Atendimento no INSS passa a ser por meio de fila nacional

Atendimento no INSS passa a ser por meio de fila nacional

Atendimento no INSS passa a ser por meio de fila nacional

Com o objetivo de reduzir o tempo de tramitação de processos, o Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) irá promover o atendimento a pensionistas e aposentados por meio de uma fila nacional que promete otimizar o fluxo de atendimento dos servidores para dar andamento às demandas, informou o jornal Correio Braziliense. As novas regras já foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). “A ideia é que a força de trabalho das regiões com melhores indicadores possa atuar nos processos daqueles que estão esperando mais tempo. Além disso, nós focamos naqueles benefícios que possuem maior número de pessoas aguardando”, declarou o presidente do INSS, Gilberto Waller. O Relatório da Fila, divulgado pela instituição em outubro de 2025, apontou que o tempo médio para a concessão de benefícios foi reduzido para 35 dias, após alcançar um pico de espera com média de 64 dias, em março do ano passado. Waller ainda destaca que o esforço será concentrado nos benefícios com maior número de pessoas aguardando. “Essa é a prioridade para a gente atacar essa fila de verdade: tais como os casos do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e os benefícios por incapacidade. Isso representa quase 80% da nossa fila e esses são aqueles que vamos atacar prioritariamente.” O programa, criado por meio da Lei 15.201/2025, tem como objetivo acelerar a revisão de benefícios do INSS e reduzir a fila de espera nos processos, por meio de bonificação de peritos e servidores do INSS, por atividades além da capacidade habitual. Para acessar a matéria completa, acesse aqui.

Canetas emagrecedoras impactam busca por cirurgia bariátrica no Brasil

Azeite, salmão ou celulares não foram os itens que mais cresceram na importação brasileira no ano passado. O destaque ficou para as canetas emagrecedoras, que movimentaram R$ 9 bilhões em compras de medicamentos como Mounjaro e Ozempic em 2025, um crescimento de 88% em relação ao ano anterior, destacou matéria do site Band News FM. Esse fenômeno, que reflete a busca por uma perda de peso vista como rápida e simples, já causa um impacto direto em outros tratamentos de saúde consolidados. A cirurgia bariátrica, por anos um dos principais métodos contra a obesidade, registrou uma queda de 20% na procura entre 2023 e 2024, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. O reflexo da mudança de comportamento é sentido dentro dos consultórios. A médica Ana Karina Soares, especialista no aparelho digestivo e em cirurgia bariátrica, afirma que a queda no número de procedimentos foi nítida nos últimos dois anos, mas pondera que o cenário pode mudar. Para ela, a popularidade dos remédios ajudou a ampliar a discussão sobre a obesidade como doença, o que pode, a longo prazo, levar mais pessoas ao tratamento, incluindo o cirúrgico. O sucesso das canetas está diretamente ligado ao avanço da tecnologia farmacêutica. É o que explica o pesquisador da Unicamp e especialista em metabologia, Dr. Bruno Geloneze. Ele destaca que os medicamentos atuais são mais seguros e eficazes que tratamentos antigos. A expectativa dos especialistas é que, com a chegada de medicamentos ainda mais potentes, incluindo versões orais, o tratamento clínico se fortaleça, enquanto os cirurgiões se especializem em casos cada vez mais complexos e graves, que seguem necessitando do procedimento para uma vida mais longa e saudável. Para acessar a matéria completa, acesse aqui.

Brasil atingiu a meta de cobertura para apenas 2 vacinas em 2025

Segundo dados preliminares do Ministério da Saúde, em 2025 apenas duas vacinas bateram a meta de cobertura do Programa Nacional de Imunizações (PNI): a BCG, que protege bebês da tuberculose, com 96,8% do público-alvo alcançado, e a contra hepatite B para recém-nascidos, com 95,1%, destacou matéria do jornal O Globo. Embora o sarampo tenha provocado diferentes surtos nos Estados Unidos e no Canadá que levaram a região das Américas a perder o certificado de livre da doença, a cobertura com as duas doses tríplice viral, que evita sarampo, rubéola e caxumba, ficou em 79%. A contra a pólio, que causa paralisia infantil, também ficou abaixo de 90%. E a contra Covid-19 alcançou somente 3,5% das crianças. As coberturas vacinais, historicamente elevadas no Brasil, começaram a cair a partir de 2015 e tiveram uma queda mais acentuada em 2020 com a pandemia. Desde 2022, o cenário começou a melhorar. No entanto, os números do ano passado mostram que o país ainda está longe de ter recuperado os índices antigos. “ As vacinas são vítimas do seu próprio sucesso. As famílias deixaram de ver colegas, parentes com meningite, poliomielite, sarampo, e passaram a achar que essas doenças estavam erradicadas. E vieram as fake news junto a uma extrema politização do tema. Nos últimos três anos, houve um esforço enorme do PNI, dos pediatras, das sociedades médicas, mas ainda temos coberturas abaixo de 90% para muitas vacinas”, diz Eduardo Lima, presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Para acessar a matéria completa, acesse aqui.

Hanseníase segue como um desafio relevante de saúde pública no Brasil

Mesmo com avanços no diagnóstico e na oferta de tratamento, a hanseníase segue como um desafio relevante de saúde pública no Brasil, destacou matéria do portal Medicina S/A. A campanha Janeiro roxo, dedicada à conscientização sobre a doença, reforça a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento adequado e do enfrentamento ao estigma ainda associado à condição. Dados oficiais indicam que, entre 2014 e 2023, foram notificados 309.091 casos de hanseníase no país, sendo 80% classificados como casos novos, evidenciando a persistência da transmissão ativa. Após a queda expressiva nos registros durante os anos mais críticos da pandemia de covid-19, quando houve redução no acesso aos serviços de saúde, os números voltaram a crescer. Em 2023, a taxa de detecção nacional atingiu 10,68 casos por 100 mil habitantes, índice considerado alto pelo Ministério da Saúde. Embora o Brasil tenha registrado 22.129 novos casos em 2024, uma redução de 2,8% em relação a 2023, o país permanece como o segundo com maior número absoluto de notificações no mundo, atrás apenas da Índia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Ceará, os dados do boletim epidemiológico revelam um ponto de atenção importante. Em 2023, apenas 2,2% dos casos novos foram identificados por meio do exame de contatos, estratégia considerada fundamental para a detecção precoce e a interrupção da cadeia de transmissão. A maior parte dos diagnósticos ainda ocorre por encaminhamento ou demanda espontânea, o que pode indicar que muitos pacientes chegam aos serviços de saúde em fases mais avançadas da doença. Para acessar a matéria completa, acesse aqui.

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