As dúvidas sobre ‘open health’

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As dúvidas sobre ‘open health’

Em artigo publicado no site Jota, Lígia Formenti, editora e analista de Saúde do JOTA, comentou artigo do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, publicado no jornal Folha de S.Paulo no sábado dia 5, sobre um esboço de mudança para a proposta de criação de um sistema de “open health”. O princípio da ideia permanece: adaptar para a saúde suplementar o modelo de “open banking” com a promessa de reduzir o custo para usuário, explicou. Segundo a editora, sobram adjetivos, mas faltam explicações sobre como isso poderia ser colocado em prática. A ideia sugerida por Queiroga tem como ponto de partida o compartilhamento de dados entre planos, para aumentar a concorrência e facilitar a portabilidade. Haveria, nas palavras do ministro, um “cadastro positivo da saúde”. Nessa lógica, bons pagadores seriam disputados pelas empresas, apontou. A proposta do “open health” pode ser muito bem intencionada, mas não há nada que indique que empresas de saúde suplementar estejam preocupadas com a inadimplência. Usuários de planos de saúde sabem que o plano pode ser cancelado quando mensalidades não são quitadas. Por isso, esforçam-se para estar em dia com os pagamentos. Dados da ANS mostram que os índices de inadimplência, de 2019 para cá, estão relativamente estáveis. Também não foi explicado pelo ministro o que levaria empresas de planos de saúde a reduzirem as mensalidades, questionou. Uma das possibilidades seria operadoras, a partir dos dados, saírem em busca de pessoas com boa saúde, jovens e com uma vida regrada – que não fumem, bebam pouco, pratiquem exercícios e tenham uma dieta equilibrada. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Cosems/SP alerta para a falta de medicamentos oncológicos no SUS 

O Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems/SP) anunciou que enviou um ofício ao Ministério da Saúde cobrando providências para a falta de medicamentos oncológicos no Sistema Único de Saúde (SUS), informou o jornal Estado de S. Paulo. A entidade informou que não existe previsão para a regularização do problema, que afeta muitos pacientes. De acordo com o presidente da entidade, Dr. Geraldo Reple Sobrinho, a Lei Federal (12.732/12) obriga o município a iniciar o tratamento de pacientes com câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS), após o diagnóstico da doença, em até 60 dias. ’Com a falta de previsão para reabastecimento destes medicamentos, os pacientes não recebem o tratamento adequado, principalmente, daqueles que necessitam de forma contínua. Os orçamentos municipais também ficam prejudicados, quando há judicialização para o fornecimento dos mesmos’, afirmou. O Cosems/SP reforça que os medicamentos oncológicos geralmente são de responsabilidade dos Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) ou Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), ligadas ao SUS. Mas quem compra esses medicamentos é o Ministério da Saúde e até por isso o ofício foi endereçado ao Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério de Saúde (DAF/ SCTIE) e para a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES/SP).Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Ritmo de adições de beneficiários em planos de saúde desacelera em janeiro, diz BTG

O ritmo de adições líquidas de beneficiários de planos de saúde desacelerou em janeiro, diz o BTG Pactual, após crescer desde junho de 2020. Ainda assim, os destaques foram a SulAmérica e Central Nacional Unimed (CNU), informou o Valor Econômico. Os dados mensais foram divulgados esta semana pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no qual apontaram um acréscimo de 12,5 mil beneficiários nos planos médico-hospitalares, na comparação com dezembro. Ao fim de janeiro, os planos de assistência médica somavam pouco mais de 48,9 milhões de usuários e os odontológicos tinham 29,2 milhões de cadastrados, após adicionarem 52 mil beneficiários no primeiro mês de 2022. “CNU e SulAmérica foram os destaques nas adições, seguidas por Athena Saúde, Bradesco e Porto Seguro, enquanto a Hapvida/NotreDame Intermédica ficou para trás. Apesar dos números fracos da Hapvida, lembramos que há uma margem histórica de erro nos dados da ANS”, ponderam os analistas Pedro Lima, Samuel Alves e Yan Cesquim. Eles avaliam que, embora os números da agência de saúde não tenham sido positivos para players integrados verticalmente, eles continuam confiantes de que os ganhos de escala, principalmente após a fusão entre a Hapvida e a Intermédica, e eficiência do modelo de negócios verticalmente integrado irá prevalecer ao longo deste ano.

Anvisa proíbe mais de 140 remédios para emagrecer; veja a lista completa 

Em fevereiro, uma enfermeira de São Paulo morreu em decorrência de uma hepatite fulminante que estaria associada ao uso de chá em cápsulas de emagrecimento. A partir deste caso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nova lista com mais de 140 produtos parecidos com o que teria matado a enfermeira, que agora estão suspensos no país, informou o Correio Braziliense. Mara Abreu, 42 anos, morreu após ter complicações seguido de um transplante de fígado. O transplante teria sido necessário porque a enfermeira apresentava um quadro de hepatite fulminante em decorrência do uso de cápsulas de um chá emagrecedor. Outro caso parecido foi a morte da cantora Paulinha Abelha, do Calcinha Preta, que também poderia estar ligada ao uso destes tipos de medicamentos, fato revelado pelo marido da artista. No entanto, mesmo após a proibição, muitos destes remédios continuam disponíveis para compra. Em nota ao g1, a Anvisa informou que qualquer produto que faça alegações terapêuticas deve estar autorizado pela agência para ser vendido. “Por lei, os medicamentos só podem ser comercializados por farmácias e drogarias, independentemente da categoria (sintético, biológico, fitoterápico, homeopático, dinamizado, entre outros)”, afirmou a Agência. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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