Artigo avalia como tratamentos de alto custo poderão impactar os sistemas de saúde

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Artigo avalia como tratamentos de alto custo poderão impactar os sistemas de saúde

Segundo artigo de Daniel Wei Liang Wang, professor de direito da Fundação Getulio Vargas de São Paulo e Kalipso Chalkidouprofessora do Imperial College London e diretora e fundadora no NICE International (Reino Unido), publicado na Folha de S. Paulo, um projeto em tramitação no Congresso para obrigar o SUS a fornecer a pacientes de atrofia muscular espinhal todas as terapias registradas no país levanta, mais uma vez, o debate sobre judicialização da saúde. Diante da limitação de recursos, autores argumentam que a adoção de novos tratamentos de alto custo deve ser bastante criteriosa, a cargo de profissionais especializados, levando em conta critérios científicos e racionais, como a relação entre o preço e os benefícios oferecidos. Devido à insuficiência de recursos, não é incomum que tratamentos potencialmente benéficos sejam negados ou postergados. Estudos recentes apontam que a introdução de novas tecnologias, e medicamentos em particular, é a maior fonte de pressão financeira. Ao contrário do que ocorre em outros setores, na saúde o avanço tecnológico tende a aumentar custos, e não reduzi-los: costuma ser um aditivo às intervenções existentes, não um substitutivo . Sistemas de saúde, portanto, precisam ser criteriosos em decisões sobre custeio de tratamento. Quando recursos são escassos e são múltiplas as necessidades, o custo de um tratamento não é só o que se gasta para adquiri-lo. É também o que se deixou de ganhar em saúde com um outro uso desses recursos (o custo de oportunidade). Incorporação de novas tecnologias pode retirar recursos de outros serviços, como medidas preventivas, atenção primária e serviços hospitalares. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Vacina brasileira contra Covid em spray nasal entra com pedido para testes em humanos

Uma vacina contra a Covid na forma de spray nasal deve avançar para testes em humanos nos próximos meses, caso a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) dê o aval para início dos ensaios, informou a Folha de S. Paulo. A chamada fase 1/2 irá avaliar a toxicidade e imunogenicidade (capacidade de induzir resposta protetora) da vacina em indivíduos que já receberam as duas doses da AstraZeneca. Caso tenha sucesso nessa etapa, que deve durar de dois a três meses, o ensaio clínico de fase 3 irá avaliar a eficácia do imunizante contra a infecção pelo Sars-CoV-2. Caso tenha sucesso nos testes, a ideia é que a vacina em formulação intranasal —isto é, sem a necessidade de agulhas— seja utilizada como dose de reforço contra Covid. Ela deverá ser produzida com IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) totalmente nacional. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Câmara de Saúde Suplementar promove debate com integrantes do setor

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou, nesta quarta-feira (20), a 107ª Reunião da Câmara de Saúde Suplementar (CAMSS). O encontro ocorreu de forma virtual, reunindo os diretores da ANS Paulo Rebello (presidente e diretor de Normas e Habilitação das Operadoras e de Normas e Habilitação dos Produtos), Bruno Rodrigues (Gestão substituto), Cesar Serra (Desenvolvimento Setorial substituto) e Maurício Nunes (Fiscalização substituto) e representantes do setor de saúde suplementar e de órgãos de defesa do consumidor. O encontro pode ser assistido na íntegra no canal da ANS no YouTube. Ao abrir a reunião, Paulo Rebello informou sobre a aprovação da ata da 106ª Reunião da CAMSS, ocorrida em 18/08, e sobre alterações de representantes de instituições que participam da Câmara. Em seguida, foi feito um informe sobre demandas relacionadas à Covid-19. Na sequência, foram discutidos temas propostos pelos integrantes da CAMSS. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Prevent Senior aceita termo e fica proibida de distribuir ‘kit Covid’

Representantes da operadora de saúde Prevent Senior assinaram nesta sexta-feira (22) o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) proposto na semana passada pela Promotoria de Saúde Pública. Na ocasião, a empresa pediu sete dias para decidir sobre a adesão ao TAC e uma nova reunião ocorreu nesta sexta-feira na sede do Ministério Público, no centro de São Paulo. De acordo com o documento, a operadora de saúde se compromete a não receitar nem distribuir medicamentos do chamado kit Covid, conjunto de remédios sem comprovação científica para o tratamento de infecções por coronavírus.Caso receite o kit, a empresa vai ser multada em R$ 10 mil por unidade. A decisão também prevê que todos os beneficiários da Prevent Senior recebam uma cópia do TAC. A empresa solicitou mudanças no documento original, como a retirada da obrigação da formação de um conselho de gestão, o que foi acatado pela Promotoria. Foi mantida, porém, a exigência da criação do cargo de ombudsman para receber as reclamações de usuários e encaminha-las à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e ao Ministério Público. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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