento de origem animal, deve ser atribuída à empresa distribuidora, que tem a opção de contratar ou não um médico veterinário. “A fiscalização do governo deve ser feita no alimento, no produtor rural, na saída da fábrica, no varejo, e no serviço de alimentação, não dentro da empresa. Devem haver regras muito claras, inclusive para permitir a rastreabilidade do alimento e a arbitragem na definição dos culpados, em caso de ocorrência de problemas”.

Senador propõe que indústrias de saúde animal ajudem a produzir vacinas contra a Covid

Uma comissão especial do Senado Federal irá discutir a possibilidade de laboratórios que produzem vacinas voltadas para a saúde animal também auxiliem o Brasil na confecção dos imunizantes contra a Covid-19. O requerimento para debater o tema foi apresentado pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), que será relator da comissão. “O momento é crítico e temos que buscar alternativas”, disse nesta terça-feira (23), em nota, o senador. Segundo informações do gabinete do senador, a reunião para tratar do assunto deve acontecer ainda esta semana. Além da Indústria de Produtos para Saúde Animal, devem participar representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Agricultura; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações; da Diretoria do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde. De acordo com o Canal Rural Fagundes disse que esteve reunido com representantes do setor durante o final de semana e recebeu deles informações valiosas “para a produção local de um volume expressivo de vacina para a população brasileira”. Inclusive, existe a possibilidade de o Brasil multiplicar as células para produção de vacinas. Em documento encaminhado ao senador, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) observa que o setor possui três plantas industriais com nível de biossegurança classificado com NB3+, que, com pequenos ajustes, podem operar em categoria máxima, a NB4, própria para fabricação de vacinas humanas. Essas plantas dispõem de “capacidade instalada para atender a demanda de vacinação em todo país”. Na defesa dos debates, o relator da Comissão Especial da Covid-19 lembrou que atualmente a produção de vacinas, com o IFA importado, se encontra restrito ao Instituto Butantan e também à Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. O vice-presidente Executivo do Sindan, Emílio Salani, admitiu no documento a possibilidade de se produzir centenas de milhões de doses”. “Essa discussão precisa ser com todos esses organismos, porque as reuniões já vêm acontecendo. Estamos tratando de uma alternativa extremamente importante para o Brasil. Temos condições de fabricar essas vacinas aqui, em 90 dias, segundo o Sindan, prazo a ser contado a partir da transferência de tecnologia” – frisou Fagundes.

Negócios apostam em comida de gente para bichos de estimação

O mercado de comida natural para pets tem crescido no Brasil nos últimos anos. Segundo a Folha de S.Paulo quem opta por essa modalidade deixa total ou parcialmente de dar ração a seus animais para lhes oferecer dieta similar à humana. Como poucos têm tempo para preparar tudo o que é necessário para suprir as necessidades nutricionais dos pets, empresas oferecem esse serviço, entregando porções balanceadas e congeladas. Criada em 2014, a Okena Pet Chef tem planos de assinatura com refeições básicas (duas receitas de carne e duas de frango) e premium (com duas receitas adicionais de porco e ingredientes extras, como lentilha), mas é possível também customizar a alimentação. “O cliente que tem um cão com necessidades especiais nos diz o que precisa e montamos. Também podemos funcionar como uma farmácia, a partir das recomendações de um veterinário”, diz Daniela Prado, 51, fundadora. Cerca de 80% dos clientes (600) têm planos de assinatura, nos quais a comida é entregue toda semana. Na linha básica, o preço é R$ 169,10 por mês; na premium, R$ 172,70. O restante compra de maneira avulsa. A empresa, presente no Rio e em São Paulo, tem 13 funcionários e fatura cerca de R$ 330 mil por mês. A Green Buddy, fundada em 2016, funciona só no modelo de assinatura. Quando um novo cliente chega, seu pet passa por uma avaliação. “A gente conversa com o dono, pede exames e indica a quantidade correta de comida. Pode até acontecer de haver cachorros que não podem consumir nossa dieta”, diz Lio Volino, 43, fundador. É o caso de cães com pancreatite, por exemplo, que precisam comer ração especial. As receitas também variam de acordo com a estação. “A comida tem de ser saborosa e diferente, para o cachorro não acostumar o paladar”, diz Tania Gomes Luz, cofundadora. A Green Buddy fabrica e vende todo mês seis toneladas de alimento. O plano mais barato de assinatura, para pets pequenos, custa R$ 180. A empresa, que tem dez funcionários e atua na Grande São Paulo, faturou R$ 1,4 milhão em 2020. Nesse filão de mercado, a pandemia não atrapalhou os negócios. “Em casa, as pessoas prestam mais atenção no cachorro. Percebem se estão obesos, se têm alergias”, diz Tânia.

NA IMPRENSA

Folha de S.Paulo – Negócios apostam em comida de gente para bichos de estimação

Folha de S.Paulo – Produtos e serviços para animais vão de cerveja a escola construtivista

Folha de S.Paulo – Pet shop, serviço essencial na pandemia, é opção de negócio que não fecha

Folha de S.Paulo – Escovar dente do pet ajuda a evitar doenças; veja dicas para cuidar da saúde bucal

Folha de S.Paulo – Seguro vitalício para pets cuida do animal se os donos morrerem

Folha de S.Paulo – Cresce procura por velório virtual e até seguro vitalício para pets

O Estado de S.Paulo – Conheça o mais novo membro do clube dos mamíferos fluorescentes

O Estado de S.Paulo – Digitalização: um movimento sem volta no mercado pet

G1 – Estudo preliminar relaciona variante britânica da Covid com doença cardíaca em cães e gatos

G1 – Brasil já faz hambúrguer, linguiça e até bolinho de ‘siri’ de plantas e grãos

G1 – Polícia Federal faz operação contra crimes ambientais no interior do AM

G1 – Após morte de tutores, animais resgatados por ONG de Mogi das Cruzes são adotados

Embrapa – Embrapa realiza webinar sobre gestão de resíduos em propriedades leiteiras no Dia Mundial da Água

CNA – Propriedade rural em Imperatriz aumenta produção de leite após assistência técnica do Senar

SBA – Leilão Sindi da Porangaba registra médias superiores a R$ 33 mil

SBA – Receita com as exportações de carne bovina cresce 7,92%

SBA – Cotação do boi gordo abre a semana estável em R$ 310/@

SBA – Suinocultores buscam pioneirismo na compartimentação sanitária

SBA – De Olho na Fazenda TAB G4 começou hoje no Canal do Boi

Alesp – Defesa agropecuária é assunto de solenidade na Alesp

AgroLink – Argentina recebe primeira classificatória ao Freio de Ouro 2021

AgroLink – Argentinos largam gado para comer as safras

AgroLink – Agravamento da pandemia e queda do poder aquisitivo pressionam cotações do suíno para baixo

AgroLink – Exportações de carne de frango completam três primeiras semanas de março em bom ritmo

AgroLink – Celeiro Carnes Especiais recebe Selo de Garantia de Origem Nelore

AgroLink – Ovos: plantel de galinhas em produção apresenta redução nos próximos meses

AgroLink – Liquidez e resultado acima da expectativa marcam leilão de 25 anos da Fazenda da Bézinha

AgroLink – Boi gordo: mercado firme no início desta semana

Anda – Dupla esfaqueia cachorro até a morte e tutora denúncia crime à polícia

Anda – Homem é preso após agredir cão até a morte com pedradas e pauladas

Anda – Desembargador permite que mulher visite cão tutelado pelo ex-marido

Anda – Consumo de carne na China impulsiona as exportações de animais do Brasil

Anda – Filhote de cachorro é abandonado passando mal em frente a um abrigo

Anda – Filhote raro de tartaruga albina enfrenta uma batalha para sobreviver

Anda – Change.org e ANDA firmam parceria para reforçar luta em defesa dos animais

Anda – Homem que torturava cães é preso após agredir e mutilar os animais

Anda – Gatinho de três pernas é salvo no dia em que seria sacrificado

Anda – Mais de 2 mil pássaros morrem após serem contaminados por seres humanos

Canal Rural – Paraná responde por 1/3 da carne de frango do Brasil e se consolida como principal produtor

Canal Rural – Preço do suíno em São Paulo cai 18% em menos de um mês, diz Scot

Canal Rural – Com alta nos preços, boi gordo é negociado acima da referência média

Canal Rural – Senador propõe que indústrias de saúde animal ajudem a produzir vacinas contra a Covid

Portal do Agronegócio – Boi gordo: mercado firme no início desta semana

Portal do Agronegócio – Desempenho exportador das carnes nos dois primeiros decêndios de março

Portal do Agronegócio – Inseminação Artificial ganha cada vez mais espaço na pecuária brasileira

Portal do Agronegócio – MSD Saúde Animal conclui aquisição da Poultry Sense

Portal do Agronegócio – O Boletim do Leite do Cepea de março já está disponível

Notícias Agrícolas – Preços de insumos são atualizados para cana-de-açúcar, inhame, cará e caprino e ovinos em PE

Revista Globo Rural – França inicia reintegração das granjas em região atingida por gripe aviária

Revista Globo Rural – Alemanha fecha acordo com Polônia e República Tcheca para conter peste suína africana

Revista Globo Rural – Pode chamar de carne? Como ter um produto seguro? O que se discute sobre proteínas alternativas no Brasil

Revista Globo Rural – Paraná se consolida como principal produtor de carne de frango

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